O que é o Espiritismo? - Debates sobre Teoria e Prática Espíritas [Ep13] - podcast episode cover

O que é o Espiritismo? - Debates sobre Teoria e Prática Espíritas [Ep13]

Feb 15, 20231 hr 52 minSeason 17Ep. 13
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E vamos a mais uma live do Grupo "Espiritismo COM Kardec - ECK", e você é, sempre, o nosso convidado especial!   Em destaque, Manoel Fernandes Neto (SC) o Neco, para tratar do cotidiano da prática espiritista, especialmente nas instituições espíritas.  O tema é "O que é o Espiritismo? - Debates sobre Teoria e Prática Espíritas".  Isto porque nem tudo o que "rola" numa casa espírita é, de fato, Espiritismo. Há muitas práticas trazidas por dirigentes, trabalhadores ou sugeridas por frequentadores, que não guardam qualquer sintonia ou correlação com a proposta da Doutrina dos Espíritos, conforme concebida e exemplificada por Kardec.  Aí, é costumeiro se ouvir: - Mas que mal tem? Ou: - É para ajudar as pessoas! Ou, ainda: - Tudo é espiritual, então por que não fazer?   Por outro lado, em termos de teoria ou filosofia, também há os que desejam incluir na "pauta" da rotina espírita abordagens que são dissonantes e até contraditórias, porque representam a abordagem espiritualista, que mantém em relação ao Espiritimo, uma grande distância. O catolicismo, o protestantismo, as seitas neopentecostais, o budismo, a seicho-no-ie, por exemplo, são espiritualistas. Possuem alguns pontos de conexão com a Doutrina dos Espíritos, mas diferem EM MUITO do conteúdo genuinamente espírita. É preciso, então, colocar os "pingos nos is", como se diz no populacho.  Você, inclusive, já deve ter lido textos ou banners subscritos por federações ou instituições espíritas, colocando, lado a lado, os bordões: ISTO É ESPIRITISMO; ISTO NÃO É ESPIRITISMO. Lembra? Pois então...  Como debatedores, temos Claudia Jerônimo (SP) e Henri Netto (RS), ambos participantes do Conselho de Gestão do ECK.  Na mediação dos debates, Marcelo Henrique (SC).

Transcript

Salve, salve, s que Ana e tudo bem. Olha nós aqui traveiz para mais uma live ordinária do grupo espiritismo, com Kardec OECK, hoje uma novidade especialíssima. Estamos trazendo para a família EC que Ana, os nossos amigos do espaço espírita, mas uma parceria consolidada do ex e cap com um. Disseminador de conteúdo espírita muito importante para a

atualidade. Nosso agradecimento especial para o Dorival, estrelou e o Gilvan Souza neto pela parceria, pela confiança e que possamos continuar espargindo a mensagem espírita para muitas consciências e muitos corações. Ficamos felizes em tê-los conosco e que essa parceria seja longeva. Nesta noite, nesta nos embalos de sábado à noite do ECK, nós vamos abordar o tema o que é o espiritismo? Debates sobre teoria e prática espíritas, lembrando. Que Allan Kardec.

Numa de suas obras, estabeleceu exatamente essa premissa, o que é o espiritismo? E nós hoje vamos debater sobre o que é o que deveria ser e o que não é espiritismo, porque, afinal de contas, há muita coisa grassando em torno do chamado meio ou movimento espírita, que tem uma aparência de espiritismo, mas na essência está bem desfocado e deslocado da proposta originária, trazida por Kardec.

Através do colóquio com as inteligência superiores, naquele período que todos nós sabemos o intervalo de quase 12 anos, entre 1857 e 1869. Permita, então, que o Facebook identifique a sua participação para que nós possamos colocar na lousa o seu comentário, a sua pergunta, o seu questionamento, a sua contribuição engrandecendo ainda mais este nosso grande

debate da noite de hoje. Vamos, então, sem mais delongas, chamar os nossos convidados, essa aqui é uma live, como eu costumo dizer caseira, porque os nossos 3 participantes, o principal e os 2 debatedores fazem parte do conselho de gestão do grupo espiritismo com Kardec. Então, que rufem os tambores, porque chamaremos Manoel Fernandes neto, o Neco. Olá, Manuel, seja bem-vindo.

Tudo bem, Marcelo, como vai? Tanto tempo, meu amigo, nós quase não nos falamos todos, quase não nos falamos de de noite, né? Mas é isso mesmo, vai ser bem bacana a ser. Você vê bacana live hoje? Marcelo, vamos colaborar um pouquinho ali com a experiência que a gente tem. A vivência em casas espíritas, vamos ver o que a gente pode estar colaborando aqui. Bacana, feliz em tê-lo na bancada principal do ECK, né? Como que é um dos maiores colaboradores aí do nosso

projeto? Está conosco há bastante tempo, nos conhecemos já uma Bela caminhada e é 11 componente muito importante para as nossas atividades, dos nossos projetos. O Neco é jornalista e curador de conteúdos, é coordenador de comunicação da sociedade Nova Era de Blumenau, aqui no ladinho, em Santa Catarina. Também é curador e editor do portal Nova Era, vinculado a essa importante instituição.

Da do vale do Itajaí, aqui em Santa Catarina, é coordenador de mídias e editor do portal com Kardec, o portal do ECK. Também é membro do conselho de gestão do ECKE do conselho editorial da nossa revista eletrônica espírita Harmonia. Logo o Neco tem bastante conteúdo, é curador de conteúdos e vai fazer conosco uma excelente live nessa noite. Obrigado pela sua presença que está conosco. Vamos chamar a nossa primeira debatedora, Cláudia Jerônimo.

Bem-vindo à Claudinha. Boa noite, boa noite, Marcelo. Boa noite, né quinho, né? Quinho, para nós está gente, pra vocês é só, a gente chamava de, né, quinho? Nosso Neco, nosso querido, é realmente é um assunto vasto e que. Espinhoso, né? Hoje, provavelmente seremos expulsos de alguns lugares daqueles que ainda não fomos. Não é trazendo nossas experiências e trazendo nossas experiências, inclusive nas Apresentações do teatro por aí, porque a gente vê umas coisas

assim bem complicadas. Muito bom, é isso aí. São várias experiências, vários contextos, várias habilidades dos nossos convidados da noite de hoje para enfocar como é a dinâmica do movimento espírita. Como é a relação entre teoria e prática dentro do chamado meio espírita Cláudia. É formada em secretariado, atuou na área e atualmente é da área administrativa de uma auto mecânica. É oradora, expositora e orientadora de grupos de estudos

espíritas. Também é membro do grupo do teatro do centro espírita irmão x aí, na grande São Paulo. É também membro do conselho de gestão do ECKE do conselho editorial, da revista espírita Harmonia. Muito bem apresentada, Cláudia. Vamos chamar o terceiro membro da nossa bancada de hoje, que é o inri neto, bem-vindo à Henrique. Boa noite, boa noite a todos vocês, Neco, o todos os que estão aqui com a gente. A Cláudia, vocês é também está aqui?

Marcelo como sempre, né? Bem ativo, falando na e sempre, postando nas redes sociais. Vamos falar sobre espiritismo. E é com esta pergunta que Marcelo faz que a gente percebe que a maioria das pessoas não sabe o que é o espiritismo e vamos tentar com nossas conversas, vamos tentar com os nossos debates. Acalorar e também tentar mostrar para vocês o que é realmente o espiritismo.

Muito bom, muito bacana pelo sotaque já deu pra moçada perceber aqueles que não conhecem ainda ORON já participou de outros debates conosco. Um r é do nordeste, do lindo nordeste brasileiro. Ele é engenheiro civil, calculista, é sócio, diretor da logos engenharia, atuou como palestrante e médium de alugador e dirigente de reuniões mediúnicas da associação espírita Caridade em ação à esca de João Pessoa, na Paraíba.

É membro do conselho de gestão do ECK, apresentados, então, os nossos companheiros para o desempenho da nossa reunião festiva de hoje, com muitos debates, muito carinho, muita Alegria, mas também aquele toque de seriedade que é a marca do ECK. Algumas polêmicas, algumas bolas divididas. Mas é o processo para que a gente possa sacudir, despertar as pessoas para entender um pouco melhor a proposta alvissareira.

Progressista, revolucionária em si, da doutrina dos espíritos, habbo a nossa live de hoje com uma citação de Allan Kardec. Já que ele publicou, como disse na introdução em 1859, o seu segundo livro, que se chamava o que é o espiritismo? Nele, nós vamos encontrar a particular definição dada por Kardec ao espiritismo. Abre aspas, uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.

Fecha aspas. Pois é, essa definição parece ser pontual para nós entendermos o que é que Kardec, os espíritos superiores juntos. Abraçadinhos, coligados, trabalhando na mesma atuada queriam com a chamada proposta filosófico, científica, moral do espiritismo. Mas é isso que nós vamos tratar na live de hoje, estabelecer as diferenças pontuais, as distinções entre o que a teoria estabelece e o que nós ainda estamos fazendo de positivo ou de negativo, de certo e de errado, o qual caminho que

devemos? Caminhar, né? E empreender para é tornar o espiritismo realmente essa proposta inclusiva para todos os habitantes do nosso planeta. Então eu vou começar pelo Neco para perguntar e depois para a Cláudia, para o Henry também, pra gente jogar essa bola para o meio de campo. O que seria necessário ou fundamental para compreender o espiritismo ou o que é o espiritismo hoje, né? Com?

A meu ver, a meu ver, para compreender o espiritismo, basta você ter boa vontade, Marcelo. Kardec trouxe essa nossa doutrina de uma forma bem Clara, Cristalina, explicando o próprio método que ele utilizou de perguntas e respostas. Facilita muito o entendimento. Quando o percebo, quando a pessoa toma o contato, o primeiro contato com o espiritismo, ela vai. Ela não vai tendo dúvidas, ela

vai tendo certezas. Marcelo, cada vez mais ela vai tendo certeza se isso aconteceu comigo há 20 anos atrás, né? Quando a primeira vez que eu li de fato o livro dos espíritos, eu comecei a ter certezas. Então eu acho que precisa, Claro, de uma boa vontade da pessoa, de um interesse da pessoa em relação a essa, a esse tema. O tema a doutrina dos espíritos e também. Vou investir um pouco nesse pequeno estudo que não é nada complicado. O Marcelo, não existe uma coisa

complicada no espiritismo, né? A pessoa pode entrar na casa espírita e começar a ler o livro dos espíritos sem nenhum problema que ela vai ter. Essa compreensão. É Claro que nem e nem sempre isso acontece de cara, nem sempre a pessoa quando chega numa casa espírita ou quando toma o contato mesmo fora da casa espírita, ela, ela já vai direto pro livro dos espíritos. Ela tem um processo. Existe todo um processo dentro dela de despertamento, não é?

Mas se eu fosse resumir de uma maneira bem sutil, é a pessoa ter um pouco de interesse e pegar para as leituras da do próprio, da própria codificação, começando pelo livro dos espíritos, Marcelo. Vamos lembrar, inclusive, o título da campanha idealizada pela união das sociedades espíritas do estado de São Paulo.

Nossa parceira também aqui, um abraço ao Milani, a Júlia nezu, a todos os companheiros, ao Pascoal bovino, companheiros que conosco transitam aí nessa ideia de tornar o espiritismo cada vez melhor, compreendido a campanha da use dizia no seu slogan comércio pelo começo e não há começo sem tratarmos efetivamente das obras basilares do espiritismo. Né? Embora não e secar a gente considere 32 obras de Kardec, considere toda o manancial de

informações. Mas há, Claro, algumas que possuem uma importância mais destacada. Não é isso, Cláudia? O que é necessário então, para compreender o espiritismo? Eu concordo plenamente com o neca e com o que você falou, né? Começar pelo princípio, lá pelo começo, pelo livro dos espíritos, pelo entendimento, as pessoas chegam às casas espíritas pelos romances. Pelo problema, por uma palestra que eu viu na internet por alguém que falou, ótimo, excelente.

É um caminho, mas chegando lá, nós temos que apresentar nós que estamos lá, temos que apresentar e muitas vezes as pessoas das, aos dirigentes, os expositores, o pessoal do diálogo não faz isso. Não dá essa autonomia para a pessoa, pra pessoa, pra pessoa, não. Eu preciso começar pelo começo, não aprende as pessoas naquilo, né? E que que só necessita ou de ouvir o só o evangelho ali explanado ou de ler um romance ou só de tomar um passe que nós vamos falar disso mais pra

frente, né, Marcelo? Mas a princípio, exatamente voltar AA. Isso é que nem antigamente aqui no estado de São Paulo, quer dizer na casa que eu frequento a gente estudar a doutrina por onde? Pelos livros da federação, não pelos livros de Kardec. Eu confesso que foi fui conhecer propriamente dito, o livro dos espíritos anos depois que eu já estava formada. Lá no, no curso na casa, porque. Porque a gente ia por esse

caminho? EEO que que acontece, passava mais a opinião do autor do livro do que propriamente às obras, e está tudo ali, né? É mostrar para as pessoas, é exatamente isso. Seu microfone está fechado, uma. Verdade essa interação do público com os chamados participantes. Já dirigentes, trabalhadores responsáveis por áreas, é fundamental para que nós possamos entender também qual é o processo.

Como a Cláudia bem colocou de chegada, de entrar para a porta de entrada pelo qual a pessoa passa como neto, falou 20 anos atrás, a conhecer os fundamentos do espiritismo, a ter acesso à chamada literatura espírita, até para poder fazer uma distinção, uma separação entre o joio e o trigo para lembrar. A parábola de Jesus de Nazaré que você erre o que é para ti necessário é fundamental para a compreensão do que seja o espiritismo. Marcelo, para se entender o que

é o espiritismo é indispensável. Eu vou repetir no indispensável ler, estudar e refletir as consequências em cima de todas as 32 obras de Allan Kardec. Não adianta, não existe espiritismo sem as obras de Allan Kardec, porque nossos princípios estão lá, todos os princípios do espiritismo estão lá e ao ler essas obras, nós estaremos defendidos contra

qualquer fantasia. Então você pode ler de tudo, contanto que você tenha a tua base sólida e a nossa base a nossa solidez, inclusive a nossa filosofia como espírita, Sério, isso torna as obras de Kardec e outra coisa importantíssima é o seguinte, Kardec, em janeiro de 1858, na revista espírita, ele começa a revista espírita faz um texto e já define que é o espiritismo. É uma ciência filosófica.

Ele fala que o espiritismo não pode ser uma ciência como a matemática, como a química, nem como a física, porque não é direta. Ela estuda o. Espírito, né? Então isso, onde a ciência para o espiritismo continua? Estou falando isso porque muitas pessoas hoje fala sobre meu a ciência e comete um erro conceitual, não é uma ciência como definida hoje, porque é uma ciência. Hoje é materialista, não acredita nem em Deus e nem muito pouco no espírito.

Então você tem que estudar. E quando Kardec lança o livro, que é o espiritismo, ele lança, com a necessidade que as pessoas têm e perguntar Pra Ele, o que que é isso? O que que essa novidade, o que que esse, essa ciência? Aí, cada que lança ele, só que ele faz 3 diálogos e ele responde, ele responde ao religioso na figura do padre, ele responde ao cético e ao crítico, né? Porque era justamente essas respostas que ele tinha que responder durante todos os artigos da revista espírita.

Mas se ele tivesse escrito este livro um pouco depois da viagem espírita, ele a fazer 4 diálogos. Ele incluiu o espírita, que é. Dentro da doutrina, aquele que não entende o espiritismo, aquele exaltado, aquele que é kulanu Pires, chamou dos espíritas novidadeiros os mais perigosos para o espiritismo, porque ele traz para dentro do espiritismo coisas que o espiritismo não é. Ele traz um sincretismo religioso, que o espiritismo não não tem. E no Brasil nós somos Fortes com

relação a isso. Infelizmente, a cultura Brasileira tem faz sincretismo com tudo. Você veja AA religião, umbanda, sincretismo que existe com a igreja católica. Então houve no Brasil esse problema com o espiritismo e o problema Sério, porque as pessoas pensam que são espíritas e agem como religiosos. E quando você fala com uma pessoa que o espiritismo, um espírita que o espiritismo, não é religião, ele fica até surpreso, mas como não é religião? Né? O que que é o espiritismo?

E eu vou deixar isso em em aberto e continuar debatendo. Vamos responder isso ao longo do programa. Muito bem, muito bem, eu já sou. Já surgiram as primeiras provocações, inclusive a Maria Cristina rivet. Tá colocando aí na lousa, né? Em em geral, as pessoas lêem romances espiritualistas, olha só, olha bem a configuração romances espiritualistas que o meio espírita em geral de Sá não. Eu estou lendo um romance espírita, espera lá, vamos devagarzinho.

Aí porque, para configurar um romance, quando, como sendo espírita, ele tem que respeitar as premissas fundamentais. Estabelecidas por Kardec na sua metodologia. Do contrário, nós vamos estar tomando alhos por bugalhos, né?

Tomando gato por lebre, né? Confundindo bife ali na mesa com bife a milanesa, que são expressões aí que nós utilizamos aqui no populacho, em Santa Catarina, e também em outras partes do Brasil, e a Maria Cristina, diz assim que a criatura chega à casa espírita, assistem à exposições onde são utilizadas obras mediúnicas, especialmente as obras.

De André Luiz, qualquer fadas por Chico Xavier e Kardec, é um ilustre desconhecido, expressão até, já que você citou r Herculano Pires, é ele que usa quando ele cunhou um de suas obras, curso dinâmico de espiritismo e colocou o subtítulo o grande desconhecido. Ele estava falando do espiritismo, mas estava falando com que objeto? Com que alvo os espíritas que os espíritas desconhecem a base fundamental desconhecem os princípios e passam a aceitar.

Toda essa, essa, essa quantidade de informações que vem do sincretismo afro religioso, que vem do sincretismo católico, que vem do sincretismo neopentecostal, que vem de outras religiões orientais, et cetera, et cetera. Vamos chamar então AA Cláudia. Agora de início para uma pergunta que tem relação com esta colocação da Maria Cristina. Mas também tem com a. A provocação do Henry sobre a questão de da religião da

chamada religião espírita. Kardec pretendeu Cláudia criar, cunhar uma nova religião que fosse derivada do cristianismo mais diferente das demais religiões cristãs, apregoou Aria como caracteres essenciais. A reencarnação EOA, lei do Progresso? Ou seja, Kardec pretendeu criar uma religião cristã, reencarnacionista e progressiva ou progressista. Obrigada pela pergunta. É, tem, é. É uma dúvida que a gente tem por causa da criação do aliás, quando ele fez o evangelho

segundo o espiritismo, né? Na realidade, ele quis trazer uma abordagem moral, filosófica do da das passagens de Jesus. Pelo menos é assim que eu entendi até hoje. E aí se criou a religião espírita, né? Aqui, principalmente aqui no Brasil, em alguns lugares. Eu não acredito nisso. Eu acho que ele realmente é como era do conhecimento dele, essa parte que está ele quis trazer para, para conhecimento exatamente da parte moral. Eu estou falando meia hora, é isso?

Não, não, não. Foi só agora a foi só agora. É, acho que apertei sem querer, sem problema. É interessante, é? Que que é, onde que eu ia parar que aí eu continuei? Não falei. Há o Kardec está ultrapassado. Vocês esqueceram de falar isso, né, gente? A gente precisa da atualização e André Luiz trouxe. Eu não sei o que que vocês estão falando aí. Né? Então é uma religião. Eu, André Luiz falou porque não, não é quem. Quem é Kardec para falar?

Mas é, Eu Acredito que ele quis trazer só a parte moral, não propriamente dito. A parte de religião, não. Isso é o conhecimento que eu tenho e que eu acho. Mas é aquele negócio. Há uma discussão grande aí no meio espírita, né? O que que tu acha, Henry? É Kardec queria uma religião cristã reencarnacionista e progressiva. É no evangelho segundo espiritismo, inclusive na introdução que ele fala sobre o dá umas pinceladas no caráter da revelação espírita.

Ele tem essa essa tendência de querer, de querer estudar a moral. Espírito como AA Cláudia falou, só que ele foi feliz numa coisa quando ele falou que o cristianismo que ele está se referindo é o primitivo. E não o cristianismo, como é entendido. Hoje, as pessoas passam por cima disso, apegam esse esse, esse fator e falam que o espiritismo é cristão, como se fosse um

cristão católico. E aí confunde tudo porque a gente tem que tomar cuidado porque, como o Marcelo sempre fala, o rabinho e é chuá num é Jesus Cristo. O rabinho e é chuva. O que ele falou foi distorcido e eu vou usar uma palavra que eu gosto adulterado, tudo o que ele falou foi usado em rede distorcido por interesses pessoais, políticos e religiosos. Então, a bíblia, que se segue, o novo, os 2 evangelhos, não foi o que Jesus falou, só tem uma pincelada.

E quando Kardec fala nisso, eu acho que ele foi feliz. Se vocês prestarem atenção no o céu inferno que vem depois. No prefácio, que foi retirado, mas muitos não conheciam o prefácio, ele fala. Que o seu inferno avança na moral do evangelho segundo o espiritismo. Eu passei muito tempo refletindo sobre isso. E aí eu fui estudar a primeira parte doutrinária. Nós temos refutação do nilismo do primeiro capítulo, que é o ateu que é o cara que acredita no nada.

Temos refutação do céu do inferno. Dos demônios e dos Anjos. Se isso não é negar uma religião, eu não sei, eu sei que realmente ele tem esse teor, como Marcelo falou, cada que tentando. É só que eu penso que quando Kardec lança o evangelho segundo o espiritismo, os espíritos começaram a se comportar. Assim, ele lança o céu inferno para dar essa essa cacetada agora, infelizmente. Ele ficou o tempo todo sendo

questionado. Inclusive nós conhecemos aquele discurso que eu concordo com o Marcelo. A gente teve 1868 já no finalzinho, perto, desencarnar, botaram na parede e aí é uma religião. Ele faz aquele discurso, né? E esse discurso enrola a cabeça de todo mundo. As pessoas não leem todo ele, você tem que ler tudo. Tem jeito que para dizer que ele, a religião, eu pego um pedacinho quando nunca, daí

começa a falar. Então, se o espiritismo é. Era uma religião no sentido filosófico, aí as pessoas pegam isso e colocam lá e fazem várias palestras e enche as casas espíritas disso. E não falo do resto, não fala do artigo todo quando ele fala que não é religião, então é complicado a gente. Eu percebo nessas leituras de Kardec, na revista espírita, todas as que eu fiz e ele é o tempo todo pressionado. Por isso, concordo com Cláudia.

Ele foi tentar fazer e mostrar isso No No, no evangelho e o pessoal pega distância, sabe? O Marcelo? Eu penso que a gente tem uma tendência, o espírito imperfeito Como Ele É, ele ainda muito materializado, ele troca a causa pelo efeito. Ele quer ele precisa como função. 11, bengala psicológica da religião, infelizmente. Então ele tem a tendência de torcer. Aí chegou a maravilhosa a fantástica doutrina, essa porcaria que chama rostang ismo e aí todo mundo se pegou.

Né? É porque fala em religião, fala em Jesus, governador da Terra e todo espírita brasileiro. É o sangue, não sabe? Pensa que reencarnação não é castigo, vai, curti, vai falando que eu estou aqui dentro. Disse que os médicos são devedores, que tem que entrar na reunião mediúnica, porque se não vai, vai sofrer. Só que eu vou parar por aqui. Que isso aqui é assunto para mais tarde. Reunião mediúnica é. O evangelho no lar. Missas nas nos templos

espíritas, isso é para depois. Vamos conversando mais. Muito bom e aí, né? Com essa religião tem jeito? O Marcelo, o Marcelo é assim, cara toda live a gente discute isso. Toda live pode ser qualquer assunto. Aqui a gente discute isso, o que eu acho que a gente tem que saber é o seguinte, o que seria o espiritismo no Brasil se não fosse o sincretismo brasileiro? O que seria? Nós temos que fazer também essa reflexão. Já está. Nós. Já estamos nessa situação.

Então nós temos que pensar daqui pra frente, é uma coisa que eu tenho na cabeça, muito Claro. O Marcelo, quando eu falo para não falar para nossa bolha, quando eu falo, porque a gente tem que pegar dentro das casas espíritas e falar se tem muita religião, a gente tem que falar de ciência e de filosofia. Não é o sincretismo brasileiro. Nunca. Nunca me incomodou de forma alguma. Faz parte da cultura de um povo. O povo brasileiro é rico por

causa desse sincretismo. Kardec uma das obras de Kardec e em muitas outras, também é o evangelho segundo o espiritismo. Se você pega o evangelho segundo o espiritismo e ler inteiro. Juntou com o ciclismo brasileiro independente de roustang ismo ou não, onde nós iríamos parar parar naquilo? Nós temos um espiritismo religioso há, mas só por causa disso é não é um espiritismo válido? Eu acho que sim, é sim. O espiritismo válido e nós temos o espiritismo, Kardec espalhado no todo o Brasil.

Ponto vamos pensar daqui para frente. Tá, vamos falar de ciência dentro da casa espírita. Vamos falar de filosofia dentro da casa espírita, chega uma pessoa dentro da casa espírita, isso eu tenho semanalmente, semanalmente, uma pessoa que tem uma determinada dor, Marcelo. Essa pessoa tem um determinado problema, perdeu um ente na família, ele perdeu, ele perdeu o emprego. Ele não tem o que comer e você tem que falar com essa pessoa, levar o consolo do espiritismo para essa pessoa.

Ponto. Não é? Então como é que eu vou conversar com essa pessoa? E é Claro que essa pessoa chega lá achando que o espiritismo é uma religião, uma religião formal, com qualquer outro tipo de religião. Eu tenho que conversar e nesse meu, nessa minha conversa, nessa meu diálogo com essa pessoa, eu vou tentando mostrar para ele que ele pode re significar os problemas dele. É Claro que depende do problema que ele tenha e vou trazer os conceitos espíritas para essa

pessoa. Não é, e essa pessoa vai sair daquela situação, vai continuar na casa espírita, ela vai gostar. Ela vai ver palestra. Ela vai gostar de algumas palestras, mais que outras, que tocou o coração dela, mas ela também. Ela está ali para ser convidadas, convidada para outro tipo de estudo, o estudo que traz o time nos fala wr, a experiência que nos fala, o Marcelo, AO que AO que a Cláudia destacou, né? Então eu acho, eu acho o seguinte, essa discussão é super válida.

Né? É super válida, mas não é essencial. Dentro do espiritismo brasileiro, né? Então, é por isso que eu coloco também essa provocação, o que nós queríamos, né? Se não fosse o sincretismo brasileiro, o que fazer daqui para frente? Marcelo, o que que nós vamos fazer daqui para frente para dar um samba aqui na nossa live também, sem discordar de ninguém concordando com todo mundo e é mais ou menos isso. Esse olhar prospectivo é muito

importante, né? Eu pedi pra colocar novamente a observação da Marta. E porque muitas pessoas acham que o comportamento religioso espírita é uma característica sui generis Brasileira, né? Que teria sido criada aqui a atmosfera de tratar o espiritismo como uma religião e a Marta está puxando bem essa questão. Para dizer, Kardec precisou se aliar a igreja? OPA para que o espiritismo sobrevivessem, né? E depois ela complementa com a segunda observação, e ele era

inteligente. Foi uma estratégia para que o espiritismo continuasse. Quem assistiu o filme Kardec a história por trás do nome vê essa possibilidade de diálogo o tempo todo. Kardec não bateu de frente contra o catolicismo e o protestantismo, muito embora estivesse ele capitaneando um projeto e publicando obras que iam exatamente no âmago que tocavam no na célula matriz EE

primeira da chamada religião. Dominante da religião cristã, seja na vertente católica, ou seja, ela na vertente protestante, vamos lembrar que Kardec foi, houve um debate prévio à publicação do livro imitação do evangelho, segundo o espiritismo, em que havia sugestões para que ele publicasse esta obra com o título religião dos espíritos. Né? O que era é 11.

Tapa, né? De luva nos religiosos da época, imagina a religião dos espíritos se todas as religiões reencarnacionistas ou não, se todas as religiões que tratam da sobrevivência, da alma e todas as cristãs falam disso? É consideram a alma como um espírito dizer que o espiritismo é religião dos espíritos significaria muito mais do que reescrever o evangelho com a leitura, com a visão, com a

interpretação espírita. Então, Kardec foi prudente ao não adotar essa nomenclatura, mas realmente ele trata de matérias como foi bem colocado por vocês que tangenciam as Ideas, religiosas dominantes. E o Neco. É muito feliz ao apresentar esse contraponto, dizendo que todos nós temos religiosidade. Todos nós viemos de culturas, todos nós. Estamos em contato pela família, pela vizinhança, pelo local de trabalho, pelos nossos amigos. Nós temos contato com as religiões em geral, né?

Então, é muito comum que as pessoas entrem para o espiritismo ainda com essa ambientação dogmática, clerical da religião, de onde vêm e querem encontrar. No espiritismo essa atmosfera, então, é importante dar uma resposta para as pessoas, mas não afastar de pronto. Os frequentadores, os simpatizantes, os que estão começando a conhecer o espiritismo. É Claro que nas reuniões de estudo, onde há um aprofundamento, nós temos que ser pontuais e separar umas de

outras coisas. Mas para o trabalhador ou para o frequentador que está começando a conhecer o espiritismo? Nós temos que ter uma objetividade em tratar das questões sem afugentar as pessoas por causa da forma ainda imperfeita, ainda parcial de conceber alguns e elementos

relacionados à espiritualidade. Dentro dessa ideia, Neco parece nos que um dos conceitos fundamentais dentro da base espírita seja o conceito de Deus e o conceito de Deus é, via de regra, é um conceito religioso, é o espiritismo, em parte porque digo em parte, porque em algumas obras, como o livro dos espíritos, Kardec é muito metódico em apresentar um Deus.

A par da visão religiosa dominante em outras obras como o evangelho e o céu inferno, para não falar também da gênese Kardec, influenciado por um sem número de espíritos que ele considerou como superiores e muitos deles o são de fato. Acaba apresentando um Deus mais próximo da ideia religiosa, ou seja, aquele Deus, um idoso sentado no trono, aquela noção, aquela visão antropomórfica acerca do criador.

Sobre Deus, e aí é uma pergunta, uma contribuição do nosso é colaborador do conselho de gestão. Oo espiritismo enquanto prática e enquanto movimento, né? Porque não? Nós pode dissociar uma coisa da outra, né? Levando em consideração que. O grupo de espíritas, reunidos em várias partes, ele forma no conjunto chamado movimento ao meio espírita, esse movimento espírita na sua porção majoritária Neco seria deísta teísta ou panteísta. Sem áudio?

Eu lembrei de um debate que o Fernando Henrique participou, uma vez que perguntaram se ele fumava maconha e ele falou pro Boris casoy assim, nós não combinamos isso. O Marcelo, eu acho que o movimento é um pouco de tudo dos das, dos 3 aspectos que você falou. É. É um movimento. Quando eu falo o movimento espírita não é um movimento como eu estou falando, um movimento federativo, tá? Quero deixar bem Claro o movimento federativo espírita.

Ele é um pouco ele encarou a Deus com um pouco de tudo. É Claro que ele sempre traz a os pilares e Kardec, quando fala de Deus tá, mas ele também não proíba ou eu nunca vi alguma coisa direcionada no tempo que eu estou dentro da casa espírita, se as pessoas têm um aspecto mais racional de Deus, tá e se as pessoas, na verdade, pro. Procuram se aprofundar com Deus. O que quando eu converso com as pessoas em relação a isso, eu sempre chamo.

Para o estudo, para o aprofundamento pelo o estudo, pela reflexão, em que ele pode é estudar, é ter uma abordagem racional, mas também ter uma abordagem sentimental, né? Você fez uma pergunta para o místico, eu sou um místico, Marcelo, você me conhece há algum tempo, tenho todo esse meu lado racional todo e secar. Participou do ICK, adoro filosofia, quando entrei No No quando eu entrei, não quando eu comecei AAO no espiritismo, o primeiro livro que eu li.

Que foi o livro dos espíritos, há 20 anos atrás, mas eu não sei porque cargas dágua não é. Eu li grande parte da obra. Eu não vou falar toda, mas grande parte da obra do Herculano Pires. Eu li. Hermínio de Miranda é me atraiu, Leon. Deni, né? E não, não adianta esconder para vocês, eu li toda obra também do André Luiz, tá que isso traz? Na verdade, quem fala do eu acho que todos aqui do e secar em algum momento leu uma obra do André Luís.

Então existe dentro das pessoas, do espírito do espiritismo, esse esse lado místico de que, da compreensão de Deus, mas cada um tem a sua, o seu relacionamento. Com esse assunto na parte federativa, eu acho que ela tem uma abordagem desses 3 aspectos que você disse, não é, mas é um tema realmente complexo, viu? Marcelo? Bem complexo mesmo, né? Porque você tem toda uma parte que não é uma parte.

Vamos falar entre aspa religiosa do espiritismo, que nos atrai muito, que me atrai muito também, né, que me aguça muito, mas eu tenho esse lado, pode ser um atavismo de outras vidas, eu tenho esse lado místico muito forte em mim. Esse contato com o Divino procuro não me iludir, não é? É por isso que eu participo de uma casa espírita e essa casa espírita também. Ela tem um perfil parecido com o

meu, tá? Existem muitas pessoas ali que é AO lado filosófico, é o lado científico, é do estudo, mas também existe uma parte que busca a religiosidade de uma forma Extrema, né? Então é, é um é um tema complexo pra mim, esse Marcelo, então eu estou sendo bem Franco aqui com você nesse momento. E espero aqui é é aquecer também esse debate. Tem um ponto que é muito importante, né? Quando nós nos secar, fazemos

críticas a determinados autores. Quando fazemos críticas a determinadas teorias, nós não estamos dizendo em nenhum momento para as pessoas que elas não devem ler determinado autor. A sua experiência é muito válida. Eu vou dizer a minha neko, eu li Pietro ubaldi a obra inteira eu

li RA matiza a obra inteira. Eu li os 4 evangelhos de rostang, eu li os 16 livros da chamada série André Luiz, eu li os principais, não todos, livros de Emanuel, os romances e os livros chamados histórico filosóficos do padre le, porque porque isso faz parte da formação espiritual da formação literária. Dentro da ideia do

espiritualismo e do espiritismo. Então você que está do outro lado da tela, está nos acompanhando ao vivo, ao qual nós agradecemos a sua audiência e depois você que vai assistir esse vídeo é postumamente, posteriormente. Você vai sair daqui com a ideia que é a própria ideia de Allan Kardec nos dizia, é impossível criticar sem conhecer. Então, se você critica alguma coisa, procure antes conhecê-la para depois você estabelecer os parâmetros de crítica.

Então isso é fundamental para nós estar alinharmos, estabelecermos algumas premissas Ruiz, secar não manda ninguém deixar de lado qualquer autor, qualquer obra mediúnica qualquer é. É. Conhecedor de uma vertente dentro desse chamado movimento colcha de retalhos, que é o espiritismo, muito pelo contrário, é importante você ler, formar a sua convicção e

depois criticar. Então, Cláudio, vamos voltar à pergunta que o Neco disse que não estava combinada, não estava medo que as pessoas acham que isso aqui é é tudo acertado com, como, como se fosse com conversa de compadre, de comadre, né? Olha, eu vou fazer essas perguntas, o que que vocês

acham? Não, minha gente, não, aqui a gente trabalha também com improviso, porque para dar essa autenticidade, para dar esse ineditismo, para dar essa surpresa, porque Nenhum de Nós tem a presciência de todas as coisas, né? Nenhum de Nós sabe tudo. Que nós estamos todos aqui, os que estão na bancada e os que estão participando por comentários e perguntas, para aprendermos o indivíduo que diz que já sabe tudo em termos de espiritismo, tem que começar tudo novamente.

Então, Cláudia, vou jogar a batata quente pra tua mãe dizer assim. O movimento espírita é teísta, deísta ou panteísta. Tudo junto e misturado. Porque entra todo esse sincretismo religioso que a gente falou antes, né? Por, por curiosidade, para vocês hoje o meu marido apresentou inclusive, um trabalho de TCC na casa espírita sobre sincretismo religioso. Então era um assunto em pauta hoje aqui em casa, sabe?

Mas entra tudo isso porque é dependendo do que eles vão estudando, entra uma coisa, porque vão estudando as outras religiões e colocando dentro da casa e vamos trabalhando tudo isso. E se a gente não toma um certo cuidado, vira uma confusão danada, né? Então por isso que é sempre importante. Ler de tudo. Como disse o Marcelo reverie, entrar em Kardec e é interessante porque uma das aulas que nós temos no curso preparatório na casa, exatamente

sobre nosso lar. E num trabalho muito bom da coordenação do curso, eles fizeram operações de assuntos. Mais Fortes, né? Da do nosso lar. Comparando com o Kardec e quando nós fizemos essa aula, a gente pô exatamente provoca os alunos. Olha, nós vamos falar sobre isso, vamos procurar onde está em Kardec, então isso é muito

importante para poder entender. E aí entra no que o Marcelo falou, temos que ler e conhecer de tudo exatamente pra fazer essa coisa de para intender, poxa, o que realmente é o espírito e o que que eu quero levar para minha vida é o espiritismo ou espiritualismo. Eu quero todo esse secretismo, eu quero entender o que realmente é. É, é o pensar, é a filosofia, é dar autonomia mesmo para a pessoa do conhecimento. Então, ao meu ver, tem um pouco

de tudo no movimento espírita. Tudo junto e misturado, né? Esse é o processo. Então, Henry, você acha que há mais deístas, mais teístas ou mais panteístas? Se quiser aproveitar para explicar a diferença entre eles, fique a vontade. É, e você. Você foi muito feliz quando você falou que o Kardec Alba de Kardec apresenta um momento teísta, outro teísta, e o panteísmo? Só inferno Kardec Exclusive

explica a diferença, né? Eu penso e eu gosto bem bem ser bem Claro. Pra mim, quando estou falando espiritismo, eu estou falando da doutrina dos espíritos. Um meio espírita. Eu gosto muito dessa expressão que eu a kulanu usou. Eu não gosto mais de movimento, eu gosto mais do meio espírita, são coisas diferentes, são totalmente diferentes. A gente não pode o espiritismo ou do Brasil é assim, eu não concordo, eu acho assim, o espiritismo é o espiritismo, o que está se fazendo do

espiritismo no Brasil? Outra coisa. Então eu penso que o espiritismo é não é deísta nem é teísta e nem é quanto ele avançou nos conceitos. Os espíritos pelos passaram para nós e eles foram bem claros quando eles disseram, lá no primeiro capítulo dos espíritos. Ou seja, tem condição de entender o que que é Deus? Então, se você olha para universo que a gente a gente não tem condição de entender as distancias do universo. E esta criatura, esse criatura ou não?

Esse ser maravilhoso que criou isso, como é que a gente vai entender? Nós ainda, o nível interno, nível intelectual, moral que nós estamos desse caminhado. Speedy espírito espiritual que nós vivemos, nós temos condição de entender o que é Deus, então a cada um item do jeito que acha

conveniente. Uma vez eu fui conversar com palestra de famoso, estava vendo nossa cidade, ele falando, falando uma, falando sobre Deus, tudo falando sobre Jesus e aí ele me falou no a coisa melhor que tem para você conhecer uma pessoa é 2 coisas ou viajar com ela. Vou almoçar com ela. E num dessas dessas, dessas almoço, ele falou, não consegui entender Jesus. Você é Deus. Isso me chocou.

Então eu vou responder a pergunta que você fez para Clara, para para eles, o que que o meio espírita é deísta teísta? Ou. Panteísta? Na minha visão. É católico? Então, assim eu penso, eu sou Claro, infelizmente, pessoal, algumas pessoas. É, não, não gostam do meu jeito de falar, mas o gênero ela, é Claro, ele é objetivo. Eu não consigo ler Kardec sem essa visão lógica e racional. E Kardec, ele deixou eu ter uma coisa muito interessante no texto de Kardec, que não tem nos romances.

Que é uma coisa fundamental para se entender a obra do careca. São 3 coisas. O que os espíritos superiores falam? O que Kardec fala? As observações de Kardec são interessantíssimas, principalmente nos livros do céu, inferno, segunda parte. E o contexto da época? Então você pegar o livro de Kardec, quando ele fala, inspirem em sonambulismo e magnetismo. Você fica voando porque você não conhece esses termos. Mas na época se conhecia.

Todos os espíritas da época sabiam o que que era o magnetismo, porque não existia a medicina na França era feita pelo magnetismo. Então para que a gente entenda a Kardec as pessoas, falar Kardec é difícil, não. Você tem que estudar o contexto da época. Quando o cara que chegue e fala Na Na evocação do do senhor jabor, do segundo capítulo do Sam inferno, se você não for na revista espírito, você vê que ele faz 6 artigos do jabor, você não vai entender quem é esse cara.

Esse cara é famosíssimo. E ele vai pegar esse na. Na revista pedi 58, pega o jabor e publica uma carta dele, porque na época todo mundo dizer quem era o espírito era maluco, era louco, era doido. Então, como a Cláudia falou? E eu achei muito interessante que Kardec foi muito inteligente. Ele soube andar no meio, né? Pisar nessas pedras de uma maneira bem interessante. Isso é uma coisa agora. O espírita, ele tem que estudar, não pode ficar só acreditar, eu concordo demais com o Marcelo.

Você tem que dar tudo. Tudo. Você tem que estudar, inclusive as obras, inclusive rostang ismo, inclusive o Pedro balde. Para mim, não é uma coisa do rostang e você tem que te dar tudo agora. Não podem fazer o inverso se você estudar, mas não estudar, você ler as obras mediúnicas. E aí você pega um livro que fala de cidade espiritual, que pra você que o espírito come, bebe, aí você vai no livro dos espíritos, tá lá 254 que o espírito não tem hora que você vai confundir.

Foi para aí. Aí entra naquela situação. Não cada estado desatualizado. O que vale é que esse espírito está falando. Aí complica, aí dá o quê? Um Monte de crenças, um Monte de princípios totalmente distorcidos, principalmente a reencarnação. Né? A mediunidade, uma série de coisas e eu vou deixar a bola correr para frente, eu vou chutar, aí passa aí, Marcelo para alguém aí chuta a bola aí.

Olha só, é importante, é aquela observação inicial do Neco dizendo que o nosso público, ele ora é panteísta, ora deísta hora teísta e se nós formos é verificar o chamado meio espiritual. Movimento espírita. Veja o que os espíritas costumam dizer repetidamente à Deus está em você, você tem que encontrar ou a divindade que está dentro

de você. Noção exata de panteísmo, como se Deus fizesse parte de tudo, como Deus estivesse tudo quando Kardec utilizando-se de um exemplo muito simples, um exemplo que quer ensinado para crianças de primeiro grau. Qual é a vinculação entre o relógio e o relojoeiro? O relógio jamais será o relojoeiro, mas o há muito no relógio do relojoeiro, porque foi ele que criou. Foi ele que inventou. Foi ele que concedeu a ideia,

né? Assim como nós vamos perceber, sobretudo fazendo AAO paralelo entre o livro dos espíritos. Já falei isso, o céu inferno, o evangelho e a gênese. No livro dos espíritos, um Deus, uma visão de Deus é teísta e vamos encontrar nas outras obras uma ideia de Deus deísta, porque para muitos espíritos, ainda no seu grau de compreensão das coisas. E não é porque eles eram muito avançados moralmente e o eram que eles tinham um conhecimento especializado sobre as questões de Deus e para eles.

Então, nós vamos encontrar nas obras de Kardec as Ideas. Como esta não, porque Deus envia os castigos para a humanidade, né? Indicam sem envia os flagelos destruidores, né? Então, essa é uma visão que Deus estaria participando como um administrador dos mínimos atos. E aí, Henry, Cláudia e Neco, aquela ideia, cultuada e absorvida a partir do rustan nismo e de uma forma tal disseminada, é quase como voz corrente entre os espíritos de

que Jesus seria um governador. Celeste, governador planetário, né? É a na obra mediúnica, inclusive, ó Jesus, vem aqui, ó, vou vou te mostrar, vou, vou, vou, vou dizer para ti, onde é que fica o Brasil, onde a árvore do evangelho será transplantada da França, onde nasceu o espiritismo para esse pequenino país lá, né? Outra pequenino assim, né? Mas para aquele país lá da América do sul, então Jesus olha, hã, é aqui que é o Brasil. Então assim, o governador que não conhece né?

Onde é que fica o Brasil? Mas é governador do planeta. Essa ideia ela é exatamente a mesma que está na tradição cristã de ter uma única pessoa, uma única figura, estabelecida em 3 Vertentes, o Deus pai, Deus filho e Deus Espírito Santo. Se Deus é com aquela ideia de que está em todas as coisas, Jesus, que é uma espécie de Deus, é o filho unigênito de Deus, et cetera e tal. Ele tem que estar também vinculado à administração do planeta. Logo eu consigo rustan nista. Né?

Isso precisa ser estabelecido agora. O iniciante na lide espírita, ele vai vir com essa bagagem, vai vir com esse conhecimento e vai precisar aos poucos, com muito tato, com muita insistência, com aquela aquele poder de convencimento pela teoria dos princípios espíritas e se despindo aos poucos dessas outras crianças. Ninguém vai abrir a cabeça com um Machado e colocar ali dentro os princípios espíritos, fechar a cabeça de Zé, pronto, aqui

temos um espírita formado. Muita gente, inclusive, acha que os cursos de estudo, né? Os módulos de estudo numa casa espírita, eles são para formar o espírita quando na verdade. O espírita nunca estará formado, é Herculano. Também vão chamar atenção. Ele dizia, isso não existe escola de espiritismo, não existe universidade de espiritismo, não existe professor de espiritismo. O que nós temos que fazer é os os conceitos espíritas chegarem. As escolas, as universidades, as fábricas.

AA convivência é social para que os os os princípios se diz em mim. Minha gente, vamos para uma outra questão que também tem correlação com essa, né? Vamos imaginar nesse grande multifacetado movimento Manuel, que exista várias, é. Várias intenções, várias, várias afinidades das pessoas, né? A pessoa entra na casa espírita ou prossegue no trabalho espírita, na atividade espírita, com uma ou outra ascendência, com uma outra preferência.

Mas se nós fôssemos, é cuidar apenas das questões de quem já está iniciado. Quem já está envolvido nas atividades, não frequentadora em geral, mas aquele que participa de grupos de estudos, sejam eles presenciais, que voltaram agora depois da pandemia. Estão voltando aos poucos, né? E os virtuais que se minaram e levaram a mensagem espírita para outros quadrantes, utilizando-se aí das ferramentas da tecnologia, qual seria, na tua opinião, né?

Com o aspecto mais relevante, eu vou citar aqui 5 e você vai escolher um deles e vai explicar por que você escolhe esse dos 5 aspectos que eu considero mais relevantes para você. Qual seria o maior deles? Todos os científico? O filosófico. O ético moral. O educacional ou social? Vou repetir científico filosófico. Ético, moral. Educacional, educativo e social. Qual você acha que é o mais importante para quem já é iniciado? Quem já participa e já tem uma é desenvoltura.

Em grupos de estudo. Marcelo bem complicada a questão, viu? É Claro que bate pronto assim. A deixa eu tivesse mais tempo, eu não tenho 15 minutos. Viu Marcelo? Para quem é iniciado? Eu acho, eu, eu, eu. É complicado porque todos são importantes que você citou ali, viu Marcelo? Todos são importantes. É é, eu acho que o filosófico viu Marcelo, que, pela filosofia, você consegue se conhecer. Tá, e você consegue tomar as atitudes corretas em relação ao mundo pelas filhas?

Pela filosofia, você se questiona o tempo inteiro? Né? Pela filosofia você procura, né? Não só as respostas, mas você procura as verdadeiras questões para para você conseguir prosseguir. Então, para o trabalhador espírita, para aquele que está, eu acho a filosofia algo muito forte, né? Não descartando os outros que você falou. Né? Eu vi vocês falando e ouvindo vocês ali duma forma muito correta da confusão entre Jesus e Deus e numa casa espírita existe.

Existe uma certa dinâmica. É principalmente em termos de trabalhadores, né? Você hoje numa casa espírita, para você conseguir um trabalhador por semana ou 2 trabalhadores por semana para fazer palestra. É um sacrifício muito grande. É, eu sei, porque eu cuido dessa área na Nova Era de escalação das palestras, né? Está sob a minha responsabilidade. Além da comunicação, e é realmente complicado, porque as pessoas têm as suas, as suas rotinas, as suas, as suas

necessidades. Nem todo mundo pode todo mês ou toda semana e fica chato também é repetir o nome das pessoas, então eles escolhem aquela pessoa que, se faltar alguém vai lá e dá palestras. Então, Marcelo, eu eu reparo, por exemplo, que às vezes existe uma variação muito grande. Você tem um palestrante que ele é, é um pouco mais religioso, tá? Ele fala muito mais sobre as obras. André Luiz aí em seguida você tem um palestrante mais racional, tá, que traz a

filosofia, traz a ciência. É quando chega por exemplo, e eu a gente vai conversando, eu conheço todos os palestrantes, tem alguns, tem muitos palestrantes na Nova Era, na nossa experiência que ele tem esse mesmo perfil que eu tenho. Tá? Então esses palestrantes eles estão sempre repetindo que Jesus não é Deus? Isso é uma frase, uma frase da minha palestra, que é quase toda a palestra, o espiritismo não salva, Jesus não é Deus, não é?

Existem colocações que a gente faz assim para as pessoas, para a pessoa realmente tomar um choque pra pessoa, né? O espiritismo, ele esclarece, esclarece a pessoa, né? Um acabou so de conhecimento que você pode utilizar ele da da forma da da forma que você compreender e quanto mais você compreende, mais corretamente você. Você utiliza na sua vida e depois Jesus não é Deus, não tem um não, tem uma correlação. Jesus não é Deus de forma

nenhum, né? Nenhuma tem questão no livro dos espíritos que diz isso porque Jesus não é Deus, porque ele é nosso modelo, é um modelo a ser seguido, né? Então, se ele fosse Deus, ele é Deus, não é meu modelo. Então quando você explica isso para as pessoas e outros casos também, tá? E a pessoa vai tendo uma, vai clareando. No caso dos trabalhadores, tem que ser uma comunicação mais forte que eu. Eu gosto de realizar pelo site, falando muito de filosofia.

A parceria que nós temos com esse CK, com vários artigos que a gente traz do ICK. E também é. Por exemplo, você fazendo cartazes você colocando no mural com frases de Kardec, fases de Herculano Pires em cada mesa, né? Teve uma época na casa espírita que só encontrava o evangelho segundo o espiritismo, em todo lugar que eu ia tinha um evangelho segundo espiritismo, 2 ou 3. Aí o com muito jeitinho, com muita, com muita, muito tato. Coloca os 5 livros da

codificação. É, então você tem ali na no puppy do ciclo livro da codificação, você tem na mesa me na nas salas de radiação você tem na sala de passe sempre grupo de 5 livros, então são coisas que você vai fazendo que as pessoas, os próprios, não os frequentadores, mas os trabalhadores, eles vão vão estar percebendo. Aí é essa pegada, né? Por exemplo, eu estou sempre falando em palestras das 32 publicações.

E eu já senti muitas vezes quando eu falo das 32 publicações e olha, a gente clica no site quando você entra no site da Nova Era das publicações, tem no menu. Tem lá e abre. O trabalho coberto fez do e secar, que está lá no site do ICKE, abre as 32 publicações. Então quando eu falo isso em palestra, olha, entra no nosso site. O menu do endereço, 32

publicações. A pessoal tem um curiosidade, vai lá. Tá, então eu acho que a filosofia entre os pilares, os aspectos que você falou, eu acho que o filosófico não descartando todos que você citou. AE eu acho que essa esse trabalho que nós temos que fazer o tempo inteirinho, trazer essa racionalidade, né? Pra dentro da casas espíritas, onde você fala diretamente com o público e com os próprios trabalhadores e depois é o exemplo, né, Marcelo, você tem que ter o exemplo.

O exemplo da forma como você age. Lá, sem nenhuma cobrança, todo mundo escorrega o tempo inteiro, mas você precisa. Quando você se compromete, você cumpre, né? Você procura colaborar com as pessoas, tá? Então, pelo seu exemplo de atuação, você acaba também influenciando muito. É isso, muito bom, foi bem, justifica Dinho, né? Vamos ver agora com a Cláudia, dos 5 que eu citei, Cláudia, qual deles é? Será é para você o mais relevante em termos de grupos de estudo?

É espiritas. Há, Marcelo. Não dá para escolher um me perdoa. Na realidade, eu fico com uma resposta seguinte. É, nós conseguimos estudar, conversar e praticar isso dentro da casa e fora dela. A união de tudo isso porque algumas pessoas se apegam só algum desses pontos. Então, quando você passa a compreender pelo menos um pouquinho de cada um e essa união toda, você conseguir levar isso como exemplo, como trabalho na casa, na sua vida, no seu trabalho, eu acho que é o mais interessante.

Eu não consigo escolher um me perdoa. Mas se eu colocasse a faca no teu pescoço e dissesse, tens que dizer um deles? Psicologia. Oi, psicologia, psicologia. Tá bom, é porque é. É, é você ter você conseguir compreender o outro é você conseguir fazer com que o outro também se veja aí com. A dimensão desse ser e para ele poder começar a entender os outros, eu acho que eu fico com isso e outra coisa, Hein?

Vocês estão falando besteira? Deus é brasileiro e vocês estão aí colocando Jesus no meio aí, tá, tá errado, isso está errado, Deus é brasileiro, não esqueça. O papa é argentino, mas Deus é brasileiro. Eu já ia lembrar. Bom, e você erre desses 5, qual que te parece ser o mais relevante para os estudiosos do espiritismo? Rapaz, você gosta dessas perguntas? Disse noob, né? De sinuca não é sinuca de bico. Realmente, eu concordo com os 3. Os os 5 são essenciais demais.

Marcelo, você foi muito feliz em ter escolhido. Inclusive tem gente que eu fala 3 errados, né? Você escolheu 5 certos, gostei demais e desses 5 é 5 aspectos. Se eu fosse dirigente de uma casa espírita, eu colocaria os grupos porque a sua pergunta é dirigida aos grupos de estudo. Eu colocaria o grupo mediúnico. Ó, você vai estudar grupo

mediúnico. Você tem que estudar livro dos médiuns, a parte científica da fenomenologia, tomando cuidado, que cada e que lembrou que o fenômeno é periférico, que o principal são as consequências Morais desse fenômeno. Se você fosse, se eu fosse o grupo de este, o grupo que está formando, eu colocaria o livro dos espíritos. Junto com a gênese, então, colocar esses 2 para as pessoas, estudar e aí, se eu tivesse um grupo de de pessoas que fossem palestrantes, né? Eu mandava estudar tudo.

Agora só é né? Que falou uma coisa aqui que eu morrer, eu, eu me lembrei de uma de uma palestra que eu estava presenciando e a pior coisa do mundo é você ser um dirigente de uma palestra espírita. É muito ruim porque eu aprendi como dirigente que qualquer coisa que o palestrante falar, eu. Eu discordar, eu tenho que falar, dizer uma com o que eu não concordo. Em uma certa vez, eu estava dirigindo uma palestra lá Na Na s. E o palestra que começou, né?

Começou a falar, olha, deu, é Jesus não é Deus aí eu? Fiquei na minha escutando direitinho. Ele não, não é Deus na 625, nos explica, aí eu eu só.

Caladinho, né? Ele falou, falou, falou Marcelo, quando foi no meio da palestra, ele disse, ele é o governador da Terra. Ele estava aqui quando a Terra criou, quando a Terra criou e fez a criação, participou da criação, falei, nossa senhora, porque se você participa da criação você é Deus. Eu fiquei assim, bom, mas por ética, para proteger um pouquinho, eu só fiz na hora da tenda que ele terminou. Fiz de uma pincelada e aí tudo bem? E aí? Então o grande problema? É que.

Muitos, mas acho que a grande maioria confunde o que que é o perispírito? Não sabe o que que é, em vez de usar emancipação da alma, usa desdobramento. Eu sempre conto isso. Teve uma irmã que era professora da do Ed, me ligou um certo dia, muito apavorada, que ia dar uma aula do. É sobre desdobramento para a turma de jovens, o pastor semana procurando uma obra de Kardec, foi até No No site, procurou e não achou desdobramento, falei, não vai achar nunca desdobramento.

Porque. Porque esse termo cadê? Aqui não usa? Ele usa MS passam da alma, então você não tem o espírito, não conhece os termos. Existe 2 livros, instruções práticas, que foi o livro que antecedeu o livro dos médiuns, que tem um vocabulário espírita, é mais rico do que o livro dos médiuns e no livro dos médiuns, sintetizou. E tem lá o vocabulário, porque Kardec ele era um professor, foi um pra mim, foi os maiores professores da França e ele era muito preocupado com a

terminologia. Ele falava para uma ciência nova, tem que ter termos novos. Se nós somos espiritas, não tem sentido a gente fazer usar os termos de dobro de desdobramento ectoplasma. Eu já vi muito, muita gente falar isso, não sabe nem que, for instance, que que que foi muito. Depois de Kardec, criou esse tempo. Então cria uma salada tão grande que fica até com complicado de mim.

Você vai dar uma palestra se você for usar os termos exatamente espíritas, tem pessoa que não vai entender, né? E é e é difícil. É difícil. OOO dia a dia com de uma casa espírita, você participando é difícil porque a maioria não conhece. E aí vem de novo, Herculano? Não conhece o espiritismo e nem Kardec. Muito bem. A minha intenção é fazer a pergunta, não foi? É para que nós fôssemos. É excludentes, né?

Evidentemente, nós estamos com um público que participa das instituições e dos grupos de estudos espíritas onde há proeminência, onde há uma área de concentração mais escolhida de um uns ou de outros. Mas os 5 aspectos são, além de serem importantíssimo, eles são complementares. Como vocês colocaram, né, para que nós tenhamos a ideia sistêmica do espiritismo, tal qual nos apresentou Alan?

Nada é que eu pedi pro sardinha colocar uma observação da Marta que ela me fez aqui em pvt, é dizendo que o autor que tu citou Henrique no céu inferno é o jobar, né? Ele é que que tem 5 comunicações muito importantes que depois fundamenta a ideia contida no céu, inferno é isso mesmo, né? Valeu, Marta mete sempre atenta para que a gente possa sempre trazer a informação precisa, porque nós temos muitos, é frequentadores, muito é, é telespectadores. Se assim posso dizer internautas.

Que gostam de pesquisar aquelas questões técnicas que a gente vai apresentando, autores, obras é determinados conceitos que estão na obra de Kardec. Então nós temos muita gente boa que vai atrás das Fontes e vai lá, né? Feito Tomé, colocar o dedo na chaga do espiritismo para tentar encontrar verdadeiramente aquele conhecimento. Vou aproveitar que nós estamos é tratando de estudo para fazer uma pergunta que está aqui, engatilhada já há um tempinho.

A pergunta é o seguinte, Cláudia, já que nós estamos falando de estudar as obras espíritas, estudar o espiritismo com um pouco mais de é sistemática, um pouco mais de profundidade no tocante ao estudo das obras de Kardec, como é que o público, frequentador de uma casa espírita, recebe o convite, minha gente? Vamos estudar Kardec. Bom, é. Como orientadora que eu, é assim que a chamado na nossa casa, né? No diálogo fraterno, em algumas

casas falam. É ali que eu, por exemplo, convido as pessoas e é muito interessante porque as pessoas chegam com um problema e aí ela, ela vem 12 vezes, mas você quer realmente se entender? Compreender. Vamos estudar é aí, né? O convite quando na explanação lá do evangelho, na oratória que se chama também é, é interessante, mas eu acho que ali, naquele diálogo, é o mais importante. Porque você traz a pessoa, fala, espera aí, vamos compreender o que que está acontecendo com

você. Vamos compreender para você se entender, para você entender o que você quer. Da doutrina espírita, não. Eu quero vir aqui só tomar o meu passe, embora ótimo, tudo bem, não, mas eu quero me conhecer. Eu quero conhecer a doutrina, eu quero entender o meu. Meu entorno saber, né? De tudo isso, como é interessante? Como que vocês vieram parar aqui? Como eu posso um dia estar aqui nesse lugar? Eu falei, então vamos estudar e

geralmente dá certo. As pessoas vão, estudam e é, e é muito bom você ver, pois mais para frente a pessoa ali, engajada em trabalhos e fala, não, eu entendo hoje o que é a doutrina e debatendo com você algumas coisas, então a ali essa porta de entrada é bem interessante. Você muito bem, agora, se eu estava estava sem microfone, né? Hehehe é como é que o público aí é do nordeste aí de João Pessoa encara esse convite para estudar? Kardec não tem gente que fala assim, a mas é.

É muito difícil, né? Estudar esses livros nessa linguagem, essa linguagem parece arcaica, parece de outro tempo, né? Lá de 165 anos atrás, não é isso? É exatamente e inclusive, mas aí é que tá. Cabe aos aos espíritas, aos trabalhadores. Preparar e transmitir e chegar para o pessoal, falou. Ai Kardec é simples, Kardec é tranquilo porque eu e isso que você está falando? Mas ela é diária diariamente. Eu não vou ler Kardec eu não vou

entender. O problema é que o brasileiro é noveleiro, gosta de novela e gosta de romance. Então este é o problema. Sério, eles querem uma literatura que tenha emoção aqui no nordeste Natal você vai, se você um dia for para Natal, você for andar de bugue, pessoal, vai perguntar, você quer comoção ou ser emoção? Se você quiser comoção, eles vão subir você numa turma do tamanho do mundo, você vai quase botar o coração na boca e sem emoção, é

só passeando na praia. Então o pessoal gosta de zeladora, com moção, com emoção que tem que ter uma alma gêmea, que tem que a namorar, vai pro outro planeta atrás do outro, cidadão que está lá. Que tem um história de envolvimento emocional aí isso atrai, só que tem muita distorção. Se tivéssemos essa orientação, olha o pessoal. Se aqui você pode ler. Tranquilamente. O problema é que as pessoas pegam esses livros se transformem doutrinários. Os próprios trabalhadores fazem isso.

É esse o problema? Porque a literatura de Kardec uma literatura de estudo técnica e um de literatura de eu diria assim, aprendizagem exatamente. Ele foi um grande. Ele não é. Não é difícil, é muito direto, é limpo, feito água, você não consegue achar. Em Kardec uma única contradição. Então? As pessoas não gostam dessa literatura, acham chato, então cabe a os trabalhadores, através de uma fila, de oferecer cursos. O grande problema é que os próprios trabalhadores também.

Só ler romance, esse que é o problema. Aí você, o que que acontece? Vai fazer um cursos, livro dos espíritos, o cara fala só as obras, por exemplo, mediúnicas, cadê o livro dos espíritos? Então assim, é complicado, é um problema Sério que nós enfrentamos, só que eu penso da seguinte forma, nós estamos no momento de mudança. Toda mudança. Traz sofrimento entre aspas, porque depois você vai ter uma coisa boa.

Nossa mudança começou em 2017. O espiritismo está, tem muita gente com sede de Allan Kardec. Eu estou. Eu estou observando na internet muitos grupos estudando Allan Kardec. Tem muita gente porque quando a pessoa entra e mergulha nas obras de Allan Kardec, principalmente no livro dos espíritos, como a Cláudia falou ela, ela começa a resolver problemas que ela pensava que não, não tinha solução. Por que que eu sofro? O qual é o mal vício de ser humano?

Qual é a maior virtude? O que que está você está fazendo aqui? O qual para onde é que você vai, como é que você vem, como é que você então tem tudo na obra e, na minha visão, a Consolação do espiritismo? Ela tá nisso no esclarecimento. Você mostrar para a pessoa o que é realmente o que acontece. Então a Consolação é exatamente

essa, é o esclarecimento. Respondendo a sua pergunta, objetivamente, o que que acontece quando a gente fala assim, vamos estudar na casa espírita Kardec a casa vazia. É isso que acontece. Infelizmente, se você disser, vamos abrir 11 grupo de estudo das obras nosso lá tá tá, tem um pouquinho de curiosidade, o pessoal vai estudar, mas você disse assim, ó, vamos estudar o livro dos espíritos. E dos médios, a casa simplesmente não dá cor nesses, infelizmente. Então temos que encontrar aí um

meio de campo, né? Talvez chamar pro grupo de estudo do nosso lar os mensageiros missionários da luz, de qualquer outro livro romanceado, né? A há 2000 anos, 50 anos depois, Renúncia et cetera, e colocar ali as pitadinhas, né? As gotas homeopáticas de Kardec. Isso seria muito importante, muito interessante. Eu costumo dizer dentro do ICK, já vou passar a palavra para a Cláudia, que está aqui com o dedinho. É pedindo a oportunidade de falar novamente.

Interromper. Aí vão passar na frente do Neco. Neco vai deixar né? Nessa história toda aqui. Mas, enfim, é, essa é a grande diferença do nosso projeto com Kardec. Nós não afastamos a leitura ao conhecimento, a observação de nenhum autor, seja ele encarnado, desencarnado, nenhuma obra, muito pelo contrário. Porque é a partir do estudo comparativo é que nós estabelecemos as importantes diferenças entre espiritismo e espiritualismo e porque existem várias.

Fala Claudinha. Fala que eu te escuto, né? Não é? É que o Henrique falando me lembrou uma história, porque nós é a nossa aula, é o preparatório, né? O inicial, e aí chegaram 2 irmãs e uma mocinha, que é filha de uma delas pra aula, né? E aí, no primeiro, num dos primeiros dias de aula, AA mãe da menina perguntou, falou assim, é, você pode me explicar o que é esse tal de umbral? Porque eu morro de medo desse

negócio. Aí eu fui para a porta da sala, falei umbral, isso aqui, ó, é a soleira da porta, só isso. Não, não é aquele lugar. Eu falei, então ele não existe. Aí a menina falou pra tá vendo amanhã eu não te falei que isso daí não existia? Ela jura. Então não vou desistir da aula. Eu vou continuar aqui.

Então é importante a gente fazer esse tipo de de de tirar essa coisa, porque ela falou que ela estava com medo, porque ela falou que gosta de fazer uma fofoquinha, então estava com medo de ir pra lá, porque ela gosta da fofoca. Eu falei, não pode fazer sua fofoca à vontade, não tem problema nenhum. Olha como as pessoas com o medo prende e como é importante ter os grupos de estudo, né?

Nós fazemos essa, esse comparativo com o livro do do nosso lar lá no meio do ano, porque é importante as pessoas começarem a entender que que não não estão presas nessa coisa do romance de aí. Se eu fizer isso, vai acontecer isso comigo. Se eu fizer aquilo, eu vou, pra não ser que. Lugar, a é é vale não sei do que vale, não sei da onde. Nós até discutimos isso outro dia, por isso que é importante. Os grupos de estudo e é importante os expositores e os trabalhadores da casa.

Como disse o Henrique, como disse o Marcelo, estarem com a cabeça aberta para trazer as pessoas e falar que Kardec é simples, que ele tinha ultrapassado, não tem nada que nós precisamos entender como que nós vamos é falar que está ultrapassado, alguém que nem entendemos direito É Ou Não É? E a maioria das pessoas não entendem? Que é isso que é importante. Desculpa é que eu acabei falando muito. Muito bem, Neco, e você a Claudinha. A Claudinha falou tudo que ia

falar, cara, é assim, OR também? Mas tudo bem. É por exemplo, quando a gente fala para estudar Kardec é Claro que vai, depende da pessoa. Se a pessoa está acostumada a estudar, é um leitor custo mais. Ele vai logo pegar o Kardec, né? Se a pessoa ler pouco, ela vai vai transmitir também essa a resposta dele vai ser a mesma coisa. A pessoa já lê pouco, já estuda há pouco, então eu acho que você tem que atacar por Terra Mariah. Vamos colocar assim Terra

marear, você tem que. Em todos os os todos os grupos de estudo tem que ter obras básicas. Independente é que estuda fazer um resumo do que a gente falou aqui. Tem que ter palestras, tem que ter Kardec o tempo inteiro, tem que ter e tem mais. Por exemplo, lá quando eu faço uma palestra na nossa casa ou em outra casa, eu falo exatamente o que eu estou falando aqui. Palestrante e tem que falar de Kardec, eu não preciso chegar para o palestrante falar. Ele já ouviu falando lá.

A cara tem que falar de Kardec, tem que falar de Kardec. Palestrante. Por exemplo, se a pessoa se assusta ai, mas a obra do Kardec é difícil não ler. Aos poucos, compra o livro dos espíritos. Você não precisa ler de uma vez, você explica pra pessoa, você não precisa ler de uma vez ler uma pergunta um dia você fica pensando nela, né? Enquanto isso, você aí você pega uma obra que não seja uma obra, um romance ou uma obra de André Luiz. Naquele momento você dá uma

obra. Existem obras mais resumida que você pode passar pra pessoa que tem um espiritismo. Mais esclarecido ali para pessoas, o espiritismo correto. E você vai lendo esse livro agora? A obra do Kardec não você lê 11 vez por dia. Você ler uma pergunta, ler antes de dormir, uma pergunta fica pensando naquilo se orienta a pessoa e a outra coisa foi que

vocês falaram também? Grupo preparatório é uma ferramenta fantástica para você trazer está a pessoa chega na casa, inspira, já passou da do diálogo fraterno, já está melhor, tá? E ela ficou, ela não foi embora porque tem muitos que vem cheio de problema, vê 3 palestras, diálogo e passe sobre porra. Eu tava bem e aí quando cai de novo, volta para casa espírita de novo. Isso aí é comum, então. Eu fui monitor de grupo preparatório e o grupo preparatório.

Não sei porque cargas dágua ele tem mais Liberdade. Você tem mais Liberdade para responder as perguntas e toma Kardec toma Kardec e é uma experiência fantástica que depois você vai percebendo que você vai formando trabalhadores. Você vai formando trabalhadores o tempo inteiro. A partir do grupo preparatório. É, então, às vezes, você, por exemplo, o grupo preparatório, ele não precisa ter 10 meses. Tá. Ele pode ser menor, você cria um grupo preparatório de 4 meses, 4 meses.

No primeiro semestre, 4 meses. No segundo semestre. Você fala, Kardec, você responde, pergunta, você faz atividade, você briga com o pessoal e o pessoal vê aquilo nossa, que bacana isso na espiritismo aconteceu durante 4 ou 5 anos que eu dei o preparatório. Aconteceu isso. As pessoas ficam. As pessoas ficam na casa espírita porque a pessoa teve aquele contato. Não é uma coisa, mas e lenta o

tempo inteiro? Não é uma coisa alegre, uma coisa provocativa, que você dá risada, brinca com a turma e a turma fica. Tem gente que foi meu aluno há 45 anos atrás do preparatório, muitas pessoas, muitos trabalhadores que estão lá até hoje e falam comigo. Eu já tive experiência, por exemplo. De uma de uma pessoa começou a dar palestra pela primeira vez, depois de não sei quantos anos da casa espírita ela fez um

agradecimento. Quero agradecer o Manuel do grupo preparatório que nós tínhamos, uma turma fantástica ali. Aquilo emociona demais. Né? E toma Kardec Kardec o tempo inteiro, Kardec, placa Herculano Pires, Hermínio de Miranda, Leon, deni e tudo quanto é lado você enche. É Claro que você tem que ter um trabalhador que você tem a Liberdade, não é? Chega dando um chute na pessoa que tem que ter, você vai trazendo, você traz um, né?

Eu tenho sorte de trabalhar de como e com comunicação você traz um cartaz bonito. O rosto do Herculano Pires, aquele quadro que o Marcelo tem uma frase bacana entre aspas, está aí a quadro, Marcelo. E tem uma outra ferramenta, não foi? Tem uma outra ferramenta, que é o site é espetacular. O site, a pessoa chega para mim e às vezes há, mas é tão difícil, vou te passar um artigo. Escreve atendimento arroba Sea Nova Era, aí eu escolho um artigo que eu sei que ele vai

gostar do e secado. O Marcelo do Nelson, que está ali, passo pra pessoa para ler o artigo, então você Cape da pessoa, você tem que conversar com a pessoa, você capta a pessoa, né? Eu acho o seguinte, gente, para resumir que nem o. O Henrique falou. Cada trabalhador. Que tem a sorte de estar no e secar e a gente faz esses estudos, a gente brinca, a gente faz as lê vezes, a gente se aprofunda no tema, a gente se aprofundar na metodologia de ensino.

Cada trabalhador que está na casa espírita tem que emanar Kardec o tempo inteiro, tem que falar, emanar as obras básicas o tempo inteiro para todo mundo. Isso vai contagiar os trabalhadores, vai contagiar os frequentadores e você vai sentir na. Eu sinto isso na nossa casa espírita. Na casa espírita que eu partisse. Né? Esse entusiasmo você precisa ter entusiasmo. Kardec é entusiasmo, não é uma coisa de você chegar na casa espírita. Você vem brincando lá fora,

chega na casa espírita. Oi gente, aquela cara de. Que tá, não? Você chega na casa e tem a mesma coisa, você briga com as pessoas, a pessoa fala baixo, fala, mas eu o tempo inteiro. O que eu mais escuto da minha casa espírita é fala baixo, fala baixo, quem baixo nada. Eu estou aqui há 20 anos. É mais ou menos isso. Marcelo, então, né, Neco, segundo nós entendemos da sua fala. É toma Kardec, né? Toma Kardec Kardec uma Kardec, bota Kardec, mete o Kardec,

quero o tempo inteiro. Aí me lembrou, sabe, um causo deixa eu contar um causo rapidinho que na verdade não é meu, né, estou só reproduzindo o nosso querido Ramiro gama, que escreveu um livro muito bacana sobre a história de Chico Xavier, causos da vida de Chico Xavier que se chama. Lindos casos de Chico Xavier. Vocês já devem ter ouvido falar, já devem ter folheado, né? Pois o Chico então, estava numa uma sessão de doutrinação de espíritos, sabe?

Em lá em Uberaba, e aí ele falou pro pro orientador porque o chip ficava inconsciente, né? Recebia AA influência mediúnica, dava AA ressonância para que Oo espírito se manifestasse. Ele ficava totalmente inconsciente. Aí ele disse para o orientador. Para o coordenador do trabalho disse assim. Meu irmão, quando vier aquele espírito mais carregado, mais duro, mais difícil, aplique o evangelho com veemência. Há, mas não tenho muito PIS para

dar. Pegou o evangelho, olha o tamanho do meu evangelho e aplicou com veemência na cabeça do Chico, né? Isso era um toma Kardec, né? Pro pessoal que tá aí um pouco curioso, Marcelo pegou uma bíblia numa live espírita, não, minha gente, isso aqui, ó, chama-se Allan Kardec, o caminho da verdade. Né? É toda a obra de Allan Kardec reunida num livro só, né? Então, por isso que ele é assim, grande e pesado. É para aplicar o evangelho com veemência no movimento espírita para ver se a coisa.

Flui, né? E algumas pseudoverdades passam a ter o seu espaço menor, porque a ideia do estudo como está perguntando a marca aí, como é que se estuda Allan Kardec em Cláudia? Olha, eu gosto muito do estudo em grupo. Porque eu acho interessante, porque é. Algumas dificuldades que um tem, o outro não tem facilidade. EE se ajuda, é Claro. Nós devemos fazer de forma individual, ler, ler. Como disse o Neco pega um horário. Ler uma pergunta, pensa sobre ela.

Pesquisa, vê com relação à ciência, mas eu, eu gosto do estudo em grupo. Eu eu acho que há essa experiências de um de outro, a leitura, o entendimento consegue se se chegar num denominador comum, aí que é bem interessante. Né? Como as estuda Kardec é, eu gosto também de, é Claro que você pode estudar. Nós estamos falando na no âmbito, Na Na ambiência da casa espírita. Eu acho que o grupo grupos pequenos para estudar Kardec é

algo muito interessante. Você ler a pergunta aí pode, você pode, cada um pode falar o que compreendeu, você dirige a compreensão, você pode trazer outras obras, né, pra estar explicando aquilo, né? É Claro que a pessoa tem sempre quando você está num num curso, né? Você lê uma pergunta do livro dos espíritos. Do é do livro dos espíritos e aí a tendência sai muito da pergunta. Cada um tem um caso para contar,

né? E aí você tem que trazer novamente para a pergunta você deixa as pessoas falarem, trazer, porque o importante é a pessoa ter aquele entusiasmo de estar estudando, né? Esse entusiasmo é algo bastante que é muito bom você trazer. Olha, nós estamos estudando o Kardec, né? Então você não pode podar não, não pode falar, não quer contar a história, conta. Não pode, se é como se fosse uma live, né? Não pode se você se estender demais. Né? Então tem vários você.

Outra forma também de estudar em grupo é você. Nessas questões do livro dos espíritos, você fazia algumas atividades, você criar algumas atividades em sala de aula. Se for um grupo de de 8 pessoas, se divide em duplas de em duplas e as pessoas e se jogam questionamento faz, fazia muito isso, né? Então a pessoa discute entre ela aquela questão, aquele questionamento, e aí, volta o. Monitor dá um tempo de 10 ou 15 minutos para as pessoas. Cada um, então, tem várias formas de você.

É deixar divertido o estudo de Kardec, né? E não precisa de muita apostila da federativa, nada basta. O livro dos espíritos. Cada um tem um livro dos espíritos, não precisa e você ter criatividade, você precisa ter criatividade, você criar um grupo no WhatsApp ou um grupo em algum outro lugar. Antigamente a gente fazia no grupo E ali pra por e-mail, né pra você durante a semana tá passando um resumo, está passando bons links para as pessoas. Deixar aquela turma bem viva,

entendeu? Eu acho. Eu acho que o trabalho de base na casa espírita Marcelo, você precisa fazer o trabalho de base. Essa história de falar, poxa, mas lá só tem uma causa espiritual, só tem coroa 1 hora se aposenta. Então você tem uma, você tem que trabalhar ali nos grupos de estudos, pessoal que vai se tornar pessoal. Eu estou com 59 anos, mas pessoal, com 25, a Juventude, 2530 35, você tem que dar espaço, você tem, você tem que

formar isso. Na casa espírita não se você vai chegar a uma casa espírita com 3040 anos de idade, todo mundo lá o presidente se chegando lá se arrastando, né? Não tem condição. Marcelo não tem condição ou a pessoa vai estar pensando o mesmo espiritismo? A mesma forma de encarar o espiritismo de 30 anos atrás. Ele não vai aceitar as coisas que a gente discute, se coloca no grupo E secar. O cara tem um enfarte, Marcelo, né? Marcelo, você lembra daquele?

Daquele curso que nós fizemos lá em Santa Catarina. Né? Um curso fantástico. Eu não lembro o nome certinho do curso, você lembrar um falava sobre é em si é pesquisador espírita, era um custo de pesquisadores de espíritos. Então você pega um curso daqueles, e muitas pessoas fazem aquele curso, se assustam. Né? A pessoa vai se assustar com aquilo ali. Se não é o espiritismo que eu quero pela mãe, não é espiritismo que eu conheço, gente. Casa espírita fica torcendo por

quê? Porque a pessoa tem medo de sair daquele formato que a federativa faz. Ainda tem medo, aquele formatinho às vezes não é nem porque ela não quer mais, ela tem medo, porque porque é federativo, ela também não obriga você ficar. Eu nunca ouvi, eu tenho 20 anos de casa espírita, eu nunca vi, ô federativo a punir alguém, nunca vi ou dizer você tem que fazer isso, não, ela vende o peixe dela.

Ela está vendendo o peixe dela e você pode, na verdade, ser uma casa federada e você ter os seus métodos de ensino, então você pode ser moderno para encarar as coisas, entendeu? Então, Marcelo tem muita coisa para se fazer. No na ambiência da casa espírita, muita coisa, mesmo que a gente pode fazer, a gente não pode lavar a mão e falar, não dá mais pra fazer nada. Você tem 11 capilaridade do Brasil inteiro, de casa espírita e eu acho que OICK faz muito disso. E é isso.

Um dos um das dezenas de motivos que eu estou no ECK é justamente isso, esse trabalho que nós temos que fazer na base. O Marcelo deve ter. Dezenas de casos do ICK de pessoas que procuram ele e está formando essa base espírita é um caminho lento. É um caminho lento, mas não tem problema. Nós temos. Quantas vidas a gente vai ter aqui para estar trabalhando isso, a eternidade, a eternidade? E aí, Henry, como é que se estuda Allan Kardec na casa espírita? A paz é, caramba.

Você deu uma, deu uma falando da Alegria de ês eu sou assim também, né? Eu gosto de fazer isso quando eu estou dentro da casa espírita. Falando de Kardec, eu fico até muito impulsivo, inclusive impulsividade, no sentido de querer falar, de querer puxar, porque eu acho, gente, não tem estudo do espiritismo. Sem questionamentos. Deixar as pessoas perguntarem porque as pessoas vão para a casa espírita querendo perguntar com dúvidas.

E você fazer um curso, despedi de eslim do jeito que está lá, com as apostilas, ninguém pode perguntar nada, tem que fazer isso. É chato. Como é que falou? E pior ainda, isso está afastando os jovens. Eu me preocupo muito com isso, né? Falou assim, aí está ficando muito velho, gente, os dirigentes, estou ficando velho. Os jovens têm que assumir agora os jovens.

Se você chegar ao jovem e botar ele numa cadeira, passar 1 hora falando da apostila ai, porque dentro do explica pá, pá, pá, pá, pá, pá, pá, ele não vai aguentar tem que ser do jeito que o neto falou com Alegria, cuida dele e mais a gente também tem que estar preparado. Dos questionadores, aqueles que vem com essas Ideas engessadas e começam a bater de frente, aí você tem que usar o chicote de erasto, né?

É a única saída é você usar o chicotinho de erasto, que eu acho magnífico, toda a parte moral que tá lá, né? Eu sempre se terás gosto muito de erasto, por um simples motivo, se a gente tivesse escutado o que ele falou que é melhor. É melhor a gente recusar 10 verdades do que aceitar uma mentira. A gente não estava na confusão que está hoje e ele foi muito, mas muito feliz. Quando ele falou isso. Então a gente tem que estar o tempo todo e eu acho assim.

A formação dos jovens do jovem espírita eu vejo. Fico muito preocupado que eu acho que em todo o meu espírito Brasil não está se pensando nisso. A gente tem que estar preocupado com isso. O espírita, o meio espiritual envelhecendo, né, né? Com alertou isso. Concordo com ele. Temos que deixar os jovens livres. EE também dentro da da da da da. É colocar Kardec dentro desse,

dessa mentalidade. E deixar eles assumirem compromissos, assumirem e fazerem isso, porque realmente a gente está ficando velho e os Oo jovem tem que entrar, né não, né? Vamos passar a bola pra esse pessoal, eu. Eu só. Se o Marcelo me permite só pra. Para complementar a trajetória. Espiritual de todos nós. Elas precisam ser renovadas de tempos em tempos. Não adianta que você não mantenha uma trajetória única, não é linear durante 20 anos sem

quedas, você sempre vai cair. Vai ter um momento que você não consegue. Você está com o saco cheio de ir para casa espírita, então você precisa de uma reciclagem de tempos em tempos para poder retomar esse entusiasmo. Eu gosto da palavra entusiasmo. R esse contato que a gente tem, né, que a gente demonstra. Né? Vou usar até vou até ser mais arrojado. Esse contato uso com as coisas divinas.

Vamos colocar aqui uma é esse exagero mesmo e a gente trabalhando com a racionalidade é esse entusiasmo que nós temos, que nós precisamos renovar de tempos em tempos na casa espírita e vocês podem na casa espírita e nas ambiências espíritas que que a gente frequenta. Então a gente sabe pelo e secar, porque às vezes a gente vai a gente conversa, poxa vida. Né? O pessoal a gente tá cansado e vai aí de vez de quando alguém tem uma ideia, está todo mundo entusiasmado, todo mundo abraçar

a causa e fazer porra. Nem parece a mesma turma agora já tá todo mundo porque é normal do ser humano esse tipo de atitude, porque a gente não consegue ter uma caminhada linear única, a gente cai, a gente escorrega, né? Então foi para acrescentar realmente isso, essa renovação que é importante. Muito bem, minha gente, acho que as respostas de vocês foram bem complementares e se eu puder botar a minha colher aí nesse angu?

Eu estabeleceria como sugestão para que os nossos grupos estudos se focassem em 4 aspectos, em 4 elementos essenciais, para que a gente possa resgatar e trabalhar com mais afinco. A ideia de Kardec. O primeiro deles é o dinamismo que vocês falaram, né? Precisamos ser dinâmicos, precisamos utilizar técnicas de ensino aprendizagem, técnicas de estudo, que sejam estimulantes. Precisamos ser criativos, aproveitando.

Os os referenciais, aproveitando os valores ou, como disse Jesus, os talentos dos membros do grupo, descobrindo em cada um deles, no que eles podem contribuir de uma forma mais expressiva para que eles se sintam parte do processo e não meros espectadores ou meros depositários do conhecimento. Amorosidade sermos essencialmente amigos entre si.

Kardec falava disso, né? Ri. Quando ele estabeleceu que o laço afetivo entre as pessoas que faziam parte dos grupos das associações das sociedades espíritas naquele tempo tinha que ser o elemento essencial, porque essas pessoas não se conhecem, não se confraternizam, não têm uma proximidade. Fica muito difícil trabalhar.

Entre os encarnados e com os desencarnados e o último elemento que parece ser o corolário disso tudo é a fidelidade a Kardec. Nós não podemos deixar de lado as premissas fundamentais, porque se não, nós vamos estar trabalhando, praticando tudo. Menos espiritismo, pedir pra nossa técnica como local observação muito interessante do Iran Damasceno para que a gente possa encaminhar a última questão. E o Irã precisa fazer lá o nosso, a nossa checagem com Extreme hard, o Facebook, para

que possa aparecer o rostinho. Né? E o nome do Irã? Mas ele diz assim, se os espiritismo, se os espíritos comunicantes são considerados superiores, independentes de se respeitar as crenças da humanidade atual, não trariam mais doutrinação dogmática? Essa observação é importante porque muitas das vezes nós encontramos numa comunicação selecionada por Allan Kardec, seja na revista espírita, seja nas chamadas obras fundamentais, que tem um conteúdo moral muito destacado.

Que é um elemento muito avançado para o tempo de Kardec ainda para o nosso tempo, mas às vezes a própria comunicação é, é como eu costumo dizer, dentro desse k, é a embocadura do cachimbo que deixa a boca torta, né? Então o indivíduo está aí 235 encarnações como membro de madeira, em nada agremiação religiosa. Ele vai ter uma tendência a explicar as questões com base do dogmatismo, né? Isso não vai ter problema se você souber na interpretação.

Da mensagem ira estabelecer um parâmetro de divisão entre o que é o conhecimento efetivamente superior e o que é a deficiência da linguagem em razão do compromisso em razão da frequência em razão do costume que aquele espírito encarnado ou desencarnado tem de fidelização. É determinadas teorias ou a determinados movimentos. Então, dentro do espiritismo, nós vemos muito o comportamento de dizer há. Mas Emanoel disse há mais, Chico disse.

A mas o dirigente e tal disse, ou então há está lá, ó, assinado pelo espírito São Luís no céu e inferno São Luís também tinha as suas limitações e nós estabelecemos um pedestal onde vamos colocar espíritos ou encarnados superiores a todos nós. Nós vamos apenas adotar uma postura perigosa de idolatria. O espiritismo tem que ser e não pode perder a sua marca de criticismo.

Gente, nós já estamos aí com 1 hora e 40 de live eu vou fazer a última pergunta, e aí, já você, já aproveita cada um que for respondendo fazia as suas considerações finais em homenagem ao nosso público fiel que está conosco desde às 18 e 30. AA pergunta final é, para puxar um pouco a brasa para o nosso movimento com Kardec, para o nosso grupo espiritismo com Kardec, logicamente.

Cláudia, vou começar por você. Quais seriam as ferramentas para que possam ser utilizadas nas instituições espíritas? Para nós disseminarmos e vivemos vivermos realmente um espiritismo com Kardec? Em outras palavras, que ferramentas podem ser úteis para que a gente desenvolva, dissemine o conhecimento com de um espiritismo com Kardec? Vamos lá através do estudo, né? Nós já falamos tanto da arte. AE esquecendo um pouco, também esse lado, como a Simone colocou, né? Conservador igreja gis ta

moralista, né? É uma coisa mais simples, mais dinâmica, como eu disse o Neco, mais bacana EE uma coisa alegre. Eu acho que o movimento espírito é muito triste, muito chato, muito meu Deus, eu estou sofrendo, não é como os meninos disseram, é Alegria, eu gosto disso, Alegria, música, algumas vezes a gente coloca No No, no, no final das aulas, uma música como prece, hoje não vamos fazer uma.

Parece, nós vamos colocar uma música que tem a ver com o tema da aula e aí as pessoas começam a pensar na, na, naquela música. Então eu acho que são essas as ferramentas, né? A arte é o estudo, é Alegria, é a música EE por aí vai, né? EE assim, dessa forma, inclusive, inclusive colorindo, né? Porque as casas espíritas são branca, sozinha, o silêncio é uma prece, não vamos colorir, vamos trazer Alegria, vamos, eu acho que isso que que é muito

importante dentro da casa. E nesse sentido, que nós vamos trazer quem, os jovens? Porque da forma que está, você sabe que consultando os jovens outro dia eles disseram se eles poderiam fazer pinturas na parede da casa espírita ou escrever frases de motivação, frases de Alegria, pedaços de música nas paredes para alegrar aquele ambiente do salão maravilhoso. Agora desculpa a minha. Palavra mais a velharia que isso, não?

Vai poluir, vai baixar a vibração, então, nós precisamos disso, dessa interação com a Juventude, da Alegria. Obrigada pela participação. Obrigada por sempre poder contar aqui de. Poder estudar e trazer EE sempre aprender com com esse CKE, com essa troca tão gostosa beijo. Bacana, Cláudia. Aguarda lá na salinha do chá que nós vamos partir aí pro encerramento dos nossos 2 outros

companheiros. Henry, então o que é que nós podemos utilizar enquanto ferramentas para disseminar, reviver realmente o espiritismo com Kardec? Em 1860, Kardec começou a receber uma comunicação de um espírito que chamou muita atenção dele pelo conteúdo das mensagens. E quando Kardec pergunta esse espírito, como é o nome dele, ele fala, Oh, você pode me

chamar de a verdade? E uma das comunicações desse espírito que ele vai colocar na. Nos no, no evangelho, no capítulo 6. Ele dar essas ferramentas. Dizendo assim, espiritas. Amai-vos este o primeiro mandamento. Segundo instruí-vos, desde o segundo. Então essas são as 2 ferramentas fundamentais. E a instrução? Passa pelo estudo. Das obras fundamentais. Muito obrigado, Marcelo, por tudo.

Pelo convite. Gostei demais, principalmente das colocações do do do Neco, que vem carregado de de emoção. Parece um menino de 12 anos falando até mais um abraço. Valeu, Henry, muito bom ter você também na nossa bancada. Aguarda um pouquinho lá na sala de chá e vamos então jogar a batata quente no menino de 12 anos e o nosso Neco. Qual é ou quais são as ferramentas que são úteis nas instituições espíritas para disseminar e viver um

espiritismo com Kardec? O Marcelo, nós temos a todas as ferramentas que a Cláudia falou, o Henrique falou, você pode usar a arte, você pode usar os grupos. Os grupos da Juventude e da evangelização que esse pessoal. Ele vem com gás e você pode dar Liberdade para todos fazerem, está para todos realizarem. Pode ser mostra de arte, pode

ser feira de livro. Você pode ir nas próprias palestras, nas próprias palestras, sugerir temas importantes que os trabalhadores abracei, tá nos contatos pessoais que você tem com os frequentadores, você. Fala de Kardec na comunicação digital, Marcelo indicando e secar para as pessoas participarem, você também pelo seu próprio site das casas espíritas. O que eu vejo nos sites das casas espíritas? Marcelo é aquela relação de palestra.

Ali você vê um Kardec cheio de cheio de de coisas, rococó, às vezes uma imagem de Cristo atrás. Isso. Isso é espanta, qualquer jovem Marcelo. Né? Você tem que ter alguma coisa dinâmica no site você tem que ter uma comunicação dinâmica. O site, ele precisa dialogar com a atuação de comunicação dentro da casa espírita e, por fim, Marcelo fazer um buscar No No Magrão, no Jesus, quando ele fala da abundância, tudo que nós. Temos, é tudo o que nós desenvolvemos em abundância.

Nos será acrescentado ainda mais, ele disse. E algumas passagens do evangelho, então eu sugiro como última ferramenta utilizar a abundância. Em Kardec, não há escassez, não temos que ter escassez em Kardec, temos que ter abundância em Kardec o tempo inteirinho. Marcelo dentro das casas espíritas em todos os locais, é por esse motivo que eu estou aprendendo nos secar o tempo inteiro. Porque nós temos nesse k abundância de Kardec, né? Então tá aí as ferramentas a foi

muito bom participar da live. Como sempre, Marcelo, a gente chega devagarinho, a gente vai sentindo aqui Oo clima da live, daqui a pouco já história e já fica uma coisa fantástica. O tempo passa num num num piscar de olhos, muito obrigado mesmo, do coração, Marcelo, por ter me convidado para ter essa oportunidade de debater com a Cláudia, com r com você e aprender bastante, viu? Um amigo.

Valeu, querido, mais uma live que nós estamos encerrando com a sua participação como a cereja do bolo na noite de hoje. Nosso agradecimento aguarda um pouquinho lá que nós já vamos fazer o encerramento. Viu, gente? Nós podemos falar de coisas agudas, de coisas graves, sem

perder jamais a nossa ternura. Nós somos conhecidos no movimento ou no meio espírita em geral como sendo um grupo essencialmente crítico e às vezes somos acusados de sermos ortodoxos porque privilegiamos Kardec sob todos os outros conhecimentos. Na verdade, nós não somos ortodoxos, nós somos fiéis ou, como disse agora, bem, pontualmente o Neco, nós temos que valorizar essa ideia do congraçamento entre nós. Temos que buscar essa oportunidade. Para entendermos também como o

outro. Conhece como o outro compreende o espiritismo, mas sem perder o liame principal vínculo que nos faz trabalharmos as ideias espíritas na atualidade. Vou pedir pro pessoal da técnica eu colocar o convite para você que está aí para você, que nos acompanha que a nossa próxima live será no dia 21 de maio também sábado, sempre os embalos de sábado à noite, do e secar a partir das 18 e 30, com um tema muito interessante e peculiar. Que tem uma tangência com essa

discussão que fizemos hoje. A música para o espírito e para os seres vivos. Vamos estar recebendo com muita Alegria pela primeira vez na posição número 1 da nossa bancada, o nosso querido Evandro oliva, responsável pelo nosso espiritismo, caste, que é parceiro do ECK. Para debater esse tema, teremos o nosso Ricardo sardinha, músico e a nossa querida Deborah Nogueira, que é diretora de

teatro. Que vão nos dar esses tons, essas cores, esses sons, essa Alegria, esse dinamismo necessário para oxigenase alavancar o movimento espírita, que é formado por nós, então esperamos você daqui a 2 semanas nesse mesmo bat horário nesse mesmo bat local para tratarmos da música essa música aqui. Engrandecer o nosso espírito, essa música, como disse um espírito. Allan Kardec, que é a tradução mais fiel das fímbrias dos elementos que fazem parte da nossa natureza espiritual.

Vamos deixando então mais uma vez a nossa live vamos encerrando, lembrando a vocês que hoje a nossa live foi transmitida simultaneamente pela primeira vez. Pelos nossos parceiros agora do espaço espírita, a quem nós agradecemos e abraçamos, já que estamos ampliando aí as formas de alcance para chegarmos a mais corações e mais consciências a você que esteve conosco o nosso muito obrigado, a nossa Alegria de vê-lo por aqui e traga mais amigos para acompanhar ao vivo

as nossas livres. Porque na medida do possível nós colocamos as perguntas, os comentários. Fazendo com que você também esteja dentro deste quadradinho, que é a nossa live. Muito obrigado, um grande abraço. Tchau.

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