O livro dos Espíritos [Ep82] Pactos (549-550) - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [Ep82] Pactos (549-550)

Oct 10, 20225 minSeason 2Ep. 82
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Bom, olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos. Hoje nós vamos analisar. É bem rapidinho. As perguntas 549 e 550 que vem tratar sobre pacto. Quando a gente escuta essa palavra pacto. A gente pensa no cra manhão é é dele mesmo ela perguntar algo de verdade. Haverá nos pactos, pactos com os maus espíritos? Não, não há pactos a porém naturezas, mas que simpatizam

com os maus espíritos. Por exemplo, queres atormentar o teu vizinho e não sabes como as de fazer? Chama-se então por espíritos inferiores que como tu, só querem o mal e que para te ajudarem, exigem que também os sirva sem seus maus desígnios. Não se segue, porém.

Que o teu vizinho não possa livrar-se deles por meio de uma conjuração oposta e pela ação da sua vontade, aquele que intenta praticar uma ação má pelo simples fato de alimentar essa intenção chama em seu auxílio mouse espíritos aos quais fica então, obrigado a servir, porque dele também precisam esses espíritos para o mal que queiram fazer nisto. Apenas é que consiste, o pacto. É, não é esse pacto que você vende a alma pro diabo e fica comprometida.

E não é uma combinação de gente sem vergonha. Adoro saber a visão simplista da coisa, mas é uma combinação de 2 sem vergonha, um do lado de cá, vivo ou do lado de lá vivo, do mundo espiritual. E aí o Kardec acrescenta. O fato de o homem ficar às vezes na dependência dos espíritos inferiores, nasce de se entregar aos maus pensamentos que estes lhe sugerem e não de estipulações quaisquer que com eles faça impacto no sentido vulgar do termo.

É uma alegoria representativa da simpatia existente entre um indivíduo de natureza mãe, espíritos malfazejos. Ponto não é facinho de entender? 550 qual o sentido das lendas fantásticas em que figuram indivíduos que teriam vendido suas Almas a Satanás para obterem certos favores? Gente, até parece que eu li antes, né? Não lhe não, tá? Todas as fábulas encerram um

ensinamento em um sentido moral. O vosso erro consiste em tomá-las ao pé da letra e isso a que te referes a uma alegoria que se pode explicar dessa maneira, aquele. Que chama? Em seu auxílio, os espíritos para deles obter riquezas ou qualquer outro favor, rebela. Se, contra a providência renuncia a missão que recebeu e as provas que lhe cumpre suportar, neste mundo sofrerá na vida Futura as consequências deste ato.

Não quer isto dizer que sua alma fique para sempre condenada a desgraça, mas desde que em lugar de se desprender da matéria, nela cada vez se enterra mais, não terá no mundo dos espíritos. A satisfação de que haja gozado na Terra até que tenha resgatado a sua falta por meio de novas provas, talvez maiores e mais penosas, coloca-se por amor dos gozos materiais, na dependência

dos espíritos impuros. Estabelece-se, assim tacitamente, entre estes ele, o espírito delinquente, um pacto que o leva à sua perda, mas que lhe será sempre fácil romper, se eu quiser firmemente granjeando a assistência dos bons espíritos. Então é aquilo que eu disse, é uma. Combinação não é um pacto eterno nem nada, é uma combinação de espíritos a fins, não é encarnados ou desencarnados, então tem. E quando o encarnado não quer mais ele quebra.

Este pensamento, esta afinidade e segue no caminho. Se ele continuar, vai se encrencar. Pela vida e pelas outras vidas. Então somos livres e temos livre arbítrio para fazer o que a gente quiser. Maravilha no próximo nós vamos falar sobre poder oculto, talismãs e feiticeiros como sempre. Eu espero você até lá, tchau.

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