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Bom, olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro o que é o espiritismo? É, não é uma pergunta, é uma explicação. O que é o espiritismo? Esse livro foi feito pelo próprio Kardec, no objetivo de facilitar o estudo das pessoas. Tanto que o livro é muito mais breve do que todas as obras fundamentais, mas este não foi o último, né? Isso daqui você não me engano.
Esse livro saiu depois do livro dos médiuns, se eu não me engano, é que você já me conhece, né? A minha memória é ótima, assim como o Zezinho lê as coisas, tudo meio estranha, a minha memória também é estranha. Então? Mas é interessante. Nós estamos estudando o segundo diálogo lembra que é apresentado 13 diálogos, né? É de uma forma bem didática que Kardec maravilhosamente é professor, educador, criador de métodos de ensino, professor rival é e Poli t denizar rival.
É, ele tinha esse talento maravilhoso de facilitar a vida, então ele imaginou, eu acho que imaginou o diálogo com um cético cético é aquele que não acredita. Mas se você apresentar os argumentos certos, ele se convence pela lógica, né? Muito melhor do que aquele que é negacionista, um materialista, aquele que não acredita mesmo de anta ser discutir com gente assim você vai discutir com gente que acha que A Terra é plana.
Não tem o que discutir. Não perca seu tempo, não é Jesus falava assim, não Jorge, jogue pérolas para os porcos significa assim. Olha, não vai ser útil, não vai convencer. Então, Kardec agora está falando com um cético e hoje nós vamos tratar do assunto oposição da ciência. Então, a pergunta do cético voz vos apoiar em fatos, dissestes, mas opõem-se?
Você? A opinião dos sábios que os contestamos ou os explicam de modo diferente do vosso, porque não fixarão eles sua atenção sobre o fenômeno das mesas girantes? Se nisso tivessem notado alguma coisa de Sério, parece-me que não desprezariam fatos tão extraordinários e nem os repeliram com desdém. No entanto, são todos eles contra a voz, os sábios não serão Farol das nações. Que não tem o dever de
esclarecê-las aqui. Atribuir que tenham deixado de fazê-lo quando se lhes apresentava tão Belo ocasião de revelar ao mundo a existência de uma nova força. Então, né, ele tá falando assim há? Então você está querendo dizer Kardec, só você que resolveu ter ideia maravilhosa de tentar descobrir o que que estava por trás dessas tais mesas girantes? Lembrando que os fenômenos espíritas, os médiuns, as coisas já aconteciam muito antes de Kardec, aconteciam nos Estados Unidos, no mundo inteiro.
Né? Mas Kardec foi despertado por isso. Quem sabe se esse chamado a pesquisar sobre o tema? Já não tinha sido feito, há tanta gente no mundo, há tantos sábios como ele diz, e os sábios todos deixaram para lá. Quem é que topou? O desafio foi Kardec. Vamos ver o que que Kardec respondeu traçaste o dever dos sábios de modo admirável. É pena, porém, que eles o tenham esquecido em mais de uma
circunstância. Antes, porém, de responder à vossa judiciosa observação, cumpre me corrigir um grave erro que cometesse, dizendo que todos os sábios são contra nós. Como você disse há pouco, é precisamente na classe ilustrada que o espiritismo faz maior número de prosélitos, isto em todos os países. Já ele conta entre seus adeptos grande número de médicos de todas as nações e ninguém nega que os médicos sejam a homens de ciência.
Os magistrados, os professores, os artistas, os homens de letras, os oficiais, os altos funcionários, os grandes dignitários, os eclesiásticos, etc, que se agrupam ao redor da sua Bandeira. Não são pessoas em quem se não deva reconhecer certa dose de ilustração, admitisse erroneamente que os sábios só se encontram na ciência oficial e nos corpos constituídos. O que eu acho maravilhoso de Kardec. É que ele já começa assim,
fazendo uma situada. Na Na opinião, perceba ele, Kardec estimula o embate, a discussão de Ideas. Ele, você nunca vai ver Kardec atacando pessoas, não é? Então ele já começa a desconstruir dizendo assim, bom, você está falando que todos os sábios recusaram, mas no espiritismo? A grande parte das pessoas que participam do espiritismo são os sábios da sociedade, os médicos, os professores e tantos outros. Então não é bem assim. A os sábios todos desprezarão, né?
Então ele já começa. É um por um. Cientificamente falando, EE, isso é funciona na defesa das teses e tudo mais é descartando as as. Os argumentos, não é isso é lindo demais pelo fato de ainda não ter o espiritismo adquirido. O direito de cidade na ciência oficial merecerá ser condenado se nunca a ciência, se houvesse enganado sua opinião nesse sentido, teria grande peso na balança. Infelizmente, a experiência prova ao contrário, não repeliu ela como quimeras.
Tantas descobertas que. Mais tarde se tornaram um título de Glória para os seus autores. Não foi devido a um parecer do nosso primeiro corpo. Sabe o que a França se absteve da iniciativa do a vapor? Quando fulano veio ao campo de Bolonha, apresentar o seu plano a Napoleão e que confiou o exame imediato ao instituto, não decidiu este que aquilo era uma utopia com que, se não devia ocupar.
Devemos daí concluir que os membros do instituto são ignorantes e que sejam justificados os epítetos triviais que a força de mau gosto, certas pessoas se comprazem em prodigalizar lhe. Certo que não. Não há pessoa sensata aqui. Não faça justiça ao seu saber iminente, sem, contudo, deixar de reconhecer que eles não são infalíveis e, portanto, que as suas sentenças não estão isentas de apelação, sobretudo no que se refere à Ideas novas.
Muito interessante, né? Ainda por cima, ele disse assim, quer dizer, quer dizer. Que é a ciência, ou sábios, nunca. Deixaram passar uma oportunidade de descobertas e aí ele cita um por um, não é? O que era na época, né? Não é Napoleão e a Napoleão
primeiro, né? É decidiu aí um do uma das coisas que queriam provar na ciência que não devia fazer, que a França não acreditou na iniciativa do vapor e tantas coisas que na época eram é faziam mais sentido para a gente hoje, não, porque você precisaria estudar muito o tempo, mas Kardec estava é falando com uma pessoa de seu tempo, então ele citava justamente, é como se a gente. Um, se se pudesse transcrever ou trazer para o nosso tempo, não é? A gente falaria, ué, cê não vê
um Monte de de de médico? Hoje é falando do tal tratamento precoce ou da tal cloroquina, quando na verdade eles não tem efeito nenhum para nada e não continuam falando isso. Você está querendo dizer então que AA os sábios são sempre certos, né? E aí? Destrói por completo OA teoria, a ciência, né? Como a gente sabe, não é uma coisa pronta que vendendo uma caixinha com laçarote, né? Ela é feita e construindo e construída com é, entre aspas, in batesi, né?
Filosóficos e até aquele negócio de aprovou, os os cientistas. Eles é remetem, né? Eles publicam numa revista científica para que o mundo inteiro ou repita a experiência ou conclua a mesma coisa ou refute isso. Então a ciência não é feita há para um. Funcionou agora nós descobrimos, está tudo certo, não. Ela é feita em cima de muita discussão democrática e com comprovação, né? Então, isso é isso é que é. Maravilhoso e Kardec faz isso aí.
O cético diz, admito perfeitamente que eles não sejam infalíveis. Os tais sábios, não é? Mas não é menos verdade que, em virtude do seu saber, sua opinião, opinião, vale alguma coisa e que se ela estivesse do vosso lado, daria grande peso ao vosso sistema. Ou seja, ele ainda está insistindo assim. Tá bom, tá bom, então não é todo sábio que sabe tudo, eles eles falham mais. Não é que eles é. A sua opinião, o seu trabalho não tem certa importância?
E por que que eles não estão do seu lado, né? Ao que Kardec responde, concordei também que ninguém pode ser bom juiz naquilo que está fora da sua competência, se quiser de edificar uma casa, confiarei esse trabalho ao músico. Se estiver de enfermo, FAR vos ei, sangrar por um arquiteto quando estás a braços com um processo e diz consultar um dançarino. Finalmente, quando se trata de uma questão de teologia, alguém irá pedir a solução a um químico ou a um astrônomo.
Não. Cada um tem a sua especialidade a ciências vulgares repousam sobre as propriedades da matéria que se pode à vontade manipular os fenômenos que ela produz tem por agentes, forças materiais, uso do espiritismo, tem como agentes inteligência que têm Independência, livre arbítrio e não estão sujeitas aos nossos caprichos. Por isso eles escapam aos nossos processos de laboratório e aos nossos cálculos e desde então ficam fora dos domínios da
ciência propriamente dita. Ele genial, ele rapidamente. Que ele coloca aí dizendo, ó. Ninguém pode falar daquilo que não conhece, certo? Então nós estamos colocando aí que a ciência, como era vista naquela época, ela se preocupava em fazer experiências com materiais e essas experiências geralmente traz, traziam sempre o mesmo resultado, mas.
Já a ciência da doutrina espírita é um pouco diferente, porque ele não está lidando com materiais e sim com pessoas do outro lado, mais pessoas e as pessoas não são exatas nas respostas. O espírito pode responder uma coisa agora e outra, daqui a pouco. Entendi, então é. E aí? Kardec diz assim, olha, então você está cobrando uma coisa que todos os cientistas que refutam a doutrina espírita eles
costumam experimentar materiais. Eles não estão trabalhando com espiritos, eles não estão trabalhando com essa realidade, portanto, eles não vão ficar do lado mesmo porque para eles, eles estão testando material, entendeu? São coisas distintas. E aí você quer construir uma casa, você vai chamar um músico? Você pode me chamar para pintar, porque pintar eu sei, construir meu pai sabe, mas enfim, e aí
ele continua a ciência. Enganou-se quando quis experimentar os espíritos como experimenta uma pilha, voltaica foi mal sucedida como devia. Cê lo porque agiu visando uma analogia que não existe e depois, sem ir mais longe, concluiu pela negação, juízo temerário que o tempo se encarregou de emendando diariamente. Como já tem emendado outros e aqueles que preferiram, restará a vergonha do erro de se haverem levianamente pronunciado contra
o poder infinito do criador. As corporações sábias não podem, nem jamais, poderão pronunciar-se nesta questão. Ela está tão fora dos limites do seu domínio como a de decretar, se Deus existe ou não é, pois, um erro fazê-la juiz dela, o espiritismo é uma questão de crença pessoal que não pode depender do voto de uma assembleia, porque esse voto, embora lhe fosse favorável, não tem o poder de forçar convicções quando a opinião pública se tiver formado a respeito.
Os membros dessas corporações aceitaram sob o poder dos fatos. Deixar passar esta geração levando os prejuízos do seu obstinado amor próprio, e vereis que se a lidar com o espiritismo, mesmo que se deu com tantas outras verdades tão combatidas e de que hoje seria ridículo duvidar. Hoje chamam loucos aos crentes. Amanhã será a vez dos que não crêem. Foi o mesmo que se deu com os que acreditavam no movimento de rotação da Terra.
Nem todos os sábios, porém, julgaram do mesmo modo e notar que agora chama os sábios aos homens de estudos, saber tenham ou não tenham ao título oficial. Muitos fizeram o seguinte raciocínio. Não há efeito sem causa, e os efeitos mais vulgares podem conduzir-nos a solução dos mais
difíceis problemas. Se Newton não tivesse prestado atenção à queda de uma mas, hã, se galvani tivesse repelido sua serva e lhe chamasse visionária e louca quando esta ele falou das rãs que dançavam no prato, talvez ainda estivéssemos sem conhecer a admirável lei da gravitação universal e as fecundas propriedades da pilha elétrica. O fenômeno burlescamente, designado sob o nome de dança das mesas, não é mais ridículo que a dança das rãs.
E talvez encerre alguns desses segredos da natureza que quando se tem a chave para explicá-los, revolucionaram a humanidade. E não é perfeito, gente. Fala a verdade não é perfeito, mas ele continua ainda. Eu não, não tenho nem o que explicar. Ele continua para para concluir a ideia, eles disseram ainda, já que tanta gente se ocupa com eles e homens notáveis fizeram deles o objeto do seu estudo. É preciso que alguma coisa de verdade se encontre em tais fenômenos, uma ilusão, uma farsa.
Se o quiserem, não pode ter esse caráter de generalidade seria divertimento para certo círculo para certas sociedade, mas não daria a volta ao mundo. Guardemos nos, pois, de negar a possibilidade do que não compreende mos com receio de receber. Mais cedo ou mais tarde, o desmentido que desabou, Maria, nossa perspicácia. Não é não é interessante os argumentos do Kardec são absurdamente perfeitos, não é? É Coisa Mais Linda do mundo? Eu ainda ontem estava assistindo.
Um filme Oo Na Na no Amazon Prime eu acho que quem tiver, eu peço para que você assista, deixa eu pegar o nome aqui, porque como vocês sabem, né, eu sou ótimo para nomes. E aí eu compartilhei com com o meu grupo espírita. É chama, sim. Close é close encounters of the Fifth thing. Canta, begun é encontros, é imediatos de quinto grau. Os contatos já começaram, não é? É do Dr. Steven Greer, Stephen Greer. Assistam, gente, porque aí vocês vão ver como o espiritismo.
Ele está avançado no seu tempo. Nós estamos falando de uma pessoa que tem uma pesquisa imensa, tem uma experiência incrível e até com documentos é do da das autos. Os autos, órgãos Estados Unidos de nasa, de Pentágono, do aquela coisa toda. É que ele investiga os extraterrestres. E este episódio, eu assisto ele já faz muito tempo. Esse episódio traz coisas que. Me deixaram assim arrepia 12. Ele praticamente está falando que o espiritismo já falava desde 1857, né?
Muitas, muitas coisas. Talvez não tenha o mesmo nome, né? Não tem nem porque porque ele não estudou espiritismo, mas ele está descobrindo coisas. E especialmente sobre espíritos. Sobre é seres. Trans, dimensionais interdimensionais, ou seja, de outro universo. Que que espírito é? É um ser de outro, de outra dimensão, né? E ele fala sobre isso e estes encontros de quinto grau é
justamente esse. Essa elevação de consciência é quase que um encontro, é uma, é uma evocação mediúnica, que a gente conhece de Kardec, chamando os espíritos, só que eles encaram os espíritos como seres de civilizações mais avançadas. Nós estamos falando que os são os espíritos de mundos mais felizes, et cetera e tal. É incrível, então Kardec está dizendo assim, ó. É, não é bem assim. É quando caiu a maçã na cabeça de Newton, por exemplo, só ele teve a ideia da gravidade, né?
Ou aquele negócio da da eletricidade, da pilha? A gente não pode entender que os espíritos são como se fosse uma matéria qualquer que a gente faz uma experiência e dá sempre o resultado. São pessoas de outras dimensões, se você preferir assim, né, são seres de outras dimensões e este intercâmbio existe e aí se assistindo esse filme. Aqui, você vai ter a certeza absoluta que o espiritismo está
corretíssimo em tudo que falou. E olha só a Kardec está dizendo, está citando exemplos aí que não é porque a ciência daquela época não estava concordando ou duvidava do espiritismo, que significa que isso está errado. Mas ele continua ainda a pergunta aí, ó do cético, perfeitamente, eis aí um sábio, raciocinando com sabedoria e prudência e sem ser sábio. Eu penso igualmente notar, porém, que ele nada afirma.
Mas dúvida, ora, qual é a base em que se firma a crença na existência dos espíritos e, sobretudo, na sua comunicação conosco? Então, ele já reconheceu o Kardec como alguém que pensa como ele, ou seja, aquele que questiona um questionador, por isso que é mais fácil o diálogo com o cético e por isso que ele é tão grande, porque ele dá a oportunidade de conversar com alguém e não com alguém que não conversa patavina nenhuma. Entendi, vamos ver o que Kardec
responde. Da crença apoia se sobre o raciocínio e sobre os fatos, eu próprio não é, adotei, se não, depois de meticuloso. Exame, tendo adquirido no estudo das ciências exatas o hábito das coisas positivas, sondei perscrutei esta nova ciência nos seus mais íntimos refolhos. Busquei explicar-me tudo por que não costumam aceitar a ideia.
Algumas em li, conhecer como ir, porque eis o raciocínio que me faziam, sabe o médico, outrora incrédulo e hoje fervoroso adepto, dizem que seres invisíveis se comunicam. Por que negá-lo antes de inventar seu microscópio? Suspeitava alguém que existissem esses milhares de animálculos que causam tantos estragos na economia, onde a impossibilidade material de haver no espaço ser esquece, PIN aos nossos
sentidos? Teremos, acaso, a ridícula pretensão de saber tudo e de dizer que Deus nada mais nos pode revelar? Se esses seres invisíveis que nos rodeiam são inteligentes, porque não poderão comunicar-se conosco se estão em relação com os homens, devem desempenhar um papel no seu destino nos acontecimentos devida destes. Quem sabe se eles não constituem uma das potências da natureza?
Uma dessas forças ocultas de que nem suspeitávamos que Novo Horizonte vai abrir, se ao pensamento que campo tão vasto de observação. Não é lógico isso gente não é maravilhoso? Eu estou me repetindo, né? Falando de maravilhoso, maravilhoso. Mas ele continuou ainda. A descoberta do mundo dos invisíveis tem muito mais alcance que a dos infinitamente pequenos. Ela é mais que uma descoberta, é uma revolução nas idéias quanto a luz pode projetar essa
descoberta? Quantas coisas misteriosas a explicadas os crentes, são ridiculiza 12 mas que valor tem isso quando o mesmo se tem dado a respeito de todas as grandes descobertas? Cristóvão Colombo não foi repelido, sobrecarregado de, desgostoso tratado como insensato. São idéias tão estranhas.
Dizem que não, se eles devem dar crédito, mas a isso se pode responder que data de meio século, a possibilidade de, em alguns minutos, estabelecer-se correspondência entre 2 pontos opostos do nosso planeta em algumas horas. Atravessar se a França com o vapor produzido por um pouco de água fervente, um navio avançar contra o vento e tirarmos da água aos meios de iluminar nose aquecermos.
Quem, a meio século, se tivesse proposto iluminar toda a cidade de Paris em um instante com só reservatório de uma substância invisível, apenas conseguiria fazer rir de si. Será isso, porventura, coisa mais prodigiosa que o espaço ser povoado pelos seres pensantes que depois de haverem vivido na Terra nela, deixaram seu invólucro material? Não se achará, neste fato a explicação de tantas crenças que existem desde os mais remotos tempos. São coisas que bem merecem estudo aprofundado.
Ei, suas reflexões de um sábio, mas de um sábio sem pretensão. Elas são igualmente feitas por muitos outros homens esclarecidos, estes viram, não superficialmente de animo prevenido, estudaram seriamente, sem partido fixo e tiveram a modéstia de não dizer, não compreendemos isto, não pode ser a verdade. Sua convicção formou-se pela observação e pelo raciocínio. Se essas idéias fossem uma quimera, acreditais que todos esses homens sisudos as tivessem
adotado, que por tanto tempo? Pudessem ser vítimas de uma ilusão não há, pois, impossibilidade material de existir em seres invisíveis para nós, povoando o espaço e esta sua consideração devia bastar para exigir mais circunspeção olha que interessante, né? É Kardec, ele, ele destrói todos os argumentos, dizendo o primeiro, citando todas aquelas coisas interessantes que um médico amigo dele, que também não acreditava, chegou à conclusão, né?
Quem imaginaria quer dizer, não é só porque a gente não sabe. E não estuda que isso não exista, não é? Kardec mesmo, era cético e que bom que ele era cético, porque somente assim nasceu uma doutrina, é vastamente comprovada diante de muitas experiências e a muitas mãos com muitas outras coisas. Eu já falei isso em alguns vídeos, mas, por exemplo, não se compara a doutrina espírita a um livro mediúnico. Escrito por um médium e um
espírito. Não desmerecendo estes livros, mas assim a gente não pode estudar o espiritismo só por meio de romances espíritas, muito pelo contrário, tem que estudar espiritismo pela doutrina espírita que envolveu milhares de pessoas. Kardec foi o coordenador, mas milhares de pessoas médiuns doutrinadores experience. Não é? Não dá para comparar uma coisa com a outra. Entendi uma coisa, é o médium que está no seu gabinete incorporado o espírito de Thunder está escrevendo um livro mediúnico.
Beleza, mas esse espírito pode estar errado. Este médium pode estar errado. O que Kardec fez é colocar, é todas as questões para um Monte de média, um Monte de espírito responder depois compilou isso. Entendi, é um trabalho conjunto, magnífico e grandioso e cético. Antes de mais nada. Então a doutrina espírita, por que você não converte ninguém
para a doutrina espírita? Porque não faz sentido, a pessoa tem que, pela sua lógica e não pela sua emoção, ela tem que pelo olha, não é que isso faz sentido. Olha isso tem razão. Então a própria pessoa se convence. Ela não precisa que ninguém fique fazendo mágica na frente dela. Há então, o material é materializa o espírito aqui para eu ver ou. Não é assim, nem na ciência é assim. Por que que seria no
espiritismo? Mas ainda Kardec termina aqui essa essa pergunta, quem há bem pouco poderia pensar que uma só gota de água límpida encerrasse milhares de seres cuja pequenez Extrema nos confunde a imaginação. Ora, eu digo que há mais dificuldade em conceber a nossa razão, seres de tal, tendo idade providos de todos os nossos órgãos e funcionando como nós, do que admitir aqueles a quem damos o nome de espíritos e aí o cético diz sem dúvida.
Mas por ser uma coisa possível, não devemos concluir que exista, é exato, mas não podeis deixar de convir que desde que uma coisa não é impossível, já ela avançou, porque a razão não a repelir. Resta, pois, averiguada pela observação dos fatos. Ora, essa observação não é nova, tanto a história sagrada quanto a profana provão, a antiguidade e a universalidade dessa crença que se perpetuou através de todas as vicissitudes. Por que tem passado o mundo e se
mostra? Entre os mais selvagens povos no estado de Ideas inatas e intuitivas e tão gravadas no pensamento como a do ente supremo e a da existência Futura. O espiritismo, pois não é uma criação Moderna. Tudo prova que os antigos não conheciam tão bem ou talvez melhor que nós somente ele não era ensinado senão com precauções misteriosas, que o tornavam inacessível ao vulgo abandonado de propósito no
lamaçal da superstição. Quanto aos fatos, eles são de 2 naturezas, uns espontâneos e outros provocados. Entre os primeiros estão as visões e as aparições não tão frequentes, os ruídos, barulhos e movimentações de objetos sem causa material e grande número de efeitos insólitos que olhávamos como sobrenaturais e hoje nos parecem simples, porque não admitimos o Sobrenatural visto como tudo se submeter às
leis imutáveis da natureza. Os fatos provocados são os obtidos por intermédio de médiuns. Entendeu? Que legal. Kardec é sempre magistral aqui, ó, faz tempo que eu não mostro. Nosso querido quer dekin aqui? É, então, o espiritismo. Ele não foi feito. Por superstição? Não é algo Sobrenatural, simplesmente se estudou. Os fenômenos foram estudados exaustivamente estudados, então a ciência da época não tinha nada para contribuir e muito
menos aprovar ou desaprovar. Porque eles não faziam isso, entendeu? Eles estavam com coisas de materiais de observação do espaço, de de, de coisas materiais ou força de gravidade e a eles não estavam é lidando com espíritos. E não foi só Kardec que fez isso, né? Aqui no final, ele diz, o espiritismo, né? Não com esse nome, mas é muito mais velho e foi ensinado. É entre os sacerdotes, os os, os
tais da magia e tudo mais. Mas era uma coisa fechada que Kardec fez é trazer esse conhecimento para o mundo inteiro e aí deu no que deu. Hoje nós temos aí, espiritismo no mundo inteiro, né? Ele aflorou muito mais no Brasil, mas tem o espiritismo no mundo inteiro, isso é. Maravilhoso. Bom, por hoje é só na próxima encontro episódio, nós vamos falar sobre falsas explicações de fenômenos. Também continuamos no segundo diálogo com um cético. Eu te espero, você não vai
perder, né? Até lá, tchau.
