Olá, esse canos e as secanas, tudo bem? Estamos de volta com mais uma live, a terceira do ano de 2024, aqui nos embalos de sábado à noite, do grupo espiritismo, com Kardec. Ficamos muito felizes com a sua presença e com a sua participação nessa live especialíssima que vai debater o pensamento socialista e progressista na obra de Kardec. É, estamos nós mais uma vez trazendo um tema que é de indizível atualidade, de indizível importância e que deve merecer de todos nós kardecistas
espíritas. Um exame acurado para entendermos bem quais são os nuances da proposta espiritual para o nosso planeta e para a humanidade que aqui vive. Nós vamos abrir o nosso trabalho, como sempre fazemos.
Com uma pequena citação relacionada ao tema da lavra de Allan Kardec, esse trecho está no livro viagem espírita em 1862. Mais especificamente no título discursos proferidos nas reuniões gerais dos espíritas de Lyon e de Bordeaux, número 3. Então Allan Kardec assim proclama, quem quer que alimente contra o próximo. Sentimentos de ódio, de animosidade, de inveja, de rancor, falta com a Caridade. A Caridade é a antítese do egoísmo. A primeira é a abnegação da
personalidade. O segundo é a exaltação da personalidade. Uma diz para vós, em primeiro lugar, para mim depois, e o outro para mim antes, e para vós, se sobrar a primeira. Primeira, isto é, a Caridade está toda inteira nestas palavras do Cristo, fazer aos outros o que quererias que vos fizessem numa palavra, aplica-se, sem exceção, a todas. Vou repetir todas as relações sociais. Haveremos de convites?
Kardec, que se todos os membros de uma sociedade agissem de conformidade com esse princípio, haveria menos decepções na vida com esse. Com esse pano de fundo, com essa estrada pavimentada para o nosso debate, vamos chamar os participantes de hoje, em especial o primeiro deles, o nosso convidado especial Luís Gustavo Oliveira dos Santos, que toca, e os clarins. Tipo. Muito bem, Luiz. Seja muito bem-vindo a essa bancada mais alegre e mais debatedora da internet espírita
brasileira e mundial. Muito obrigado Marcelo. Obrigado a todos do grupo espiritismo com Kardec. Uma honra estar aqui novamente, né? Mais uma vez participando de Lives com vocês e trazendo aí algumas reflexões, né? Sobre o kardecismo, uma Alegria. Boa noite a todos. Estamos muito felizes de receber novamente o Luís Gustavo em nossa bancada nos embalos de
sábado à noite do ECK. Luís é mestre em filosofia pela UnB universidade de Brasil. Especialista em filosofia política e licenciado em filosofia pelo antigo instituto de ensino superior do centro-oeste, o iesco é professor de filosofia na Secretaria de estado da educação do Distrito Federal e no meio espírito é palestrante há 18 anos. Acho que já há 19, né? Luís e ministrador dos estudos doutrinados há 15 anos no centro espírita fraternidade e alta de Sousa, na cidade.
Satélite de calangolândia, no Distrito Federal, é também tradutor para a nossa Felicidade de 12 obras espíritas clássicas e ou listadas no catálogo racional para fundar uma biblioteca espírita, uma das 32 obras do nosso querido rival Kardec apresentado o nosso querido Luís, vamos chamar o debatedor dessa noite o nosso António Carlos Amorim. Seja bem-vindo, António Carlos, e que toquem também os clarinhos. Olá, pessoal.
Uma satisfação estar participando com vocês mais uma vez e eu vou aproveitar para aprender hoje, né? Um pessoal qualificado na bancada eu vou procurar absorver o máximo possível. Temos certeza Amorim que além de aprender, você também vai ensinar, né? Porque o processo de aprendizagem tá aí o Luís, professor de filosofia e eu professor de direito, para tratar dessa temática. É um processo contínuo de aprender e ensinar, né? É uma via de mão dupla, todos
aprendemos uns com os outros. Essa é a dinâmica fantástica da vida. Mas o Amorim é bacharel em economia, é estruturador, é. Não, eu acho que eu fiz confusão aqui. Antônio Carlos Amorim, se apresente por gentileza, porque eu acho que a minha produção aqui me deixou na mão. Ah, é muito simples. Eu sou técnico eletrônica e já trabalhei inclusive com
construção civil. Mas atualmente aposentado, eu trabalho no centro espírita do Ismael, onde eu sou um dos membros da diretoria, participo dos estudos. Os estudos são sempre em grupo em nossa casa e participo da usi através da distrital do Ibirapuera e do conselho deliberativo estadual. Muito bem escusas aí, Amorim, eu acabei trocando aqui o arquivo e se eu for procurar o outro onde está no computador, aí nós vamos perder um tempo riquíssimo aí
dos nossos debates. Tenho certeza que você, nosso espectador, nosso internauta, compreende. Porque somos todos humanos e acontecem essas falhas. Desculpem a nossa falha, diria o âncora do jornal da rede de televisão brasileira. Vamos lá, vamos iniciar a nossa conversa. Vou fazer aquele bate-papo de sempre, pergunto para o Luís e depois deixo o Amorim falar e vice-versa. E a gente vai compondo aí a nossa colchinha de retalhos para trabalhar o tempo.
Vamos iniciar com essa ideia aí de progressismo, que está é no título da nossa live, né? E também de socialismo falar de progressismo e de socialismo. Luís diante de um quadro de divisão nacional, né? Praticamente meio a meio da sociedade política brasileira entre 2 líderes político-partidários da atualidade ocasiona nas nossas vidas. No meio espírita, no meio familiar, no meio do trabalho, no meio da escola.
No meio dos nossos centros de lazer, rupturas e embates, quando não violências de ordem moral ou de ordem física. E isso tem ascendido, de certa forma, uma expressão de Allan Kardec contida na revista espírita de fevereiro de 1862, quando Kardec dá a sua mensagem de Ano-Novo aos espíritas leoneses, e ele diz o seguinte, abre aspas, afastai cuidadosamente de vossas reuniões tudo quanto disser respeito à política e às questões irritantes.
Ele não declarou muito bem que seriam essas questões irritantes. Então fica aí ao nosso leitor e fica para nós aqui no debate também tentarmos entender aí a mensagem cifrada de Allan Kardec neste ponto. Mas ficamos principalmente com a questão é ou com as questões políticas? E aí ele termina assim, nesse caso, no caso das questões irritantes e políticas, as discussões não levarão a nada e apenas suscitarão embaraços enquanto ninguém. Questionará a moral.
Se ela for boa? Essa fala de Allan Kardec, Luiz Gustavo teria ou teve qual motivação naquela época? Muito bom Marcelo trazer essa questão, né? Vez por outra, nós vemos realmente até postagens com o quadradinho recortado, com essas falas de Kardec aparecendo nas redes sociais e chamando as pessoas a evitar, né?
De qualquer modo, a política tivemos até oportunidade, bem me lembro, no outro encontro em que aqui estive com vocês, de falar se o espiritismo trata de política e abordamos esse ponto. Bom, o motivo é, tem vários. Dá várias razões para isso estar no texto de Kardec começarei com a questão da palavra irritante, as questões irritantes. Podemos encontrar também uma referência a elas no evangelho segundo o espiritismo. Quando Kardec está se referindo ao é a atuação.
De Jesus, né? E frente aos? Fariseus, então você vê ali que algumas posições que pudessem indispor. Os poderosos, os fariseus, os erodianos quem fosse. Podia ser considerado questão irritante, né? E faziam essas questões também a Jesus, tentando, dado que ele era um rabi, tentando desnorteálo, tentando deixálo, indisposto. Quando vemos na revista espírita é essa. Essa novamente essa expressão aparecendo, isso se refere exatamente ao contexto da época, né?
Na França, em que. Sabe-se que Kardec escreve sobre a ditadura de Napoleão terceiro. Sabe-se que ditadura havia também em outros países, por exemplo na Espanha, como há comunicações na revista espírita bem declarada sobre isso? E Kardec tenta ao máximo fazer com que os grupos espíritas não sejam proibidos, invadidos, cancelados pelos governos associados, que eram a igreja. Dessa maneira, ele tenta fazer
com que as pessoas veja bem. Ah, só pra dar um detalhe, havia espiões dentro dos centros espíritas. Que faziam a observação, se aquilo não podia ter um teor, aquelas reuniões, não pudesse ter um teor subversivo aos governos ditatoriais? Então, para evitar que a opressão do governo calasse os centros ou impedir sua atividade, houve essa, esse cuidado. Mas observe-se também um detalhe, aqui a palavra política é polissênica. Você pode pensar em política no
sentido contextual, conjectural. A política no Brasil, a política nos Estados Unidos, a política na França são diferentes devido à sua forma de funcionar, ao sigilo de rotação. Como poder se distribui essa política contextual. Mas nós temos também o sentido da política teórica. Filosófica. Na qual está incluída no termo moral, inclusive quando pegamos manuais de filosofia. Na época de café, por exemplo, de Paul Janete.
Encontramos lá o hotel de Régis de Oliveira, encontramos lá dentro do tomo da moral algo chamado moral social ou moral maior. Diferente da moral menor ou moral individual, que é a mesma coisa que a política, que trata de quê? Leis? Autoridade, deveres, direitos, propriedade, Riqueza, pobreza, distribuição, produção, et cetera, escravidão, emancipação e tudo mais. Então esses assuntos são do âmbito da moral. Social ou política teórica?
Então é essa que é proibida na doutrina, até porque ela está presente no livro dos espíritos, está presente em vários artigos da revista. O problema é a política. Contextual. Conjectural. Que vai falar de pessoas, de partidos, né, de ações de governo, essa aí que o Kardec tomava cuidado, mas observando hoje, né, um Panorama democrático. Essas observações podem ser também recontextualizadas e
reconsideradas, né? Dado que aqui não vamos, estamos no ambiente, seja preso ou se cancele ou se feche um centro, espírito a mais, mas até pouco tempo isso podia acontecer. É mais ou menos isso aí, Marcelo, por enquanto. Muito boa contextualização, Luís Gustavo.
E vamos lembrar que aqui no Brasil, mesmo em razão da pressão da igreja católica, principalmente em cima dos governos, nós tivemos centros espíritas sendo fechados, espíritas sendo conduzidos para acareação policial, em razão da proibição no código penal da década de 30 do curandeirismo, né? E nós sabemos que o espiritismo sempre esteve. Associado às práticas.
Pura as práticas assistenciais e por isso envolvido na questão política, já que a assistência social e a saúde são Vertentes importantes do contingente político da nossa sociedade, político de polis, que quer dizer cidade ou estado e que tem a ver com a administração da própria sociedade. Então essa contextura que você muito bem. Iluminou para nós da época de Kardec e do momento ditatorial que vivia a França. E da atuação do governo francês de policiamento de todo e qualquer organização.
Quem assistiu, por exemplo, o filme é Kardec, a história por trás do nome, que é a biografia romanceada do codificador. Viu que ele teve que? E solicitar a uma pessoa da sociedade parisiense de estudos espíritas que intervisse junto ao Ministério do interior francês para obter a autorização novamente para que a sociedade pudesse abrir as suas portas. Né? Porque lá não existia nenhuma conjectura, nenhuma teoria da conspiração contra Napoleão, né?
Nós vamos puxar o Amorim para essa conversa. Amorim, a frase de 1862 de Allan Kardec, essa contextualização para ter um certo de cuidado com a política. Ela estaria atual? Ela seria adequada para os nossos tempos? É preciso adequála, né? Não, não é possível. A gente simplesmente é aplicar hoje todos os conceitos. Da forma como Kardec expressou naquela época, a situação é diferente, inclusive o desenvolvimento da sociedade. Mas é na USP.
Nós temos procurado enfatizar a questão da não discussão político partidária. Porque certamente isso inflamaria é pessoas que têm posições diametralmente opostas. E, como Kardec diz, realmente não se conseguiria resolver nada com base nessa discussão. Mas todas as discussões que falam sobre o serviço assistencial, sobre ensino, sempre são políticos, como o Luís Gustavo, comentou. Então é importante a gente lembrar que.
Todas as questões sociais envolvem política, porque, afinal, política é arte de se conduzir em sociedade. Então, todas as nossas discussões, de uma forma ou de outra, acabam envolvendo aspectos políticos. O que nós procuramos evitar é partidarizar essa discussão, personalizar a discussão. Mesmo fazendo esse cuidado, muitas vezes, nós. Enfrentamos algumas alguns dissabores entre os nossos participantes que se sentem tocados quando, por exemplo, se falava sobre vacina, a
importância da vacina. E nós tínhamos entre nossos participantes pessoas que achavam que a vacina tinha problema, que IA acabar prejudicando a fertilidade dos filhos e que, portanto, não deveria aplicar. E toda essa discussão que a gente sabe de onde que vem e com que objetivo que vem. Desta forma, eu entendo que AA nossa posição é de efetivamente tratar os assuntos No No aspecto teórico, como Luiz Gustavo bem enfatizou, ou seja, no na questão social, na questão doutrinária, sem.
Personalizar sem, particularizar sem. Colocar um partido em discussão é é sobre a análise direta dentro do movimento espírita, porque realmente. Isso seria realmente algo é motivo de irritação. Olha só, né? A questão de assuntos irritantes é exatamente isso que o Amorim acabou de contextualizar, aquele assunto que promove a dissensão e a discussão inútil do tipo assim, eu sou Flamengo, você é Vasco. Nós não vamos achar nunca um ponto de coalizão, porque cada
um tem a sua paixão, né? Eu sou espírita e você é evangélico. Se nós formos tratar de questão de. Qual religião ou qual filosofia é melhor? Também vamos entrar num beco Sem Saída. Claro que é possível chegar a pontos de conexão entre a paixão futebolística, como eu exemplifiquei, e entre a paixão religiosa. Isso não afasta a possibilidade, como vocês 2 mencionaram, de nós tratarmos das questões que digam respeito à proposta transformadora do espiritismo na sociedade.
Sem entrar nas minúcias das preferências pessoais e das opiniões pessoais, lembramos que Kardec reple completamente a ideia de opinião pessoal, o que não significa que ninguém seja privado ou todos sejam privados. De exporem as suas opiniões, o que não podemos transformar é a opinião de um ou de poucos como sendo catedrático. Dentro da filosofia esquerda. Muito bem. Vamos seguir é, temos uma pergunta que fala especificamente sobre solidariedade e solidariedade social, né?
Nós temos uma sociedade extremamente consumista. Amorim, agora eu vou fazer a pergunta, primeiro pro Amorim e depois pro Luís. E esse apelo é ao consumo. Acaba sendo feito em detrimento da educação e da moralização dos indivíduos. Né, nós temos uma questão muito preocupante, que é uma parcela significativa do movimento ou do meio espírita que não se levanta em relação a questões sociais, de política planetária, como, por exemplo, questões trabalistas, né? Já vi muito espírito a falando.
É contrariamente, por exemplo, aos direitos trabalhistas dos Ubers. A uberização do transporte. Ela é uma facilidade para a nossa vida contemporânea. Mas ela deve respeitar os elementos que assistem a qualquer trabalhador, os direitos trabalhistas, que são extensivos a todos os cidadãos, cidadãos brasileiros, né?
Então, nesse sentido, falar em solidariedade social, falar em fraternidade e também falar em Caridade, não no sentido do assistencialismo, mas do apoio do Amparo e do trabalho em favor dos menos favorecidos, sobretudo os hipossuficientes, económicos
e politicamente. Como é que os espíritas podem efetivamente Amorim, contribuir para a estruturação daquilo que é dito pelos espíritos superiores como sendo a sociedade do futuro, a sociedade onde haja Amparo, fraternidade, onde os homens se derem as mãos, palavras de Kardec, a fim de promover o chamado bem-estar social para todos? Você há pouco falou a respeito daquela frase de Jesus, né? Que devemos fazer ao próximo, que gostaríamos que nos fizessem, ou seja, ação, não omissão.
Algumas pessoas usam a frase não fazer ou outro que não queremos que nos façam. Aí é, é a omissão. O que Jesus disse, pelo menos é o que está registado, é a ação, é a atitude. Quando nós estudamos no livro dos espíritos, por exemplo, a lei do trabalho, uma das 10 leis Morais. Uma das formas de abordar as questões Morais que Kardec encontrou fazendo essa divisão didática pedagógica. Ele fala ou ele questiona os espíritos a respeito das das? Responsabilidades que temos uns
com os outros. Então ele fala, por exemplo, do excesso de trabalho, ele fala. Do Amparo que as pessoas devem receber? Agora há pouco você também, disse Marcelo sobre é, é se nós todos, né? Naquele discurso de de Kardec, se nós todos fôssemos pessoas bem equilibradas, bem educadas, a sociedade seria uma maravilha. Então, quando nós? Coordenamos essas questões, nós percebemos que é, é, é perfeitamente possível.
Nós teremos uma sociedade em que haja pessoas que dispõem de mais recursos e outras de menos recursos, mas que convivam fraternalmente, oferecendo as melhores condições possíveis para aquele que tem menos recursos. Até porque, se aquele que tem recursos for inteligente, ele perceberá que o outro que tem menos recursos. Estando melhor amparado, estando mais instruído, mais educado, ele vai ser mais eficiente, então é uma questão até de
inteligência. Que é AA as empresas ao invés de estrangularem os seus funcionários. Ofereçam facilidades, ofereçam benefícios. Na minha visão, então, o que o espiritismo nos oferece é um caminho seguro para que nós nos desenvolvamos. Respeitando as necessidades e as possibilidades das criaturas, já que nós. Somos todos diferentes EE, já que nós estamos todos em aprendizado. É até interessante a gente lembrar quando Herculano fala
sobre ciência espírita, né? Que em matéria de doutrina espírita somos todos aprendizes e quando eles somos todos aprendizes, eles se inclui como aprendiz também. Ele não fala que os outros são aprendizes dele? Isso é muito importante. Então, quando nós concatenamos todas essas questões, me parece que o espiritismo oferece um
caminho seguro. O respeito que antecede o amor ao próximo é o caminho para que a gente tenha uma sociedade mais equilibrada, onde as pessoas não busquem destruir a outra. Onde não exista. Oo. O anseio pela Posse de tudo o que existe, porque o consumismo realmente é uma doença, muito mais do que uma situação social, é uma doença porque as pessoas anseiam consumir, anseiam
possuir as coisas. Achando que isso lhes traz Felicidade. E quando ela consegue essa coisa, ela fica alegrinha e logo ela cria uma nova meta. E essa meta nunca é alcançada na verdade, então ela está permanentemente infeliz então? Tudo isso faz com que o espiritismo, repetindo, nos ofereça um caminho seguro para no futuro, nós sermos felizes. Luís é, ao que nos parece, é dentro dessa muito oportuna colocação do Amorim, nós já sabemos o que fazer. E ainda, engatinhamos ou nos
atrasamos no como fazer, né? Ou seja, a gente prescreve o que é melhor para a sociedade, qual é a nossa visão sociológica e política para a reforma social? Mas está faltando, ao meu entendimento, arregaçar as mangas espíritas e fazer alguma coisa para você. É mais ou menos isso. Bom, de fato, né? É muito interessante o que nos traz o Amorim AA conscientização do espírita, né? A esse respeito sobre a necessidade da ação e também, evidentemente, de. Colher da doutrina os elementos
que favoreçam esse essa prática. Evidente que a moral, para o Allan Kardec está contido nas obras espíritas fundamentais. Não é uma moral apenas para a salvação individual, é uma. É uma moral que tem como fim. Formar o ser, que será um ser coletivo, que será um ser que vê a no outro, a na dor do outro, a sua própria dor, né? Um ser que compartilha da vida, da existência. E então toda a moral. Ela não pára no indivíduo, ela, ela vai até o coletivo.
Eu quero até se possível. Marcelo, colocar na tela aí uma. Uma pequena passagem de Kardec é possível. Para compartilhar com vocês? Se você é, não sei se você consegue compartilhar, mas se você colocar aqui no chat, o Ricardo consegue colocar na tela. Prontinho. Então, AA doutrina espírita eu coloquei aí no chat, né? Se possível a gente compartilhe a doutrina espírita. Ela tem de fato? O conteúdo sobre. A solidariedade, esse tema que o Marcelo nos trouxe aí na questão, né?
A solidariedade, ela aparece na doutrina como AA, uma ajuda mútua entre os seres, que é um tema caro à própria filosofia política, né? Então já está aí, é na tela, né? Veja só, por exemplo. Na passagem sobre. Aqui No No evangelho segundo o espiritismo, o pedido que nós fazemos para que o Reino chegue, que teu Reino chegue, né, aqui na Terra. Com as leis, fariam reinar entre
si a paz e a justiça. Eles, os homens se entre, ajudariam mutuamente em em lugar de se prejudicar, como fazem o forte, sustentaria o fraco em lugar de esmagálo. Você tem várias passagens nesse sentido dentro da doutrina. Né? Por exemplo, sociedades de Socorro mútuo. Veja bem, que passagem interessante da revista? Se multiplicam de todos os lados. Em todas as classes trabalhadoras é uma excelente instituição, prelúdio do Reino da fraternidade e da solidariedade, de que se sente a
necessidade. Então veja a necessidade de criarmos uma solidariedade para que ninguém mais careça do necessário. Vai trazer o que chamamos de Reino do bem para a Terra. Você tem diversas passagens sobre isso. Dentro da doutrina? Eu quis mostrar que algumas. Estão aí na tela para vocês, por exemplo? Né? Nada mais de forte esmagando, explorando fraco equidade voluntária em todas as transações. Meus filhos ajudavam-vos mutuamente. Conforme a lei do progresso. Nós sabemos que.
A vou tirar aqui a compartilhamento AA possibilidade de nós pensarmos em uma mudança para longo prazo e para curto prazo. Como realizar isso a longo prazo e a curto prazo, né? O como a questão do Marcelo. No longo prazo, o socialismo implantado na sociedade, certo? O socialismo implantado na sociedade. Mas a curto prazo, enquanto não chega essa fase socialista, há o que se fazer, há o que se fazer. Por exemplo, proposta do do Amorim criarmos empresas cada vez mais.
Passíveis de participação dos trabalhadores. Os chamados lucros. Fazer com que haja mais. Previdência social. Caixas fundos de ajuda mútua para a necessidade, para que não seja o cada um por si, para que nós possamos compartilhar aos poucos aquilo que produzimos, né? E que detenhamos socialmente. Mas a economia mais distributiva, menos egoísta, essa é a ideia, é, então nós podemos sim criar propriedades cooperativas ainda antes do socialismo aparecer, para
podermos colocar isso. E o espírito está entra nisso como primeiro conhecendo que a doutrina faz isso. Incorporando a moral, que é uma moral coletivizadora, e depois apoiando políticas públicas que sejam sugeridas aí no nosso contexto, para que isso seja aplicado de fato. Então, nós temos que ter o discernimento para ver as propostas políticas que apareçam aqui e ali entre os partidos que estejam por aí, né? Para que? Possamos dar a adesão àquelas que realizarão esses projetos
que o espiritismo propõe, né? E afastemo-nos daqueles projetos que nada tem a ver com a doutrina espírita. Acho que é mais ou menos isso aí, Marcelo. Muito bem, temos aí já um material importante para você que está assistindo a nossa live.
Agradecemos a qualificada e vultosa audiência que nos acompanha ao vivo agora em todas as nossas plataformas e. Para ir juntando essas ideias e formando a sua própria convicção, OECK tem a filosofia de não apresentar como tábula rasa, como verdade incontestável, o conteúdo das nossas Lives, dos nossos textos e dos nossos editoriais.
Nós seguimos a diretriz e a premissa de Allan Kardec no sentido de oferecer as informações e que cada um, com base em sua intelectualidade, em seu progresso espiritual e na gama de conhecimentos que amealhou, não só nesta vida como na no curso das reencarnações, tome as melhores decisões individuais e coletivas no seu viver. Ricardo, nós temos uma observação para colocar, né? O Roberto está dizendo assim, meus amigos.
Amorim e Luiz Gustavo. Como sou espírita e prático, nunca pensei viver para presenciar tal discussão, imagino. Veja a nossa discussão de hoje por se omitir em tais assuntos e que falhamos na prova nessas
eleições passadas. E vamos falar novamente se nos calarmos, é Roberto. Essa ideia é uma ideia que nos surpreendeu e continua surpreendendo, porque nós estávamos imaginando que a maturidade democrática no nosso país, Amorim e Luís Gustavo já tinha nos afastado de momentos de pouquíssima luz que esse país vivenciou.
Em vários momentos da sua trajetória, o Luís é professor de filosofia, o seu professor de direito, e ambos conhecemos a fundo a história do Brasil e é necessário sempre nos debruçarmos sobre ela e escutarmos acerca de não repetirmos episódios funestos e dantescos da nossa história. Tivemos ditadura na era Vargas, tivemos ditadura militar e Nenhum de Nós em sã consciência. Com os princípios espíritas em
nossas mãos, possa imaginar. Qualquer tipo de ditadura neste país, seja de direita, de esquerda ou de centro, ditadura jamais, como disse enfio, como disse Betinho, como disse dom Paulo Evaristo Arns, como disseram tantas vultos importantes da arte, da filosofia, da educação, da política e, de modo geral, de todo o conhecimento da nossa sociedade. Então nós estamos perplexos ainda porque não passamos do furacão. Ele continua entre nós e essa nossa live é nesse sentido.
Não é para fazer apologia de candidato, de político de partido. Nenhum de Nós tem político de estimação. Quando OOO Amorim fez uma observação Na Na pergunta anterior, dizendo que a usi não permite discussão político-partidária, eu tenho certeza que lá na sociedade onde o Luís colabora, a sociedade fraternidade e alta de Sousa também não é permitido.
E aqui no ECK, embora nós sejamos muito firmes em relação aos momentos, sobretudo os últimos e o atual, do nosso país, em que nós temos que tomar uma decisão, um partido, por uma ideia que seja contrária, refratária a qualquer possibilidade de retorno ao passado. Nós não discutimos política partidária, não nos fazemos apologia a candidato a partido, a quem quer que seja. O nosso candidato é o espiritismo de Kardec. Somente ele e com ele nós continuamos a nossa trajetória
muito bem. Vamos para mais uma questão, começando agora pelo Luís. Luís é. Nós temos uma questão que envolve os socialismos, né? Não existe. Ao contrário de que muita gente pensa, apesar de só existir um capitalismo e ele ter Vertentes na sua aplicação, os socialismos são muitos. E nós não vamos aqui falar de nenhum teórico, nenhum autor que se debruçou ou de nenhum país que assumiu durante tempos na sua história uma conotação. Político social chamada
socialismo. Mas quando se fala em progressista e socialista, além da pessoa defender essas teses que são progressistas, ela possui um compromisso com o socialismo. E o que é o socialismo se não um conjunto, um arcabouço de ideias, uma teoria filosófica, jurídica e política que pode ser aplicada no tempo e no espaço e por ser aplicada por homens, vai ter pontos positivos e. Pontos negativos que devem ser corrigidos na própria
trajetória. Aí um dos nossos colabores colaboradores pergunta para você, Luiz? Para adotar o socialismo enquanto prática social, político, administrativa, nós precisamos romper com alguns paradigmas ou linhas de força da filosofia espírita e, por consequência, de qual socialismo nós estamos falando quando dizemos que o socialismo é afinado e coerente com o pensamento kardeciano? Excelente a questão, bem só para respaldar aí a fala inicial do Marcelo, já digo logo que há
tantos socialismos. Que é até difícil listar, por exemplo, só para dar 11 ideia, tem o socialismo cristão de la mené de la corda, tem o socialismo utópico, romântico de fourier de San Simón, tem o proto-socialismo, o socialismo antigo de Platão, ediógenos dos. Essênios, como trabalhado academicamente por tailock, tem o socialismo moderno, socialismo de Marx dialético, tem o leninista, né?
Tem várias opções aí ao dispor. O socialismo ao qual se vincula, o espiritismo, propriamente falando, é aquele do contexto em que a França estava envolvida, principalmente na cidade de Lyon, onde havia 11 grande contingente de trabalhadores com anseios. Muito Fortes por uma melhoria de vida, né? Leon denir relata muito sobre isso No No livro socialismo, espiritismo? E que era o socialismo? De que tipo o socialismo chamado romântico, que depois Marx e Engels chamaram de utópico, né?
Que eram vinculado ao fourier, ao San Simon, ao prud certo com o viés cristão que esses autores também tinham, se chega a haver Kardec escrevendo na revista espírita que o espiritismo, na revista de 62, o espiritismo e o fourierismo podem dar as mãos. Quer dizer, andar juntos e o fourierismo que é? Às vezes a pessoa lê, não, não, não, não identifica. É um socialismo, tá? É. Você tem o socialismo mais é. Revolucionário? Você tem o socialismo mais evolutivo, reformista.
É claro que os autores espíritas que são socialistas originários, como citar nomes aqui, são socialistas. Herculano pires, carrebar shutel mais atrás ainda. Cosme Marinho, antes ainda por isso lachar Leon Denis, mais recentemente com Humberto mariotti. Manuel porteiro. Todos socialistas, todos espíritas. Próprio Allan Kardec segundo John Warner morrow, historiador, espiritismo. Ele fala que o Kardec teve uma adesão uma atração tardia para
os valores do socialismo. Romântico, portanto, esse do fourier do são Simon, Kardec tinha. Isso está bem descrito nas obras da Juventude. Já o Alan Kardec ainda rival eu não é nos álbuns da Juventude. Quando ele fala sobre a Riqueza, propriedade, né não? Olhar socialista, esse é o socialismo. Não precisa romper. Com nenhum princípio espírita, ao contrário, o espiritismo. Como não dizer de leonderi, o espiritismo sanciona o socialismo.
Sim, isso está no livro socialismo e espiritismo, de Leonel. O espiritismo é a sanção do socialismo. Dentro das leis universais, ou seja, aquilo que o socialismo propõe. O espiritismo embasa em bases espirituais e universais. Olha que curioso isso, né? Então, mas então é todo o socialismo, não é mais essa vertente aqui, né? Chamada Oo romântica. Ao qual o socialismo é é ao qual o espiritismo se vincula devido ao contexto ali do Kardec. Nós podemos depois aprofundar essa questão.
É Amorim. Veja que o nosso tema ao tratar dos vários socialismos, teve um afunilamento que nós gostaríamos, sem eu e Luís, termos Combinado absolutamente nada a esse respeito. Para você que está assistindo pela primeira vez a nossa live, aqui não é jogo de cartas marcadas. Eu não passo as questões para os
nossos convidados. Nós usamos aqui do improviso e aproveitamos o que há de melhor nos nossos convidados, que é a experiência de vida, que é a carga de leitura que a vivência das encarnações sucessivas e sobretudo. Associando-as sempre ao contexto espírita. Portanto, o Luís acabou chegando onde? Lá na frente, em outra questão, eu preparei também esse contorno e esse contexto. Amorim, falemos de Leon denil. Leon denil é um autor muito culturado, muito valorizado no
espiritismo brasileiro. É, ele é considerado o maior. Filósofo. É contemporâneo de Allan Kardec. Embora esse epíteto possa ser é ainda inferior ao próprio Kardec, né? Porque em termos de filosofia, o conjunto das 32 obras de Allan Kardec é são maior, maiores, de maior impacto, de maior contexto, de maior profundidade do que as obras de Leon denite. Mas, de qualquer maneira, ele é tido como o filósofo do espiritismo e muita gente gosta
de citar. Leon benina as suas palestras, sobretudo utilizando os livros depois da morte, o livro o problema do ser e do destino, que depois ganhou uma outra tradução chamada o problema do ser, do destino e da dor, né? Mas essas pessoas que valorizam o nosso querido de mim acabam deixando de lado essa obra específica sobre o tema e grandiosa, embora seja pequena, na, na, na, no seu tamanho, mas
grandiosa. O seu conteúdo chamada socialismo e espiritismo, então amaurinha aproveitando essa ideia que estamos fazendo convergir não o socialismo vigente em alguns países no mundo ou representativos de políticos da atualidade, seja no Brasil, seja na Europa, seja na Ásia, seja nos Estados Unidos, seja em qualquer outro plano aí do nosso cenário mundial. Porque Leon denir valorizado por algumas afirmações. E solenemente esquecido. Em outras. Talvez a questão seja realmente
de entendimento. É o que me chama atenção. Ele é um denir. Além do fato dele ter essa característica filosófica, é que ele é muito poético. Muitas obras dele podem ser lidas quase como um poema. Embora sejam discursos, bastante é literais. E é interessante quando a gente fala sobre o trabalho de Leon Denis, o fato dele ter sido uma pessoa que trabalhou desde muito
cedo. E a despeito dessa importância, dessa necessidade do seu trabalho, já que ele era de uma família de poucos recursos, é que, como uma autodidata, ele acabou tendo a sua visão prejudicada. Portanto, ler à noite, à luz de velas, quase no escuro. AAA própria descrição dele do conhecimento do livro dos espíritos, né? Que ele gostava de passar em livrarias, e ele viu aquele livro de título tão interessante, o livro dos espíritos, e ele consumiu aquele livro. É muito interessante isso.
E quando a gente fala em socialismo, como foi bem destacado já. Nós estamos falando de uma situação em que se chega de forma muito natural. É como técnico eletrônico, como trabalhador em em em obras civis. Eu já fui funcionário e já fui empresário. E a gente vê os 2 lados dessa equação, e os 2 lados têm as suas dificuldades, têm as suas exigências. Eu Acredito que são experiências importantes e que permitem uma visão muito ampla da nossa
situação social. Quando é, a gente faz um discurso, a gente procura enfatizar aquilo OKA gente está acostumado, aquilo que nós já desenvolvemos conhecimento. Então, como a existe uma? Uma prevenção? Eu diria até um certo receio por causa da palavra socialismo vinculada, por causa do socialismo marxista, vinculada ao comunismo, e, portanto, as questões materialistas e,
portanto, há uma. É indicação de que isso se chegaria através de uma revolta armada, porque é isso que é propagado, é isso o que as pessoas ouvem. Então, talvez seja essa uma das razões desse livro, ser pouco conhecido, ser pouco trabalhado. Porque é evidentemente, quando é Oo nosso leão. Denis fala a respeito do
socialismo. Ele está falando, como foi enfatizado, de um socialismo romântico, utópico, de um socialismo fraterno e não de um processo que se busca o socialismo à base da força, o que seria absolutamente contrário a qualquer consideração moral. Com base na doutrina espírita. Muito bom, muito boa a contextualização feita com 2 quadrantes diferentes de vocês e muito interessante essa essa curiosidade acerca de Leon deny que muitos dos nossos internautas e estudiosos não
conhece, né? Do do do problema de visão de leonden Na Na sua idade mais adulta, né? Mais final. E aí você falou da luz de vela. Eu quero homenagear aqui ao vivo, EEA cores. Os 351 anos completados hoje da ilha de Santa Catarina, de nossa senhora do Desterro, que você conhece como Florianópolis, a nossa capital do estado, onde nós estamos. E aqui? Amorim, Luiz Gustavo, na época antiga, época de minha mãe, lá pelo século, século 30, lá pelo ano de 1930, nós não tínhamos tanto a vela.
Nós tínhamos mesmo era a pomboca pomboca era um. Um recipiente de querosene que era colocado mais acima nas residências. Era feito o fogo e ficava ali então iluminando o ambiente durante algum tempo. Até que eu queira Eugênio fosse totalmente consumido. Estou aqui a nossa homenagem a grande Floripa e trazendo essa contextualização tão interessante que você trouxe Amorim, Luís e Amorim. Eu vou fazer uma de improviso aqui? Tenho.
Tenho uma pergunta do Marco Aurélio que eu vou pedir para a produção jogar logo em seguida, mas eu quero fazer só um comentário e ouvir vocês brevemente a respeito disso. Nós temos uma influência muito grande da do cristianismo, né? Não é à toa que Kardec bebe nas informações dos espíritos superiores e coloca essa vinculação entre as ideias de Sócrates e Platão em primeiro plano. O cristianismo verdadeiro, não o cristianismo da igreja. Vamos chamar o jesuitismo mesmo, né?
A doutrina de Jesus e o espiritismo como sendo algo consequente. Mas, por sermos, entre aspas, cristãos, nós ainda estamos. É a afetos e apegados àquela ideia da dualidade entre bem e mal, céu, inferno é santidade e pecado. E aí entra o anjo bom e o Anjo Mau. O anjo propriamente dito e o demônio. E aí, na nossa atualidade, ver se vocês concordam comigo. As pessoas não conhecem os conceitos, não. Conhecem as filosofias. Jamais estudaram os livros teóricos que dão origem a
movimentos políticos, sociais. E aí, como nós ouvimos durante os últimos 2 anos anteriores à eleição de 2022. Que quer se implantar o comunismo no Brasil. E aí quando a gente fala de filosofias abertas, quando a gente fala do socialismo, associando o socialismo ao espiritismo, porque a lei de justiça, amor e Caridade, que está na terceira parte do livro dos espíritos, é totalmente socialista, é socialista, espiritualista. Ela proclama a existência de uma sociedade transformada.
Não pelos espíritos, não pelos desencarnados, mas pelos espíritos encarnados. Aqueles que estão aqui construindo a história e nós nos vemos, volta e meia tendo que participar de debates que sejam o menos ruidosos e perigosos possíveis, mas para dizer que comunismo é uma coisa, socialismo é outra. Que é que vocês me dizem a respeito disso? Pode começar, Amorim? Agora, no início, você falou a respeito da de 2 de de 3 ocasiões em que nós tivemos ditadura no Brasil, né, você?
Talvez tenha esquecido de dizer que a República começou com um golpe militar e foi seguida imediatamente por uma ditadura. É, e se a gente olhar Na Na história da humanidade? O que a gente vê? Até agora, toda a nossa história, desde a antiguidade, é feita de violência.
A as pessoas às vezes ficam falando sobre, por exemplo, Portugal ter invadido o Brasil. O Brasil, um país que não existia como país, era uma Terra ocupada por várias tribos que guerreavam entre si. Mas esquecem que o próprio Portugal e todas as outras nações da Europa, e aconteceu também na Ásia a mesma coisa, e na África, ao longo de todo o desenvolvimento humano, sempre foi feito por ataques e ocupações. Então, infelizmente, a nossa história até hoje é uma história de violência.
Então, quando a gente fala em qualquer coisa que diga respeito ou que pelo menos as pessoas pensem que tem alguma violência envolvida e para isso existem pessoas mal intencionadas que propagam certas violências que aconteceriam se o outro. Partido ganhasse, como, por exemplo, a invasão das casas. É a adoção obrigatória de pessoas para viver junto e assim por diante, é a perda de propriedades.
Todo mundo fica com medo. Todo mundo que não conheceu, que não estudou, que não leu e que não está lendo hoje. Dizer que é OOO governo que nós temos hoje é um governo que tende ao comunismo, é uma sandice, porque não tem absolutamente nada de de parecido com o comunismo, nem mesmo com o socialismo. Embora. Existe uma grande preocupação social. O fato, a meu ver. E aí, é?
É a minha interpretação do fato é que as pessoas, elas vão ouvindo as coisas e como você disse, elas não leram, não aprenderam e, portanto, fica valendo aquilo que está correndo a boca pequena. E por causa do medo, elas acabam tomando decisões que nem sequer elas entendem porque fazem isso. Nós temos parentes, por exemplo, que defendem posições. Que são contrárias ao que elas fazem? Mas elas defendem, aparentemente, aquela aquele tipo de atitude, porque dizem que assim é melhor.
Sem sequer ter avaliado qual é a outra opção, o outro lado. É da da discussão. Eu tenho certeza que o Luís tem tem informações muito mais significativas a respeito desse assunto. Muito bom, muito bom, Amorim Luiz. Pois bem, só vou retomar aqui só um detalhezinho antes de fazer essa. Pode. A fala do do do Amorim acerca do Leon deni acrescendo. Acho que houve uma travadinha minha. Isso vou retomar minha fala. Então às vezes eu IA dar um pique aqui.
É sobre o leonderi, né? O leonderi é, ele é realmente fracionado, né? AAA movimento espírita brasileiro, ele pega um pedaço, mas não pega o outro, deixa pra lá, né? O que é justamente a parte que ele discute, questões sociais, não delitem livros sobre o progresso social, o progresso económico, progresso político, é um livreto chamado o progresso sobre tudo isso. Essa obra do socialismo também EE veja, ele nunca nem propôs
revolução. Leondenir dizia, eu sou evolucionário não revolucionário. Então nem esse motivo as pessoas teriam para não ler essa obra do Leonel derick chamada instituto socialismo espiritismo. A meu ver que isto é mesmo ideológica do movimento, mas eu eu vou tratando aí dessa questão, então. É, Marcelo. Veja bem, o espiritismo trata de revolução social. É um tema constante lá no livro dos espíritos. É dito que quando nós não tivermos uma sociedade baseada nas leis de Deus.
Irão os AA virar a torrente da revolução, levando embora os resquícios do do passado? Que as revoluções são periódicas. Que isso aí você lê na gênese lê na revista, explica. Então, o Kardec nunca nos deixou alheio, nunca deixou o espírita alheio ao tema. Revoluções sociais. Até dei uma palestra lendo só sobre esse tema, revolução social e espiritismo. Quanto ao comunismo, né, e o socialismo, que que foi a
questão do Marcelo? O espiritismo defende o socialismo para médio prazo, longo prazo, em relação à situação atual. Que eu falei antes, mas o. Mais longo prazo, ainda mais no futuro ainda. O comunismo está no está nos objetivos, né? Se a gente pega aí a obra do Cosme Marinho do Caribe. Você é. Vai encontrar ali, né? Do próprio Leon denir. Ele fala que em mundos superiores é a Terra. Um dia se tornará.
O que temos é o comunismo. Agora as pessoas não entendem, não estudam, acham que o comunismo é. Que o ideólogos é funcionam, associam o comunismo a ditadura, quando o próprio conceito de comunismo deveria ter a ausência de estado. Portanto, é o contrário da ditadura. Nunca pode ter comunismo com ditadura, porque isso é anti é o próprio, é contra o próprio conceito, né? As pessoas não entendem isso. Embora algumas ditaduras se valham dessa fachada, né?
De comunismo. Mas é só isso mesmo, só fachada. E o socialismo, então, ele vai encaminhar para o comunismo? As fases são mais ou menos as mesmas, tanto em em em Kardec, como em Leon Denis, como em pós-e-marinho. A gente vai sair desse ambiente capitalista num futuro. Posterior AA esta fase, né? Imediatamente posterior vamos ter um socialismo e mais adiante o comunismo. Mas são conceitos diferentes. O comunismo tem como princípio a comunidade dos bens. Enquanto o socialismo tenha da
propriedade pública ou coletiva. Com diferenças conceituais, aí pra gente não igualar uma coisa à outra, mas uma coisa é sequencial a outra dentro da filosofia, inclusive filosofia espírita. Por aí, Marcelo? Oo áudio, Marcelo. Microfone verificar do Marcelo. Perdão, perdão para nossa aqui em minhas mãos, então, a edição de socialismo e espiritismo de Leon de mim, pela casa editora o clarim é. Que é prefaciada pelo político brasileiro espírita Freitas nobre.
Uma obra, como disse, pequena, porque tem só 150 páginas. É bem fininha, é bem pequenininha, mas é de um conteúdo riquíssimo. Vou pedir para AO nosso a nossa produção colocar uma pergunta do nosso Marco Aurélio Gaspar.
Aí Luís pergunta para você depois, o Amorim também da pitaco, você acha que a escolha da parte de Kardec para patrono da sociedade parisiense de estudos espíritas de São Luís foi uma tentativa de amainar, de burlar a censura implantada pela ditadura de Luís Bonaparte e também da igreja? É uma boa questão. Olha a gente. Eu não, não, não dá para ter a certeza absoluta, mas dá para se
conjecturar. Claro que o. Kardec provavelmente está se valendo da identidade que o próprio espírito oferece nas suas comunicações, sendo um espírito muito atuante que está ali é em várias, é mensagens ao lado de Kardec orientando ele. Então é possível que ele tenha adotado esse esse epíteto, né? De São Luís? Porém, o Kardec não tinha muito essa preocupação, não, a meu ver
eu vou dizer por quê? Entre a vários espíritos que aparecem na codificação, você tem vários espíritos que eram socialistas em vida, vou mencionar. Por exemplo, lamené. Ele era, quando vivo, um político socialista cristão. Ele aparece demais em comunicações do evangelho segundo o espiritismo. Você tem outro chamado lacorder la cordère era um político da esquerda francesa, outro socialista cristão, e aparece demais nas obras da codificação. Quer ver outro?
Henry heine Henry heine era um poeta alemão socialista e ele também assina uma comunicação que foi parar no evangelho segundo o espiritismo. No capítulo dos trabalhadores da última obra, na última hora. Outro espírito que aparece bastante é o Jean reinault. Quem foi jean-reinault, um socialista San simonista, tá? Ele aparece no livro dos médiuns, ele aparece no céu inferno, listado entre os espíritos felizes mais avançados que estão ali.
É um socialista, né? Também na revista espírita e curiosamente, tá Allan Kardec recomenda obras desse socialista, obras dele encarnado. Tá no catálogo racional, Kardec. Recomenda ler o Jean reinault, que é um socialista. E recomenda ler o Charles fourier, que é outro socialista no catálogo racional, certo? Aliás, espírito Charles fourier também se comunica na revista de 1869, nominalmente. Agora, entre os encarnados, você tem vários nomes também da época de Kardec.
Estavam atuando na revista espírita, muitas vezes como articulistas. Da revista, por exemplo, Fred Henrique, Eric Schneider. Que assina 111 excelente, uma excelente artigos, todo o espiritismo e a filosofia em 1863. Ele é um sancionbolismo Pierre léou, muito elogiado e presente no Caetano de Kardec, isso. Internava ainda nem. Luiz Jordan, Henry Martin, a própria Anna blackwell, Anne, socialista surrealista, tradutora do Kardec. E aí também uma correspondência,
justamente nenhum. Ou seja, havia ali, sim, a presença do socialismo. Não acredito eu, este cuidado aí pode ser por isso. Ou está lá? Mas muitos espíritos socialistas, encarnados, socialistas, estavam atuando diretamente, abertamente, na obra espírita. Muito bem, Amorim quer complementar alguma coisa? É, eu só só gostaria de anotar que próprio Kardec ele fala muito a respeito da identidade dos espíritos no livro dos médiuns, né? E ele enfatiza que não há como nós termos uma identidade
absoluta. Que o que é importante é a mensagem que o espírito traz. Se a mensagem for boa, a gente aproveita. Se ela tiver apenas algumas partes boas, a gente aproveita essas partes boas. Se não, a gente descarta, independente do nome, que tenha essa mensagem. Se ela tiver o nome de Zé. E for ótima. A gente aproveita. Se ela tiver o nome de Jesus ou Deus e for muito ruim, simplesmente descarta. Então a questão dos nomes. E inclusive os títulos, né? Porque?
Não apenas São Luís, mas Santo Agostinho, que eu, pessoalmente, fico um pouco incomodado com com essa profusão de santidades católicas na nas obras espíritas. E, inclusive, a utilização é constante, referindo-se a Jesus a expressão Cristo. É, mas é uma opção que Kardec fez. Ele teria as suas razões que nós não temos hoje. Como definir e especificar.
Mas que é? É preciso a gente entender que o Cristo que Kardec se refere, o nosso rival Kardec, não é o Cristo da igreja, ele se refere ao Jesus de Nazaré com a sua orientação moral. E que é distinto daquilo que se fala nas igrejas, né? Não apenas na igreja católica, mas em outras igrejas também. E que, inclusive, atualmente a gente vê mal baratado por muita gente para obter vantagens pessoais, materiais. Veja que com texturas importantes e interessantes. Você, meu amigo internauta, que
está nos acompanhando ao vivo. O Luís fez uma belíssima incursão histórica para mostrar quantos nomes que estão associados às mensagens de alto, de elevado teor doutrinário, ético, moral, foram socialistas, como a gente diz, de carteirinha, não socialistas adeptos a esse político, a esse vulto. Histórico ou esse governo, esse
partido? Porque o partido político faz parte da realidade contemporânea e também da realidade Moderna de já foram criados lá na parte da idade Moderna e vieram de lá para cá ocupando o cenário político do nosso mundo. E o Amorim fez uma. Uma contextura importante a respeito da própria definição de Kardec para a autoria das mensagens espirituais. Estou complementando essas 2
falas. Eu poderia dizer o seguinte, não havia de parte de Kardec nenhuma preocupação com os aspectos políticos, sociais, anão ser aquele retrato que já descrevi aqui, que estava no filme, de não tornar o espiritismo. Perseguido pelas autoridades por estarem envolvido. Com alguma tentativa de demover o governante francês da época? Isso ele fez magistralmente e conseguiu, até porque era um
homem muito bem enturmado. Participava de várias associações com respaldo e com respeito na França daquela época e teve interlocutores junto às autoridades francesas para garantir a continuidade e a tranquilidade das atividades espíritas. Temos certeza que Kardec, ao selecionar os espíritos que iriam fazer parte de suas obras, como o Amorim acabou de destacar, levou em consideração o conteúdo da mensagem, não assinatura do espírito.
Olha aí, você que é espírita de primeira viagem, você diz que é espírita. Ainda um pouco empolgado com o nome do médium ou com o nome da assinatura do espírito? Faço o cotejo das informações há pouco. Apareceu até uma mensagem aí da nossa borboleta até uma dizendo que esses dias um figurão da do movimento espírita, você sabe muito bem quem é. Nós não precisamos dar o nome, andou se manifestando dizendo que ó, está aí.
Assisti a um vídeo essa semana de um figurão no meio espírita, em que ele questiona, de forma inequívoca, as medidas tomadas em relação às pessoas que estão envolvidas na última tentativa de golpe, especificamente. O 8/01/2023. EOECK Luís, você sabe, você viu, aderiu peremptoriamente a tese de que não cabe anistia a essas pessoas, porque é um crime de lesa-pátria. É um crime contra o estado constitucional de direito e, portanto, o crime deve ser apurado nas instâncias competentes.
Não cabe anistia. A anistia foi uma situação pontual do estado brasileiro para envolver aquelas pessoas que foram perseguidas indevidamente por sua ideologia. No governo militar não tem nada a ver com a livre manifestação de opinião. Deixemos isso bem claro e, portanto, você, espírita, deve pegar todas essas informações e verificar qual é aquela que é mais condizente com a ética.
Espírita, com a principiologia trazida por Kardec no sentido de impulsionar o indivíduo e a sociedade para o progresso.
Nós temos mais uma pergunta, Luís e Amorim, não sei é qual é a ordem agora, se é o Amorim ou se é o Luís também, se eu trocar a ordem também não faz muita diferença, é o Amorim, então tá Amorim é uma contribuição de ordem filosófica, nós temos um vulto da, da, da, da história grega, da filosofia grega chamado Pitágoras. Pitágoras é muito importante associado ao conhecimento científico da matemática e à matemática move toda a nossa vida a matemática move o.
As ciências ditas naturais, que tem grande contorno e grande contextura para explicação da nossa atualidade, assim como da própria história do nosso planeta. Pitágoras disse certa feita, A Terra é a morada da opinião. E nós dizemos, acertadamente, que num estado democrático é livre o direito de opinião, é livre o direito de livre expressão, conforme as normas constitucionais e legais vigentes no estado republicano brasileiro.
Imaginando então, pela teoria espírita, que lá na frente, nos chamados mundos celeste e ditosos, o quinto e último nível, o mais rarefeito, mais espiritualizado. Da evolução individual e coletiva. Essas questões é que tratam de filosofias políticas, formas de governo, sistemas de governo, regimes de governo, regimes políticos. Estará completamente superado? Nós não discutiremos mais essas questões que hoje fazem parte não só da nossa rotina diária, mas nas nossas paixões, nas
nossas opiniões pessoais. Então, nesse contexto, considerando que nós ainda estamos lutando para alcançar um estágio melhor que os espíritos denominaram de mundo, de Regeneração, superando o atual, que parece não ter fim chamado de provas e expiações, como lidar Amorim hoje em dia, com anão sinergia, anão unanimidade de opiniões acerca dos métodos dos sistemas de gestão da nossa sociedade?
Bem, me permita primeiro uma observação, Kardec fez a divisão em 5 estágios do desenvolvimento dos mundos. Apenas para uma aplicação didática e nós vemos muitas pessoas considerando que existe uma limitação. Uma Fronteira muito delimitada entre cada uma dessas etapas. E que estamos entrando em uma transição para. Não a minha opinião, a minha opinião, o meu entendimento.
Você falou em opinião, né? O meu entendimento a respeito disso é que nós vivemos em transição permanente, assim como estamos permanentemente em aprendizado. E dessa forma não vai acontecer num determinado momento que vai acabar o governo. Porquê? Ao longo de nosso desenvolvimento, nós vamos nos tornando cada vez menos ignorantes, menos atrasados, menos materialistas, menos consumistas e vamos aos poucos alcançando um estado em que não será necessário polícia,
governo, estado. Nós sabemos conviver em paz. Ora, se eu estou dizendo que nós vamos chegar a isso, significa que hoje nós não somos capazes de viver assim? Devido exatamente a nossa ignorância. Devido a ao nosso egoísmo, nosso orgulho. Quando nós falamos sobre o desenvolvimento social, que está intimamente ligado ao nosso AA nossa compreensão moral. E não falamos, evidentemente, de moral relativa a costumes, mas moral como as regras básicas e elementares.
De nos conduzirmos, bem como define Kardec no livro dos espíritos ou como define os espíritos apoiados por Kardec no livro dos espíritos. Então. Na minha visão? Nós vivemos o que vivemos hoje é inclusive todas essas disputas, os crimes, né? Essa violência social, essa desigualdade social, é exatamente devido a essas 2, como como dizem os espíritos de Kardec, reafirma essas 2 Chagas da humanidade, que são o egoísmo
e o orgulho. Nós recusamos enxergar nos outros alguém como nós e como os outros não são como nós. A gente aceita ligálos AAAA as bordas à margem da sociedade e por isso eles são marginais. São marginais porque estão à margem, não porque são bandidos. Os bandidos entre estão entre os marginais. Mas os marginais não são bandidos. É a mesma coisa com relação aos locais de moradia popular. Existem pessoas ali que estão aproveitando o ambiente conturbado e muito lotado para
se esconder. Mas a maior parte das pessoas está ali porque a única possibilidade que elas têm de morar de alguma forma. Então eu entendo que o nosso desenvolvimento chegará naturalmente, como diz o Luiz Gustavo, né? Que nós chegaremos a uma situação de uma vida em sociedade mais equilibrada, que nós poderíamos chamar de socialismo, e depois nós vamos ter uma coletividade mais esclarecida, mais.
É compartilhando os recursos. Que poderia ser chamado de comunista ou poderíamos chamar de fraternista. Nós tivemos aqui em São Paulo um. Um empresário que há muitos anos lançou essa ideia, ele queria fundar um partido chamado de fraternista. Então, na minha visão? O que nós vivemos é simplesmente decorrente de nossa situação. E o mundo de Regeneração? Ele não está daqui a 50 ou 100 ou 150 anos. Ele está às nossas portas na medida em que nos tornemos
criaturas melhores. Quando nós formos melhores, a sociedade será melhor. Não há mais boa sociedade sem boas criaturas convivendo nela. Muito bem pontuado, Luiz. Então como fazer, né, já que a gente falou que a gente já sabe o que fazer? Como fazer para lidar com essa
não sinergia? Quando eu falo de não sinergia é a impossibilidade total de diálogo, porque as pessoas defendem os seus pontos de vista e não admitem um debate fraterno e saudável, para aprendermos uns com os outros para ver os pontos positivos que seguramente existem nas convicções ideológicas espalhadas pelo Brasil, pelo mundo. Então, como lidar com essa não unanimidade no dia a dia da
nossa vida particular? A nossa vida profissional, da nossa vida estudantil, da nossa vida de professores e também num ambiente espírita. Muito bem. Eu até sobre isso é Marcelo. Eu tenho mais uma passagem que eu gostaria de colocar. Vou vou compartilhar aqui no chat. Allan Kardec nos fala. Sobre uma coisa chamada a boa política. A boa política está no evangelho segundo o espiritismo. Veja só o que ele nos diz aqui no evangelho.
Uma passagem curta. Evangelho, capítulo 24, número 10. Mas vale abrir os olhos assim, cegos que desejam ver, claro, do que é um só, que se compra-se na obscuridade, porque aumentar o número de sustentos da causa em maior proporção? Deixar os outros tranquilos não é a indiferença, mas a boa política. Sua vez virá quando estiverem dominados pela opinião geral e quando ouvirem a mesma coisa sem cessar repetido em torno deles.
Então crerão aceitar a ideia voluntariamente e por si mesmos, e não sob a pressão de um indivíduo, que é o que se deve evitar. Depois, dá-se com as ideias. Como com as sementes não podem germinar antes da estação e somente num terreno preparado. Então eu responderia isso dizendo com Kardec, é preciso preparar o terreno, é preciso que as ideias circulem. É preciso que nós não nos calemos sobre esses objetivos doutrinados para a coletividade.
É preciso abrir espaço para discussões como esta que acontece agora aqui no canal. Em outros canais, também em outros lugares. Para que? Para que? Aos poucos, as pessoas vão vão se apropriando desses conceitos. E sendo arrastadas pela coletividade. Como Kardec acaba de dizer, isso é a boa política. A gente não precisa forçar, empurrar contra a vontade das pessoas. Mas a medida em que a ideia se torna geral, as pessoas vão se
vão acabar entrando na corrente. Então, a meu ver, esse é OOO primeiro ponto a se tomar, mas a primeira atitude a se tomar pôr nas pautas das discussões, das conversas, dos estudos, dos debates, das palestras, temas sociais, temas políticos, para que isso tome vulto. Para que isso leve o esclarecimento do espírita, ele possa aderir as posições. E aí, quando chega na hora de votar, na hora de tomar a decisão, na hora de criar uma instituição, ele ter em mente
esses objetivos, né? Visionários que falam de uma sociedade melhor, que avance, que progride como progressista, que é o espiritismo, para os caminhos socialistas, dentro dessa boa política, que não vai forçar ninguém, mas que vai levar a coletividade a esse patamar, então? Calar-se a pior coisa. Pôr na pauta os temas, esclarecer é o que o Kardec está propondo aqui.
Acho que é uma ótima proposta. Maravilha para você que está acompanhando essa discussão, inclusive aquelas pessoas que nos procuraram durante a semana ou fizeram alguns comentários nos canais onde nós divulgamos a proposta dessa live. Nós não estamos saindo 1 cm. Nós não estamos descartando uma linha sequer do pensamento de Allan Kardec. Nós não estamos fazendo Luís Amorim e os meus amigos que nos
assistem nesse momento. Além do pessoal que está nos bastidores, nenhuma apologia a partir do político, a figura política do passado ou do presente. O nosso compromisso genuíno é com Allan Kardec e a filosofia espírita. Se trazermos para a pauta o progressismo e o socialismo é porque entendemos, assim como Kardec entendeu e depois leondem me complementou que o espiritismo tem muito a agregar a esse cenário social material
para. Não seja para que não sejamos nós vítimas do maior inimigo do espiritismo, que é Allan Kardec. Sentenciou sendo o materialismo. O nosso inimigo comum é o materialismo, não no sentido que nós iremos considerar as pessoas que hoje estagiam num materialismo extremo, num egoísmo, no orgulho, na vaidade, na cupidez, como nossos inimigos capitais, mas sim combater a chaga, combater como um amigo meu que é médico, diz sempre combater a doença e não os
doentes. Porque os doentes precisam do nosso Amparo na nossa atitude, sempre coerente às ideias de solidariedade e de fraternidade e de cada idade que estão na Bandeira principal que o espiritismo veio desfraldar. Minha gente, nós estamos caminhando para o final dessa live, já deixando aqui o convite ao Luís Gustavo para um revival, para uma segunda edição desse tema. Porque as questões que a gente prepara não são. Entendidas não são trabalhadas todas numa live só.
Eu sei, eu sei, eu sei que esse discurso está se repetindo para você que acompanha o nosso canal, mas é assim mesmo, pela pontualidade, pela necessidade, pela oportunidade do tema. Ele vai voltar mais de uma vez no SCK. Nós já estamos há 6 anos fazendo esse trabalho, né? De conscientização através do vídeo, através das mensagens, através das Lives e os temas acabam-se. Revisitando, talvez não com o mesmo título, mas com a mesma
proposta. Então começo pelo Amorim pra que ele possa responder e depois fazer as suas considerações finais e depois passo para o Luiz Gustavo, minha gente. Um dos graves problemas sociais planetários contemporâneos é a
desigualdade social. Tanto que qualquer estudioso das ciências olhem bem o que eu estou dizendo no plural das ciências é que eu poderia listar o leque todo de ciências que estão debruçadas hoje para tentar solucionar cada qual no seu quadrado e conjuntamente esse problema que é o da desigualdade social. Desigualdade nos faz, inclusive, pensar que o princípio não é mais o de igualdade, embora esteja na terceira parte dos livros dos espíritos, a igualdade enquanto lei natural, lei divina.
Lei ético moral para os espíritos de todos os quadrantes evolutivos. Se fala hoje em isonomia, que é igualar aqueles que estejam em posição de desigualdade e igualar como? Com ferramentas de que qualidade materiais, humanas sociopolíticas então alguns governos pelo mundo afora, inclusive o governo brasileiro
atual. Tem buscado minimizar os efeitos negativos dessa desigualdade com programas de distribuição de renda, de melhoria salarial, aí enquadrando o salário mínimo aplicável no Brasil, de redução de juros e de investimento maciço em educação e saúde como Fontes catalisadoras do progresso individual e social. O que dizer? Amorim, desses programas governamentais? O que conceituar e qualificar eles são necessários?
São úteis? Eles são, como já ouvi de muitos espíritos, apenas uma bengala, uma forma de valorizar os governos e não as pessoas. E haveria nesse espectro outros Campos para serem propostas políticas específicas para a redução das desigualdades. Bem, eu. Vou expressar Oo meu entendimento a partir do do meu aprendizado espírita. Começo dizendo que nós somos todos espíritos iguais. Por sermos espíritos, nós somos todos estudantes aprendizes em estágios ligeiramente
diferenciados. Eu digo ligeiramente porque, na média, nós estamos todos numa situação muito próxima. Não há grandes diferenças entre os habitantes todos deste planetinha. Quando a gente fala em é minimizar as diferenças, reduzir a desigualdade. Eu entendo que é realmente uma atitude não apenas importante, mas necessária e urgente. É, não sei como está em Florianópolis, não sei como está. É aí em Brasília, mas aqui em São Paulo a gente vive uma situação. Desesperadora nesse sentido.
A gente anda pela rua E a gente encontra pessoas dormindo na rua, alguns dormindo porque passaram a noite trabalhando de algum jeito, recolhendo o material reciclável e durante o dia ele dorme, mas é uma pessoa que está trabalhando dentro dos seus recursos. E ao lado nós encontramos pessoas que estão caídas pelo consumo de entorpecentes, os mais diversos. As ações de é. Equalização social que nunca chegarão a tornar todos iguais,
mas. Certamente avançarão no sentido de reduzir dramaticamente essas diferenças. Oferecendo, inclusive. Inclusive como uma ação necessária, a meu ver. Orientação e educação. Para que as pessoas tenham condição de conviver em sociedade. Muitas crianças fogem de casa porque são abusadas, vão viver na rua. E vivendo na rua não tem escola. E se não tem escola, não tem aprendizado. E o seu futuro certamente será
viver na marginalidade. Não necessariamente na bandidagem, mas na marginalidade, ou seja, se tornarão pedintes eternamente, porque não terão nenhuma colocação. Então, são muitas as ações que. Precisam ser tomadas uma delas. Que é no aspecto econômico e que é vários governos têm agido. Em especial esse atual. É, são realmente ações necessárias.
E quando a gente fala em socialismo e fala em progressismo, em progresso, todos nós, sem exceção, até aqueles que vivem na rua, anseiam por progresso. Como cada um enxerga o que é esse progresso? É diferente porque cada um de nós é uma criatura diferenciada, tem uma história de vida diferente, tem as suas memórias espirituais. De forma diferente, todo. Mas todos, sem exceção nenhuma, anseiam esse progresso.
E esse progresso ele vai é impactar diferentemente cada um na medida em que ele seja capaz de transformar-se. Porque, naturalmente, o progresso significa transformação. E, infelizmente, algumas criaturas receiam essa transformação, porque transformar significa abandonar costumes. E algumas vezes a pessoa sente como se fosse uma dor abandonar determinados costumes. Então, Marcelo, o Luiz Gustavo? Eu Acredito que. Sem dúvida nenhuma o nosso
destino é muito bom. Mas o caminho até esse destino pode ainda apresentar alguns percalços, alguns tropeços. Provocados principalmente. Como eu disse há pouco, pelo nosso orgulho, pelo nosso egoísmo. E cabe a nós dar o melhor de nós no sentido de oferecer a essas pessoas que estão em nosso entorno alguma oportunidade.
Se me permite rapidamente o nosso, os nossos amigos, Mauro, Jacira e vários outros, eles realizam um trabalho muito interessante de oferecer ensino de algumas funções profissionais a pessoas em situação de vulnerabilidade. É um caminho muito útil e muito importante, e, inclusive, assistindo programação radiofônica. Outro dia eu tive a Felicidade de ver uma pessoa que estava passando na rua E apreciando o trabalho dos radialistas, sendo
entrevistado de supetão. E ele declarou o seu agradecimento a essa instituição, a fundação porta aberta. Porque foi o que o tirou da situação de vulnerabilidade em que eles se encontravam. Então é efetivo? É possível? Mas é preciso dedicação. Agradeço a atenção e o espaço. Um abraço a todos. Muito bem, Amorim, vamos ouvi-lo, Luís Gustavo, antes que você saia, porque afinal de contas, o debate ele é permanente, né?
E aí, Luís, como é que nós vamos enquadrar a luz do espiritismo, a luz do espiritismo socialista e progressista? Olha a Bandeira que nós estamos defraudando. Como Kardec também defraudou essa questão do da busca do equacionamento da desigualdade, porque não dizer da injustiça social através de programas governamentais? Que possam promover mais do que a igualdade, a isonomia de de chances, né? De oportunidades. Maravilha, Marcelo e Amorim. Veja.
Uma passagem que é chave para ser lembrada pelos espíritas ou até por para vocês. Na tela. É esta? Allan Kardec livro dos espíritos, pus aqui no chat, né? Número 806 a desigualdade de condições sociais é uma lei natural? Resposta, não. Ela é obra do homem, não de Deus. Essa desigualdade desaparecerá juntamente com a predominância do orgulho do egoísmo. Justamente como viemos falando, orgulho e o egoísmo. É que são causas da desigualdade. Então ela vai acabar? Vai, né?
Nós vamos terminar também, melhorando a nós mesmos e a sociedade. De modo que não podemos mantêlos o nosso olhar nessa nesse tipo de política e economia que conserva os erros, que conserva a desigualdade e justiça. O espírita tem o compromisso com a melhoria das condições sociais, com o combate à desigualdade. Isso está nas obras fundamentais, não é?
É, há desde o da época de Jesus, a Clara opção por um tipo de economia, você tem de um lado a economia do meu e teu egoísta e do outro lado a economia do coletivo, do nós, do nosso, né? Veja como se configura na tradição cristão a oração do pai nosso, né? Venha a nós o teu Reino, seja feita vossa vontade, se na Terra como no céu o pão nosso de cada dia, nos dai hoje Jesus ensina nós a pedirmos, não o meu pão,
mas o pão de todos o nosso. É preciso que nós tenhamos claro a qual tipo de economia nós estamos visando, se é egoística ou se é a economia compartilhada, previdente coletiva. Na prática, né? É, tem uma outra pra terminar que a minha fala. Uma outra passagem muito curiosa, pouco conhecida do leonden sobre o tema da transformação social. Compartilhar aqui também já está aí no chat. Primeiro que nessa passagem do livro socialismo, espiritismo, há essa frase formidável de Leoni, né?
Os grandes missionários espirituais. Foram a títulos diversos, grandes socialistas, não oderi, falava isso aí. É o livro aí que Marcelo mostro. E ele também delineia para nós, nessa nessa obra, algumas possibilidades, né? De transformação e complementam a fala já do Amorim, né? Mas só para mostrarmos que a própria doutrina tem. É para nós uma clareza esse efeito no livro o progresso, capítulo quinto. E que ficou muito grande aqui, né? Então a gente está aqui. De modo que fique um pouco
melhor. Ele fala aqui, ó, a associação cooperativa, essa é a proposta, né? Que nós consigamos trazer para AA economia atual. Cada vez mais cooperativismo. É o mesmo discurso que o Herculano pires também nos fala. Que tenhamos menos propriedades privadas, propriedades textuais, mais propriedades que sejam impessoais, que estejam coletivas, só associação cooperativa, diz. O Leon nem resolveu o problema. E aí está o grande segredo do futuro.
Foi só o princípio da associação transformará o mundo. Olha que beleza é um dos fatos mais notáveis da nossa, da nossa época, essa tendência sempre crescente de que de substituir o esforço isolado pelo esforço coletivo, né? Onderia? Aí as forças se agrupam, a sociedade vem aumentar o seu poder e seu bem-estar, avançando com um passo mais rápida para uma distribuição. Equitativa dos recursos. Após o trabalho de cada um não vai ter mais. Alguém está explorando o
trabalho do outro. Todos trabalham. Se considerarmos o que já produziu o princípio de associação nas inumeráveis instituições de previdência e mutualidade a defesa do Leoni previdência e mutualidade seguros de vida e dá exemplo, câmaras sindicais, bancos populares, sociedades cooperativas de produção e consumo. Ficaremos admirados com o desenvolvimento colossal dessa ideia? Que ela criou e ainda pouca coisa em comparação com o que ela pode realizar no futuro. Leon denir, o progresso
capítulo. Quarto então aí está, quando o governo vem ofertar isso, vem a ofertar uma bolsa, isso é previdência, isso é seguridade social. Isso está na doutrina espírita, isso está em Kardec, isso está em leoneni, é a proposta espírita para que nós tenhamos uma economia do nosso, uma economia do conjunto, do ser coletivo que somos, né? E se o nosso modelo atual pede que a ação seja feita democraticamente pela ação
política, que seja por essa via. Que observemos o que todos os partidos ofertam de mais próximo a essa proposta e vamos apoiar. Vamos fazer número em cima disso para que possamos transformar de fato AA sociedade. Acredito eu, né, Marcelo? Que quanto mais consciência o espírita tem desse conteúdo social, doutrinário, mas ele tem condições de agir nesse sentido e de efetivamente transformar a sociedade, como Kardec preconizava em suas obras e os espíritos também, recomenda.
Então, dito isso, eu. Né? Agradeço muito pela presença novamente aqui entre vocês o convite né? Do Marcelo. Fico à disposição sempre para mais convites. Com muito prazer estar no presente aqui com vocês também a audiência que está conosco, ao Amorim que compartilhou seus conhecimentos aqui, obrigado. Obrigado a todos e uma boa noite. Que maravilha, gente, só quero dizer para o Luís que não é, vocês somos nós. Você é um ex-secano de coração e de carteirinha.
Você já faz parte da nossa ambiência, da nossa coletividade e na nossa filosofia de trabalho, né? Nós temos trocado muitas figurinhas semanalmente, temos trocado informações sobre o juiz. Só queria perguntar, e para você também, já que na sua apresentação falei que você é um excelente tradutor de obras clássicas, se você traduziu esse livro o progresso. Não, esse livro está traduzido pela celdi. O que eu traduzi foi o livro socialismo espiritismo pela
editora do conhecimento. Está traduzido por mim aí. E também Marcelo, aproveitando que tem a ver com o tema 2 outros livros desse tema, né? O conceito espírita do socialismo, de Cosme Marinho, também foi traduzido pela editora do conhecimento e. O provável? É efeito do espiritualismo sobre a condição social, moral e religiosa da sociedade, livro de Ana blackwell, também traduzido aí por nós, dentro desse viés, desse olhar social espírita,
pela editora do conhecimento. Maravilha, esse merchandising é totalmente válido, né? Porque faz parte dessa multiplicação dos saberes, do conhecimento espírita. Que bom que você tem essa disponibilidade, esse interesse e esse trabalho profícuo de estar trazendo para este movimento espírita obras que são sensacionais e são pontuais para nós compreendermos toda a contextura do espiritismo. Quero fazer apenas 2 observações a respeito. Uma do chat apareceu aí, uma observação da alínea Amaral.
É para que nós não esqueçamos de tratar do racismo e eu ampliaria. É não só o preconceito étnico-racial, isso muito bem ali na sua colocação aqui, o esse k já fez 2 Lives sobre o racismo, ou seja, nós somos o primeiro grupo A realizar nesse quadrante do século 21. É Lives tratando de colocar o dedo na ferida, o racismo na obra de Allan Kardec. E fomos criticados por isso, de estarmos levantando uma questão que não deveria ser suscitada, dada. A imponência do.
Nikard e da sua figura central para o espiritismo, nós aqui no ECK, nós somos isso, nós somos espíritas, valorizando o trabalho de Kardec e com a progressividade dos conceitos, apresentando os eventuais defeitos ou problemas da obra de Kardec, foram conjunturais daquele tempo, mas que precisam ser esclarecidos a ótica da contemporaneidade. Então, muito obrigado pelo seu comentário.
Dizer para vocês também que não conhecem que OSEK é o único grupo espírita no mundo que trabalha contra o preconceito sexual. Preconceito de identidade o preconceito relacionado à sigla LGBTQ+, né? Porque nós? Porque nós entendemos que todas essas Vertentes, todas as pessoas que se manifestam e podem expressar a sua sexualidade, trabalham no campo da equidade e nós deveremos sempre valorizar essa Liberdade de ação e essa Liberdade de entendimento acerca desses
temas. OA segunda observação que eu quero fazer até pedir para o pessoal da produção colocar no chat lá do grupo. É que essa semana, uma coisa de 15 dias, nós estamos fazendo doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina em administração e apareceu um aluno que passou no vestibular para um curso de graduação, tem 18 anos de idade, veio da sua cidade Natal do interior de Santa Catarina para a universidade sem ter onde ficar.
Morando na praça em frente à universidade, em um grupo de colegas nossos se mobilizou e nós criamos uma vaquinha virtual para aqueles que possam nos ajudar a manter essa condição precária inicial desse colega, porque todos somos colegas em termos universitários, para que ele possa ter logo em seguida uma oportunidade de ter um lugar para ficar e concluir os seus estudos, melhorar a sua condição individual e social e ser mais um a colaborar com a construção de uma sociedade mais fraterna,
mais igualitária, mais equinante, equânime. Então, minha gente tem uma última observação que eu sou obrigado a colocar, porque nós também fazemos esse contraponto
pessoal da produção. Pode colocar o comentário ou a pergunta do nosso é Bauer chillen, se o espiritismo tem tanto a compartilhar com o socialismo, porque a federação espírita brasileira, no seu estatuto, divulga uma obra chamada Brasil, coração do mundo em pátria do evangelho, que coloca no último capítulo uma verdadeira caça aos marxistas? Eu sei que essa pergunta dá muito pano pra Manga, né?
Nós queríamos privilegiar o nosso querido florianópolitano José Cláudio Bauer, killer em me chamar, em colocar o dedo nessa filha. E ele, não só o Brasil, coração do mundo é Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, quanto outras obras cunhadas aí pelo movimento espírita como complementares. Allan Kardec tem graves problemas doutrinários, graves problemas ético, Morais e devem ser lidas, não devem ser esquecidas, nem Queimadas. Nós não estamos aqui mais na caça às bruxas.
Devem ser lidas com a amplitude do conhecimento. Não sei se Luís e Amorim querem fazer alguma consideração a respeito dessa pergunta que não poderia ficar de fora. É rapidamente só dizer que tudo deve ser lido com espírito crítico, muito crítico. Até as obras de Karl deck eu falei há pouco sobre o uso de Kardec, de expressões como são o Santo Cristo. Acredito que nós devemos ser críticos sempre. Então agora acho que é o final,
né, Marcelo? Eu quero dizer que eu aprendi muito com você, pelo Luiz Gustavo, com o Marcelo, e agradeço imensamente essa oportunidade. Aprendemos todos. Vou pedir ao amorinho que aguarde um pouquinho lá na nossa sala do chá e vamos permitir aí ao Luís que faça algum comentário sobre a pergunta do Claudio tillen. Ah, pois é, essa questão aí dessa obra, né, Brasil, coração do mundo é uma obra com alinhamento doutrinário, alinhamento ideológico com A
direita, né? Que já veio num cisma com o movimento espírita em relação a é a Kardec. É um desvio em relação a Kardec há muito tempo, desde o rustenguismo que ali estava entranhado por muito tempo. E aí AAO contexto do brasileiro foi. Levando. A federação a cada vez mais se alinhar à direita. Isso aí é uma fuga, um desvio Mano, uma deturpação da da doutrina espírita. Evidentemente, basta ler qualquer livro como desses autores que nós citamos aqui, né?
Há tantos aqui na live para confrontar essa ideia que está posta nessa obra, que é uma obra, repito, desviada, então deve ser lindo, deve ser estudado e refutada quando necessário, como qualquer um. Obrigado, Marcelo.
Maravilha, Luís, a tua presença sempre valorizada aqui por nós os teus conhecimentos, a tua simpatia e o equilíbrio em colocar as ideias sempre são valorizados por nós, no sentido de nós ampliarmos cada vez os nossos conhecimentos em nome do CKO carinhoso abraço de todos, OA Alegria EEEO cumprimento por teres aceitado mais uma vez o convite já ficas pré-convidado para fazer 11 segunda edição desse tema socialismo e progressiva. Em Kardec, muito obrigado.
Aguarda um pouquinho lá na sala de chá, por favor, pra gente fazer o encerramento. É isso, minha gente. Nós estamos aqui encerrando mais um embalos de sábado à noite desse nosso projeto do ECK de trabalhar com muita tranquilidade, com muito afeto, com muita Alegria e com muita profundidade de conhecimentos os elementos da filosofia espírita.
Quero aqui deixar consignado também o meu agradecimento à nossa grande equipe de apoio, a Cláudia Jerónimo, a Júlia Schultz, o Manuel Fernandes neto, o Nelson Santos, o Ricardo sardinha, que estiveram conosco. Na produção, essa gente que você não vê faz a live do ECK que você vê, né? E para nós, então, aquele abraço afetuoso a todos os nossos amigos que estão aí nos dando suporte para que esse evento seja continuamente produzido aqui no projeto com Kardec.
Quero também agradecer de modo especialíssimo, ao Alexandre Júnior, a Célia bachini, a Maria Cristina rive, ao Henry neto, ao Jonas puro. É lá da Espanha. A Leopoldina Xavier, o Márcio Saraiva, o Marco Milani, o Rui Marcelo e o Sidney Baptista. Que contribuíram com ideias, com sugestões de perguntas que foram aproveitadas nessa primeira edição e que serão também revisitadas na segunda edição desse tema. Nós ficamos por aqui.
Acho que eu posso anunciar, embora não tenhamos previsto, o banner a nossa próxima live, que será no dia 6 de abril e tratará do espiritismo e os diálogos com outras religiões.
Então fique atento. Vamos fazer aí uma projeção do trabalho de esclarecimento à luz do espiritismo e do nosso convívio, e na dialética e na dialógica, de aprendermos com os outros e de podermos também compartilhar os nossos ensinamentos com adeptos de outras filosofias e religiões, para que converjamos todos na direção de ideais e de realizações melhores para nossa sociedade.
A você que esteve connosco? Estamos chegando a 2 horas aí praticamente de exibição da. Live o nosso carinho, a nossa Alegria, o nossa satisfação de têlos entre nós. E que possam vocês nos ajudar a divulgar o nosso canal no YouTube espiritismo com Kardec, para que outras pessoas tenham acesso à gravação dessa live tão rica, tão importante e tão
contagiante. E que sejamos nós realmente aqueles que possamos arregaçar as mangas e trabalhar no sentido da edificação de uma sociedade progressista socialista em melhor do que a que nós temos encerrando.
Nosso trabalho quero apenas ler um pequeno trecho de Arthur Conan doyle é o criador de Sherlock Holmes, que se interessou pelo espiritismo já na idade madura, que escreveu a obra a história do espiritualismo e que num outro livro pequenininho, menor do que esse socialismo e espiritismo, chamado a nova, a nova revelação, a página 51 disse o seguinte. O homem é livre à medida em que coloca seus atos em Harmonia com as leis universais.
Para reinar a ordem social. O espiritismo, o socialismo e o cristianismo devem se dar as mãos. E aí do espiritismo poderá nascer o socialismo idealista a você que esteve connosco. Meu muito obrigado nosso abraço fraterno. Até a próxima, tchau.
