O livro dos Espíritos [i3] Introdução ao estudo da Doutrina Espírita III - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [i3] Introdução ao estudo da Doutrina Espírita III

May 13, 202416 minSeason 12Ep. 169
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Transcript

Olá, minha amiga, olá meu amigo, como é que vocês estão? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a introdução ao livro dos espíritos. Hoje iremos estudar o item número 3, então, sem demora, vamos para o texto com tudo o que constituí novidade, a doutrina espírita conta adeptos e contraditores. Vamos tentar responder a algumas das objeções destes últimos, ou seja, dos contraditores

examinando. Todos os motivos em que se apoiam, sem alimentarmos, todavia, a pretensão de convencer a todos, pois muito há que creem ter sido a luz feita exclusivamente para eles, dirigimo-nos aos de boa fé, aos que não trazem ideias preconcebidas ou decididamente firmadas contra tudo e todos, aos que sinceramente desejam instruir se e lhes demonstraremos que a maior parte das objeções opostas à doutrina proman.

De incompleta observação dos fatos e de juízo leviano e precipitadamente formado, então a gente percebe. Que já no começo do livro dos espíritos. Engraçado, eu tenho a sensação, só a sensação que é. Esta introdução foi feita depois da publicação do livro dos espíritos. Não sei. Ou é alguma coisa. Antes tinha sido divulgada, né? Para ter estes detratores, estes opositores da doutrina espírita que se está na introdução do livro dos espíritos, nem existia

ainda. Mas vamos continuar lendo para entender. Lembremos antes de tudo, em poucas palavras, a série progressiva dos fenômenos que deram origem a esta doutrina. O primeiro fato observado foi o da movimentação de objetos diversos designaram-no vulgarmente pelo nome de mesas girantes ou dança das mesas. Este fenômeno que parece ter sido notado primeiramente na América, ou melhor, que se repetiu nesse país.

Por quanto a história prova que ele remonta mais alta antiguidade se produziu rodeado de circunstâncias estranhas. Tais como, ruídos insólitos, pancadas sem nenhuma causa ostensiva. De lá, propagou-se rapidamente pela Europa e pelas outras partes do mundo. A princípio, quase que só encontrou incredulidade, porém, ao cabo de pouco tempo, a multiplicidade das experiências não mais permitiu-lhe puser, sem dúvida, a realidade.

Se tal fenômeno, se houvesse limitado ao movimento de objetos materiais, poderia explicar-se por uma causa puramente física. Estamos longe de conhecer todos os agentes ocultos da natureza ou todas as propriedades dos que conhecemos. A eletricidade multiplica diariamente os recursos que proporciona ao homem e parece destinado a iluminar a ciência com uma nova luz. Nada de impossível. Haveria, portanto, em que a eletricidade?

Modificada por certas circunstâncias ou qualquer outro agente desconhecido fosse a causa dos movimentos observados. O fato de que a reunião de muitas pessoas aumenta a potencialidade da ação parecia vir em apoio dessa teoria, visto poder se considerar o conjunto dos assistentes como uma pilha múltipla com seu potencial na razão direta do número dos elementos, o movimento circular nada apresentava de extraordinário está na natureza. Todos os astros se moviam em

curvas elipse. Poderíamos, pois, ter ali em ponto menor um reflexo do movimento geral do universo, ou melhor, uma causa até então desconhecida, produzindo acidentalmente. Com pequenos objetos em dadas condições, uma corrente análoga aqui em peles, mundos. O movimento, no entanto, nem sempre era circular, muitas vezes era brusco e desordenado, sendo o objeto violentamente sacudido, derribado levado numa direção qualquer e contrariamente a todas as leis de estática, levantado e mantido

em suspensão. Bom. Aquele que está fazendo uma pequena descrição de como começou né? A doutrina espírita é que foi um. Série progressiva. Né? De fenômenos que o Kardec começou a estudar, mas começou com as tais mesas girantes ou dança das mesas. Esse fenômeno primeiro apareceu na América, né? Que foi berço de grandes médiuns, antes de aparecer a doutrina espírita, antes de aparecer o professor rival. E se caracterizava por reuniões

de pessoas onde. Objetos dançavam especificamente, depois de um tempo uma mesa, né? Redondinha. Preferencialmente é nessas reuniões públicas. Elas se levantava e girava. Depois de um tempo, essas mesas começaram a responder perguntas que as pessoas que estavam lá faziam. Então isso acontecia na América, acontecia na Europa, antes do professor rival ter conhecimento.

Tá então assim, o espiritismo nasceu 1857, que foi o ano de lançamento do livro dos espíritos, mas os fenómenos espíritos sempre existiram, porque é algo humano, não a invenção da doutrina espírita. Tá? Então ele está explicando justamente que. Se fosse só um fenômeno elétrico, por exemplo, né, é se aproveitaria dos dos das muitas pessoas que estavam lá doando energia. E, na verdade, é isso mesmo, né? Então, para acontecer 11 fenômeno desse, tem que ter um

médium de efeito físico. Mas isso é estudado depois, no livro dos espíritos e também no livro dos médiuns. Mas vamos continuar aqui. Está falando sobre o movimento que não era sempre circular, ou seja, as mesas não eram sempre girates. Elas podiam derrubar, bater, responder perguntas e tudo mais. Aqui ainda aqui nada havia que, se não pudesse explicar pela ação de um agente físico invisível, não vemos a eletricidade de deitar por Terra. É difícil.

Desarraigar árvores, atirar longe, os mais pesados corpos atraílos ou repeli-los. Então, ele está comparando aí que esses fenômenos poderiam ser puramente físicos e fisiológicos, até o ponto que ele começa a responder perguntas, né? Logicamente, então é a primeira fase, é dos fenômenos físicos, mas depois tem 11, inteligência por trás desses fenômenos físicos. Mas não vou antecipar, não vamos lá.

Os ruídos insólitos, as pancadas, ainda que não fossem um dos efeitos ordinários da dilatação da madeira ou de qualquer outra causa acidental, podiam muito bem ser produzidos pela acumulação de um fluido oculto. A eletricidade não produz formidáveis ruídos. Até aí, como se vê, tudo pode caber no domínio dos fatos puramente físicos e fisiológicos, sem sair desse

âmbito de ideias. Já lhe havia, no entanto, matéria para estudos sérios e dignos de prender a atenção dos sabios, porque assim não aconteceu. É penoso dizê lo, mas o fato deriva de causas que provam, entre 1000, outros semelhantes à levandade do espírito humano.

A vulgaridade do objeto principal, que serviu de base às primeiras experiências, não foi alheia à indiferença dos sábios, que influência não tem tido, muitas vezes, uma palavra sobre as coisas mais graves, sem atenderem a que o movimento podia ser impresso a um objeto qualquer. A ideia das mesas prevaleceu, sem dúvida, por ser o objeto mais cômodo e porquê a roda de uma mesa, muito mais naturalmente do que em torno de qualquer outro móvel se sentam

diversas pessoas. Ora, os homens superiores são, com frequência, tão que não há como ter por impossível que certos espíritos de a escola ajam, considerado deprimente, ocuparem-se com o que se convencionar a chamar a dança das mesas. É mesmo provável que, se o fenômeno observado por galvanil fora por homens vulgares, eficácia caracterizado por um nome burlesco ainda estaria relegado a fazer companhia a varinha mágica.

Qual, com efeito, o sábio que não houvera, julgado uma indignidade, ocupar-se com a dança das Hans, alguns entretanto muito modestos, para convirem em que bem poderia dar, se não lhes ter ainda a natureza de tua última palavra, quiseram ver para a tranquilidade de suas consciências, mas aconteceu que o fenômeno nem sempre lhes correspondeu à expectativa e do fato de não se haver produzido constantemente, conforme a vontade deles e, segundo, a maneira de se comportarem na

experimentação. Concluíram pela negativa, malgrado, porém, o que decretaram as mesas, pois que há mesas continuam a girar, e podemos dizer, com Galileu, todavia, elas se movem, acrescentaremos que os fatos se multiplicaram, de tal modo que hoje são aceitos sem contestação, não mais se cogitando, senão de lhes achar uma explicação racional. É, esse era um fato, né? Não tinha jeito de dizer que não, que não estava acontecendo porque era uma diversão da sociedade, né?

As pessoas iam para se divertir com esse fenômeno das mesas girantes. Contudo, os sábios, né, que ele chama de sábios, aí os cientistas não se interessavam por isso porque achavam isso uma bobagem que isto estava acontecendo. Podia ser fraude, et cetera. Então ninguém, meio que, entre aspas, perdeu tempo para poder

correr atrás desse fenómeno, né? Contra a realidade do fenômeno, poder-se-ia induzir alguma coisa da circunstância de ele não se produzir de modo sempre idêntico, conforme a vontade e as exigências do observador. Os fenômenos de eletricidade de química não estão subordinados a certas condições.

Será lícito negá-los, porque não se produzem fora dessas condições que há, pois, de surpreendente em que o fenómeno do movimento dos objetos pelo fluido humano também se ache sujeito a determinadas condições, e deixe de se produzir quando o. Colocando-se no seu ponto de vista, pretende fazêlo, seguir a marcha que caprichosamente ele impõe ou queira sujeitálo às leis dos fenômenos conhecidos, sem considerar que para fatos novos pode e deve haver novas

leis. Ora, para se conhecerem essas leis, preciso é que se estudem as circunstâncias em que os fatos se produzem. Esse estudo não pode deixar de ser fruto de observação perseverante, atente e às vezes muito longa, objetam, porém, algumas pessoas há frequentemente fraudes manifestas.

Perguntar-lhes, em primeiro lugar, se estão bem certas de que haja fraudes, e se não tomaram por fraude efeitos que não podiam explicar, mas ou menos como o camponês que tomava por destro escamoteador um sábio professor de física, a fazer experiências admitindo a si, mesmo que tal coisa tenha podido verificar se algumas vezes constituiria isso razão para negar-se o finto dever-se-ia negar a física porque a prestigitadores que cesornam com o título de físicos cumpre,

ademais se leve em conta o caráter das pessoas e o interesse que possam ter em iludir. Seria tudo, então, mero gracejo? Admite-se que uma pessoa se divirta por algum tempo, mas um gracejo prolongado indefinidamente se tornaria tão fastidioso para o mistificador como para o mistificado. Acresse que, numa mistificação que se propaga de um extremo, é outro do mundo, e por entre as mais austeras, veneráveis e esclarecidas personalidades.

Alguma coisa há, com certeza, tão extraordinária, pelo menos quanto o próprio fenômeno. Que interessante, né? Nessa introdução aí, tá falando justamente de como? A doutrina espírita foi composta e por que, né, já que Kardec foi convidado a presenciar esses fenômenos das mesas girantes e, a princípio, ele não queria ir não.

Depois ele achou interessante e quando é esteve presente, percebeu que as mesas além do fenómeno, né, que ele foi investigado se tinha fraude ou não, como ele diz assim, por acaso. Se existem prestes digitadores, são os mágicos que a gente conhece hoje. Quer dizer que tudo nada é verdadeiro, né? Só porque um faz uma enganação, uma pessoa frauda alguma, então existe um médico falso. Que não tem diploma, que não

estudou, que atua. Então, quando se descobre esse médico falso, significa que todos os outros médicos são falsos também. Estou fazendo uma analogia para ficar muito claro de entender quando ele foi analisar e xeretou tudo para ver se tinha alguma armação ou alguma coisa e percebeu que não tinha nenhuma fraude. E é mais ainda além do fenómeno e aí neste neste item. É, está explicando que o fenômeno poderia ser puramente físico, né? Como a eletricidade tem uma

série de de poréns. E foi sendo Descoberto naquela época, né? Não fazia muito tempo que que que a eletricidade tinha sido é domada, digamos assim. Ele insiste nisso porque ele percebe que as mesas girates, além de levantarem, e estava todo mundo junto, de repente a mesa levanta. Sobe lá em cima, começa a girar, começa a fazer e não sei o que. É, era muito comum as pessoas fazerem perguntas, ai eu vou casar este ano? E aí a mesa dava 11 batida para si, 2 batidas para não, por

exemplo. Depois a coisa foi ficando um pouquinho mais complexa, então eles criaram um código lá, um pra 2, para BE assim vai, por exemplo, né? E as coisas foram evoluindo e Kardec acompanhando tudo isso. E daí que nasceu realmente essa necessidade de. Criar a doutrina espírita, né? De de de questionar Kardec. Foi um baita de um jornalista, além de educador, foi um baita de um jornalista que questionou a espiritualidade, né?

Mas isso a gente vai ver. Eu Acredito que durante essa introdução toda a gente vai conhecendo a fundo aí todo o processo antes de começar. OA escrever, né? Compor o livro dos espíritos, tá bom por hoje é só é no próximo episódio, nós vamos continuar vendo aí o item 4 da introdução, se você não tem o livro dos espíritos, procure aqui na descrição do canal ou do podcast, tem um link para você entrar. Num Google, sala de aula, que eu tenho todas as obras fundamentais lá gratuitamente.

É para você fazer download. Tá de graça? Você ter que fazer a inscrição, você tem que fazer nada. Fique tranquilo, pegue lá e estude comigo. Tá bom, eu te espero até o próximo, tchau.

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