O que é o Espiritismo [Ep8] 1º diálogo: O crítico - podcast episode cover

O que é o Espiritismo [Ep8] 1º diálogo: O crítico

Jun 11, 202150 minSeason 8Ep. 8
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Transcript

Bom, olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um estudo do livro o que é o espiritismo? É, nós já vimos nos programas anteriores, especialmente quem foi Allan Kardec. É. Nós vimos no programa anterior um reso mão com a resposta do que é o espiritismo, então, só relembrando, eu vou ler para você.

O espiritismo é ao mesmo tempo. Uma ciência de observação e uma doutrina filosófica como ciência prática, ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os espíritos. Como filosofia, compreende todas as consequências Morais que dimanam dessas mesmas relações. Portanto, o espiritismo, segundo Kardec, não é religião, é um potente auxiliar da religião. Hoje nós vamos começar o primeiro capítulo deixa eu mostrar pra você aqui o primeiro capítulo que trata.

De uma pequena conferência espírita que tem 3 diálogos, o primeiro diálogo que a gente vai ver hoje é o crítico, é uma pessoa crítica, é descendo a lenha no espiritismo e Kardec. É trazendo aí as refutações baseadas no que é o espiritismo. O segundo diálogo é com um cético, aquele sujeito que não

acredita em nada, né? E o terceiro diálogo com o padre, que na época era muito comum, é o espiritismo ser perseguido pela igreja católica não é a. Engraçado, devia ser perseguido pelos pelos ateus ou pelos céticos, pelos pelos materialistas e não a igreja católica. Resolveu por bem perseguir o espiritismo que fez até o bispo. É de Barcelona, resolveu até pegar os livros sem autorização nenhuma. Ele na mão grande pegou os livros.

Que é, iam ser vendidos naquele país, juntou numa fogueira e tacou fogo. Estava com saudade da Santa inquisição, que de Santa nunca teve nada. E fez um favor para o espiritismo, porque esse ato chamou tanta atenção que todo mundo quis saber o que que é esse tal de espiritismo? Então aí que explodiu de vendas aí que todo mundo quis saber de verdade antes de começarmos, seja inscrito aqui no canal. Tem muita gente que assiste, não é inscrito, é facinho. Você vai me ajudar.

Clique no botão inscrever e quando aparecer as notificações, clique em todas, assim você será informado sempre quando tiver um vídeo novo ou uma Transmissão ao vivo. Aqui tem vídeo novo todo dia a gente estuda todas as obras fundamentais do espiritismo, se puder ajudar um pouquinho mais, clique no botão. Seja membro e compartilhe de joinha sempre que assistir um vídeo aqui do canal e compartilhe com um amigo ou uma amiga. Então vamos sem demora aí. No primeiro diálogo, nós vamos é

entender aqui. O crítico, então vamos dizer assim como é que funciona esses diálogos? Eu vou colocar o Zezinho para ler como se fosse o crítico, né? Ou um visitante e eu vou ler as respostas do Kardec, vamos lá então. Então? O crítico começa falando, confesso, vos caro senhor, que a minha razão recusa admitir a realidade dos fenômenos estranhos atribuídos aos espíritos, persuadido que isto de estes não terem, se não uma existência imaginária.

Entretanto, eu me curvaria diante da evidência. Se isso tivesse provas incontestáveis, por isso, desejo merecer vossa permissão de assistir somente a uma ou 2 experiências para não ser indiscreto a fim de convencer meu caso seja possível. E Kardec responde, desde que a vossa razão repele o que nós consideramos. Irrecusável voz, acredite. Superior às de todos.

Quantos não compartilham de vossas opiniões longe de mim o pensamento de duvidar do vosso talento e a pretensão de supor minha inteligência superior, a voz, admitir, pois, que eu esteja iludido, é essa vossa razão. Quem vo lo? Disse.

E não falaremos nisso. Entretanto, se conseguisses convencer-me, conhecido que sou como antagonista das vossas Ideas, isto seria um milagre eminentemente favorável à causa que defendeis Kardec diz lamento, caro senhor, porém não tem o dom de fazer Milagres. Julgais que uma ou 2 seções bastariam para adquirir, diz convicção, seria realmente um

verdadeiro prodígio. Eu precisarei mais de 1 ano de trabalho para ficar convencido, o que prova que não cheguei a esse estado in consideravelmente. Inconsideradamente além disso, não realiza os seções públicas e parece que vos enganastes sobre o fim das nossas reuniões, visto não fazermos experiências com o fito de satisfazer a curiosidade de ninguém. Então, o crítico está dizendo aí, ó, eu não acredito em nada, o que vocês falam?

Não acredito em espírito, mas me deixa participar de 2 reuniões e, caso se fizer um milagre de me convencer. Olha, eu sairei defendendo o espiritismo. Kardec falou assim, mas eu não faço Milagres. Precisaria de pelo menos um ano. Eu precisei. Ele diz do exemplo. Eu precisei de pelo menos um ano para me convencer do que eu estava vendo e ouvindo e fazendo experiência. Era de fato, como é que você quer ser convencido em 2 reuniões, né?

E aí, OOO visitante, o crítico diz não procurar isso, pois fazer prosélitos, que que é prosélito, é tentar convencer a pessoa daquilo. Se eu não me engano, tá? Se tiver errado, deixa aí no canal. Mas assim, proselitismo religioso é aquela história da pessoa tentar te converter para a religião dela e fica buzinando Na Na, na coisa que no espiritismo não existe.

Você nunca vai ver um espírita de verdade tentando te convencer aí. Para um centro, fazer alguma coisa no espírito, nunca, porque o espiritismo não é assim. Não faz assim, não força ninguém. AA pular de fase, coisas que especialmente as religiões cristãs fazem, fizeram e vão continuar fazendo, com extremo desrespeito, exemplo. I. Cristianizar, como é converter indígenas? Fizeram um desastre, uma desgraça desde quando foi Descoberto o Brasil essa tentativa de.

Levar Jesus para os indígenas, como se eles não tivessem as suas crenças, os os seus deuses, a sua particularidade. Eles fizeram quase que um estupro religioso, um estupro de mentes e corações que hoje até. Alguns, é. É pajés. São até mortos, perseguidos é nas suas aldeias, porque as religiões que estão indo, especialmente são as pentecostais Neo, pentecostais. É dizendo que o pajé é do capeta, né?

Então destruíram, disse. Esse proselitismo religioso, caso você goste do dos nossos irmãos, testemunhas de Jeová batendo na sua porta para falar e tentar convencê-lo de entrar na religião deles domingo de manhã já, então esquece o que eu falei, mas o espiritismo jamais vai fazer isso. Então? A pergunta é, então você não quer converter as pessoas? O Kardec responde, para que buscarmos frazer? Vos prosélito quando não quereis? Erros o que que eu vou tentar te

convencer a ser espírito? Se você não quer? Não pretendo forçar a convicção alguma. Quando encontro pessoas que sinceramente, desejam, instruir-se e dão-me a honra de pedir me esclarecimentos. Fogo e cumpro um dever, respondendo lhes nos limites dos meus conhecimentos quanto aos antagonistas, aqueles que são contra, porém, que como voz, tem convicções arraigadas.

Não tem um passo para delas. Arrendá-las atento, aqui é grande o número dos que se mostram bem dispostos para que possamos perder o nosso tempo com aqueles que não estão. Estou certo de que, diante dos fatos, a convicção advir mais cedo ou mais tarde e que os incrédulos não de ser arrastados pela torrent hora. Alguns partidários de mais ou de menos nada alteram na pesagem, pelo que nunca me vereis.

Incomodado para atrair as nossas idéias, aqueles que, como voz sabem as razões que tem para fugir delas. Então Kardec acha uma grande perda de tempo. Você tentar é convencer uma pessoa que é contra quem está curioso. Você dá o caminho e a pessoa vai atrás e vai estudar, especialmente porque espiritismo precisa de estudo. É como você tem na igreja católica, o papa hóstia, que acha que só aí na missa de domingo e Papá a hóstia basta e continua com a vida igual.

No espiritismo tem os papás e. Que as pessoas acham que basta ir na reunião pública e tomar o passe e que a vida deles estão vida delas estão resolvida. Não é bem assim. O espiritismo exige estudo e, diante desse estudo, uma mudança de vida segundo os princípios cristãos de Jesus mesmo, né? Então o espiritismo não perde tempo ficar tentando convencer quem não tá afim. Vamos continuar aqui.

É, então o crítico diz a mais interesse em convencer-me do que supondes permitir que me explique com franqueza e prometer isso e não ver ofensa alguma. Nas minhas palavras são as minhas idéias sobre a coisa em si, e não sobre a pessoa a quem me dirijo. Posso respeitar a pessoa sem participar de suas opiniões. Eu vou colocar pro pro Zezinho, li aqui está o que o Kardec diz,

então é nessa resposta. O espiritismo me tem ensinado a desprezar essas mesquinhas suscetibilidades do amor próprio e a mim não ofender com palavras. Se as vossas expressões saírem dos limites, da urbanidade, das conveniências apenas concluirei que sou um homem mal educado, mas não irei além quanto a mim. Antes, quero que os outros fiquem com os defeitos do que compartilhar deles. Vedes só por isso que o espiritismo já serve para alguma coisa? Já vos disse, senhor.

Não tenho a pretensão de fazer adotar a minha opinião, respeito a vossa, se é sincera como desejo, que respeitei a minha. Então Kardec é muito claro quanto a isso. E ele continua falando AA este respeito, acreditando ser o espiritismo, um sonho sem sentido, disse. Estes, sem dúvida, vindo à minha casa, vou ver um louco confessai o francamente, pois com isso não me escandalizar e todos os espiritas são loucos. É coisa sabida.

Pois bem, se julgais assim eu tenho escrúpulo de transmitir-vos a minha enfermidade mental. Que causa um espanto ver-vos com tal pensamento, buscar uma convicção que vos vai colocar no número dos loucos, se já está, é persuadido de que não conseguiremos convencer vozes. Passo que destes é inútil, visto que só terá por fim, a

curiosidade abre. Veremos, pois por favor, porque me falta tempo para perder em conversações em objeto é uma delicadeza de Kardec que diz exatamente, é. Olha. Se você está aqui só para me. Tirar um barato na minha cara. Eu não tenho tempo para perder,

não é? Então, se eu não perceber nenhuma intenção sua real e me tratar com respeito e que eu tenho certeza que você me acham louco, então nós vamos perder o tempo dos 2. Aí o visitante, o crítico, diz, o homem pode enganar-se deixar-se iludir sem que por

isso seja louco. Dizei logo, acreditais, como muitos que isto é moda, que durar a certo tempo, mas de vez, convir que um passatempo que em alguns anos tem conquistado milhões de partidários em todos os países, que conta entre seus adeptos sábios de toda ordem que se propaga, de preferência nas classes mais esclarecidas, é mania singular que merece. Examinada é, pois é. Então assim.

Ele, Oo visitante, o crítico disse assim, olha, olha, não estou te chamando de louco, mas assim você pode querer se enganar e tá, né? A gente vê tanta gente, né? Indo na onda de de de umas besteiras que o povo fala. E Kardec é muito claro. Olha, se isso for uma loucura e você tá achando que é moda, pode. Tá achando que é moda, mas essa moda já conquistou milhões de pessoas. E a maioria de pessoas é com nível superior ou muito bem esclarecida, então é estranho

isso, né? Aí o visitante diz, tenho minhas idéias a respeito. É certo? Porém, elas não se acham tão absolutamente firmadas que não consinta em sacrificá-la evidência disse-vos que teria certo interesse em me convencer. Coisa aqui. Confesso vos que tenciono publicar um livro. Em que me proponho demonstrar ex professor com verdadeiro conhecimento de causa ou magistralmente, a minha opinião sobre o que considera um erro. Olha que interessante.

E como esse livro deve produzir efeito dando um golpe no espiritismo, eu deixarei a de publicá-lo caso ficasse convencido da realidade da vossa doutrina. Que danado o cara já tem um livro escrito dizendo que o espiritismo é coisa de vigarista ou de louco. Aí ele resolve falar com o Kardec pro Kardec, convencer ele que não é isso para ele não publicar esse livro.

Cê jura que você acredita nisso? Há, meu amigo, você não sabia quem era o nosso professor e vai, você não conhece esse homem, você foi bater na tecla errada mesmo. Vamos ver que Kardec respondeu aqui eu sentiria que ficar 6 privado do que vos pode proporcionar um livro que deve produzir tanto efeito além disso, não tenho interesse algum em impedir a sua publicação. Ao contrário, desejo-lhe grande circulação, porque assim ele nos servirá de prospecto e anúncio.

A nossa atenção é sempre chamada sobre aquilo que vemos atacado. Há muita gente que quer ver os prós e os contras e a crítica faz aparecer a verdade, mesmo aos olhos daqueles que não a procuravam. Aí é assim que muitas vezes, sem querer se faz reclamo do que se quer combater.

Então, Kardec não está muito. Ele não quer impedir que ele publique esse livro e, muito pelo contrário, se ele publicar, melhor ainda, porque quanto mais crítica, mais as pessoas vão ter curiosidade e mais gente vai se tornar. Adepto do espiritismo, a questão dos espíritos é, por outro lado, tão palpitante de interesse choca a tal ponto.

A curiosidade que basta assinalar lá, atenção para que na ação desejo de aprofundar lá. Aí eu, crítico, diz então, no vosso entender, a crítica para nada serve a opinião pública. Nada vale. Olha, o cara vai distorcendo as coisas, né? Perceba que a intenção dele não é nada agradável. Quero dar que responde.

Não considero a crítica como expressão da opinião pública, mas como juízo individual, que bem pode enganar-se leve à história e vereis quantos trabalhos importantes foram ao aparecer criticados, sem que isso se excluísse do número das grandes obras. Quando, porém, uma coisa é má, não há elogio que a torne boa. Seu espiritismo é uma falsidade. Ele cairá por si mesmo. Se, porém, é uma verdade. Não há diatribe que possa fazer dele uma mentira ao nosso modo

de ver. Vosso livro não será mais que uma apreciação. C cedilha maiúsculo ou a pessoal. A verdadeira opinião pública decidirá da justiça dos vossos conceitos. Procuraram examinar se mais tarde reconhecerem que os engana stays vosso livro se tornará ridículo, como os que não há muito foram publicados contra as teorias da circulação do sangue, da vacina etc. Só fazendo um parênteses aqui.

O cara tem uma. Uma pachorra de dizer que há então Kardec, se você não quer me convencer que o espiritismo é uma coisa verdadeira, se não se importa com a crítica, com a opinião pública e Kardec diz assim, olha. A crítica não é opinião pública. Sabe aquela história de a voz de Deus e a voz do povo, a voz do povo é a voz de Deus, mentira,

mentira tem nada a ver. As pessoas que querem convencer se utilizam desse argumento porque não tem palavras ou não tem outros outras coisas que pode fazer para convencer as massas. Olha, né? Então Kardec já diz assim, olha, se o espiritismo não for nada disso, ele por si só cairá, mas se for, quem vai cair no ridículo é o seu livro e ele continua esquecia, me.

Porém, queria tratar a questão. Ex-professor, o que equivale a dizer que há estudaste sobre todas as suas faces, que vistes tudo o que se pode ver neste estudo, o que sobre a matéria se tem escrito analisaste se comparar estes as diversas opiniões que vos achastes nas melhores condições de observação pessoal que durante anos lhe consagrastes vigílias, em suma, que nada desprezastes para chegar à verdade, devo crer que tal se deu se sois um homem Sério, porque somente aquele que

fez tudo isso pode dizer que fala com conhecimento de causa aqui? Juízo, formaria ex de um homem que? Sem conhecimento de literatura, sem ter estudado a pintura, se erigissem sensor de uma obra literária ou de um quadro é de lógica elementar que o crítico conheça, não superficialmente, mas a fundo aquilo de que fala sem o quê. Sua opinião não tem valor ai que danado. Porque o crítico disse, né, que ele vai publicar um livro porque ele quer.

Fazendo o ex professor, não é? Ou seja, com todo o conhecimento de causa. E Kardec diz assim, tá? Então, se você tem todo o conhecimento de causa, eu quero acreditar que você estudou profundamente o espiritismo, que já na hora foi uma tá Na Na, na vai conversar com o cientista do nível de Kardec, meu filho, você não vai se dar muito bem não, né? Claro que o cara não não viu.

Ele queria que o Kardec resumisse em 3 palavras de espiritismo, deixasse ele assistir 2 seções para ele ir no livro dele, publicar mais besteira ainda, né?

Então, Kardec é danado. Para combater um cálculo, é necessário opor-se lhe outro cálculo, o que exige saber calcular o crítico não se deve limitar a dizer que tal coisa é boa ou má. É preciso que justifique a opinião por uma demonstração Clara e categórica, baseada sobre os princípios da arte ou ciência que pertence o objeto da crítica, como poderá fazê-lo quando não conhecer estes princípios? Não tendo ideia da mecânica, podereis apreciar as qualidades, os defeitos de determinada

máquina, não. Pois bem, o vosso juízo acerca do espiritismo, que, aliás, não conheceis, não pode ter mais valor que o que, nas condições acima, emitir 6 sobre halo de da

máquina. A cada passo, serei apanhado em flagrante delito de ignorância, porque aqueles que têm estudado a matéria verão logo que a desconheceis, donde concluíram que não sois um homem Sério, que agir de má fé, expondo vos, portanto, a receber, quer num quer, noutro caso, desmentido pouco lisonjeiro, alvas, o amor próprio e já quebrou as pernas dele na hora e aí ele continua perguntando.

É precisamente para evitar esse perigo que vim, pedir-vos permissão para assistir algumas experiências. O cara insistente, insistente, Kardec diz, e julgas que isto vos baste para poder ex-professor, falar de espiritismo, como poderei compreender essas experiências e ainda mais, julgá-las, quando não estudaste os princípios em que elas se baseiam? Como apreciaria isso?

Resultado satisfatório ou não de ensaios metalúrgicos, por exemplo, não conhecendo a fundo a metalurgia, permiti me dizer-vos, senhor, que vosso projeto é absolutamente a mesma, coisa que não tendo estudado a matemática.

Em astronomia, vamos apresentar 6 a um dos membros do Observatório dizendo-lhe, senhor, quero escrever um livro sobre astronomia e provar que o vosso sistema é falso, mas como desconheço os menores rudimentos dessa ciência, deixar aqui por uma ou 2 vezes me sirva de vossa luneta, o que será suficiente para ficar sabendo tanto quanto vós. Difícil, não é? E Kardec, é muito claro nos

exemplos que ele segue. É somente por extensão que a palavra criticar se tornou sinônimo de censurar em sua acepção própria e, segundo a etimologia, ela significa julgar, apreciar a crítica pode, pois, ser aprovativo ou desaprovar. Ativa fazer a crítica de um livro não é necessariamente condená-lo. Quem empreende essa tarefa deve fazê-lo sem ideias preconcebidas. Porém, se antes de abrir o livro já o condenou em pensamento, o exame não pode ser imparcial,

tá? O caso da maioria dos que têm falado contra o espiritismo. Opinar sobre o nome formaram uma opinião, fazendo qual o juiz que proferisse uma sentença sem antes examinar as peças do processo. Aquilo que eu falei das igrejas que pregam plano, espiritismo, sem ao menos abrir uma página do espiritismo.

A consequência foi que seu julgamento feriu em falso e que em vez de persuadir, ocasionarão riso a maior parte dos que seriamente tem estudado a questão mudou de ideia e mais de um adversário se tem tornado adepto do espiritismo quando reconhece que o seu objetivo é muito diverso daquele que supunha. Então, quem vem conhecer o espiritismo de fato? Começa, é? Corre muito risco de conhecer, para criticar.

Corre. Corre muito o risco de de se tornar adepto do espiritismo, o que é muito curioso. Mas aí o crítico disso, falar do exame dos livros em geral, acreditais que seja materialmente possível a um jornalista ler, estudar todos os que lhe passam pelas mãos, sobretudo quando se ocupam com teorias novas que lhe seria preciso aprofundar e verificar? Seria o mesmo que exigir de um impressor que ele lesse todas as obras saídas da sua prensa.

Até um judicioso raciocínio não tem outra resposta a dar, se não que quando nos falta o tempo para fazer conscienciosamente uma coisa é melhor não fazer. Lá é preferível produzir um só trabalho. Bom a fazer 10 maus. O crítico, além de tudo, era um bicho preguiça. Ele queria escrever, queria que alguém falasse para ele do que que era, do que se tratavam as coisas e ainda acha ruim. Quando Kardec fala assim, ó, se você quer falar, falar uma coisa de ex, propex professor, ou seja, como um.

Magistral, um cara que sabe tudo daquilo. Ele quer escrever um livro como ex professor do espiritismo é? Não quer sequer ler um livro do. A gente perceba que louco tem todo todo lugar da história tem, imagina a paciência de Jó que o Kardec tem, não é? EE ele continua o crítico não acrediteis que minha opinião se tenha formado levianamente, aham, vi mesas girarem e produzirem sons como de pancadas. Vi pessoas escreverem o que, segundo diziam, lhes ditavam os espíritos.

Estou, porém, convencido de que nisso a charlatanismo. Ué, então o que que ele veio falar com Kardec, né? E Kardec diz, assim, quanto vos cobraram para mostrar vos essas coisas? Ele responde, nada por certo, ou seja, ele foi ver e ninguém cobrou nada. É difícil ser um charlatão sem ganhar dinheiro, né? E quer daqui, diz assim. Ora, aí tenta os charlatães de uma espécie singular que vão reabilitar o nome da sua classe até O Presente. Não se tinha ainda visto

charlatães desinteressados. Suponhamos que um gaiato de mau gosto tenha querido, uma vez divertir-se. Assim. Será crível que as outras pessoas presentes pactua sem com ele? Ademais, com que fins se fariam elas cúmplices de uma mistifica? C cedilha maiúsculo. Não direi que com o fim de recriar a sociedade, concordo em que uma vez se prestassem a tal brinquedo, porém, quando esse brinquedo dura meses e anos. Julgo que eu mistificado é a própria.

O mistificador não é provável que só pelo gosto de fazer, que creiam em uma coisa que ele sabe ser falsa, alguém vá passar horas inteiras imóvel agarrado a uma mesa. O gosto não é que valeria a pena antes de julgar isso. Uma fraude. É preciso indagar que interesse havia em enganar? Ora, não deixeis de convir que há pessoas que, se não coaduna com a mais leve suspeita de embuste, pessoas cujo caráter já é uma garantia de probidade, coisa muito diversa seria se se tratasse de uma especulação.

Porque a tentação do ganho é má conselheira, mas admitindo mesmo que neste último caso, ficasse bem comprovado um manejo fraudulento, isso em nada ofenderia a realidade do princípio, porque de tudo se pode abusar por vender. Se vinho falsificado, não se deve concluir que não existe

vinho puro. O espiritismo não é mais responsável pelos atos daqueles que, abusando desse nome, exploram do que o é a ciência médica, pelos atos dos charlatães que impingem suas drogas ou a religião pelos dos sacerdotes que iludem seu Ministério. Por sua novidade, mesmo por sua natureza, o espiritismo se

presta a abusos. Ele, porém, fornece os meios para que os reconheçam, definindo claramente seu verdadeiro caráter e afastando de si toda a solidariedade com aqueles que o viriam a explorar ou desviar do seu fim exclusivamente moral para transformá-lo em meio de vida em instrumento de adivinha c cedilha maiúsculo ou de investigações fúteis, desde que o espiritismo, mesmo traços limites em que se encerra, define o que pode ou não dizer

ou fazer o que está ou não em suas atribuições, o que aceita e o que repudia? Toda a falta recai sobre aqueles que não se dando ao trabalho de estudá-lo, o julgam pelas aparências de que, por terem encontrado os saltimbancos adornando se sobrenome de espiritas para chamar concorrência, dizem com gravidade, eis o que é o

espiritismo. Então é. Eles classificavam tudo, todos os enganadores e. As pessoas que queriam ganhar dinheiro fácil e dizendo que se comunicavam com mortos e mostrando outras coisas. Eles falaram que tudo isso era espiritismo. A gente percebe que até hoje tem se ranço, né? Mesmo as pessoas vendo, é. A dedicação, o trabalho, como Jesus dizia, né? Pela pelos frutos é que se conhece a árvore, mesmo vendo os frutos, muita gente ainda fala sem medo de que o espiritismo é coisa demoníaca.

O que o que é enganação etc e tal. E Kardec tá dizendo assim, que engraçado, né? Uma enganação durar tanto tempo com pessoas tão comprometidas, dedicadas e tudo mais. É claro que tem enganadores em todas as as áreas, por exemplo, nós temos, a gente vê hoje em dia muita gente que se faz, que se faz passar de médico, não sendo médico. E porque tem estes enganadores, você vai dizer que todo médico é charlatão. Não é? Você tem um Monte de gente.

É charlatão mesmo tentando lucrar é o principal objetivo lucrar, né? E se fazendo passar por. Todo tipo de de profissional, e isso não vai anular as

profissões, né? É isso que Kardec está explicando aqui, sobre quem em definitivo, cairá no ridículo, será sobre o saltimbanco, que usa do seu ofício, será sobre o espiritismo, cuja doutrina escrita desmente tais asserções, ou antes sobre os críticos que falam do que não sabem onde cientemente alterarem a verdade, aqueles que atribuem ao espiritismo, que é contrário à sua mesma ciência, fazem-no por

ignorância ou má intenção. No primeiro caso, a leviandade no segundo má fé. E neste último caso, eles se colocam na posição do historiador, que, no interesse de sustentar um partido a uma opinião, alterasse os fatos históricos quando usa desses meios. Partido fica desacreditado e não consegue o seu fim. Kardec é sempre genial para isso, mas. Não acho que ele acabou não. Ele continua nessa resposta.

Olha lá. No te bem, Cavalheiro, que eu não pretendo que a crítica deve necessariamente aprovar nossas idéias, mesmo depois de haver estudado, não nos revoltamos de forma alguma contra os que não pensam como nós, o que é evidente para nós, pode não ser para vós, outros, cada qual julga as coisas debaixo de certo ponto de vista e do fato mais

positivo. Nem todos tiram as mesmas consequências se um pintor, por exemplo, pinta em seu quadro em um cavalo branco, não faltará quem diga que essa cor faz aí mal o efeito que a cor negra conviria mais e nisto não se comete erro. Cometer-se à, porém, se vendo que o cavalo é branco, afirmar que é negro é o que faz a

maioria dos nossos adversários. Em resumo, senhor, todos têm completa Liberdade de aprovar ou censurar os princípios do espiritismo de deduzir deles as consequências, boas ou más que lhes aprovar. Porém, a consciência impõe ao crítico a obrigação de não dizer o contrário do que ele sabe que é hora para isso. A primeira condição é não falar do que não conhece. É isso, já seria o bastante, não é? Mas ainda o crítico. Fala assim, voltemos, por favor, o cara é teimoso, né?

Se é uma coisa que a gente pode dizer, a teimosia dele. Votemos, por favor. As mesas que se movem e falam não será possível que elas sejam preparadas com algum artifício, ou seja, com alguma é. Fraude ao Kardec, responde, é sempre a mesma questão de boa-fé.

Aqui já responde quando a fraude for provada, eu vou lá, reconhecerei se descobrirdes fatos demonstrados de embuste, charlatanismo, especulação ou abuso de confiança, fustigai o seu desde já vos declaro que não irei defender Los porque o espiritismo Sério é o primeiro a repudiá-los e quem assinalar tais abusos o auxilia no trabalho de preveni-los.

Ele presta importante serviço, porém, generalizar essas acusações, lançar sobre elevado número de pessoas honradas, a reprovação que só cabem alguns indivíduos isolados. É um abuso ou de outro gênero? Porque é uma calúnia admitindo, como diz estes, que as mesas estivessem preparadas, era preciso que O Mecanismo empregado fosse bem engenhoso para fazê-las produzir movimentos e sons tão variados.

Ora, como não é ainda conhecido, o nome do hábil artista que os fabrica, entretanto, ele deveria gozar de grandes celebridades, visto que seus aparelhos estão espalhados pelas 5 partes do mundo. Devemos também convir que o seu processo e as as delicado e sutil para poder adaptar-se a primeira mesa que se apresenta sem deixar sinal algum exterior, que o denuncie. E nós estamos falando aí de uma época que as mesas girantes e os fenômenos físicos eram muito

comuns no planeta inteiro. Então Kardec está dizendo assim, olha, se for constatada alguma fraude, eu sou o primeiro que não não quer. Aliás, Kardec pegou muita fraude, muita fraude, porque ele ia com seu espírito científico, né? Investigar tudo até no filme, Kardec aparece que ele está procurando. Onde é que estão. Os mecanismos de um prestidigitador, ou de um mágico da época que te fazia a mesa levantar e ele achou esse esse mecanismo.

Então assim, ele era o primeiro a ter é a de descartar tudo o que era fraude. Mas daí você afirmar que todo o resto que acontece é fraude, é de uma maldade sem tamanho, né? Um descompromisso com a verdade é como se hoje fala assim a nós, temos aí o caso, por exemplo, do João de Deus, que a gente descobriu ser 11 pessoa. Muito, muito, muito terrível. É pelas provas que se apresentam, não é? E que é ele fazia tudo isso, então porque ele não é?

Ele então era um médium falso, então todo médium é falso. Todo o processo de cura é falso, tudo é enganação, é ele é um médium pedófilo que nem teve numa cidade aqui perto, ou um médium isso um médio aquilo. Então, significa que todos os médiuns são assim. Gente, não precisa nem de bom senso para dizer, nós temos aí caso de padre corrupto, né, que meteu a mão no dinheiro do povo. Então todos os padres são corruptos, você tem qualquer liderança, é a mesma coisa, se

generalizar ou qualquer coisa. Qualquer profissional, um político, não todo político é corrupto, não espera lá, pode ser que uma grande parte é, mas tem gente que não é. É? Eu tenho uma frase, um conceito muito antigo que assim, toda generalização é burra. Quando a gente generaliza uma coisa observada num fato pra todo o resto, igual é sinônimo de ignorância, então não vai

funcionar. E o Kardec termina assim, como é que desde Tertuliano, que já tratava das mesas giratórias e falantes, até O Presente, ninguém conseguiu ver e descrever tal mecanismo, já que o que o cara está dizendo que isso daí? É 11 mecanismo que se usa e tudo mais deixa eu selecionar aqui. Para que fique mais fácil para a gente conseguir. Aí ele, continua o crítico, eis o que vos ilude. Um célebre cirurgião reconheceu que certas pessoas podem, pela contração de um músculo da

perna. Produzir um ruído semelhante ao que atribui à mesa. Da onde concluiu que os médiuns se divertem à custa da credulidade dos assistentes. O cara tava afim de atacar. Ele não estava a fim de construir nada, não é? E Kardec até muito paciencioso, porque eu não teria essa paciência, não. Ele está dizendo então que aquelas pancadas que se ouvem na mesa é da musculatura de alguns de alguns médiuns e aí eles se divertem que os assistentes gostam.

Olha, eu tenho desde criança aqui não vai dar pra ouvir, não é toda hora que faz. Quando eu mexo meu tornozelo, às vezes ia direto, então. É quando era mais novo, um pouco mais. É dá um estralo muito grande que parece assim, uma batida mesmo, não é? Então está dizendo assim que os médiuns eles fazem isso com o pé e as pessoas acham que foi a mesa que fez isso, e aí os médicos dão risada ainda ai meu Deus. Aí Kardec diz assim, ó, se há um estalido do músculo, não é?

Então a mesa que está preparada, uma vez que cada qual explica seu modo nessa pretendida fraude, fica reconhecido que a verdadeira causa não é sabida. Respeito à ciência desse sábio cirurgião e somente acho que se apresenta algumas dificuldades na aplicação. As mesas falantes da teoria

indicada. A primeira, que é singular, que essa faculdade, até O Presente excepcional, e olhada como um caso patológico, se tenha tornado comum a segunda, que é preciso ter-se robustíssimo a vontade de mistificar para fazer estalar o músculo durante 2 ou 3 horas consecutivas, quando disso não resulte a quem assim procedi senão fadiga e dor. A terceira que eu não compreendo bem como pode esse músculo responder às portas e paredes em que as pancadas se fazem ouvir?

A quarta finalmente, que é necessário dar-se a esse músculo instalador uma propriedade bem maravilhosa para que ele possa mover uma pesada mesa. Levantar lá, abre lá, fechar lá, conservá-la suspensa sem ponto de apoio e finalmente fazer lá

despedaçar-se ao cair. Ninguém, por certo, desconfiava que esse músculo possui, se tanta virtude ver revista espírita, junho de 1859, o músculo estalante, o célebre cirurgião de que falais, teria estudado o fenômeno da tiptologia sobre os indivíduos que os produzem. Não, ele observou um efeito fisiológico anormal em alguns indivíduos que nunca se ocuparam de missas batedoras e notando certa analogia entre esse efeito e o que essas mesas produzem.

Sem mais amplo exame, concluiu com toda a autoridade de sua ciência que todos os que concorrem para que as mesas falem devem ter a propriedade de fazer estalar o músculo curto perônio e não são mais que embusteiros, sejam eles príncipes ou artífices, recebam ou não um pagamento.

Estudou ele ao menos o fenômeno da tiptologia em todas as suas fases, verificou, por meio deste estalido muscular, se podia produzir todos os efeitos tipológicos não, porque do contrário ele ficaria convencido da insuficiência do seu processo. Apesar disso, julgou se no caso de proclamar a sua descoberta, em pleno instituto. Primeiro, que esse cara. É, estava tentando de tudo quanto é jeito é desqualificar o espiritismo. Então, primeiro, era a questão que as mesas tinham.

É. Mecanismos que faziam embustes. Aí quando o Kardec, por pela obviedade. É quebrou essa essa falácia, essa teoria besta que o cara estava falando. Aí ele veio falar que as pessoas, os médiuns, instalavam o músculo, aí ele fala assim, engraçado. O médico que determinou que esse músculo é instalado e instala mesmo. Eu tenho do meu pé ele faz crec mesmo. É então que esse músculo tem a propriedade até de levantar a cadeira e esse médico ele estava falando sobre o instalado do

músculo. Como uma pessoa vai no médico, instala, mas ele não estava falando sobre o que acontecia numa sessão mediúnica, né? É bem diferente disso, mas ele continua, ainda não será esse juiz ou as as comprometedor para um sábio? Quem pensa hoje nessa opinião? Confesso vos que se me tivesse de sujeitar a uma operação cirúrgica, hesitaria muito em confiar minha, esse médico, porque a recearia aquele não julgasse o meu mal com mais

perspicácia. Já que esse juízo é uma das autoridades em que parecesse querer apoiar vos para esmagar o espiritismo, fico completamente inteirado da força dos outros argumentos, que quereis validar, a menos que os não vades beber em Fontes mais autênticas. Kardec é sempre brilhante, mas pensa, pensa que o cara desistiu? Entretanto, o crítico diz, bem vedes que já passou a moda das mesas girantes, que durante certo tempo fizeram furor. Hoje já ninguém se ocupa delas, porque se dá isso.

Quando é uma coisa séria, então, de novo ele está generalizando, né? Tinha mesas girantes, querem boost e era para diversão, muitos disseram embuste, mas ele quer trazer isso sempre por uma coisa só, se percebe que ele

pula de um lado para o outro. Sempre generalizando, é de uma coisa só. E Kardec responde, porque das mesas girantes, saiu uma coisa ainda mais ser e a uma ciência completa, uma perfeita doutrina filosófica do máximo interesse para os homens que refletem quando estes nada mais tiveram a aprender. No giro das mesas. Não mais com ela se ocuparam para as pessoas fúteis, que nada querem aprofundar. Esse fenômeno era um passatempo, um divertimento que abandonaram quando deles se aborreceram.

São pessoas com as quais a ciência não conta. Período de curiosidade, teve seu tempo, sucedeu lhe o da observação. O espiritismo entrou então, no domínio da gente séria, que não toma como objeto de divertimento, mas sim como meio de instruir-se. Porém, essas pessoas que o consideram como coisa grave não se presta mais. Qualquer experiência de curiosidade e ainda menos a satisfazer a daqueles que se apresentam com pensamentos hostis.

Como não brinca, não se prestam a servir de brinquedo para os outros. Eu pertenço a esse número, então, muito educadamente, Kardec sempre fala. É que as mesas girantes, elas tinham o objetivo de despertar a curiosidade do espiritismo quando não era um embuste, né? Quando não eram enganações. E uma vez que isso aconteceu e foi se descobrindo outras maneiras, né? Até chegar na escrita direta pelos médiuns, não precisava mais de mesa girante. Então é isso que Kardec está

dizendo, não faz mais sentido. Não se precisa mais desse tipo de de artifício, é para continuar. Parece que paciência, que o Kardec tem hoje em dia, nós não temos mais quase efeito físico, né? Aí você pode perguntar, então como é que a gente vai acreditar? Não? Primeiro que a gente acredita pelos relatos. É que são trazidos por pessoas de grande conhecimento e respeitáveis na sua época. Segundo que se a comunicação é

mais fácil pelo médium, né? Tanto a escrita quanto falada, para que que ia se querer fazer efeito físico que precisa de médium? Com esta habilidade, essa capacidade de doação de ectoplasma o processo em item intensamente mais difícil do que uma incorporação comum. Então, hoje em dia nós vamos mais pela lógica e pelo estudo, e é, a gente percebe facilmente quando não é 11 médium de verdade ou alguém que está tentando enganar, porque Kardec

nos ensinou exatamente é isso. Mas penso que o crítico sossegou, não, ele diz. No entanto, somente a experiência pode convencer mesmo aquele que, em começo, seja movido pela curiosidade. Se só trabalhar na presença de pessoas convicta, deixar que vos diga em sinais a quem já sabe, ai meu Deus do céu, cara é top, é tudo. Kardec responde. Uma coisa é estar convencido e outra estar disposto a convencer.

Se els desta última classe que me dirijo, e não aos que julgam humilhação, vira escutar o que eles chamam ilusões. Com estes eu não me culpo absolutamente quanto aos que manifestam, sincero desejo de esclarecer se o melhor modo que tem para prová-lo é mostrar perseverança. São reconhecidos por outros sinais que não apenas o desejo de ver uma ou 2 experiências. Esses querem trabalhar,

sinceramente. A convicção só se adquire com o tempo, por meio de uma série de observações feitas com cuidado todo particular, os fenômenos espíritas diferen essencialmente dos das ciências, é chata e não se produzem à vontade. É preciso que escolhermos de passagem.

É observando muito e por muito tempo que se descobre uma porção de provas que escapam à primeira vista, sobretudo quando não se está familiarizado com as condições em que se pode encontrá-la, e ainda mais, quando se vem com o espírito prevenido, as provas abundam para o observador assíduo e refletido uma pala VR a. Um fato aparentemente insignificante é para ele um raio de luz, uma confirmação ao passo que tais fatos não têm sentido para quem os observa

superficialmente ou por simples curiosidade, eis por que não me presta a fazer experiências em resultado provável. Pensa que o cara se convenceu? Não, ele diz assim. Enfim, tudo deve ter começo. O aprendiz que nada sabe que nada viu, ainda mais que deseje esclarecer como poderá fazê-lo quando não, você não permite os meios para isso.

Eu faço grande distinção entre o incrédulo por ignorância e o incrédulo por sistema, quando descobriu alguém com disposições favoráveis, nada me custa esclarecê-lo a porém, pessoas em quem a vontade de instruir-se não é senão aparente. Com estas perde-se o tempo, porque se elas não encontram logo o que parecem buscar e que talvez as incômodas ele se aparecesse. Pouco que vem não é suficiente

para lhes destruir. As prevenções julgam mal os resultados obtidos e os transformam em objeto de zombaria, pelo que não há utilidade em ilhas. Fornecer. A quem deseja instruir-se direito, não se pode fazer um curso de espiritismo experimental, como se faz um de física ou de química atento, que

nunca. Se a senhora de produzir os fenômenos espíritas à vontade e que as inteligências desses agentes fazem muitas vezes frustrarem, se todas as nossas previsões, aqueles que acidentalmente poderias ver não apresentando o nexo algum nem ligação necessária, seriam pouco inteligíveis para voz. Kardec está dizendo aí sobre é uma pessoa que quer estudar e quer descobrir e que se aplica em uma pessoa que só quer ser convencida.

Porque, como é o caso desse crítico, ele estava procurando meio para poder ser o senhor e conseguir tirar. É. Aproveite sobre isso. Dizer, tá vendo? Eu? Eu estou certo, então eu não queria aprender nada. Ele não queria se convencer nada. E Kardec continua instruí-vos primeiramente pela teoria lede e meditai, as obras que tratam dessa ciência, já que ele falou assim a você, não, você não, não, não deixa.

Como é que você faz a pessoa que quer conhecer, fazer, né, entrar nessa nessa, nesse negócio, então, primeiro teoria ler, medita. E nelas aprenderem os princípios, encontrareis a descrição de todos os fenômenos compreenderem a possibilidade deles. Pela explicação que elas mudarão e pela narrativa de grande número de fatos espontâneos, de que pudestes ser testemunhas sem os compreender, mas que vos voltarão a memória voz vos fortificará contra todas as dificuldades que possam surgir e

formar esse. Deste modo, a primeira convicção moral. Então, quando se vos apresentar a ocasião de observar a operar pessoalmente, compreender isso, qualquer que seja a ordem em que os fatos se mostrem, porque nada vereis de estranho, eis meu caro senhor, o que aconselho a todos que dizem querer instruir-se? E pela resposta que dão, é fácil conhecer se neles alguma coisa mais que curiosidade. Fácil, né? Então, qual objetivo?

Se a gente quer estudar o espiritismo de fato, e não apenas é dizer, olha, eu tava certo, isso aqui é um bando de de doido ou embusteiro. Estuda a primeira teoria e depois vai pra prática. É, me assusta um pouco. Quando as pessoas vão direto para as experiências mediúnicas, sendo até a base de conhecimento, não que você precise ficar 5 anos estudando para ir para o primeiro experiência mediúnica, não, até mesmo porque médium, que é

médium, é médium desde sempre. Então já sente um Monte de coisa, já sabe um Monte de coisa. Então a primeira coisa, se quanta coisa coisa, coisa primeira coisa. Se instrua, vá fundo, descubra a teoria e depois, quando aconteceram as práticas, já que o espiritismo é uma ciência de observação, mas não é igual a ciência física que a gente vai provocar. Na mistura 2 elementos químicos e dá uma terceira, dá uma reação e você toda vez que quiser, mistura os 2 e vai dar a mesma

reação. No espiritismo, você está trabalhando com gente, gente desse lado, gente do outro lado. Então, às vezes é frustrante, porque você faz tudo direitinho e do outro lado não tem ninguém pra poder te responder aquilo. Às vezes acontece, precisa de perseverança, então é bom que você estude bastante para poder entender essas coisas, já que é uma ciência de observação de humanos humanos dessa vida. E humanos da outra vida, tá bom, meus queridos?

Hoje nós finalizamos aí essa conversa entre o crítico e o Kardec legal, né? No próximo episódio, nós vamos estudar. É um segundo diálogo, que é sobre o cético. A gente percebeu que o crítico, na verdade, o cara queria escrever um livro descendo a lenha no espiritismo e queria ter até mais assunto para colocar por isso que foi lá conversar com o Kardec. No próximo episódio a gente vai ver o que, que fala um cético, ou seja, aquele que não acredita.

É no espiritismo e o que Kardec tem para nos dizer está bem, te encontro, então, no próximo estudo do livro o que é o espiritismo? Tchau.

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