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Pra olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão? Sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos do nosso querido Allan Kardec, que fez as perguntas e pelo próprio nome. O livro é 12 espíritos, porque a resposta é só deles. Hoje nós vamos ter um tema bem interessante, poder oculto, talismãs e feiticeiros.
Então, como propósito, é um estudo rápido, vamos lá. 500, 51. Pode um homem mau, com auxílio de um mau espírito que lhe seja dedicado fazer mal ao seu próximo? Não, Deus não o permitiria. Estamos falando aí de evocar um mau espírito para prejudicar o outro, a pessoa. Os Voodoo, os da vida, o sei lá, sabe aquela coisa de filme? Não, Deus não permite que isso
aconteça. Que se deve pensar da crença no poder que se esta certas pessoas teriam de enfeitiçar algumas pessoas dispõem de grande força magnética de que podem fazer mau uso se maus forem seus próprios espíritos. Caso em que possível se torna serem secundados por outros espíritos maus. Não creias, porém, não pretenso poder mágico que só existe na imaginação de criaturas supersticiosas ignorantes das verdadeiras leis da natureza. Os fatos que citam como prova da existência desse poder.
São fatos naturais, mal observados e, sobretudo, mal compreendidos. Então ninguém tem o poder de fazer o mal pelo mal, com ações. Óbvio, né? Alguém pode pegar e te matar, não é decimal que eu tô falando é do mal da bruxaria, daquele negócio de que ai um eu vou pagar para alguém fazer um trabalho para acabar com o casamento, de não ser que a gente para, para que isso não existe, isso é tonteira, ninguém tem esse poder. De fazer isso porque Deus não permitisse não.
Nossa vida seria uma maluquice, não é para e pensa. Que efeito podem produzir as fórmulas e práticas mediante as quais pessoas há que pretendem dispor do concurso dos espíritos? O efeito de tornar as ridículas se procedem de boa fé. No caso contrário, são tratantes
que merecem castigo. Todas as fórmulas são mera charlatanaria, não há palavra sacramental, nenhuma, nenhum sinal cabalístico, nem talismã que tenha qualquer ação sobre os espíritos, porquanto estes só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais. Então a gente atrai o espírito pelo pensamento com que se afina e não por coisa material. Olha, esta lapiseira vai atrair um espírito. Vou evocar o espírito lá da lapiseira. Claro que não é lapiseira, né? Pode ser um talismã?
Tudo pode ser qualquer tranqueira dessa. Não, não vai atrair. Mas não é exato que alguns espíritos tem ditados eles próprios formas cabalísticas efetivamente espíritos aqui indicam sinais palavras é estranhas ou prescrevem a prática de atos por meio dos quais se fazem os chamados com juros ficais certos, porém, de que são espíritos que, de voz, outros escarnecem e zombam da vossa incredulidade? O que é mais divertido, se a pessoa está querendo fazer o mal?
OOO espírito que diz fórmulas para Invocação do Mal, et cetera e tal está mais é. Tirando uma, não é? É zombando da pessoa do que qualquer outra coisa. 544, 544, não pode, aquele que, com ou sem razão, confia no que chama a virtude de um talisman atrair um espírito. Por efeito, mesmo dessa confiança, visto que então o que atua é o pensamento, não passando o talismã de um sinal que apenas lhe auxilia. A concentração, praticamente o Kardec, traz a resposta na pergunta, né?
É verdade, mas da pureza da intenção e da elevação dos sentimentos, depende da natureza do espírito que é atraído. Ora, muito raramente aquele que seja bastante simplório para acreditar na virtude de um talismã, deixará de colimar um fim mais material do que moral qualquer. Porém, que seja o caso, essa crença denuncia uma inferioridade e uma fraqueza de ideias que favorecem a ação dos espíritos imperfeitos. Escarninhos.
Então assim, o se para quem acredita em talismã da sorte, no trevo de 4 folhas que dá certo é que quebrar espelho dá azar. Vai ser influenciado por espíritos mais danadinhos daquele zombeteiros que vão se divertir com a sua pouca fé. É mais mais fácil você atrair as coisas pelo seu pensamento do que por objetos materiais, não é? Que sentido se deve dar ao qualitativo de feiticeiro aqueles a quem chamais feiticeiros?
São pessoas que, quando de boa-fé, gozam de certas faculdades, como seja, uma força magnética ou a dupla vista. Então, como fazem coisas geralmente incompreensíveis, são tidas por dotadas de um poder Sobrenatural, os vossos sábios não têm passado muitas vezes, por feiticeiros aos olhos dos ignorantes. E eu acrescento aqui que os hoje, os, os médios, muitos médios foram Queimados como
feiticeiros, né? O espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma imensidade de fenômenos sobre os quais a ignorância teceu um sem número de fábulas, em que os fatos se apresentam exagerados pela imaginação.
Conhecimento lúcido dessas 2 ciências que, a bem dizer, formam uma única, mostrando a realidade das coisas e suas verdadeiras causas, constituem o melhor preservativo, contra as ideias supersticiosas, porque revela o que é possível e o que é impossível, que está nas leis da natureza e que não passa de ridícula. Crendice, lembrando que o magnetismo não é vem de mesmer. Que é contemporâneo de Kardec. Portanto, as ideias são complementares.
Não é 586, tem algumas pessoas verdadeiramente o poder de curar pelo simples contato, a força magnética pode chegar até aí quando, secundada pela pureza dos sentimentos e por um ardente desejo de fazer o bem. Porque então os bons espíritos lhe vêm? Auxílio, cumpre, porém, desconfiar da maneira pela qual contam as coisas. Pessoas muito crédulas e muito entusiastas, sempre dispostas a considerar maravilhoso o que há de mais simples e mais natural.
Importa desconfiar também das narrativas, gente, receitas que costumam fazer os que exploram em seu proveito a credulidade alheia. Olha, os espíritos mais fazem, é? Mas fazem. Como que se diz? Chama atenção, ó, fica esperto aí, que pode ter muita gente que vai querer te enganar. Mas sim. Pode ter o poder curativo nas mãos? Sim. Sempre intermediadas pelos bons espíritos e pela pureza no coração e pela vontade de ajudar.
Então são os médiuns, curadores, qualquer pessoa pode fazer uma oração por alguém e passar bons eflúvios e até curar de doenças aquele corpo físico, desde que tenha muito boa intenção. Convide à espiritualidade amiga ou, se não for espírita, não precisa convidar ninguém, não. A boa intenção já trata de
convidar. Os bons espíritos para estarem presentes, o que importa é o querer fazer o bem está bom, então aprendemos hoje que perde tempo que esse negócio de talisman, de feitiço, de ter medo. Ai porque fulano fez o trabalho para separar eu do meu marido. E eu tenho medo dessas coisas para tudo, lorota, tudo conversa fiada, até os espíritos que inspiram estão tirando o sarro em quem faz. Todos esses trabalhos e que
envolve até sacrifício animal. Tantas outras idiotices assim, com todo o respeito do mundo que eu tenho, não acredite, não vira nada, tá? Que manda? É pensamento, afinidade, caráter, aquilo que você tem afinidade é que os espíritos que você vai atrair, então por isso, vigiai antes de orar, preste atenção nos seus pensamentos com pensamentos bons. A gente só vai atrair coisas boas para a gente Maravilha. No próximo encontro, falaremos sobre bençãos. E mal de ções.
E como sempre, eu te espero até lá. Tchau.
