O livro dos Espíritos [Ep71] Resumo teórico do sonambulismo, do êxtase e da dupla vista (455) - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [Ep71] Resumo teórico do sonambulismo, do êxtase e da dupla vista (455)

Jul 25, 202217 minSeason 2Ep. 71
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Bom, olá, meus amigos, minhas amigas, como é que vocês estão sejam bem vindos a mais um estudo do livro dos espíritos à obra fundamental. Codificada organizada pelo nosso querido Allan Kardec, olha ele aqui de Roupa Nova. Ele voltou a ser Prata de novo, mas está sempre com a gente aqui. Que prazer ter a sua audiência. Vamos falar hoje um resumam do que foram os últimos 3 programas. Esse resumo, feito pelo próprio Kardec, segundo as instruções dos espíritos.

Vamos falar sobre sonambulismo, êxtase e dupla vista em são tão sem demoras. Vamos lá. Os fenômenos do sonambulismo natural se produzem espontaneamente, independente de qualquer causa exterior conhecida em certas pessoas dotadas de especial organização, porém podem ser provocados artificialmente pela ação do agente magnético. O estado que se designam pelo nome de sonambulismo magnético apenas difere do sonambulismo natural, em que um é provocado, enquanto o outro é espontâneo.

O sono e holismo natural constitui fato notório que ninguém mais se lembra de pôr em dúvida, não obstante o aspecto maravilhoso dos fenômenos aqui dá lugar. Porque seria, então mais extraordinário ou irracional. O sonambulismo magnético? É lembrando aqui que nós estamos falando do sonambulismo natural magnético. A diferença é que um a pessoa dorme sozinha, o outro ela é

hipnotizada, okay? Apenas por produzir se artificialmente, como tantas outras coisas, os charlatães do exploram dizem razão é mais para que não lhe seja deixado nas mãos quando a ciência, se houver apropriado dele, muito menos crédito terão os charlatães junto às massas populares. Enquanto isso, não se verifica como o sonambulismo natural ou

artificial. É um fato e como contra fatos, não há raciocínio possível, vai ele ganhando terreno, apesar da má vontade de alguns no seio da própria ciência. No qual penetra por uma imensidade de portinhas, em vez de entrar pela porta larga quando lá estiver totalmente, terão que aceitá-los sem contestação. Para o espiritismo, o sonambulismo é mais do que um fenômeno psicológico, é uma luz projetada sobre a psicologia.

É aí que se pode estudar a alma, porque é onde esta se mostra a Descoberto hora, um dos fenômenos que a caracterizam é o da clarividência independente dos órgãos ordinários da vista fundam. Se os que contestam este fato, em que o sonâmbulo nem sempre vê e a vontade do experimentador como com os olhos, será de admirar que difiram os efeitos quando diferentes são os meios, será racional que se pretenda

obter os mesmos efeitos. Quando aí, quando não há o instrumento alma tem suas propriedades, como os olhos têm as suas, cumpre julgá-las em si mesmas e não por analogia. De uma causa única se originam a clarividência do sonâmbulo magnético e a do sonâmbulo natural é um atributo da alma, uma faculdade inerente a todas as partes do ser incorpóreo que existe em nós e cujos limites não são outros senão os

assinados, a própria alma. O sonâmbulo vê em todos os lugares em que sua alma possa transportar, se qualquer que seja a longitude, no caso de visão à distância, o sonâmbulo não vê as coisas de onde está o seu corpo, como por meio de um telescópio, vê as presentes como se se achasse no lugar onde elas existem. Porque sua alma em realidade lá está, por isso é que seu corpo fica como que aniquilado e privado de sensação até que a alma volte a habitá-lo

novamente. Essa separação parcial da alma e do corpo constitui um estado anormal, suscetível de duração mais ou menos longa, porém não indefinida, daí a fadiga que o corpo experimenta após certo tempo maior em mente quando aquela se entrega a um trabalho ativo. Mas estamos falando sempre do sonambulismo por enquanto. A vista da alma ou do espírito não é circunscrita e não tem sede determinada. É isso porque os sonâmbulos não

lhe podem marcar. O órgão especial vêem porque vêem, sem saberem o motivo, nenhum modo, uma vez que para eles, na condição de espíritos, à vista, carece de foco próprio. Se se reportam ao corpo, esse foco lhes parece estar nos centros em que maior é a atividade vital, principalmente no cérebro, na região do epigástrio ou no órgão que considerem o ponto de ligação mais forte entre o espírito e o corpo. O poder da lucidez sonambúlica

não é ilimitado. O espírito, mesmo quando completamente livre, tem restringido os seus conhecimentos e faculdades conforme o grau de perfeição que haja alcançado ainda mais, restringido sustém quando ligado à maté ria, a cuja influência está sujeito é o que motiva a não ser universal nem infalível, a clarividência sonambúlica e tanto menos se pode contar com a sua infalibilidade, quanto mais desviada seja do fim visado pela natureza e transformada em

objeto de curiosidade, de experimentação. No estado de desprendimento em que fica colocado o espírito do sonâmbulo entra em comunicação mais fácil com os outros espíritos, encarnados ou não, encarnados. Comunicação que se estabelece pelo contato dos fluidos que compõem os Peri espi rito se servem de Transmissão ao pensamento como o fio elétrico. O sonâmbulo não precisa, portanto, que se exprimam os pensamentos por meio da palavra articulada. Ele o sente e adivinha?

É o que o torna eminentemente impressionável e sujeito às influências da atmosfera moral que eu envolva essa também a razão porque uma assistência muito numerosa e a presença de curiosos mais ou menos malevolentes lhe prejudicam de modo essencial o desenvolvimento das faculdades que, por assim dizer, se contraem só se desdobrando com toda a Liberdade, no meio íntimo ou simpático.

A presença de pessoas mal intencionadas ou antipáticas ali produz efeito idêntico ao do contato da mão na sensitiva. Olha, eu não estou nem parando porque? Esse resumo é muito interessante. Ele por si só está explicando tudo, é que a gente estudou nos últimos. Capítulos, mas. Interessante nos últimos episódios, o interessante é que sempre diz a presença de pessoas mal intencionadas, antipáticas,

é? Produz um efeito deletério, é por essa razão que as sessões mediúnicas não são abertas ao público no sentido de espetáculo, é aberto a todo mundo que quer lá estudar e participar e se desenvolver estudando, né? Mas é não como se fosse uma palestra pública, por exemplo, entendeu? Quais os motivos, mas vamos continuar vendo sobre o sonambulismo o sonâmbulo vê, ao mesmo tempo, o seu próprio

espírito e o seu corpo. Os quais constituem, por assim dizer, 2 seres que lhe representam a dupla existência corpórea e espiritual existências que, entretanto, se confundem mediante os laços que as unem. Nem sempre os sonâmbulos se apercebem de tal situação e essa dualidade faz que muitas vezes fale de si como se falasse de outra pessoa. É que hora é um ser corpóreo que

fala ao ser espiritual. Ora, este que fala aquele em cada uma de suas existências corporais, o espírito adquire um acréscimo de conhecimentos e de experiência. Esquece os parcialmente quando encarnado em matéria por demais grosseira, porém, deles se recorda como espírito.

Assim é que certos sonâmbulos revelam conhecimentos acima do grau da instrução que possuem e mesmo superiores às suas aparentes capacidades intelectuais, portanto, da inferioridade intelectual e científica do sonâmbulo quando desperto nada se pode inferir com relação aos conhecimentos que porventura revelem. No estado de lucidez.

Conforme as circunstâncias e o fim que se tenha em vista, eles podem haurir da sua própria experiência, da sua clarividência relativa às coisas presentes ou dos conselhos que receba de outros espíritos, podendo o seu próprio espírito ser mais ou menos adiantado possível lhe a dizer coisas mais ou menos certas pelos fenômenos do sonambulismo. Quer natural? Quer magnético?

A providência nos dá a prova irrecusável da existência e da Independência da alma e nos faz assistir ao sublime espetáculo da sua emancipação. Abre nos dessa maneira o livro do nosso destino, quando o sonâmbulo descreve o que se passa a distancia, é evidente que vê, mas não com os olhos do

corpo. Vê-se a si mesmo e se sente transportado ao lugar onde veio que descreve lá se acha, pois alguma coisa dele não poderem dar essa alguma coisa a ser o seu corpo necessariamente é sua alma, o espírito. Enquanto o homem se perde nas sutilezas de uma metafísica abstrata, ininteligível, em busca das causas da nossa existência moral, Deus cotidianamente nos põem sob os olhos e ao alcance da mão, os mais simples e patentes meios de estudarmos a psicologia experimental.

Que bacana, não é? Oo Kardec, é 11 negócio assim é uma coisa quando se trata de de explicação, de resumo. É, eu costumo brincar que ele seria maravilhoso hoje em dia para colocar as ideias no Twitter que você precisa só de poucas palavras. Kardec espectacular, ele resumiu todas as palavras sobre o sonambulismo. Tudo o que acontece agora ele vai falar sobre o êxtase.

Vamos acompanhar o êxtase é o estado em que a Independência da alma com relação ao corpo se manifesta de modo mais sensível e se torna, de certa forma, palpável, no sonho e no sonho, embolismo o espírito andar em giro pelos mundos terrestres.

No êxtase, penetra em um mundo desconhecido, o dos espíritos etéreos com os quais entra em comunica, cê cedilha maiúsculo, ô, sem que, todavia, lhe seja lícito ultrapassar certos limites, porque se os transpusesse totalmente se partiriam, os laços que o prendem ao corpo, cerca de então resplendente diz usado flúor inebriam no harmonias, que na Terra se desconhecem indefinível bem-estar o invade gols antecipadamente da beatitude celeste.

Bem se pode dizer que pousam um pé no limiar da eternidade. No estado de estase, o aniquilamento do corpo é quase completo, fica ali somente pode-se dizer a vida orgânica, sentir-se que a alma se acha presa unicamente por um fio que mais não pequenino esforço quebraria sem remissão, neste estado, desaparecem todos os pensamentos terrestres, cedendo lugar ao sentimento apurado que constitui a essência mesma do

nosso ser. Em material inteiramente entregue à tão sublime contemplação, o estático encara a vida apenas como paragem momentânea, considera. Os bens e os males. As alegrias grosseiras e as misérias deste mundo. Quais incidentes fúteis de uma viagem, cujo termo tem a dita de avistar, dá-se com os estáticos? O que se dá com os sonâmbulos mais ou menos perfeita? Podem ter a lucidez e o espírito mais ou menos apto a conhecer e compreender as coisas conforme seja mais ou menos elevado.

Muitas vezes, porém, a neles mais excitação do que verdadeira lucidez, ou melhor, muitas vezes a exaltação lhes prejudicar lucidez. Daí o serem frequentemente suas revelações, um misto de verdades e erros. De coisas grandiosas e coisas absurdas, até a ridículas dessa exaltação, que é sempre uma causa de fraqueza quando o indivíduo não sabe reprimir lá, espíritos inferiores costumam aproveitar-se para dominar o extático, tomando com tal intuito aos seus olhos, aparências que mais o afetam.

As Ideas que nutre no estado de vigília anison escolham, mas nem todos são assim. Cabe-nos tudo, julgar friamente e pesar-lhes as revell ações na balança da razão. A emancipação da alma se verifica às vezes no estado de vigília e produz o fenômeno conhecido pelo nome de segunda vista ou dupla vista, que é a faculdade graças a qual quem a possui vê, ouve, sente além dos limites dos sentidos humanos, percebem que exista até onde estende a alma a sua ação.

Vê, por assim dizer, através da vista ordinária e como por uma espécie de miragem. No momento em que o fenômeno da segunda vista se produz, o estado físico do indivíduo se acha sensivelmente modificado. O olhar apresenta alguma coisa de vago. Ele olha sem ver toda a sua fisionomia, reflete. Uma como exaltação. Nota-se que os órgãos visuais se conservam alheios ao fenômeno pelo fato de a visão persistir, malgrado acusam dos olhos aos

dotados desta faculdade. Ela se afigura tão natural como a que todos temos de ver consideram um atributo de seus próprios seres. Quem nada lhes parecem excepcionais de ordinário. O esquecimento se segue a essa lucidez passageira, cuja lembrança tornando-se cada vez mais vaga acaba por desaparecer como a de um sonho.

O poder da vista dupla varia, indo desde a sensação confusa até a percepção clara e nítida das coisas presentes, ou ausentes, quando rudimentar, conferir a certas pessoas o tato, a perspicácia, uma certa segurança nos atos a que se pode dar o qualificativo de precisão, de golpe de vista moral um pouco desenvolvida, desperta os pressentimentos mais desenvolvida, mostra os acontecimentos que deram ao Stan para dar-se o sono, lismo, natural e artificial.

O êxtase e dupla vista são efeitos vários. Ou de modalidades diversas de uma mesma causa? Esses fenômenos como sonhos, estão na ordem da natureza, tal a razão porque é um existido em todos os tempos. A história mostra que foram sempre conhecidos e até explorados, desde a mais remota antiguidade, e neles, se nos deparar a explicação de uma imensidade de fatos que os preconceitos fizeram fosse sentidos por sobrenaturais. Pensa num resumo bem feito? Eita Kardec danado.

Então a gente é a de concluir, não dá para explicar nada em cima desta de. Destrinchado, explicado, não é? Então nós temos os sonhos para começo de conversa, que aí, mas se passam da alma. Tudo isso é emancipação da alma, ou seja, quando a gente dorme, a gente está é. Sonambúlico ou alguma coisa assim, ou está num estado um pouco alterado, como no caso da dupla vista. O nosso é espírito viaja, e daí ele enxerga mais ou menos

coisas. Então, nós estamos os sonhos depois do sonambulismo, que pode ser provocado ou natural depois, o êxtase que é um sonambulismo mais aprofundado, em que o espírito não querendo voltar para o seu corpo físico, ele pode, sim, morrer fisicamente, perder a vida, né? E temos a dupla vista que é quase. É como se eu tivesse aqui. De repente, eu, eu fico quietinho e tô olhando, eu estou enxergando outras coisas porque o meu espírito está em outros lugares.

E eu estou enxergando o mesmo acordado, mas tudo isso se trata da emancipação da alma, ou seja, da saída do nosso, da nossa alma, do nosso espírito, é nosso corpo espiritual do corpo físico legal, né? Eu acho que não ficou dúvida nenhuma. É depois dessa explicação magnífica e do nosso querido Kardec. Espero que você tenha gostado. Se sobrar dúvidas, coloque aí nos comentários, tá bom? Eu te espero no próximo encontro, onde nós vamos falar. Começar um capítulo novo.

Capítulo nono da intervenção dos espíritos no mundo corporal e falaremos da faculdade que têm os espíritos de penetrar os nossos pensamentos ao assunto. Tá bom, Hein? Eu te espero. Você não vai perder, né? Até lá, tchau.

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