Olá, minha amiga. Olá, meu amigo. Como é que vocês estão? Bem-vindos à introdução do livro dos espíritos, uma série de 27. Eu já esqueço, há 27 programas e mais os prolegômenos, então são 28 antes do estudo das perguntas, do livro, do espírito. Então tem muita informação legal aqui. Nessa introdução maravilhosa e é isso que nós vamos. Estudar hoje AO segundo item desta introdução, se demora,
vamos para o texto. A outra palavra acerca da qual importa, igualmente que todos se entendam por constituir um dos fechos de abobada de toda a doutrina moral e ser objeto de inúmeras controvérsias a míngua de uma acepção bem determinada é a palavra alma. A divergência de opiniões sobre a natureza da alma provem da aplicação particular que cada um
dá esse termo. Uma língua perfeita em que cada ideia fosse expressa por um termo próprio, evitaria muitas discussões com uma palavra para cada coisa, todos se entenderiam. Segundo uns, a alma é o princípio da vida material, orgânica, não tem existência própria e se aniquila com a vida. É o materialismo puro. Neste sentido e por comparação, disse de um instrumento rachado que nenhum som mais emite, não tem alma de conformidade com essa opinião, a alma seria feito
e não causa. Pensão outros, que a alma é o princípio da inteligência, a gente universal, do qualquer da ser, absorve uma certa porção. Segundo, não haveria em todo o universo, senão uma só, uma, distribuir centellas pelos diversos seres inteligentes durante a vida destes, voltando cada centelha mortos, os seres, a fonte comum a se confundir com o todo, como os regatos e os rios e voltam ao mar de onde
saíram? Essa opinião difere da precedente em que, nesta hipótese, não há em nós, somente matéria subsistindo alguma coisa após a morte, mas é quase como se nada subsistisse, porquanto destituídos de individualidade. Não mais teríamos consciência de nós mesmos. Dentro desta opinião, a alma universal seria Deus e cada ser um fragmento da divindade simples variante do panteismo, segundo outros. Finalmente, a alma é um ser moral distinto, independente da matéria que conserva a sua
individualidade após a morte. Esta acepção é sem contradito, a mais geral, porque debaixo de um nome ou de outro, a ideia desse ser que sobrevive ao corpo, se encontra no estado de crença instintiva, num derivada de ensino entre todos os povos. Qualquer que seja o grau de civilização de cada um, essa doutrina segundo a qual a alma é causa e não efeito, é a dos espiritualistas. Sem discutir o mérito de tais
opiniões. E considerando apenas o lado linguístico da questão, diremos que estas 3 aplicações do termo há uma correspondem a 3 ideias distintas que demandariam, para serem expressas, 3 vocábulos diferentes. Kardec era muito didático, né? Como professor, enfim. E ele deixa bem claro sobre a questão da alma. Lembrando que essa questão é abordada como uma pergunta no livro dos espíritos, né? Mas ele está falando aqui sobre
3 significados da alma, né? Então é. Muita gente usa a alma como se fosse a mente, que é algo que emana do cérebro, digamos assim. Então fala que é. A alma, Oo instrumento que não tem alma, não são, não emite mais som, ou seja, derivado da matéria, né? E depois também é tem outro significado, que é muito próximo do panteísmo, que é assim a legal.
Nós temos uma alma que habita o nosso corpo, mas depois que a gente morre, essa alma volta para o todo universal, que é praticamente a mesma coisa que um materialismo, só que é uma variante aí. É estranho, porque quando você perde a individualidade, é como se nunca existisse. E ele vai fazer essa essa definição desses 3 vocábulos diferentes, não é, é, e que alma, como a gente entende, né? É dos espiritualistas que a grande maioria das pessoas de
todas as religiões. Que entendem que existe algo mais do que o corpo físico e antecede o corpo físico, né? Então vamos continuar aqui com o estudo. Aquela palavra tem, pois, tríplice acepção, e cada um do seu ponto de vista, pode, com razão, defini-la como faz o mal, está em a língua, dispor somente de uma palavra para exprimir 3 ideias, a fim de evitar todo o equívoco, seria necessário restringir-se a acepção do termo alma a uma apenas aquelas ideias. A escolha é indiferente que se
faz. Mr, é o entendimento entre todos, reduzindo-se o problema uma simples questão de convenção. Jogamos mais lógico tomá-lo na sua acepção vulgar e, por isso, chamamos alma. Olha a definição, ao ser imaterial e individual, que nós reside e sobrevive ao corpo, mesmo quando esse ser não existisse, não passasse de produto da imaginação. Ainda assim, seria preciso um termo para designálo. Então ele começa a falar sobre essa dificuldade, né?
Que nós temos com as palavras de não conseguimos definir uma coisa ou ter muitos significados para a mesma coisa. O que deixa realmente bem confuso, então. Grave isso, alma, ser imaterial. E individual, que nós reside e sobrevive ao corpo. Portanto, estou falando de um espírito encarnado então essa definição que o Kardec dá.
Mas ele continua. Na ausência de um vocábulo especial para a tradução de cada uma das 2 outras ideias a que corresponde a palavra alma, denominamos princípio vital o princípio da vida material e orgânica, qualquer que seja a fonte dom de promane princípio esse comum a todos os seres vivos, desde as plantas até o homem, pois que pode haver vida com exclusão da faculdade de pensar. O princípio vital é coisa distinta e independente. A palavra vi. Vitalidade não daria a mesma
ideia. Para uns, o princípio vital é uma propriedade da matéria, um efeito que se produz achando se a matéria em dada as circunstâncias segundo outros, e esta é a ideia mais comum. Ele reside em um fluido especial, universalmente espalhado, e do qual cada ser absorve e assimila uma parcela durante a vida, tal como os
corpos inertes absorvem a luz. Esse seria então o fluido vital, que, na opinião de alguns, em nada difere do fluido elétrico animalizado, ao qual também se dão os nomes de fluído magnético. Fluido, nervoso, et cetera. Seja como for, um fato a que ninguém ousaria contestar, pois que resulta da observação, é que os seres orgânicos têm em si uma força íntima que determina o fenômeno da vida.
Enquanto essa força existe, que a vida material é comum a todos os seres orgânicos e independe da inteligência e do pensamento que a inteligência e o pensamento são faculdades próprias de certas espécies orgânicas. Finalmente, que entre as espécies orgânicas dotadas de inteligência e de pensamento, há uma dotada também de um senso moral especial. E lhe dá incontestável superioridade sobre as outras, a espécie humana concebe-se que, com uma acepção múltipla, o termo alma não exclui o
materialismo nem o panteísmo. Então, vamos por parte, né? Ele vem definir também a questão do princípio vital, ou seja, o princípio vital, né? Da vida material e orgânica é um princípio comum a todos os seres vivos, mesmo aqueles que não têm. Pensamento não é capaz de se expressar, enfim, então um princípio de vital é aquilo que anima as vidas e que a ciência não consegue reproduzir senão da. Vida a quem quisesse e a gente sabe que isso não acontece também.
Ele fala sobre é este princípio vital. Também tem um outro nome de fluído vital, que também pode ser fluído, magnético, fluído, nervoso e tudo mais. É uma coisa importante a ressaltar que na época do Kardec. É era muito comum na ciência tudo ser chamado fluído, não só o que a gente conhece hoje quando você fala fluído, fluído, de freio, fluído, não sei o que lá você vai pensar que é só líquido, não se falava para tudo, inclusive um tal fluido universal.
Que é uma matéria não detectada, que liga interconecta todos os, é todo o universo, e que o nosso pensamento é, pode viajar em velocidade infinitamente maiores do que a velocidade da luz por este meio, por este fluido vital. É como se o vazio não existisse. Como a gente tem o ar e às vezes sente o ar, que é o vento, o ar em movimento é o mesmo princípio, como se existisse algo no universo inteiro que nos conectasse a todos, né? Então é isso que ele está
definindo. O próprio espiritualismo pode entender a alma de acordo com uma ou outra das 2 primeiras definições, sem prejuízo do ser imaterial, distinto aqui. Então, dará um nome qualquer assim, aquela palavra não representa uma opinião, é um proteu que cada um ajeita seu bel prazer. Daí tantas disputas intermináveis. Então ele está falando sobre ainda a confusão da definição de alma. Mas lembra que a gente? Definiu. Alma, né? Depois eu vou ler de novo pra
gente gravar isso. Mas vamos terminar o texto de hoje. Evitar-se-ia igualmente a confusão, mesmo usando-se do termo alma nos 3 casos, desde que se lhe acrescentasse um qualificativo, especificando o ponto de vista em que se está colocado ou a aplicação que se
faz da palavra. Esta teria então um caráter genérico, designando ao mesmo tempo o princípio da vida material, o da inteligência e o do senso moral, que se distinguiriam mediante um atributo, como os gases, por exemplo, que se distinguem aditando seu termo genérico, as palavras hidrogênio oxigénio. Ou as outras.
Poder-se-ia assim dizer e talvez fosse o melhor alma vital, indicando o princípio da vida material, a alma intelectual, o princípio da inteligência e a alma espírita, e todos nossa individualidade após a morte. Como se vê, tudo isto não passa de uma questão de palavras, mas questão muito importante quando se trata de nos fazermos entendidos de conformidade com essa maneira de falar. A alma vital seria comum a todos os seres orgânicos, plantas, animais e homens.
A alma intelectual pertenceria aos animais e aos homens, e a alma espírita somente ao homem. Julgamos dever insistir nestas explicações pela razão de que a doutrina espírita repousa naturalmente sobre a existência em nós de um ser independente da matéria que sobrevive ao corpo. A palavra alma, tendo que aparecer com frequência no curso desta obra, cumpria fichacemos bem o sentido que lhe atribuímos a fim de evitarmos qualquer engano, passemos agora o objeto principal desta instrução
preliminar. Então, muito bem, ele definiu, é claramente OOO como se chama alma, né? Que é, lembrando ser imaterial. Então, para nós, nos estudos da doutrina espírita, independente dos outros significados, ser imaterial e individual, que em nós reside e sobrevive ao corpo grave. Isso então a alma é quando estamos encarnados. É o espírito encarnado, né? O espírito junto do nosso corpo forma a alma. Tá? É, são predefinições, digamos assim, que torna mais fácil depois.
Do estudo de especificamente algumas perguntas no livro dos espíritos. E ele até sugere algumas mudanças, não é falar sobre alma vital que é é dado, né?
Princípio da vida material. Alma intelectual, princípio da inteligência e alma espírita, o princípio é dos espíritos, a individualidade então, alma vital, todos os seres orgânicos, plantas, animais e homens, alma intelectual somente aos animais e aos homens e a alma espírita somente ao homem, já que a gente conhece por explicações que os animais não ficam na erraticidade reencarnamento. Muito rapidamente, assim que
desencarnam. Tá bom por hoje, é só no próximo episódio, nós vamos continuar estudando. É essa riquíssima introdução. Eu te espero. Obrigado pela sua presença e até lá, tchau.
