Você já se inscreveu no canal espiritismo? Teste não esqueça de ativar o sininho e todas as notificações. Assim que informaremos quando houver novos vídeos e ajude a manter este trabalho voluntário clicando em seja membro. Com isso, você nos ajuda a produzir mais conteúdo sobre nossa rica doutrina com a melhor qualidade técnica possível. E não se esqueça de clicar no link compartilhar com os seus amigos. Gratidão pela sua presença.
Bom, olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos. Nós, querido, eu sempre erro. Allan Kardec ele fez as perguntas, e os espíritos responderam, hoje nós vamos falar um. Eu achei curioso o tema os espíritos durante os combates, guerras que eram muito mais comuns na época de Kardec do que
nos dias atuais, né? Então, 541 durante uma Batalha, há espíritos assistindo e amparando cada um dos exércitos sim e que lhes estimulam a coragem. Os antigos figuravam os deuses tomando partido deste ou daquele povo. Esses deuses eram simplesmente espíritos representados por alegorias. Gente, eu acho isso curioso, né? Porque a gente condena gravemente as guerras, mas olha, até nas guerras, os espíritos estão lá. É trabalhando para o bem e não
para estimular a guerra. Certamente não é 542, está estando numa guerra. A justiça sempre de um dos lados. Como pode haver espíritos que tomem o partido dos que se batem por uma causa injusta? Bem saber se a ver espíritos que só se comprassem na discórdia e na destruição. Para esses, a guerra é a guerra. A justiça da causa pouco se preocupa. Um entendeu? Tem espírito dos 2 lados, não significa que são espíritos bons dos 2 lados, entendeu?
543, podem alguns espíritos influenciar o general na concepção de seus planos da companhia, sem dúvida alguma podem influenciá-lo nesse sentido. Como com relação a todas as concepções? Perigoso isso, 544 poderiam maus espíritos suscitar-lhe planos errôneos com o fim de levá lo a derrota. Podem, mas não tem ele o livre arbítrio, se não tiver critério bastante para distinguir uma ideia falsa, sofrerá as consequências e melhor, faria se obedecesse em vez de comandar.
Então, a gente está o tempo todo sendo influenciado, né? Mas. Mas a vida e as ações são nossas. A gente é que responde por elas, não é? Então também um comandante do exército. Se o ficasse obedecendo qualquer coisa que poderia levá-lo à derrota, por exemplo. É. Não, não precisaria nem ser comandante, não é, e sim comandado 545. Pode alguma vez o general ser guiado por uma espécie de dupla, vista por uma visão intuitiva, que lhe mostra de antemão o
resultado de seus planos? Isso se dá humilde com o homem de gênio. É o que ele chama a inspiração e o que faz que eu abri com uma espécie de certeza. Essa inspiração lhe vem dos espíritos que o dirigem, os quais se aproveitam das faculdades de que o vêem dotado, e Eu Acredito que deve ser sempre. No sentido do bem, não é 546 no tumulto dos combates que se passa com os espíritos dos que morrem, não é? Continuam após a morte, a interessar-se pela Batalha.
Alguns continuam interessar-se, outros se afastam. Lembra que eu sempre falo para vocês? Que a morte é só. A saída do corpo físico, então, depende se a gente for apaixonado por aquela guerra e aí nós vamos trazer para as. Os dias atuais que nós estamos na luta de ideia, se não mais na luta física ou quase parte nenhuma do planeta, está. Se a gente é apaixonado por aquela ideia, a gente morre, continua do mesmo jeito, a gente morre, não vira Anjinho, não vira capetinha.
A gente continua sendo o que a gente é, pensando o que é? Então, depende dos nossos interesses. A gente pode continuar na Batalha ou pode ir para outro cantor. E Kardec acrescenta, dá-se nos combates, o que ocorre em todos os casos de morte violenta no primeiro momento. O espírito fica surpreendido. E como que atordoado julga não estar morto? Parece-lhe que ainda toma parte na ação? Só pouco a pouco, a realidade ele surge, então é como se fosse
uma morte violenta. É uma morte violenta, né? Como se fosse, né, que as 47? Após a morte, os espíritos que como vivos, se guerreavam, continuam a considerar-se inimigos e se conservam encarniçados uns contra os outros? Nessas ocasiões, o espírito
nunca está calmo. Pode acontecer que nos primeiros instantes depois da morte, ainda odeie o seu inimigo, e mesmo persiga quando, porém, se ele restabelece a serenidade nas Ideas, vê que nenhum fundamento a mais para sua animosidade, contudo, não é impossível que dela guarde vestígios mais ou menos Fortes conforme o seu caráter continua. Ouvir o rumor da Batalha resposta perfeitamente é pra gente. Estou falando, a morte não muda ninguém, pode ser que a gente morre por uma coisa.
Ainda continua brigando por causa dessa coisa, não é? Onde é que está o nosso interesse? Que as 48, o espírito que como espectador, assiste calma, mente a um combate, observa o ato de separar-se, a alma do corpo. Como é que esse fenômeno se lhe apresenta a observação? Raras são as mortes verdadeiramente instantâneas. Na maioria dos casos, o espírito, cujo corpo acaba de ser mortalmente ferido, não tem consciência imediata desse fato.
Somente quando ele começa a reconhecer a nova condição em que se acha é que os assistentes podem distingui-lo a mover-se ao lado do cadáver. Parece isso tão natural, que nenhum efeito desagradável ele causa à vista do corpo morto, tendo se a vida toda concentrada do espírito, só ele prende a atenção dos outros. É com ele que estes conversam. Ou a ele é que fazem determinações interessante, não é? Depois que talvez se arrependa,
não é de estar naquela situação. Enfim, é uma morte violenta de qualquer modo, mas olha que curioso, né? O Kardec vai atrás de de questionamentos muito interessantes até da questão de uma guerra. O que acontece de um lado de outro? Aprendemos muita coisa hoje, né? Mesmo no próximo encontro, nós vamos falar sobre pacto sul, me parece pacto demoníaco um, que será? Descubra no próximo episódio.
Olha só como estou fazendo a coisa ficar bem interessante, mas você pode abrir o livro dos espíritos aí e ler antes, tá? Precisa esperar, não? Mas é muito legal, como eu disse, sempre digo a vocês, a gente estuda junto porque eu não sou o dono da verdade. Eu estou estudando com você ao mesmo tempo. Não me preparo antes num centro para ficar estudando. O que é que eu vou falar? É para ter uma primeira impressão. Na verdade, já estudei algumas vezes.
Mas sempre quando eu volto, é sempre uma primeira impressão. É sempre um grande aprendizado que acontece, então eu te espero até o próximo programa. Tchau até lá.
