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O papel da mulher espírita na sociedade atual [Ep11]

Feb 08, 20231 hr 58 minSeason 17Ep. 11
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Episode description

Dentro da programação do "Mês da Mulher" do ECK, estaremos promovendo, no próximo dia 12 de março, exatamente na semana do Dia Internacional da Mulher, uma Live pra lá de ESPECIAL.  Estarão, juntas, SEIS mulheres maravilhosas do ECK: Debora Nogueira, Leopoldina Xavier, Maria Cristina Rivé e Martha Novis, na bancada de debates, com a mediação (estréia!) de Júlia Schultz.  Ei, mas pera lá! Só tem cinco! É que a sexta estará na Coordenação do Evento, nos bastidores, a Claudia Jeronimo.  O tema é mais do que oportuno: "O papel da mulher espírita na sociedade atual".  Vem com a gente acompanhar o que essas fantásticas mulheres têm a nos dizer sobre a conjuntura espiritual e o SER MULHER, e a importância das mulheres assumirem um protagonismo na condução da transformação social neste terceiro milênio.

Transcript

Fazermos uma live muito, muito especial. Olá, olá esse canos, boa tarde, boa noite, já chegamos chegando 8 e 30 6 e 30, 7 e 30, onde quer que você esteja, o horário que você esteja, nós estamos aqui fazendo a nossa Transmissão para você. E hoje nós estamos numa live comemorativa do mês das mulheres, do dia das mulheres, que foi o dia 8 de março, mas que continua sendo o mês inteiro

um mês para as mulheres. Esse dia 8 de março, é bom lembrar que foi aquele dia que a ONU fez um Marco e disse, vamos mulheres. A partir da década de 70, nós vamos lutar pelos nossos direitos. De um jeito diferente do que foi até agora, e nós vamos conseguir igualdade naquele momento. A igualdade que as mulheres buscavam era igualdade nos direitos, no trabalho e paz.

Me pasmemos ainda hoje não temos essa igualdade, mas o mês é de comemoração de tudo o que nós conquistamos até então, e é por isso que OECK, que é um local plural, igualitário. Onde as mulheres têm voz e vez que nós estamos tendo essa abertura. Então para falar um pouco a respeito desse dia, das mulheres e o que as mulheres pensam a respeito do espiritismo, como é a mulher no movimento espírita? Qual é a participação dela efetivamente?

Então, primeiramente, quero dar os parabéns a todas as mulheres. Parabéns a todas nós e tem um parabéns especial que vai para a nossa Cátia pele que hoje está. De aniversário o nosso beijo, o nosso abraço para Cátia pele e agora, minha gente, nós vamos chamar essas mulheres que fazem parte dessa live, que são todas maravilhosas e de tão bacana se fantásticas que elas são nem sei por onde começar um, quem será que eu chamo?

Já sei, vou começar por uma das mulheres que eu mais admiro nesse CK que é. A nossa rainha DCKA, nossa querida Leopoldina. Na que é uma mulher e, portanto, tá aí a nossa Leopoldina. Sentada de rainha, você é uma rainha para nós, Leopoldina. Não se faça, querida. E amada por todos nós e admirada, muito admirada. Em vez de eu fazer uma apresentação de quem é essa mulher? Fiquei pensando, acho que é melhor ela dizer quem ela é e dizer o que ela está afim de

falar sobre ela. Então, apesar de que vocês já viram a Leopoldina aqui em outras vezes, sempre é bom lembrar quem é essa mulher. Fale-me, Leopoldina, quem é você? Olha, é diferenciada, né? De altura, né? É a gente tendo que se apresentar e inclusive numa live sobre mulher. Eu sou mulher, mulher e com muito orgulho de ser mulher. É, sou mãe de 4 filhos. Gêmeos, depois eu tive uma menina, depois outra menina. É todos casados.

Tenho 2 genros, 2 noras, 8 netos, uma família assim, grande, rica, gostosa é. Então, do lado materno, eu fui realmente e sou uma mulher muito realizada. É sempre. Sempre busquei a Independência sempre. E por conta disso, eu. Tive minha profissão, eu tenho minha profissão, me dediquei a minha profissão, sou advogada. É, e criei meus 4 filhos, inclusive dei toda a educação para eles, econômica através da minha profissão, então também realizada enquanto profissional.

É só uma mulher que sempre acreditei no Progresso e na evolução. É, e como uma mulher, até antes nós estávamos conversando. Eu sempre gostei do teatro, gostei da literatura. Eu gostei da filosofia. Eu gostei muito de ler. E não tinha o porquê é com esta sensibilidade é não ter buscado a doutrina espírita para que completasse a minha evolução. Sou uma mulher socialmente integrada. Participo é de todas as discussões, inclusive da política.

Sempre gostei muito de ter o conhecimento e de participar da política dentro do conteúdo social, porque ela realmente, no fundo, no fundo, na nós temos que ter o nosso querer individual. Mas a importância da política dentro do coletivo para que nós possamos inclusive ter um mundo melhor e mais justo é muito importante. Então eu sou uma mulher que aí uma mulher do mundo atuando sempre dinâmica. Senti, me perdoem, não ativei o microfone, achei que vocês estavam ouvindo, né?

Que Maravilha ouvir um pouco a respeito de quem é a Leopoldina. É através dela o que ela quer falar sobre ela hoje, o que que ela quer nos trazer, o que que ela quer colocar pra fora nesse momento admirável? Bom, então, apresentada Leopoldina, vamos chamar a nossa próxima mulher dessa noite, que será a Marta, que é uma pessoa linda, fantástica, querida, fofa e tá aí a Marta. Marta, minha linda, se apresente, quem é a Marta? Conta para gente olá, boa noite

a todos. É sempre uma Alegria muito grande. Tá aqui com vocês. Eu. Eu acho que eu. Eu prefiro dizer apenas que eu vou falar lá como a Leopoldina, né? Sou mãe. Tem o 3 filhos. É isso é colaboradora do grupo espírita Francisco de Assis, na cidade de Niterói, e também colaboradora do SEK. Esse grupo que eu tive o privilégio. De conhecer e, a partir de então, de abrir minha mente de abrir meus horizontes, de poder enxergar além da bolha. É isso.

Sensacional, falou. Um pouco, mas falou bonito essa nossa Marta e agora, então nós vamos chamar a nossa terceira mulher aqui da nossa noite, a Maria Cristina, que é também uma mulher super admirável. Eu poderia falar tanto sobre ela, mas não hoje. Eu estou pegando vocês de calça curta, vocês que vão se apresentar. Marta, minha linda, diga quem é você? Conta para nós. Uma boa noite para todos, uma boa noite, Júlia, mulher admirável. Não concordo muito, mas vamos ver.

Eu sou essencialmente mulher. Sou uma professora. Aprendiz da vida. É uma pessoa que busca incessantemente. Encontrar. Respostas. E ao encontrá-la. As perguntas vêm junto. Sou mãe também de um filho. I. Só uma pessoa realizada não é dentro de todos os anseios que nós temos. No nosso dia a dia? Me realizo, né? Me realizo com os meus alunos, com os meus amigos. Eu sou de Santa Maria, Rio Grande do Sul e faço parte da cec lá da Joaquina aqui da cidade.

Antes de mais nada, sou uma pessoa numa busca incessante. Com medos? Com vitórias como derrotas, mas sempre em pé. Na busca pelo melhor. Era isso? Em se isso não for admirável, eu não sei o que é, minha querida, eu te admiro pra caramba e tenho certeza que nós, do e secar, todos nós admiramos muito, muito, muito você, assim como as outras mulheres que estão conosco nesse ECA e os homens que eles são sensacionais

também, né? E agora, por último, nós vamos chamar o riso do ECK, aquela pessoa que sempre consegue tirar um risinho de todo mundo, que é a nossa Débora. Boa noite. Se a presente é Débora, fale para nós quem é você, mulher, quem sou eu? Boa pergunta, gente, eu sou uma mulher simples.

Totalmente simples. Mas apaixonada por uma coisa que se chama teatro apaixonada pelas letras, pela interpretação, pela arte e pela beleza e tudo o que nos toca, a alma feminina, eu acho que se um, se eu fosse homem, eu teria uma alma feminina. Certamente, certamente, como todas aqui, assim, eu também sou mãe é de um casal. Criei meus filhos praticamente sozinha e eu sou aquela velha história de sempre, entendeu? Mas é. Eu gosto muito de de ser mulher e de me ver como mulher nesta

encarnação. Isso me trouxe uma possibilidade de enxergar as coisas de uma forma mais generosa e Eu Acredito que essa força vem gás da própria mulher e principalmente daquela que trabalha e que frequenta uma casa espírita também. Então eu gosto do olhar de 360°. Eu gosto da política, eu gosto de falar, eu gosto de lutar porque Eu Acredito que nós podemos fazer um mundo melhor, então eu uso através da arte através do riso, principalmente.

Esse escape, essa forma de mostrar para todo mundo que é possível, sim. Que é necessário. Neste momento, mais do que nunca, nós trazermos esse olhar feminino para esse nosso mundo. Poxa vida aqui. Apresentação bacana, Hein, Débora? Bom, as convidadas estão aqui, todas elas apostas, né? Nessa nossa live, então, agora é a hora de incendiar o parquinho. Vou começar de leve trazendo uma questão que nos foi trazida, né?

A respeito da mulher, eu vou convidar a Leopoldina para falar sobre isso, mas as outras não vão ficar de fora. Quero saber a opinião de todas elas. Que é o que diferencia as mulheres espíritas das mulheres, não espíritas? Conte para nós em Leopoldina. Qual o seu parecer a respeito. A espiritualidade. É a espiritualidade, é. Curiosamente que que leão, Diniz? É você. Você pegou 11, questão assim, muito gostosa. Ele disse naquele livro dele, o destino, o ser é que a mulher

tem uma intuição aguçada. É Ela, como que se ela já tivesse. É, em si a mediunidade desenvolvida. Todos somos médiuns, mas a mulher. Ela teria um potencial muito maior em relação AA. É a intuição, amigo, unidade. A espiritualidade nós não podemos esquecer. Que a mulher é quem traz a vida humana. Então, todos os sentidos nela. São bem mais desenvolvidos mesmo. E, portanto, esse desenvolvimento que a mulher tem. E que faz parte, inclusive do seu ser mulher. É que faz ela. Buscar.

Cada vez mais. E se progredir dentro da espiritualidade? E faz ela ser a mulher espírita? E é dentro desse potencial dela de ser mulher espírita. Que ela se torna inclusive uma presença muito importante e muito numerosa dentro das casas espíritas. Esse papel da mulher dentro das casas espíritas? Ele tem uma vocação. E essa vocação, inclusive. De junto com todos os seus sentimentos e todos os seus

sentidos aguçados. Elevar o ambiente e levar a is casa e levar o amor, a fraternidade, a solidariedade. É Ela é, inclusive que da argamassa a casa espírita, então o valor da mulher espírita é essencial. E ela ombreada. Com homens espírita? Tem muito a fazer. Não só. Para a evolução e o Progresso individual, mas também como uma função social muito importante. Sensacional, Leopoldina.

Na querida, inclusive, parte da sua fala remete a questão 821 do livro dos espíritos, em que eles perguntam aos espíritos as funções a que a mulher é destinada pela natureza, terão importância tão grande quanto as deferidas ao homem? E a resposta dos espíritos é sim, maior até. É Ela quem lhe dá as primeiras noções de vida e vem justamente de encontro a sua fala. Muito bacana. Agora eu quero vir a Marta. Conte-me, Marta, qual o seu posicionamento a respeito dessa questão?

Vou relembrar a questão, o que diferencia as mulheres espíritas das mulheres, não espíritas? É Ju. Eu, eu não consigo muito ver essa diferença, não. Eu, quando eu penso nas mulheres, né? Eu. Eu uso mesmo é dizer que. Os espíritos encarnados como mulheres neste planeta, eles fazem parte de minorias excluídas e quando é que a gente

observa isso? A gente observa isso quando, vestindo um corpo feminino, nós somos assediadas, nós somos violentadas, nós somos desrespeitadas, nós somos estupradas, nós temos salários desiguais se comparados a. Ao dos homens e, dependendo do país em que a gente encarne, a gente não tem o direito de estudar, de falar e até mesmo de sonhar. E aí, ao longo dos séculos, e lógico, né? Eu acho que a gente conseguiu.

Algumas vitórias, né? Mas eu acho que a gente ainda tem muito a conquistar vestindo o corpo feminino. E aí eu fiquei me perguntando quando estava pensando sobre esse tema, né? O que fazer, como agir estando nesta vida? Mulher espírita, afinal, é é o tema da live de hoje, né? Só que aí eu comecei a me lembrar de mulheres. Que nos mostraram o que fazer. Ao longo da história, lembrei de uma mulher espírita, mas confesso que antes de me lembrar dela, me lembrei de uma

muçulmana. Quem não ouviu falar de Malala, né? Uma ativista paquistanesa. Que lutava, né, que lutou desde os 13 anos de idade pela defesa dos direitos humanos, das mulheres e do acesso à educação no seu país, né? O norte do Paquistão, lá eram os talibãs, né? Quem? Governavam, aliás, voltaram agora, né, ao poder. E aí, naquela época em que os Estados Unidos tomaram, é o Paquistão. Malalai, ela escreveu, né? Ela, anonimamente, e fez uma. Um artigo sobre como ela, né?

E as outras mulheres viviam naquele país em que não se podia estudar, não se podia sonhar. E isso aconteceu de 2003 a 2009. E ela falou sobre isso? É, e ela tinha apenas 13 anos com isso. É nessa época e ela também, contou nesse blog o que que os talibãs estavam tentando fazer, né? Para recuperarem o poder, na verdade, eles queriam tirar os Estados Unidos e retornarem ao poder. É depois essa menina, Ela Foi atacada, né? Ela Foi, ela levou 11 tiro. Ela estava dentro de um coletivo.

Ela teve que ser levada. É para o Reino Unido. Lá ela acabou de se recuperar, né? E depois de 3 meses Ela Foi liberada. Mas tem uma fala da Malala? Ela, em 2013, ela fez um discurso na assembleia da Juventude da organização das Nações Unidas, em Nova Iorque. E eu peço licença para ler um pedacinho do que ela falou. Ela disse, vamos pegar nossos livros e canetas, eles são nossas armas mais poderosas, uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o

mundo. A educação é a única solução. Ela terminou a sua. Graduação, né? E depois disso? Certa vez, um repórter perguntou a ela, o que que ela faria, né? Se o Talibã se algum daqueles né que haviam atentado contra a sua vida a anos atrás, a tentassem novamente. E ela respondeu o repórter que ela constantemente pensava nesse assunto e que a resposta dela era Clara, mesmo que eles viessem a matá-la, ela iria dizer que eles estavam fazendo algo errado.

Porque a educação? É um direito básico de todos, então é e para não me a ler, para não me alongar, eu paro agora, nesse exemplo da muçulmana, depois, se houver tempo, a gente fala da da espírita. É, eu acho que. O papel da mulher independente de sua religião. Na verdade, o papel do ser humano, né? Nesse planeta é fazer.

Coisas como essas é efetivamente sair do discurso, sair da fala, sair de apenas falar de, apenas discutir EE realmente para ação, para que a gente consiga, como disse Leopoldina. Um mundo mais justo, um mundo mais solidário. Muito, muito bom, minha querida. Isso é o bacana aqui das nossas lê vezes? Ora, nós estamos indo na mesma linha de raciocínio. Ora, nós vamos em outra linha. Nós não precisamos concordar e a nossa discordância ou as nossas

complementações. Todas elas têm espaço, tem voz tem vez, nós temos o direito de dizer o que pensamos e isso é muito bacana. E agora eu vou chamar a nossa querida Maria Cristina para falar um pouco a respeito dessa mesma questão. Eu prometo para vocês que eu não vou chamar todas as mulheres para falar de todas as questões mais esta, acho. Considero muito, muito válida,

que passe por todas vocês. Então Maria Cristina conta para nós o que que diferencia ou não diferencia as mulheres espiritas das não espíritas. Eu Acredito que o que pode diferenciar é o conhecimento da vida espiritual, porque nós não podemos fazer uma apologia ao espiritismo, como se ele tivesse a verdade plena. É como bem falou a Marta. É uma construção de conhecimentos e de saberes e de visões, né? A mulher espírita, ela pode ter o conhecimento. Da vida espiritual e Como Ela É

a primeira. A ensinar aquele que vem por intermédio dela. Ela vai poder. Colocar neste ser valores que se ela osten bem entendidos, eles vão. Ficar na sociedade são valores Morais. Sem querer ser moralista ou qualquer outra coisa, mas valores principalmente de moralidade. De ética, de que fala a doutrina espírita, que hoje nós estamos em determinado contexto e numa próxima vez estaremos num outro. A mulher espírita ao abraçar seu filho, ela ensina. Que todas as pessoas devem ser

afagada, se respeitadas. Quando se fala em algo. De mulher, de mãe e de filho, pode haver aí uma ligação Suprema. Se entende da se bem entendida a magia da maternidade. Porque a maternidade pode, se a ela pode se concretizar através da biologia, mas ela também pode se concretizar na porta que abre. E que essa porta abre e acolhe um ser?

É dentro dos consultórios médicos que a mulher espírita pode fazer a diferença é dentro de um supermercado, trabalhando e lavando o chão desse supermercado. Ela mostrar a importância que existe do ser humano na sociedade é mostrar dentro das escolas a importância da educação, a educação plena do ser humano. E isso, nós mulheres, podemos fazer, inclusive nós, espíritas,

porque nós temos um grande. É. É cabedal um grande, uma grande bibliografia que há nos auxilia nessa compreensão de uma sociedade. Tão desigual. Tão desonesta, atualmente desonesta em valores e que nós podemos usar isso, mudar isso, trabalhando com os nossos filhos, as nossas filhas, os nossos maridos, os nossos irmãos, os nossos vizinhos compartilhando com aqueles que vivem conosco, toda a magia.

Todo AA Suprema força do universo que é Deus que está conosco e nos impulsionando para uma vida melhor. A mulher espírita? Ela pode, sim fazer a diferença, mas a mulher católica dentro da religião que lhe compete também pode. É entender o porquê da vida, o porquê da sociedade e o porquê de nós estarmos aqui para que a gente entenda. Impulse. Tony, e melhor, num primeiro momento, nós mesmos, os nossos filhos e assim por diante. Sensacional show de bola.

Essas mulheres, cada uma com uma visão tão própria do que é ser a mulher espírita ou não espírita, se faz diferença, se não faz diferença e vão se complementando de modo tão bacana e agora o chama Débora para falar sobre essa mesma questão, Débora fala pra gente o que que diferencia as mulheres espiritas das mulheres, não espíritas? Olha, na verdade eu concordo com todas, dependendo do ponto de vista, você pode dizer que existe uma de diferença.

Sim, por aquilo que ela professava através da do da doutrina espírita ou de uma outra denominação religiosa incrível nesse sentido. Só que nós temos que lembrar que, sendo mulheres, todas nós temos os mesmos problemas. Sabe, perante a família, perante os filhos e para viver como mulher numa sociedade como a nossa. Então os problemas sociais é em relação à mulher, são os mesmos, independente dela, ser espírita ou não. Então esse diálogo, essa união das mulheres é extremamente

importante. É, por exemplo, em 27 de agosto, sob o número de 4212 de 1962, é foi promulgado uma lei que permitiu que as mulheres casadas não precisassem mais da autorização do marido. Para trabalhar a partir de então, elas também passariam a ter direito a herança e a chance de pedir a guarda dos filhos em caso de separação. No mesmo ano, a pílula anticoncepcional chegou ao Brasil há, mas em 1962 faz muito tempo tal, historicamente não.

Historicamente, não é muito pouco tempo, muito pouco tempo e assim é. Foi um absurdo. Quando eu li é que o supremo tribunal tribunal federal decidiu na sexta-feira de 12/02/2021, por unanimidade, que não seria mais admitida a tese de legítima defesa da honra em julgamento de feminicídio, então. É. São muitas coisas que nós precisamos buscar conquistar todas as mulheres, espíritas ou não, porque enquanto nós estamos aqui é as nossas dificuldades.

As Barreiras são para todas exatamente todas. É? Quando eu conversava com as presas dentro da penitenciária, a necessidade que elas tinham basicamente eram as mesmas que eu, sabe, e muitas delas não tiveram a oportunidade. De estudar? De fazer alguma coisa que gostasse, não tem oportunidade de ir ao teatro, de ir ao cinema, de ver uma exposição. Há, mas essas pessoas não sabem dar valor. Quem somos nós pra falar sobre isso?

Sabe? Então a. AO conhecimento espírita, ele abre um leque maravilhoso e, principalmente, de trazer. É. Fazer com que as pessoas se interessem pelo estudo, mas o próprio movimento espírita não está fazendo isso na prática. Em muitas casas espíritas, os espíritas não estudam. O espiritismo sabe e, sendo homem ou mulher, é as questões da mulher na nossa sociedade. Elas precisam ser trabalhadas e vencidas, falando naturalmente sobre elas.

Por exemplo, se uma mulher chega apavorada dentro de uma casa espírita, porque Ela Foi? É, de alguma forma, é violentada dentro da da sua própria casa. Ela vai só tomar um passe e vai embora. Por que que eu como mulher espírita, participante do movimento espírita, não posso abrir um caminho para que ela, dentro da sociedade, possa se

encontrar? Então, esse tipo de debate ele tem que estar é aceso em todos nós, seja Malala, seja as mulheres afegã, as mulheres no Irã, que que usam as suas burcas, que não podem sair sozinha. Na rua, tudo, somos mulheres. E por que devemos e podemos trabalhar em prol uma das outras, nos unir naquilo que nos é comum? Nos é comum, por exemplo, quando eu quero que meu filho estude e eu não tenho possibilidade de colocar esse filho numa faculdade ou numa escola, como é

difícil para isso. Como a mãe sabe e como dentro da casa espírita, por exemplo, se traz essa. Essa ideia do estudo da evolução, por que não trazer para nossa vida social? A gente acaba dividindo as coisas e não tem como dividir, sabe? A nossa alma vai evoluir se esse corpo também evoluir. Aonde ele está nesse momento, sabe, e os nossos problemas? É em matéria de cidadania, problema com o salário é falta

de justiça. Enfim, em todos os sentidos são os mesmos e nós estamos nessa busca ainda, sabe de que ai a mulher tal é um sexo frágil? Tem uma série de coisas que tá na hora da gente evoluir. Não tem aqueles desenhos que fala assim, há agora está na hora de evoluir o Pokémon, né? Se o Pokémon evolui, por que que nós não podemos evoluir, sabe? Então, é. É isso que eu queria dizer, Júlia. Ótima, ótima Débora. Nós temos que estar com a nossa tecla f 5 o tempo todo sendo

apertada, né? A tecla de atualização? Tanto as mulheres quanto homens, quanto a sociedade. E aí a Débora toca numa questão super importante, né? Ela traz questões lá da década de 60 e assim parece que foi ter um longe, né? Mas não em termos históricos. É algo realmente recente. Tivemos bastante conquistas das mulheres realmente lá atrás. A mulher era vista como

propriedade dos homens, né? E tudo isso foi sendo modificado, foi sendo adaptado, resolvido enquanto sociedade, ainda que estejamos numa sociedade em que falta muito para ficar. Como deveria em termos de equidade, de direitos e de justiça. A Cláudia fez uma pergunta que eu vou pedir pra colocar na tela e ela fala o seguinte, o que o conhecimento espírita trouxe de mais importante na vida de vocês?

E de mulheres perto de vocês, e eu vou convidar a Marta para responder essa questão para nós, fala Marta. Olha, é. Eu vejo que a. Esse contato, né? Saber. Que a morte não existe. Saber que existem muitas Moradas. Saber que nós somos espíritos em constante evolução. Saber que? Um amor nosso que se foi. Apenas foi um só deu para nós um até logo, não é um até nunca mais. Eu acho que essas questões. E são algumas, né, das quais eu me lembro agora. Elas nos dão.

É suporte para que a gente continue na nossa luta diária. Então eu acho que esses pontos. Foram assim super importante não só pra mim, né, mas também para aqueles que. Para aquelas mulheres, né? Pra aqueles homens com quem eu converso, né? E que se aproximarão da doutrina espírita e também na medida em que a gente vai conhecendo, na medida em que a gente vai realmente estudando, na medida em que a gente vai trazendo cada vez mais Kardec para dentro de

nós. Parece que a vida ela vai se tornando menos pesada, mais leve. Essa é a minha sensação e, sem dúvida nenhuma, o conhecimento da doutrina espírita me fez ter a certeza de que muitos erros que eu cometia ao longo da minha vida eu não faria mais hoje em dia. Muito bom, muito bom, querida. Agora nós temos uma outra pergunta que já chegou chegando aqui para nós, que é a do Marcelo, vulgo mh, conhecido como MH, que diz o seguinte, o centro espírita é um ambiente

machista. Que tal Maria Cristina, que você considera a respeito disso? Eu considero o centro espírita um lugar não só machista. Como também misógino. E ele parte? Na sistematização. No desencarne do Kardec e o esquecimento da companheira dele. Da Madame Kardec, ou seja, da amelie boudet. Eu não posso acreditar que Kardec ou o monsieur revai. Tenha deixado. A sua companheira de lado. Aí começou o machismo e a misoginia da doutrina dos da doutrina.

Não me expressei mal dos seguidores, né? Dos estudantes desta filosofia. Espetacular que nos dá a oportunidade. Todos os dias eu errei hoje, amanhã eu tenho uma nova tentativa. Sem culpas e sem medo. Infelizmente, o nosso ambiente, o centro espírita, é machista e, infelizmente, algumas mulheres. Ação também. Elas se colocam como seguidoras

de alguém. Seguidoras do líder, eu costumo dizer que muitas vezes a sociedade tem o espírito de matilha, ou seja, nós precisamos de um líder para e em geral. É o líder, né? É um homem. E isso é uma coisa que muitas mulheres em todos os centros espíritas, Eu Acredito. Lutam, buscam a mudança. Nós não queremos ser mais, mas nós não aceitamos mais ser menos. Nós possuímos a capacidade, mesmo que menospreza da no olhar.

Que as pessoas nos colocam muitas vezes eu posso expor um exemplo de uma trabalhadora de nossa casa. E ela é tida como uma pessoa muito forte em suas colocações, em suas observações. E é. E isso para ela, é um defeito, ou seja, as pessoas vêem a maneira dela se expor como um defeito. Sendo que para homens isso é extremamente aceitável. Há muito a fazer, inclusive nas nossas casas espíritas, nos nossos centros espíritas, assim como nas nossas casas, os nossos

lares. É preciso modificar este padrão de pensamento em que os homens fazem parte das diretorias, em detrimento das mulheres, porque eles conseguem. Eles têm mais voz, eles são mais respeitados, não? Não podemos mais viver assim. Eu acho que a Débora. Ela chamou AA essa história do machismo e da misoginia dentro da sociedade e também que também está entranhada nos nossos centros. É preciso que nós busquemos.

Em primeiro lugar, a paridade. Nós somos tão capazes quanto não é o sexo que vai nos diferenciar, mas a vontade de crescer, a vontade de entender o que diz o que a sociedade espera da gente e o que nós podemos contribuir para a sociedade. Nós falamos muito, né? Dentro do do nosso ambiente. Que às vezes esse machismo ele nos entristece e ele nos adoeceu também. É preciso urgente. Semente mudar esse pensamento, mudar essa visão. Tosca de sociedade em que o homem sempre estará.

À frente de tudo. Não? Não podemos, em especial dentro das casas espíritas, porque nós podemos ver hoje a maneira como. Kardec trabalhava com a sua esposa. Nós podemos observar dentro daquele filme. Em nome de Kardec, se não me engano. A gente vê assim AA capacidade. Porque ela tinha a morosidade que o casal tinha. Era um ser completando outro ser.

Não era uma guerra de valores ou de vaidades e Eu Acredito que dentro das nossas casas espíritas, dentro dos nossos centros espíritos, é isso que nós precisamos. Colocar a capacidade feminina. Antes de qualquer coisa? Acho que era isso. Posso falar? Ju posso falar, deve, deve agora. Eu tenho que falar, gente, estou ouvindo a Maria Cristina é a casa, né? É a é a que eu sou vinculada. É nos últimos anos, né? Por esses 3 últimos anos agora

nós fomos 5 mulheres. A casa das 5 mulheres e agora já outra. Já houve outra eleição, né? Eu saí da diretoria e de novo. Serão 5 mulheres. Então eu não vivi. Né? Não posso dizer que vivi isso, é. Dentro da casa da qual eu faço parte da mesma forma, né? Que quando a Maria Cristina é se referiu a forma como a mulher, né? Se colocava, talvez você tivesse querendo se referir a uma forma masculinizada, é isso? Maria Cristina, enfática, a ela é a pessoa, é muito enfática.

Há é uma característica masculina, então aquilo é um DT, não, eu entendi. É porque eu, eu. Eu pensei que você tivesse falando dessa questão é de homossexualidade, transexualidade, e aí eu ia dizer que lá na casa, né? Onde eu faço parte, eu também nunca vi discriminação, nem por orientação sexual, nem por qualquer questão relacionada à transexualidade. Mas sem dúvida nenhuma eu acho que é urgente a gente trazer essa questão para a tribuna espírita.

Isso aí eu já acho que também é, pelo menos lá no centro, né? A gente vem tentando. Fazer esse movimento, mas é muito difícil, porque eu acho que não basta a gente dizer não a exclusão, né? A não vamos dizer não, não. A gente precisa na verdade, incluir aqueles que, para muitos de nós, infelizmente, ainda são tidos como doente, como pessoas anormais. Então eu acho que a gente tem

que trazer esse debate. Se eu não me engano, acho que foi a Leopoldina até que falou, né não, não, não lembro mais qual delas, mas eu acho que a gente tem que trazer, sim. Alguns grupos de estudo para as nossas palestras públicas nesses temas, né, que falem sobre isso, que falem sobre as coisas. Como disse a Débora, agora que eu me lembro do nosso dia a dia, né, vamos falar de feminicídio? Sim, vamos falar de transexualidade, vamos falar de sexo?

Sim, eu acho que a gente precisa colocar isso. Eu acho que isso não acontece, né? De forma, é alguma pelo menos largo Jeff. Mas eu acho importante que dirigentes, coordenadores de estudo, né? E coordenadores das diversas áreas dos centros espíritas possam ser escolhidos por aquilo, né? Por serem pessoas de bem e por estarem voltadas e dispostos a trabalhar em prol de uma sociedade mais justa, igualitária, independentemente é

de sexo. Independentemente de gênero, eu não acho que a gente deva impor pontos de vista de forma alguma, mas eu acho uma lástima a gente não trazer outros pontos de vista para os centros espíritas, porque a gente tem o dever de proporcionar ao outro o direito de livre pensar. Eu acho que Kardec queria isso. Era isso, posso falar só uma coisinha, Júlia me permite ali. Débora, então, é que assim, independente de, por exemplo, na casa que ela trabalha, tem

muitas mulheres, né? Então, mas assim a não é só a questão da mulher participar, mas é da maneira como são conduzidos os trabalhos dentro da casa espírita. Eles são conduzidos ainda de forma com aquela aquele peso

moral. Eu não estou dizendo a casa da Marta tá, mas assim, muitas muitas ainda é, vamos dizer assim, rezam por essa cartilha, sabe daquela mulher, ainda que é submissa ao marido, tudo que traz um que é uma questão cultural muito forte, que é a presença do pensamento judaico cristão, sabe, hoje em dia, muitas casas espíritas são. Quase um tempo de moralidade. Então, assim, esse comportamento, ele reflete, é no trato com as pessoas e, principalmente, com esses invisíveis.

Que nós não queremos ver e que temos uma certa distância que muitos usam para pra falar que fazem a Caridade, mas usam isso como ponte de desencargo de consciência, sabe? Porque assim, hã, eu dou uma cesta básica. Eu resolvi o problema daquela família. Ai, que coisa maravilhosa. Eu fui no centro de se distribuir cesta básica, mas assim é aquela pessoa vai continuar precisando de cesta básica. Porque ela está sem emprego, então como que nós resolvemos isso? Somos uma sociedade.

É nesse sentido que eu estou dizendo, então é o comportamento também tem a ver com esse pensamento machista que vende muitas mulheres, principalmente quando a Marta falou, eu lembrei de uma aula que foi catastrófica, em que a pessoa disse que os homossexuais, os homossexuais, são doentes da alma. Eu quase tive uma síncope, sabe? Porque assim, gente? Como é que a gente tem a coragem de colocar isso? Sabe, pro pra uma pessoa e por

aí vai, tá? Mas eu queria colocar mais desse comportamento que que a própria mulher faz, valer o patriarcado, sabe? Que é isso? Eu poderia fazer uma parte. Júlia, fale, querida. É Marta. A gente fica muito feliz por saber que existe um centro espírita que tem já esse patamar. Mas acredito que a maioria dos centros espíritas ainda está bem abaixo. Não é e, infelizmente, eles refletem a sociedade a nossa sociedade. Ela é excludente, não é a nossa

sociedade é misógina e machista. E nos centros espíritas isso ocorre e como bem falou a Débora, a mulher. Está sustentando o patriarcado. Nós chegamos a ter um grupo, certa vez em que as pessoas se intitulavam de ETs, era o nome do líder, né? Daquele que era o coordenador e elas eram as etes do líder. Não que a pessoa talvez não merecesse, não é o caso, mas é o grau de submissão a que nós nos submetemos e quando nós lutamos contra isso, nós somos excluídas d Vereda, né? Rapidamente.

E este é o problema, não é? É Oo conjunto. A maioria dos centros, assim como a sociedade exclui. Ela vai excluir o gênero. Ela vai excluir a etnia. Ela vai excluir AA posição social. E nós estamos muito aquém. Não é daquilo que nós precisamos complementar e buscar dentro do centro espírita. Para que a gente possa atingir a uma sociedade mais igualitária. Esse ponto que a Maria Cristina tocou era justamente o. Que eu ia tocar, que os nossos centros espíritas refletem a

nossa sociedade. O que acontece nas empresas? O que acontece em casa, o que acontece nos grupos sociais? O centro espírita anda mais ou menos na mesma linha, é muito bom, com certeza. Ter centros espíritas que sejam diferentes, minoria, tudo bem, nós estamos caminhando a passos de Formiga e sem vontade, como diria. Aquele nosso querido cantor, mas vamos caminhando e nisso? Maria Cristina me lembrou um fato que eu vivi na pele, essa

emoção. Eu trabalhei durante 10 anos no senai e quando eu como professora e quando eu fui trabalhar no senai, é justamente o curso que me colocaram para ser professor. Era o curso de automobilística na última fase e para minha surpresa.

Quando eu fui no primeiro dia de trabalho, pude constatar que 95% das pessoas que estavam no senai eram homens, então eu fazia parte da minoria dos 5% e quando os alunos entraram na sala de aula que eu já estava, eles tomaram um susto, entraram uns 3. Em seguida, o primeiro parou, o segundo, bateu o terceiro. Também. Houve um engavetamento já na hora de entrar na sala de aula, eles pararam e melhoraram, estupefata, 12 e se olharam e disseram aqui. Aqui, gaguejando, sem saber o

que fazer. Eu disse sim, aqui é aula de automobilismo. Mas se vocês estão vendo que as mulheres estão chegando para valer, né? Pode entrar jovens. E aí havia, Claro, entre eles, aquela dualidade entre, vamos acabar com as mulheres no nosso curso, porque esse curso não é para mulheres. Dar aula é um lugar de macho, de homem e outros que diziam Yes, uma professora que máximo, enfim, uma professora.

Então viviam uma dualidade. E passados alguns anos, tenho vários alunos que se tornaram amigos. Alunas também que se tornaram amigas. Eu tive uma aluna que hoje, inclusive, moro em Portugal e ela me disse que aprendeu muito comigo e a gente sempre fica muito feliz, né? Quando ouve esse tipo de coisa e eu fiquei pensando assim, o que será que que mais marcou, né? Nas minhas disciplinas? E aí eu perguntei Pra Ela, e o que que mais te marcou, né? Sobre as aulas e tal sobre.

Enfim, aquilo que foi há tantos anos atrás, né? E ela disse a professora, ensinou a gente que os homens têm que nos respeitar. Eles têm que enxergar a gente como ser humano, iguais a eles e que não é porque nós temos mulheres num ambiente dimensão. Éramos muito. Porque eles iam nos dias? Porque? Especificou em quais se tornar aquele ambiente naquele lugar estava fazendo a diferença tanto quanto.

Tanto no papel de mulher quanto no papel de mulher espírita, porque aí os papéis, nesse caso, acredito que se confundem. Então tudo isso é reflexo da nossa sociedade, né? E aí, pouco a pouco, senai foi tendo mais uma mulheres e tal, e agora eu acho que temos uns 60% a 40%. Não faço mais parte da instituição, mas sim marcou bastante porque era estranho. Ninho, né? Então muito diferente a gente passar por uma situação assim.

E eu aprendi muito, muito mesmo por ter sido colocada nessa nessa oportunidade por eu mesmo ter se colocado nessa oportunidade de ter vivido isso. E aí vocês falaram também algumas questões sobre a fala da mulher e tal. E tem uma questão que chegou até mim que fala justamente sobre isso e eu vou chamar a Leopoldina para responder para nós. Ela está muito caladinha, que agora ela vai sair do seu trono e vai assumir o microfone para nós. Leopoldina, querida.

O espiritismo considera considerado o movimento dos espíritas, dialoga com a mulher que adota um discurso poder de fala potente, manifesto numa sociedade machista e patriarcal. Eu estava de caladinha, mas estava bem atenta ao que estas minhas amigas estavam falando. E eu acho que, inclusive que elas falam, tem 11 sequência lógica naquilo que você me pergunta. É, eu entendi bem a colocação da Maria Cristina. A Maria Cristina primeira questão é a não generalização, é?

Que foi questionada aqui, mas também às vezes nós não podemos pegar o pontual para trazê lo como geral. É, e isso realmente cria algumas dificuldades. É a Maria Cristina, quando ela pega a questão é do centro espírita. EE que ela traz, né? Quer dizer, na sua pergunta, como uma resposta que o centro espírita é machista? Ela. Ela traz. Como concepção do machismo? É diferenciada a questão. É, nós temos que em primeiro lugar. É pontuar a importância das

casas espíritas. As casas espíritas permitem ter sob a sua direção mulheres. Mulheres espiritualmente podem dirigir a casa espírita não tem esse preconceito, o que é muito louvável e temos que aplaudir, até porque na minha primeira fala, eu, inclusive é, trouxe o elogio para nós mesmo dizendo que nós até somos mais aguçados espiritualmente, né?

Mais intuitivas é. Então esse é uma questão que nós temos que colocar e aplaudir nas casas espíritas, ter a mulher inclusive, como podendo dirigir espiritualmente à casa espírita. Mas isto aqui. Não quer dizer que. Mesmo dentro desta igualdade. Mesmo dentro da participação da mulher. Nas Dire sono. Ainda, nós não tenhamos o conceito. Machista dentro das casas espíritas? E vejam bem. Aonde? Que é o sustentáculo. Do espiritismo? É a ciência e é a filosofia. E dentro da filosofia?

Nós temos o conhecimento. Nós desenvolvemos o conhecimento. E o conhecimento de ser? E o conhecimento de ser de gênero? De ser? Masculino, de ser feminino. E quando a? Na e a Cristina pontua. E muito bem pontuado. Ela chama. O mito que tem na casa espírita. Que é o mito masculino. E que que esse mito masculino? Determina? Não se discute. E seriamente? A questão do ser mulher dentro da casa espírita. Com todo o seu potencial. Disseram mulher como nós hoje

aqui estamos discutindo. Dentro da igualdade de gênero. Dentro da Liberdade. De conduzir o seu próprio físico e se definir enquanto mulher, o que fazer com ele? Dentro dos dogmas e dos preconceitos, inclusive. E isto é muito comum que nós recebemos da tradição judaica cristã. Em que o homem? Em que a mulher nasce da costela de Adão. E o que isto faz, inclusive, e que nós temos dentro das casas espíritas? Levando como tradição. O homem. É a tentação. O homem. É a corrupção, inclusive.

Ele pode fazer todos os desafios enquanto homem. E ter todos os desafios. E a mulher, qual que é o papel da mulher? Que nasce da costela do Adão. É o pecado? Ela se inferioriza. Ela é menor porque ela já nasce pecadora. E como pecadora, ela é a mulher submissa. E quando nós, mulheres, não levantamos, inclusive. A discussão. Dentro da casa espírita. Sobre todos esses problemas. Que nos afligem? E que vem desde lá da história antiga. De uma tradição religiosa? Que já nos diferencia.

Em termos de gênero? Do poder do homem? Com a desigualdade de ser mulher. Para levar as discussões profundas dentro das nossas escolas. Sobre o ser mulher? Nós estamos permitindo. E aí eu quero louvar Maria Cristina e quero ler para ouvir. A concepção machista. Porque como conceito. Não é só aquela aparência de igualdade em direção. Não é só e meramente. Dar para a mulher o poder da direção espiritual da casa. Mas é se libertar e. Tirar as amarras mesmo.

Da gente fazer discussões profundas sobre a questão de gênero e isso falta isso. Falta mesmo dentro das casas espíritas? E não se avança. E uma sociedade não avança. E ela só se torna civilizada quando ela consegue compreender efetivamente. A igualdade entre o homem e a mulher. Mas a igualdade de pensar, a igualdade, de ser a igualdade que ombreia o homem e a mulher. Para que eles possam realmente cumprir a lei do Progresso e evoluir. Você me permite fazer uma parte, Júlia.

Claro, é que assim, coincidentemente, eu estava lendo é esse trecho um pouquinho antes de começar a live e eu deixei o livro aberto nessa página, que é um livro da Djamila Ribeiro. Quem tem medo do feminismo negro? Então ela está falando aqui da Simone de Beauvoir tudo. Então ela fala assim perante a mulher Moderna, né? O que que mudou? Ela diz o seguinte, que nada mudou, sabe porque a mulher tem

um smartphone mais novo? Ela tem uma geladeira top, ela faz coisas incríveis, maravilhosas, mas ela continua com as mesmas funções, exatamente aquilo que a Leopoldina estava falando. Sabe porque ela continua ainda com a amentar, aquela diz o seguinte, a mentalidade de fato, não mudou, os mecanismos de opressão somente se atualizaram. Era isso que eu queria falar, porque. Realmente é o que acontece. Que tenso, em que tenso e agora tem a Maria Cristina? Quer fazer uma coisa de Júlia?

Posso fazer um parente? Claro a eu acho que a fala AA da Débora é muito importante, mas é muito importante mesmo, inclusive para nós, espíritas e para nós que estamos sempre querendo entender o ser dentro da filosofia, dentro do conhecimento. É a sociedade de de consumo que nós temos e cada dia é é cria um aparelho diferente para a casa e para a mulher. Lógico, isso daí, inclusive, é muito bom, né? Porque alivia o nosso trabalho no né? Quer dizer, deixa o nosso

trabalho menos penoso. Mas. Tudo. Esse consumo que nós temos é com essa aparelhagem que nos cerca. Não quer dizer. E jamais dirá. Que a mulher está progredindo? Dentro de uma esfera? Que é a esfera da sabedoria. A nossa doutrina de alguma coisa muito importante, muito importante, porque ela incentiva o conhecimento. Ela incentiva a informação. Ela incentiva o saber. Mas muitas vezes, como AAA, Débora disse.

Esse saber que nós adquirimos. Somado, inclusive, a evolução da ciência que nos dá uma aparelhagem toda de modernização. Não nos diz? Que nós transformamos isto em sabedoria? E é só quando nós sabemos transformar. Todo esse saber que a ciência, a filosofia, nos dá em sabedoria. É que nós podemos ter. Uma. Função muito mais evolutiva, muito mais adiante, muito mais avançada. Exatamente agora, vamos lá, Cris fala para nós debater com mulheres dessa, desse calibre e

não é fácil, né? EE aí 2 apart-hotéis, um Parallel em que ela fala muito bem e eu digo, nós precisamos, complementando AO teu o teu falar, nós precisamos discutir na casa espírita a mulher. Mas não a mulher sobre a ótica da maternidade, que é o que se faz em maio, né? É o mês das mães, é o mês das noivas, né? Como assim? Eu, mania Cristina, tenho um filho que adoro. E eu sempre me coloco como mãe, mas eu poderia não querer ser mãe.

Ser mulher e não ser mãe. Porque eu tenho hoje, felizmente tenho um movimento do qual como falar, falou AAA Débora a Djamila Ribeiro. Ela, ela encampa esse movimento do do lugar de fala da mulher, do feminismo, o feminismo negro. Em que se se se fala da mulher que não quer engravidar, ela não quer ser mãe. Né? A mulher que não quer amamentar, que é um direito também o corpo é dela. Não é, às vezes se engravida porque não se quer da mulher também que entrega seu filho

para adoção. Isso é preciso discutir dentro das nossas casas espíritas, sem o preconceito de a mulher nasceu para ser mãe única e exclusivamente. Eu Acredito que a mulher nasceu também para ser mãe. Né? E isso precisa ser discutido dentro dos centros espíritas com uma ótica mais Moderna, uma ótica em que abra o nosso, o nosso AA, nossa visão. Né? De mundo, porque eu. Eu me identifico com um grupo de mulheres que é mãe, mas eu não podia não querer. E aí essa mulher fica a mercê.

A margem da sociedade, porque toda mulher tem o quê? O instinto materno. Existem mulheres que não têm. E isso é comprovado, isso é estatística. A gente não pode negar. Eu não posso dizer que por ser mulher eu quero amamentar. Eu quero ter filho. Nem sempre. Não é? Então é este é um. É um. É um cuidado que nós temos que ter nas nossas discussões. Qual é a ótica que eu vou colocar? Ao discutir a mulher no centro espírita, por favor, não em maio. Não no mês das das mães e no mês

das noivas. Sabe, está nem chamando Maria, a mãe de Jesus de Nazaré, porque não é este o caso, aquilo é um outro problema a ser resolvido. Nós hoje temos um problema muito maior. E chamando AA fala da Débora quando ela cita Simone Simone de Beauvoir, em que, num dos textos da Simone, ela vai dizer, a gente não nasce? Mulher. A gente se torna mulher, porque ser mulher nessa sociedade excludente é muito difícil.

Eu tenho que rasgar a sociedade e mostrar que, além da força que eu tenho, da fala que eu tenho, eu também tenho uma vontade de crescer e de amar. E isso é importante. Uma outra filósofa é a francesa que no momento eu não me recordo o nome, ela diz. Na história da do mundo, a mulher é uma leve sombra, ou seja, ela está atrás. Ela está aquém daquele que hoje encarnou como homem. E isso minhas amigas queridas, não podemos mais suportar.

Não podemos mais deixar os nossos filhos sair de cá das nossas casas. Com esses pensamentos, não podemos deixar os nossos alunos cultuarem esses pensamentos e temos que levar ao centro espírita essa perspectiva. Uma presa de perspectiva de inclusão. Em primeiro lugar da mulher e de todos os outros que hoje são as minorias tão atacadas, tão banida da sociedade. Tão num tão excluo. Vidas e tão adoecidas por isso.

Um abraço, queridos. Quem, se me permite, Júlia é. Eu. Só lembrei de uma frase, é que eu só lembrei de uma, lembrei de uma frase que eu tomo muito para mim, porque ela falou muito da maternidade, né? O mia Couto diz o seguinte, que não é a mãe que dá à luz a um filho, mas é um filho que dá a luz a uma mãe. A gente aprende e não é por sermos mulher que somos obrigadas a ser mãe, isso não exclui. A nossa doçura, a nossa vontade de cuidar.

Nada disso, porém, é não existe essa obrigação e a gente tem que entender isso e acolher. E ir mostrando para a sociedade que nós temos o direito de fazer essas escolhas. Né? Sim, é, a sociedade realmente espera, né? Que você seja inclusive, uma vez eu ouvi a seguinte frase, é o sonho de toda mulher, você querendo ou não querendo é ser mãe e disse o meu não. O meu não, e eu não estou estudando para isso. Eu não sei nem se eu quero ser mãe. Eu tenho um filho, vocês sabem, né?

Mas na época nem me passava pela cabeça. Se eu ia ser mãe ou não, né? A pessoa disse para a pessoa errada no momento errado e acho que as pequenas falas quando nós nos manifestamos, quando nós nos impomos, é que também vão começando a fazer diferença, fazendo os outros pensarem a respeito. Já pensaram por um homem chegar e dizer isso? O sonho de todo homem, o grande sonho é ser pai criada, né? Nenhum homem eu vi esse tipo de

coisa. Júlia, eu posso fazer mais uma parte do Claro. Eu vi um comentário da Célia agora. Desculpe, é, eu vi o comentário da Célia em que ela fala sobre a referência às mulheres negras, se nós mulheres. Temos grandes problemas e grandes lutas. As mulheres negras têm muito mais, muito mais, porque além disso, elas têm toda uma dor, né, de uma exclusão. Eu estou lendo esse livro aqui,

sem querer fazer AA propaganda. Mas é um livro que nos ensina um pouco da história e a mulher, quando AA mulher negra escravizada, quando era vendida, era vendida. Mais barata do que o homem, a mulher negra, ela era colocada num criadouro. Para reprodução, reprodução de seres que já nasciam escravizados, dolorido, gente

dolorido. Há 11 a num estudo feito é. Um médico que que havia que me falou, ele disse que as mulheres ao parirem as mulheres negras ao parirem, elas não recebiam a peridural porque havia um mito de que as mulheres negras eram mais Fortes dessa, dessa feita, eles, elas não recebiam, elas não recebiam AA peridural, porque elas poderiam ser. Elas eram muito mais Fortes a dor e isso, queridos. A gente não pode mais tolerar na nossa sociedade.

Este é o papel da mulher espírita, aquela mulher que está procurando entender essa filosofia, né? De paz, né, de Progresso. Nós precisamos. Dar as mãos, dar as mãos ao Progresso e saber que nós somos seres ora encarnados e como nós estamos, é um projeto, um projeto de nós para nós crescermos e junto a nossa sociedade. Chega a gente chega de pessoas que são são boas porque são brancas, porque tem o cabelo liso, porque tem os olhos azuis porque são magras.

Nós queremos ser boas, porque nós somos do jeito que nós somos. Nós somos negros, nós somos amarelos, nós somos pardos, nós somos louros, nós somos pessoas. Né? E dentro destas falas, é preciso incluir todo aqueles que são as minorias, e é por isso que é tão importante este dia 8 de março que nos nos impulsiona, né? AA parar reflexionar e dizer chega, assim como eu pertenço à minoria, outros pertencem também e a minha voz vai se levantar

junto. Porque não é possível mais viver nessa sociedade em que muitos não tem nada. E bem poucos, tem demais. Excelente, vou fazer uma pequena pausa aqui pra dizer pra você que tá assistindo dar aquele joinha se inscrever no nosso canal, divulgar o trabalho do e secar com essas mulheres, com esses homens que trazem essas, lê vezes essas discussões riquíssimas.

Então esteja conosco, apoia as nossas causas e agora eu vou trazer uma pergunta aqui que foi feita, eu vou chamar a Marta para responder pra nós, pra começar a incendiar. E colocar fogo no parquinho seguinte. Marta, fala-se muito da atuação de amélie boudet na vida. Fiz o biquinho bonitinho russo é amélie boudet, na vida de Kardec. Ainda que seja necessário contextualizar que no século XIX, a mulher tinha um papel secundário caso a missão fosse confiada, hoje a uma mulher, a

sociedade lhe daria crédito. Que festejaria, como fez com Kardec. O que você tem a dizer sobre isso? Olha, eu vou dizer para você que vai depender é de quem é, né? De quem seria? Esse homem e de quem seria essa mulher, né? É eu a. A tô tentando lembrar a Rosário. Ela colocou ali, né? Que ela colocou um ditado que é atrás de um grande homem, sempre tem uma grande mulher e vi que Marcelo colocou, eu prefiro que você é não atrás, mas ao lado, né? Então eu acho que é bem por aí.

Eu acho que o trabalho, né? Ele é conjunto, né? Para que se cresça? E eu acho que se a gente se, essa pergunta foi feita para que a gente continue falando, né? Nesse nesse machismo, né? Não sei porque aconteceu com amelie, porque não poderia acontecer com porque não haveria outra melia. Agora a gente vive nessa sociedade, é machista. Há muito tempo, né? Isso é uma coisa histórica, né? Apesar de aí no meio da história, a gente ter tido, né? O matriarcado?

Mas na verdade, é o patriarcado, né? É que manda na sociedade como um todo. Eu acho que depende, né? Eu acho que depende do homem. Eu acho que depende da mulher. Eu acho que depende da evolução, é de cada um e acho que essa questão de crédito também, né? Não sei. Será que muita coisa mudou? Será que a gente está falando aqui o tempo inteiro, né? De que o machismo está aí, que os homens estão sempre é à nossa frente, né? É, a gente está sempre atrás deles. A gente está sempre querendo

alcançá-los, né? E a gente vai num esforço constante. Para que isso aconteça, né? E eu gostei muito quando a. Acho que foi a rv que falou sobre essa questão da ou a Leopoldina sobre a questão da pobreza. Não é sobre a questão dessa. Quantas de nós, né? Não temos é acesso à cultura, né? A ao estudo e isso realmente. É. É uma coisa lamentável, né? Mas é uma coisa que acontece, não é aqui, é no mundo inteiro. Né? Ou em grande parte dele, né?

Porque a gente tem países, né? Em que é é a coisa, não é? Não é bem assim, né? Ou já está mais é avançada, mas enfim, respondendo a sua pergunta, eu acho que depende, eu não vou, eu não gosto muito de generalizar as coisas, né? Eu acho que depende. Está ótimo, não precisa generalizar. Nós criamos mesmo. Era sua opinião. Vou seguir para mais uma pergunta e essa eu vou passar para nós, a Débora.

Débora, querida. A mulher espírita deve ocupar espaços sociais de participação social e política. Se não, por quê? Se sim, o que se espera dessa mulher? Um, que Maravilha. Sim, ela tem que ocupar todos os espaços, principalmente da política, porque quando nós falamos de política, vamos pensar em pólis, no todo, não em politicagem, sabe? Então nós precisamos de alguém que que represente pelo menos a

essência. Se é que eu posso dizer assim, do do pensar espírita, que não é o que está acontecendo atualmente. Exato. Quem acompanhou um pedacinho da CPI viu que, como diria uma amiga minha, só por Deus sabe só por Deus aquilo lá. Então assim é, nós precisamos deixar de lado essa ideia de que a política é uma coisa ruim. Sabe, então nós estamos muito,

muito preocupados. Eu falo, nós enquanto sociedade é em colocar na conta de algumas palavras que foram sendo usadas de forma incorreta e deturpa, dá-se sabe-se lá porquê, mas é. De ter uma atitude diferente dentro da casa espírita, sabe? E assim alguém colocou nos comentários. Eu achei ótimo que o espiritismo, sem justiça social. De que vale o espiritismo? Sem justiça social, nós precisamos pensar nisso e falar em justiça social, não é?

Não é você fazer a política que todo mundo imagina dentro do centro espírita. Fazer política é um ato de viver. E não é um partidarismo, e o partidarismo infelizmente existe hoje dentro das casas espíritas. Tá? Mas isso é uma outra história, então cabe a cada uma de nós é fazer valer a sua voz, o seu lugar de fala. Por exemplo, quando eu pensei na Djamila, porque esse livro para mim é muito querido, que eu ganhei dos meus filhos, é de pensar assim, porque ela fala

que não dá para você separar. A questão do racismo é e do feminismo que tudo caminha junto, que nós precisamos caminhar juntos, sabe? Homem mulher? Branco, negro, tudo junto, porque não adianta se se eu luto por uma coisa e se o outro continua fazendo da mesma da mesma forma, sabe, e justamente Por Ela não ser espírita, sabe? Então quando, quando a Marta se falou da Malala, né? É é de ver que é possível a gente lutar por um mundo melhor dentro daquilo que todos nós necessitamos.

Independente de sermos espíritas ou não, então a política nesse sentido, ela precisa entrar e pisar com o pé direito numa casa espírita, porque nós precisamos disso. Nós precisamos de justiça social e uma coisa que você falou, Júlia, equidade. Isso é muito importante porque a gente ainda continua vivendo sob AA questão do privilégio e não era para ter privilégio. Todos nós somos iguais e todos

nós temos direito, sabe? Tanto homem quanto a mulher, a mulher que se diz feminina, feminista, ela não é contra o homem, aquela mulher que se diz espírita, ela não é contra a mulher católica, porque em tese nós temos as mesmas necessidades. Bah. Músicas e os mesmos sentimentos. Nós queremos ser felizes, nós queremos ser amados, nós queremos ser respeitados como seres humanos e como cidadãos. É desse planeta, então para todos nós, o básico está servindo, sabe?

E isso tem que entrar na casa espírita para que realmente aquilo que foi plantado lá por Kardec, o livre pensar, a vontade de lutar por por sermos melhores e para termos uma sociedade melhor, é com uma mulher a seu lado que foi pouco falada, mas que a gente pode lutar para que ela seja mais

conhecida. Sabe para que a que seja uma mulher que apareça no movimento espírita, quem sabe tem uma outra, muito boa marqueteira que possa fazer com que o seu nome brilhe mais e chegue mais aos ouvidos do cidadão comum? Então, a gente tem que fazer esse trabalho EE não deixar de lado uma coisa em detrimento da outra. Essa coisa de é andar separado, não dá para nos diz a Djamila. Não dá pra você pegar uma coisa rasgar, botar num cantinho.

E depois é não trabalhar isso tudo junto, tudo caminha junto. Então, se dentro da filosofia, que é uma das bases da doutrina espírita, é o livre pensar, é sermos melhores. Por que não sabe por que que a gente não busca isso? Isso aí, João, Débora, fale, Marta, eu queria trazer agora aquele outro exemplo, né? Que eu falei, porque eu acho que é. São exemplos, né? São mulheres que nos inspiram, né? Que através da história elas nos mostraram, né? Você vê no. No caso da Malala, tão jovem,

né? 13 anos de idade, eu acho, assim que elas nos inspiram, elas nos mostram de alguma forma o caminho, né? Para sair dessa condição de apenas falar, né? Muitas vezes, até de brigar, de gritar, né? É querendo impor posições para. Coisa de fazer mesmo, né? De de tá lá fazendo o outro exemplo que eu queria trazer. Então agora é de uma espírita, né? E que eu tenho certeza que todos aqui conhecem, que é Anália Franco, né? Anália Franco nasceu em Rezende, no Rio de Janeiro.

Ela era professora. É nessa época em que ela saiu diplomada professora, tinha acabado de sair aquela lei do ventre livre, né? Em que é os filhos de escravos nasceriam livres. Só que chegou ao conhecimento dela que essas crianças que estavam nascendo depois dessa lei do ventre livre, elas estavam sendo colocadas naquela roda, né? Da Santa casa de misericórdia. E também ela começou a ver muitos daqueles filho. Que os escravos perambulando pelas ruas sem saber o que

fazer. Então o que que ela fez? Ela trocou o lugar onde ela morava, né? E onde ela dava aula, né? Que era na capital e foi para uma cidade ao norte da de São Paulo e aí lá uma fazendeira rica ofereceu a ela, né? Um lugar para ela fundar uma escola, porque ela tinha essa coisa da educação, né? Só que ela impôs uma condição, não podia se misturar branco e negro. Ela achou aquilo um absurdo e preferiu, então pagar um aluguel. Pagou aluguel essa mulher tempo passou, e ela, então Ela Foi, é

e conseguiu uma casa velha. Ela Foi morar numa outra cidade e alugou uma casa que. Esse aluguel levava a metade do seu ordenado. Então como é que ela ia poder alimentar, né? Aquelas crianças de quem ela cuidava? Ela não perdeu tempo não. Ela Foi pedir esmola. Ela Foi pessoalmente pedir esmola. Uma outra coisa interessante é que a gente fala muito do assistencialismo, né? Nas casas espíritas, né? Nessa questão da gente dar a bolsa, né? A gente dá o peixe, mas não

ensina a pescar. Uma coisa que eu acho interessante na história de Anália Franco, ela, ela criou meios de subsistência para as instituições que ela criou, de modo que essas instituições não ficassem dependendo apenas de auxílio externo, né? E ela procurou não só. Asilar, né? Guardar ali, dar abrigo, aquele que era desprotegido. Mas o que ela fez foi dar a essas pessoas Independência. E de que forma profissionalizando essas pessoas e depois devolvendo as a

sociedade? Como cidadãos úteis e prontos para colaborar. E para nunca pedir e aí a gente vê, né? O que essa mulher deixou? E eu vou ter que olhar porque eu não me lembro? Mas foram 71 escolas, 2 albergues, uma colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãos, uma banda musical feminina. Olha que beleza, uma orquestra, um grupo dramático. Débora e Cláudia, Jerônimo, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores.

Flores artificiais, etc. Em 24 cidades do interior e da capital Paulista, Anália Franco, espírita, mulher. Foi alguém que efetivamente arregaçou as mangas, saiu do discurso e fez. Aliás, tem um movimento que está trabalhando nesse em projetos como esse, para que haja 11 forma das pessoas. É. Não só receberem a sexta, tá, mas que elas possam arrumar um emprego, possam receber uma assistência jurídica,

psicológica e por aí vai. Sensacional esses exemplos, Anália Franco, que foi tão importante, né? E a Cláudia fez um comentário que eu não vi se já foi ou não foi colocada aqui na no chat, né? Interessante hoje é um dos bairros mais ricos de São Paulo. Jardim Anália Franco, né? E olha só, essas mulheres que estão aqui essa noite, essa tarde, fim de tarde, noite, dependendo onde é que você está? É trazendo tanta coisa bacana, tanto conteúdo rico, né? E fomos lá e fomos cá.

E onde estão as Anália Franco de hoje? Diz o Marcelo, né, querendo ainda incendiar o parquinho. Mais é, nós não podemos incendiar tão mais. Já já ins and amor, já escamoso fósforo, já jogamos gasolina e agora a nossa live está chegando ao fim. Já passamos de 1 hora e meia de live, parece que faz 5 minutos

que estamos aqui. E eu quero trazer primeiro um agradecimento especial para a Cláudia Jerônimo, que está no chat, que está na parte dos bastidores que está lançando os comentários aqui que está conosco nessa live, né? Aos homens do ECK que estão conosco também nos apoiando é e que fizeram com que essa live também fosse possível e vou chamar então 11 para fazer as considerações finais.

Para que vocês possam ir para nossa salinha vip nos esperar ao final da live na ideia, não era fazer a Clau chorar, mas se você quiser depois eu canto uma música agora. Clau, então eu vou chamar primeiramente a nossa Débora para fazer as considerações finais. Débora, diga nos. Primeiro, eu quero agradecer essa oportunidade de estarmos juntas. Me perdoe pelas interrupções, porque às vezes eu falo.

Demais mesmo. Mas assim é a primeira coisa que que eu gostaria de deixar é que a gente possa olhar com mais cuidado o outro ser humano, aquele que que não teve os mesmos privilégios que nós tivemos. Como é difícil para uma mulher sozinha ter que criar seus filhos sem a oportunidade de uma creche. De uma escola, de um trabalho digno, em que ela possa pagar o seu aluguel, colocar comida na sua mesa, sabe, continuar é vivendo de forma digna essa vida de encarnados que nós temos

aqui. Então isso vai da mulher mais simples, aquela que nunca é, leu uma frase de filosofia para aquela mulher mais culta, sabe? E que aos poucos e juntas nós possamos conquistar cada vez mais o nosso lugar de fala, de presença, de espaço, de arte, de tudo porque. O mundo carece desse olhar feminino. Um. Nesse momento o mundo carece disso. Sabe quem que não gosta na hora do desespero, que que a gente procura os braços de uma mãe?

Sempre, e mesmo que ela não seja a mãe biológica, mesmo que ela não seja aquela mulher que não tenha um instinto materno, ela vai acolher. E nesse momento, quantos necessitam sermos acolhidos? De qualquer forma, de qualquer maneira, com máscara com álcool, com tudo, porque o que move a energia do nosso coração e que isso possa chegar a todas as pessoas e que as casas espíritas possam usar a argamassa. Como disse a Leopoldina do amor. Do amor e do livre pensar.

Obrigada pela oportunidade. Tchau, tchau Débora. Nos aguarde então no nosso salinha vip. Muito, muito obrigada. Vou chamar então a Marta para fazer as suas considerações finais. Ju eu queria agradecer, né? Por essa oportunidade de estar aqui com vocês. E queria dizer. Que vou voltar lá pro Jeff a, né? Lá, graças a Deus, a gente falou ainda liderança, né?

Em sempre liderança masculina. E graças a Deus nós tivemos a Felicidade de lá no Jeff a ter uma grande liderança feminina de uma grande mulher, apesar de ela ser bem pequenininha de tamanho, mas é uma grande mulher, alguém que nos inspira com certeza. E ela mudou os rumos do Jeff e eu tenho muito orgulho dela. Eu fico muito preocupada. Eu queria deixar aqui registrado, né? Eu fico muito preocupado EE isso aqui é 16 culpa, né? Até porque essa grande pequena

mulher. Pega muito no meu pé com relação a isso, não é? É, ela diz que fica muito preocupada quando a gente estuda muito. Mas a gente acaba por colocar pouco em prática daquilo que a gente aprende, né? Isso é uma coisa, é muito direcionada, como diz Marcelo Henrique, né? Os exemplos são muito ricos, né? E aí, isso aí é uma coisa que ela sempre coloca pra mim, né? Eu estou sempre estudando, estudando, estudando várias áreas, né?

E então eu fico preocupada, né? Com essa questão, né, da gente estudar muito e não colocar em prática. E também fico muito preocupada. Com aquelas pessoas que fervorosas demais, deixam tudo na tudo nas mãos de Deus, sabem. Teve uma vez que eu estava conversando com o Marcelo Henrique pelo WhatsApp. E se você de perguntarem, Marta qual era o assunto, não lembro mais. Mas eu me lembro bem que eu falei Pra Ele assim é, se Deus quiser. E aí? É, é sempre surpreendente essa criatura, né?

Ele pega e coloca assim para mim. É, se quem quiser, olha, eu fiquei muito tempo pensando nessa interrogação, fi quem quiser. I. Eu gosto, né? Dessas pessoas que me instigam a pensar, né, que me levam a pensar. E aí, como assim, colocar nas mãos de Deus, né? A gente tem que fazer a nossa parte e é lógico, a gente pede sim, ajuda aos espíritos

superiores, né? Se eles puderem nos ajudar, mas colocar nas mãos de Deus, olha, eu levei quase 60 anos, não vou dizer que 60 com 60, estou agora essa conversa com Marcelo Henrique foi antes, mas eu levei quase 60 anos para entender isso. Que Deus não está no Leme, que a gente não tem que deixar as coisas na mão de Deus. Na verdade a gente continua imaginando Deus, alguém como nós, né? É, e por outro lado, né?

Quando a gente fala dessa questão do conhecimento, de que adianta esse discurso bonito, né? A gente falar, falar, falar, falar bonito, né? Aqueles que têm o dom da fala. Se a gente não faz nada de útil. E aí eu fico pensando que é a doutrina espírita, ela desperta consciências, né? E eu fiquei pensando nessa questão de qual o papel da mulher espírita na sociedade

atual e eu acho que. Esse papel passa pelo pelo viés da gente instruir primeiramente a nós mesmas e depois aquelas que estão ao nosso entorno para que, juntas a gente possa lutar por uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais solidária. Muito obrigada, muita paz a todos. Obrigada, Marta, querida, vai lá pra nossa salinha vip nos aguardar, vai tomando espumante, vai recebendo a massagem nos pés que logo mais nós chegamos também.

Bye Bye vou chamar agora Leopoldina, nossa querida rainha, para fazer as suas considerações finais. É primeiro lugar, eu gostaria de de agradecer. A oportunidade deste debate é um abraço, inclusive aos colegas e MC Kane, anos que estão atrás aqui. É do vídeo? É contribuindo com tudo. É aos homens do ECK que sempre estão lado a lado com nós mulheres. É. Tentando contribuir nos no pensar nas idéias, em levar isto, inclusive um pouco mais avante.

Então eu gostaria de agradecer a todos, em especial a todos aqueles que estiveram nos assistindo também. Nós nesta noite tratamos eu acho que de de vários assuntos muito importantes, mas muito importantes, mesmo em relação à questão da mulher dentro da sociedade e dentro da sociedade espírita em particular. E uma coisa que não dá, não dá para se falar da mulher. Ainda não ser? Que há discriminação? Que ela ainda não está incluída

socialmente. E nós deixamos isto muito bem pontuado e que ela precisa, inclusive. Está? Incluída? Nenhuma civilização. Pode evoluir. Com a exclusão da mu? A exclusão da mulher, inclusive. É tão grave, tão grave. Que ela pode tornar? A civilização, uma barbárie. E se nós pensarmos o nosso momento atual? Nós podemos ver que nós tivemos inclusive um retrocesso. Na questão da mulher? E este retrocesso? Não só. Tem provocado? A violência física contra a mulher. Mas também.

E uma das coisas? Que os homens? Se penalizam? Mas é evidente que a mulher. Sofrem muito mais as consequências. Quando há a injustiça social? Quando a desigualdade social. É muito, é muito grande. Quando nós vemos inclusive uma sociedade. Em que o desemprego? Corre, corre, corre, corre. Aonde esta sociedade perdeu direitos sociais como direito trabalhista? Que reduziu os salários dos mais pobres. Uma sociedade que nós vimos perder os direitos sociais da

previdência social. E só perdeu os direitos da previdência social. O trabalhador mais pobre. Porque não foram excluídos? E perder nos direitos? As aposentadorias dos deputados. Dos militares com as suas filhas solteironas. E por aí vamos a fora. Foram só os mais pobres que padeceram. Contra? Esses direitos que foram tirados. E que são muito. Muito, muito graves mesmo. Porque, infelizmente. Quando nós vemos? E eu não esperava ver isso. Mulheres correndo atrás de caminhão.

Para pegar ossos, para dar de comer a seus filhos. Nós estamos no limite. Da barbárie? No limite da injustiça social. E estas questões sociais? Que está lá? E não foram ocultas nos livros dos espíritos. E que também o educador IVA, eu. Tratou? Deve, sim, ser enfrentada. Dentro das casas espíritas? Com o papel principal? Do que representa a mulher? Porque ela? É quem mais sofre dentro deste papel.

Como mãe? Como mulher, inclusive, que precisa trabalhar e não ver o mercado de trabalho à sua disposição. Que é humilhada, inclusive. E assediada? E que está perdendo, inclusive, espaço social. Por um programa de uso e costume? Que só retrocedeu? Que é obscurantista. Para dizer que? A questão? Da justiça social? É fundamental e é essencial para nós, espíritas. Sem justiça social. Não há o espiritismo. E não se faz espiritismo sem tocar na justiça social.

E na mulher, inclusive, e na suas consequências, enquanto nós não tivermos a equidade, que assim nós queremos. Para quê? Humano, direito ao os direitos humanos, os direitos, inclusive sociais, sejam privilegiados. E eu queria que encerrar. Para citar aquele que eu sou apaixonada por ele, mas sou apaixonada mesmo e de coração. Às vezes tem algumas diferenças. Às vezes eu leio, fala, mas será que não é mais assim? Será que não é mais embaixo? Mas eu sou apaixonada é por léon Denis.

E Leon Diniz? O problema do ser. Do destino e da dor, ele fala alguma coisa que eu destaquei. E que é tão bonito e que eu acho que se enquadra tão bem. Na questão da papel da mulher. E na questão da justiça social? O papel da mulher é imenso. Na vida dos povos? Irmã, esposa ou mãe. É a grande consoladora. E a carinhosa conselheira? Pelo filho? É o seu? O porvir. E prepara o homem futuro. Por isso? A sociedades que a deprimente. Deprimem se a si mesmas.

A mulher respeitada, honrada de entendimento esclarecido. É que faz a família forte. E a sociedade grande moral e unida. Muito obrigada. Sensacional, nossa querida Leopoldina. Nas suas considerações finais, querida, vá lá pra nossa salinha vip e agora nos aguarde e eu vou chamar a nossa Maria Cristina rivet nossa Cris para fazer suas considerações finais. Eu, num primeiro momento, eu quero agradecer esse encerramento da Leopoldina. Porque nos.

Toca naquilo que a gente tem de mais sensível. Mas eu queria também responder ao Marcelo Henrique. Onde estão as Anália Franco? Marcelo e todos os colegas que nos a assistem que nos ouvem. As Anália Franco, elas estão ali na esquina. Buscando um pouco de comida para

os seus filhos. As Anália Franco, elas estão nas portas dos presídios, chamando pelos seus filhos que estão lá na grande maioria, porque não tiveram oportunidades porque não puderam estudar, porque imaginou se que ele, pelo que ele é, ele não pode. Ele não vale a pena. As Anália Franco estão na África. Mostrando as atrocidades que são realizadas com crianças. As Anália Franco estão na China. Dando voz a mulheres caladas. Estão na Rússia? Estão na França.

Estão em todos os lugares onde as vozes se levantam. Anália Franco, Marcelo estu. Que trabalha nesse k para que junte. Pessoas e personalidades, muitas vezes com pensamentos distintos, mas com a mesma vontade de crescer e de mudar este mundo. Anália Franco, somos todas nós que lutamos todos os dias por um mundo mais justo, mais humano e com Extrema justiça social. Somos aquelas e aqueles. Que todos os dias se levantamos. E saímos na busca.

Na busca do entendimento. E proclamando que há sim, condições que todos podemos e que haverá o dia. Que através das nossas mãos. Nós vamos trilhar, nós vamos construir e vamos fazer um mundo melhor. Sem Caridade, a Caridade. Pífia de dar um prato de comida. E nada mais. Mas a construção de uma justiça humana. Ética? E com moralidade? Que alcance aqueles que mais precisam, sejam eles quais forem.

As Anália Franco gritam pelos seus filhos, gritam por elas mesmas em todos os momentos da sua vida. Um grande abraço para todos. Desculpe a emoção. I. Muito obrigada e boa noite. Muito, muito, muito obrigada, Cris. As suas palavras tocam meu coração e o coração de várias outras pessoas que estão aqui conosco e de você que está assistindo esse vídeo também no gravado eu tenho certeza, amada, vai lá pra nossa salinha vip. Nós já. Já nos falamos. E nós chegamos ao final de mais

uma live. E assim eu acho que eu vou levar umas 3 encarnações para entender tudo o que aconteceu aqui para ouvir. I processar tudo o que essas mulheres brilhantes, maravilhosas disseram. Cada mulher, cada homem que. Assiste esses vídeos nossos? Essas lê vezes que luta pelas nossas causas, que acredita que nós podemos ter mais justiça. Equidade, um mundo melhor.

Está no mesmo caminho que nós, e se você está sendo tocado, tocada nesse momento por tudo o que foi falado na live daquele jarrinha, aquele coraçãozinho ajuda a divulgar o nosso trabalho que é tão importante para nós e que eu tenho certeza que é muito importante para muita gente, inclusive para você. Eu registro aqui o meu muito obrigada a todos vocês que estiveram conosco, ao pessoal

que está nos bastidores. Aos homens, as mulheres, e quero fazer um agradecimento especial às pessoas que nos enviaram perguntas para esta live e que nem todas puderam ser tratadas aqui, mas eu vou falar nominalmente rapidamente para que fique registrado então, muito obrigada. Sidney, Célia, Carolina, Marcos, Andreia, Rosana e Sandra. Muito obrigado pelas contribuições, continuem contribuindo conosco. Para que a gente possa

contribuir com vocês também. Gratidão por eu estar aqui com vocês e por vocês estarem aqui comigo. Um beijo e até a nossa próxima live tchau, tchau.

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