Olá, minha amiga. Olá meu amigo. Bem-vindos a mais um estudo onde estamos conhecendo a maravilhosa história pré-doutrina espírita do livro dos médiuns, né? Nós estamos na introdução. Hoje nós vamos ver o quinto item e que estávamos falando como é que a coisa começou, né? Como os fenômenos aconteceram e. Nós paramos lá na informação que os espíritos deram no mundo inteiro ainda Kardec era apenas
um curioso na história, né? É pra substituir as mesas girantes por uma cestinha, com um lápis na ponta. E assim começaram a, né? Os espíritos começaram a trazer mensagens muito mais rapidamente, então vamos continuar conhecendo essa história real. Reconheceu-se mais tarde que a sexta IA prancheta. Não eram realmente mais do que um apêndice da mão e o médium tomando diretamente do lápis, se pousar a escrever por um impulso
involuntário e quase febril. Dessa maneira, as comunicações se tornaram mais rápidas, mais fáceis e mais completas. Hoje é esse o meio geralmente empregado e com tanto mais razão quanto o número das pessoas dotadas dessa aptidão é muito considerável e cresce todos os dias.
Finalmente a experiência deu a conhecer muitas outras variedades da faculdade mediadora, vindo-se, a saber que as comunicações podiam igualmente ser transmitidas pela palavra, pela audição, pela visão, pelo tato, etc, e até pela escrita direta dos espíritos, isto é, sem o
concurso da mão do médium. Nem do lápis obtido o fato restava comprovar um ponto essencial, o papel do médium nas respostas e a parte que mecânica e moralmente pode ter nelas, 2 circunstâncias capitais que não escapariam a um observador atento tornam possível resolver-se a questão. A primeira consiste no modo porque a cesta se move sob a influência do médium, apenas limpando estes dedos sobre os
bordos. O exame do fato demonstra a impossibilidade de o médium imprimir uma direção qualquer ao movimento daquele objeto. Então é, depois dessa cestinha, se chegou à conclusão que poderia a comunicação poderia se dar diretamente com uma pessoa segurando um lápis e que escrevia freneticamente. E aí, né? Porque outros fenômenos, por exemplo? Da escrita direta que que é escrita direta.
Eles botavam um papel e 222 pedras 2 granitos, por exemplo, um em cima do outro, papel, junto amarravam, e aí até escutavam um baru barulhinho quando abriam. Tinha coisa escrito, né? Tinha mensagem escrita nesse papel, então isso chama escrita direta porque não tem necessidade da participação de nenhuma pessoa. Mas as coisas mais fáceis e mais comuns, cada vez mais, seriam os médiuns escrevendo, né? E aí você tem diversas classificações, que está tudo especificado na no livro dos
médiuns. Mas quando os médicos começaram a escrever, precisou entender o que que era pessoal do médico, o que que era do espírito, né? Então, assim, da cestinha não se tinha dúvida, porque era impossível. Como eu disse no programa passado, era impossível da pessoa botar a mão uma ou mais pessoas colocar a mão, só pousar a mão na borda da cestinha. Pensa numa cestinha de pão e essa cestinha escrever, né? Como é que você, qual a sua
capacidade de fazer isso, tá? Aqui tá sexta, não tem nada pra mostrar, mas vamos pegar um controle remoto, tá aqui, tá? Sexta você bota a mão aqui em cima. E aí a cesta começa a escrever, que controle que você tem. Sobre isso, pensa numa cesta de pão, né? Não faz muito sentido esse tipo de coisa. Ah, OK, dava pra entender que isso era do espírito, mas e
sobre o médium, né? Nós vamos continuar aqui, essa impossibilidade pra tentei, sobretudo quando 2 ou 3 pessoas colocam juntamente as mãos sobre a cesta, né? Estamos falando da possibilidade de fraude nesse sentido que é praticamente impossível, precisa de muito treino pra que isso
possa acontecer. Fora preciso, entre elas uma concordância verdadeiramente fenomenal de movimentos fora, preciso de mais a concordância dos pensamentos para que pudessem estar de acordo quanto a resposta a dar a questão formulada outro fato, não menos singular, ainda vem aumentar. A dificuldade é a mudança radical da caligrafia, conforme o espírito que se manifesta, reproduzindo se a de um determinado espírito, todas as vezes que ele volta a escrever.
Fora, necessário, pois, que o médium se houvesse exercitado em dar a sua própria caligrafia 20 formas diferentes e principalmente. Que pudesse lembrar se daqui corresponde a tal ou tal espírito.
A segunda circunstância resulta da natureza mesma das respostas que as mais das vezes, especialmente quando se ventila questões abstratas e científicas estão notoriamente fora do campo dos conhecimentos e, amiúde, do alcance intelectual do médium, que, além disso, como de ordinário sucede, não tem consciência do que escreve debaixo da sua influência, que frequentemente não entende ou não compreende a questão proposta, pois que esta pode ser num idioma que ele desconhece.
Ou mesmo mentalmente, podendo a resposta ser dada nesse idioma. Enfim, acontece muito escrever a cesta espontaneamente, sem que se haja feito pergunta alguma sobre um assunto qualquer inteiramente inesperado. Em certos casos, as respostas revelam tal cunho de sabedoria, de profundeza e de oportunidade.
Exprimem pensamentos tão elevados, tão sublimes que não podem emanar senão de uma inteligência superior impregnada da mais pura moralidade de outras vezes são tão levianas, tão frivolas, tão triviais que a razão recusa admitir derivem da mesma fonte. Tal diversidade de linguagem não se pode explicar se não pela diversidade das inteligências que se manifestam e essas inteligências estão na humanidade ou fora da humanidade.
Este ponto há esclarecer se cuja explicação se encontrará completa nesta obra, como aderam os próprios espíritos. Ex, pois efeitos patentes que se produzem fora do círculo habitual das nossas observações que não ocorrem misteriosamente, mas, ao contrário, a luz meridiana que toda a gente pode ver e comprovar que não constituem privilégio de um único indivíduo e que milhares de pessoas repetem todos os
dias. Esses efeitos têm necessariamente uma causa aí do momento, que detonam a ação de uma inteligência e de uma vontade saem do domínio puramente físico. Olha que interessante, então, assim, qual a possibilidade, né, de ter fraude? Especialmente quando é nessa questão da cestinha impossível. E aí as caligrafias são diferentes. E como é que as pessoas vão lembrar disso e conseguir fazer
uma caligrafia diferente? E aí se aplica também para o médium que está escrevendo, é sozinho, de próprio punho, especialmente onde é que está o pulo do gato, onde é que está que você pode. Pegar uma fraude ou não é na mensagem. Né? E a gente vai estudar no livro dos dos médiuns, e tem também respostas no livro dos espíritos, que a mensagem que
importa. Então, nessas próprias, nesses próprios experimentos iniciais se chegou à conclusão que haviam mensagens lindíssimas, maravilhosas, nitidamente escritas por seres superiores, por por espíritos muito inteligentes e haviam mensagens frívolas, fúteis, mesquinhas. E daí que se descobriu? Olha, mas não pode ser a mesma inteligência que está por trás disso. Tem que ser do. Inteligência.
Diferentes, né? E que de fato era, então, Oo grande, o grande segredo aí, e ainda hoje, é análise fria e é desapaixonada das mensagens recebidas até hoje, né? Seja o que for, até mesmo dessas mensagens dadas por médios que geralmente é fazem evento para psicografar cartas de parentes já falecidos, né? Nós temos aí exemplos de fraude, e as. De coisas muito verdadeiras. Então você vai primeiro descobrir quem é esse médio, o que que ele faz, o que que ele fez da vida, o que que ele faz
da vida. Ele ganha dinheiro fazendo isso, né? É ele faz entrevista antes. Quer saber a história da sua vida para saber que qual o espírito que vai comunicar ou é aquele que fica isolado. E eu conheço um desse que fica isolado, ninguém vê, né? Ele vem, conversa com as pessoas, senta, começa a psicografar. E aí, quando ele começa a ler, a pessoa automaticamente sabe que é um espírito familiar e ninguém tem conhecimento nem de quem seja aquela pessoa, né?
Então, assim, a gente vê pela lógica, as coisas que fazem sentido, e Kardec fazia isso desde o princípio, né? Muitas. Teorias foram engendradas a esse
respeito. Examinálas, nós as examinaremos dentro em pouco, e veremos se são capazes de oferecer a explicação de todos os fatos que se observa, admitamos, enquanto não chegamos até lá a existência de seres distintos dos humanos, pois que esta explicação ministrada pelas inteligências que se manifestam e vejamos o que eles nos dizem, legal, está ficando cada vez mais e interessante a gente saber. O porquê, né, como aconteceu as as questões, né?
Da para compor aí o livro dos espíritos e que não foi de 1 hora para outra, né? Teve pelo menos 567 anos, 8 anos, 9 anos, 10 anos de preparação, de diálogo e de metodologia para que isso acontecesse. Não foi um raio que caiu a cabeça, não foi o Moisés que subiu no Monte e recebeu 2 tábuas com as inscrições. Não, não foi isso, não foi muito trabalho. Por isso quando a gente fala que o Kardec. E o professor rivais foi o autor. Ele não foi o decodificador porque não estava nada em
código. Isso daí foi falado os espíritos que quiseram se mostrar, eles não não estavam num joguinho de a adivinha me ou morrer, as não existia isso. Então Kardec é autor dos livros da doutrina espírita. Tá bom, próximo episódio continuaremos aí, estudando o item sexto, eu te espero, como sempre, obrigado pela sua presença e até lá, tchau.
