Olá, minha amiga, olá, meu amigo, como é que vocês estão? Sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a introdução ao livro dos espíritos. Mais ou menos conta a história de como era, né? Como eram os fenómenos espíritas antes do espiritismo. Porque, obviamente, isso não foi inventado pelo espiritismo. A palavra espiritismo, sim, a palavra espírita sim, foi inventada. Mas o fenômeno já existia desde
que o homem é homem, né? Então a gente tá acompanhando aí algumas colocações do próprio Kardec e aí meio que explicando a história de como aconteceu. É pra haver essa decisão de escrever, né, de compor o livro dos espíritos. Então, se demora, vamos estudar o item número 4, né? Então vamos lá. Acompanhe comigo, se os fenómenos com que nos estamos ocupando houvessem ficado restritos ao movimento dos objetos. Teriam permanecido, como dissemos no domínio da ciências
físicas. Lembra que a gente viu no encontro passado, né? No episódio anterior sobre o fenômeno das mesas girantes, que foi até questionado, poderia ser somente fenómeno físico, como a eletricidade, por exemplo e outras coisas, né? Então é isso que ele está se referindo. Assim, entretanto, não sucedeu estava-lhes reservado, colocar-nos na pista de fatos de ordem singular, acreditaram haver Descoberto, não sabemos.
Quem teve essa iniciativa, que é a impulsão dada aos objetos, não era apenas o resultado de uma força mecânica cega que havia nesse movimento a intervenção de uma causa inteligente. Uma vez aberto, esse caminho conduziu a um campo totalmente novo de observações de sobre muitos mistérios, servia o véu haverá, com efeito, no caso, uma potência inteligente, tal a questão se essa potência existe, qual É Ela, qual a sua natureza, qual sua origem, encontra-se acima da humanidade.
Eis outras questões que decorrem da anterior, então, assim ele. Informa pra gente que não foi ele, Kardec. Que viu que existia uma inteligência por trás desse fenômeno das mesas girantes, né? Quando ele conheceu o fenômeno, isso já acontecia. As pessoas já faziam perguntas e as mesmas respondiam então, o que ele fez? E ele fala assim, não sei quem foi que entendeu que isso poderia acontecer. Mas o que ele fez foi questionar
como filósofo, cientista. Um jornalista sem ser jornalista ele fez foi questionar, mas o que que está por trás disso tudo, né? E é isso que a gente está vendo neste item de hoje. As primeiras manifestações inteligentes se produziram por meio de mesas que se levantavam e com um dos pés dava um certo número de pancadas, respondendo
desse modo sim ou não. Conforme fora convencionado, há uma pergunta feita até aí, nada de convincente havia para os céticos por quanto bem podiam crer que tudo fosse obra do acaso. Obtiveram se depois respostas mais desenvolvidas com o auxílio das letras do alfabeto, dando o móvel ao número de pancadas correspondente ao número de ordem de cada letra, chegava se a formar palavras e frases que respondiam às questões propostas. A precisão das respostas e a correlação que denotavam com as
perguntas causaram espanto. O sem misterioso que assim respondia, interrogado sobre a sua natureza, declarou que era espírito ou gênio, declinou um nome e prestou diversas informações a seu respeito. Há aqui uma circunstância muito importante que se deve assinalar é que ninguém imaginou os espíritos como meio de explicar o fenômeno. Foi o próprio fenômeno que revelou a palavra.
Muitas vezes, tratando-se das ciências exatas, formulando-se hipóteses para dar se uma base ao raciocínio não é aqui o caso. Tal meio de correspondência era, porém, demorado e incomodador o espírito, isto constitui novas circunstâncias digna de nota, indicou outro. Foi um desses seres invisíveis quem aconselhou a adaptação de um lápis a uma cesta ou a outro objeto colocada em cima de uma folha de papel. A cesta é posta em movimento pela mesma potência oculta que
move as mesmas. Mas, em vez de um simples movimento regular, o lápis traça por si mesmo, caracteres, formando palavras, frases, dissertações de muitas páginas sobre as mais altas questões de filosofia, de moral, de metafísica, de psicologia, etc. E com tanta rapidez quanto a se inscrevesse com a mão. Olha que interessante, então depois, né? E aqui ele detalhou o que que acontecia, alguém criou isso. Não foi ele, né? Se perguntavam respostas de sim, de não.
Depois se convencionou, como eu disse, acho que na no episódio passado, que para a letra a, uma batida para a letra b, 2 para a letra c, 3 batidas e assim por diante. Só que a coisa ficava penosa. Mas, mesmo assim, foi espantoso porque se imagina que. Começava a ser, perguntas começavam a ser respondidas com palavras e frases, demorasse o tempo que demorasse. E aí o próprio ser misterioso, que foi questionado quem era, respondia que ele era.
Podia ser chamado de espírito ou gênio, mas não deu o próprio nome. Então, assim, é muito interessante que o próprio fenômeno vai conduzindo as pessoas, entende? Que magnífico que foi isso, né? Então, foi uma descoberta a humana. Foram os espíritos que começaram a nos instruir. Como é que tinha se seguir? OK, como esse método era muito difícil, muito demorado. O próprio espírito, né? Informou que um outro espírito iria ensinar um método mais
rápido. Que que é serem é é que que era esse método mais rápido e eu aconselho se você não assistir o filme, é Allan Kardec, assista porque lá vai ter estas primeiras é psicografias feitas com uma cestinha então sabe essas cestinha de pão que a gente tem na mesa, cestinha piquetitica de pão? Então aí o espírito é falou para amarrar um lápis na ponta dessa cesta e aí essa cesta começou a se. Movimentar e escrever frases, páginas e coisas mais complexas com a rapidez que se escrevia na
mão. Mais tarde se descobriu isso, está tudo no livro dos médiuns, se descobriu essa história toda que eu estou contando, está no livro dos médiuns também, mais tarde se descobre que não precisava da cesta, o médium mesmo poderia escrever e aí há tipos de mediunidade e assim por diante. Mas só pra você ver como é que as coisas foram criadas, não nasceu Do Nada, o Kardec não acordou um dia, Ah, que que eu tô fazendo?
Acho que eu vou escrever o livro dos espíritos, não foi assim, foi diante de muita observação e muita coisa que intrigou o próprio professor rival, que na época não era nem chamado de. Lan Kardec, tá. O conselho foi dado simultaneamente na América, na França, em diversos outros países. Ó, que interessante pra mudar esse sistema pra cestinha. Os espíritos falaram em tudo quanto é canto numa época que comunicação era muito difícil, imagina, isso foi simultâneo em diversos países.
Eis que é. Eis em que termos o deram em Paris a 10/06/1853. Perceba que o livro dos espíritos data de 1857, quando foi publicado. Então esse trabalho começou muito tempo antes. Há um dos mais fervorosos adeptos da doutrina, que havia muitos anos desde 1849, se ocupava com a evocação dos espíritos. OPA, é um pouquinho mais desde
1949 ou antes disso, né? Buscar no aposento ao lado da cestinha, amarra-lhe um lápis, coloca-o sobre o papel, põe-lhe os teus dedos sobre a borda, alguns instantes após a cesta, entrou a mover-se e o lápis escreveu muito legível. Esta frase proíbe expressamente que transmita-se a quem quer que seja, o que acabo de dizer da primeira vez que escrever escreverei melhor. Uau, que interessante, né?
E aí ele continua, o objeto é que se adapta ao lápis, não passando de mero instrumento completamente indiferente, são a natureza e a forma de que tenha, daí o haver se procurado, dá-lhe à disposição mais cómoda assim é que muita gente se serve de uma prancheta pequena. A sexta prancheta só pode ser posta em movimento, debaixo da influência de certas pessoas dotadas para isto de um poder especial às quais se designam pelo nome de médiuns, isto é, meios ou intermediários entre os
espíritos e os homens. As condições que dão esse poder resultam de causas ao mesmo tempo físicas e Morais ainda imperfeitamente, conhecidas por quanto a médiuns de todas as idades, de ambos os sexos e todos os graus de desenvolvimento intelectual. É, todavia, uma faculdade que se desenvolve pelo exercício, então já. Estava a primeira primeiro esboço do que seria o estudo do livro dos médiuns, que vem dizer quais são os tipos de médios et cetera e tal, especificamente. Estes médiuns, né?
Então, a cestinha não andava sozinha numa casa vazia, por exemplo, tinha que ter alguém para fazer isso e as pessoas apenas colocavam a mão em cima da cestinha e a cestinha, se movimentada, se movimentava, escrevendo, eram diversas mãos, portanto, era impossível 45 pessoas se coordenarem para escrever alguma coisa lógica, né? EE, eram reuniões até mais privativas, então não faz muito sentido isso. Acontecer. E aí, lembrando que esses médios tinham que ser médios, de efeito
físico, né? Para fazer essa cestinha se movimentar. Diferente dos médiuns atuais, a grande maioria que temos que são médios, é intuitivos ou que ouvem, ou que as mãos fazem movimento, não é? Não precisam movimentar absolutamente nada. Mas isto, de novo, tem um estudo completo aqui no canal, aqui no podcast o livro dos médiuns, eu aconselho você a conhecer, mas essa introdução é apaixonante, porque assim dá vontade de estudar o livro dos espíritos. Mas faz todo o sentido do mundo,
de como é que começou. E aí a primeira pergunta é, o que é Deus? E aí vai embora. Tem pergunta até não querer mais as melhores perguntas possíveis, que vieram de Kardec e as melhores respostas possíveis, que vieram dos espíritos do mundo inteiro, mas de 1000 médiuns, mais de 1000 espíritos, né, em todo o planeta, respondendo à mesma coisa. Ora, essa instrução de trocar a mesa girante por cestinha foi dada também no planeta inteiro.
Então, entendeu por que que é o livro dos espíritos que são eles que determinaram esse tipo de de de coisa? Eles é que queriam escrever. Não foi invenção e descoberta de homem nenhum, né? Então, legal, hoje nós finalizamos. No próximo episódio, continuaremos estudando essa história aqui apaixonante com o quinto item, eu te espero, como sempre, obrigado da sua presença e até o próximo. Tchau.
