O livro dos Espíritos [i10] Introdução ao estudo da Doutrina Espírita X - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [i10] Introdução ao estudo da Doutrina Espírita X

Jul 01, 20248 minSeason 2Ep. 173
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Transcript

Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos a introdução ao livro dos Espíritos. Nós vamos conhecer o item número 10, dessa introdução tem 17 itens e vem dar uma explicação geral sobre a doutrina espita antes do estudo das perguntas do livro dos Espíritos, explicações mais que necessárias. Então,

se demora, vamos para o texto. Entre as objeções, algumas das mais especiosas, ao menos na aparência, porque tiradas da observação e feitas por pessoas respeitáveis, alguma delas serve de base à linguagem de certos espíritos que não parece digna da elevação a triboe e da ser sobrenaturais.

Quem se reportar ao resumo da doutrina acima apresentado verá que os próprios espíritos nos ensinam a ver entre eles igualdade de conhecimentos nem de qualidades morais e que não

se deve tomar ao pé da letra tudo quanto dizem. As pessoas sensatas em combi separar o bom do mal, indubitavelmente, os que desse fato deduzem que só se comunicam conosco seres mal -fasejos, cuja única ocupação consiste em nos mystificar, não conhecem as comunicações que se recebem nas reuniões em que só se manifestam espíritos superiores. Do

contrário, assim não pensariam. É de lamentar que o caso tenha servido tão mal que apenas lhes haja mostrado o lado mal do mundo espírita, pois nos repugna supor que uma tendência simpática atraia para eles, em vez dos bons espíritos, os mausos mentirosos, ou aqueles que a linguagem é

de revoltante grosseria. Poder se ia quando muito deduzir daí que a solididez dos princípios dessas pessoas não é bastante forte para preservá -las do mal e que, achando certo prazer em lhes satisfazerem a curiosidade, os mausos espíritos diz se aproveitam para se aproximar delas

enquanto os bons se afastam. Kardec vem falar das comunicações e aí ele vem falar sobre o questionamento de pessoas que trabalham com o espiritismo, estão estudando e tudo mais da questão por que tem espíritos maus e por que algumas pessoas acham que as comunicações só vão ter coisas lindas, cartas de Chichavier, coisas lindas e emocionantes, não

é nada disso. O mundo espiritual é o mundo espiritual igualzinho o mundo físico que a gente vive, só que de outro plano, tem pessoas de todos os tipos, de todas as inteligências, de todos os graus de bondade, de maldade, tudo mais, porque que seria diferente? Ah, então um espírito mais infeliz, um espírito de um assassino, por exemplo, tem

permissão de se comunicar? Óbvio, não tem nada que impeça esse tipo de coisa e é até bom que aconteça se você estudar, aqui tem playlist no canal, se você estudar o céu inferno, no final, há diversas comunicações de espíritos terríveis e que vem nos ensinar muita coisa, então tudo é útil, agora supor que isso seria só espíritos de luz, que vão dar comunicação, é muita inocência e é sobre isso que o Kardec está falando

hoje. Jugar a questão dos espíritos por esses fatos seria tão pouco lógico quanto julgar do caráter de um povo pelo que se diz e faz numa reunião de desatinados ou de gente de manota, com os quais não entretenha relações às pessoas circunspectas nem às sensatas, os que assim julgam se colocam na situação do estrangeiro que, chegando a uma grande capital pelo mais abjeto dos seus arrabaldes, julgasse de todos os

habitantes pelos costumes e linguagem desse bairro em fim. No mundo dos espíritos também há uma sociedade boa e uma sociedade má, de Guinense, os que daquele modo se pronunciam, de estudar o que se passa entre os espíritos de escola e se convencerão de que a cidade celeste não contém apenas a escolha popular. Perguntam eles, os espíritos de escola descêm até nós. Responderem

moz, não fiquem no subúrbio. Vede, observa e julgaréis, os fatos aí estão para todo o mundo. Há menos que eles sejam aplicáveis estas palavras de Jesus. Tenham olhos e não veem, têm ouvidos e não ouvem. Como variante dessa opinião, temos ados que não veem nas comunicações espíritas e em todos os fatos materiais aqui elas dão lugar, mais do que a intervenção de uma potência diabólica, novo proteo que revestiria todas

as formas. Para melhor nos enganar. Não ajugamos sucessível de exame sério, por isso não nos demoramos em considerar lá. Aliás, ela está refutada pelo que acabamos de dizer. Acrescentaremos, tão somente, que, se assim fosse, forçoso seria convirem que o diabo é às vezes bastante criterioso e ponderado, sobretudo, muito moral. Ou, então, em que há bons

diabos. Effectivamente, como acreditar que Deus só o espírito do mal permita que se manifeste para perdernos sem nos dar por contrapesos com os célios dos bons espíritos, se ele não pode fazer, não é onipotente, se pode não o faz, desmente a sua bondade. Ambas as suposições se riam blasfemas. Notice que admitir a comunicação dos maus espíritos é reconhecer o princípio das manifestações. Ora, se ela se dão, não pode

deixar de ser com a permissão de Deus. Como, então, se há de acreditar, sem empiedade, que ele, Deus, só permita o mal com exclusão do bem, semelhante a doutrina, é contrário às mais simples noções do bom senso e da religião. Então, um dos pilares da doutrina espírita é realmente a lógica. Então, essas perguntas são ótimas, são maravilhosas. Não admitir se Deus só permitisse ao espírito do

mal, ao demônio. Porque, nessa época, hoje não, mas nessa época, igrejas, os cardiais, os arcebispos, os padres, todos atacavam a doutrina espírita dizendo que eram os demônios que se manifestavam. E Kardec aqui, inteligentemente, fala assim, ''wai, então se só os demônios podem se manifestar, os espíritos bons não podem, por exemplo, é que Deus não consegue, então não é onipotente. E se ele consegue, então ele

não é tão bom. Você vai para um caminho lógico e cai por terra um monte de teoria. E Kardec era extremamente inteligente para manobrar e manejar as palavras, para deixar as pessoas assim, e

agora, como é que eu saio dessa? Eu fico imaginando aí Kardec nos dias de hoje discursando num ativismo na sociedade e assim, com a possibilidade, Kardec nasceu para o Twitter, que hoje chama X, porque assim, ele sintetiza em poucas palavras ideias gigantescas. É uma coisa de louco, eu acho que ele seria um baita do um tuiteiro, as coisas que eu penso, coisas de doido. Tá bom? Nós encerramos hoje, vamos

continuar no próximo, o décimo primeiro item. Já te agradeço pela sua presença e te espero no próximo. Até mais, tchau. Tchau.

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