Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos Espíritos. Estamos na segunda parte, capítulo 4 da pluralidade das existências. E hoje nós temos um assunto muito inquietante e muito curioso, né? Sorte das crianças depois da morte. Vamos lá, pergunta 1 -9 -7. Poderá ser tão adiantado quanto o de um adulto, o espírito
de uma criança que morreu em temraidade? Algumas vezes é muito mais, por quanto pode dar -se que muito mais já tenha vivido e adquirido maior soma de experiência, sobretudo se progrediu. Então uma criancinha que desencarnou muito nova, pode ser um espírito muito mais antigo, muito mais evoluído, inclusive do que os pais e as pessoas, enfim, que
presenciaram isso. A sub -pergunta, pode então o espírito de uma criança ser mais adiantado que o do seu pai? Isso é muito frequente. Não o vê de vós mesmos tão amildadas vezes na terra. Claro que sim, né? Nós estamos aqui todo mundo pra aprender. Uma hora a gente é filho, outra hora a gente é pai. E aí vai, e vida que segue,
né? Então sim. E a gente vê, muitas vezes, filhos que têm moral muito maior do que o próprio pai e própria mãe desde criancinha. E não foi ensinado pelo pai e pela mãe, não foram educados pelos pais e têm moral mais avançado que os pais. Por quê? Porque é um espírito mais antigo ou um espírito mais adiantado, é bem simples de
entender. Um 9 .8, não tendo podido praticar o mal, o espírito de uma criança que morreu em temraidade pertence a alguma das categorias superiores? Então, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não é porque a criança morreu novinha, que significa que é um espírito feliz, um espírito puro. É simplesmente uma experiência daquele espírito, que aquele espírito não é criança,
entende? Então, tem coisa pra ser aprendida pela criança, mas especialmente pelos pais, pela família, e não vingado, e nem essas coisas espiritólicas, pelo amor de Deus, olha, a criança morreu, porque na outra vida ela matou, não sei quantos, então ela veio, para, hein, pelo amor de Jesus Cristo, Giovanna, Terra, ó Senhor, para de
falar bobagem. Quem é você? Quem somos nós para determinar o que um espírito foi, deixou de ser, e aquilo que está acontecendo na vida da pessoa é por causa da reencarnação passada? Para, isso não é cardeque, isso não é espiritismo, isso é um sadismo por parte de quem fala, então, vamos abrir o olho, meu povo, vamos abrir o olho. Um 9 -9, por que tão frequentemente a vida se
interrompe na infância? A curta duração da vida da criança pode representar para o espírito que animava, o complemento de existência precedente interrompida, antes do momento em que deverá terminar, e sua morte, também no ar raro, constitui provação ou expiação para os pais. Aquilo que eu falei, né? E que sucede ao espírito de uma criança que morre pequenina, recomeça outra existência, simples ou sim,
né? A mesma coisa que acontece quando a gente morre velha, recomeça outra existência. Vamos ver que cardeque tem algumas, alguns acréscimos aqui nas explicações dele. Se uma única existência tivesse o homem extinguindo -se -lhe, sua sorte ficasse decidida para a eternidade, qual seria o mérito de imidade do gênero humano da que morre na infância para
agusar sem esforços? Da felicidade eterna e com que direito se acharia isenta das condições, às vezes tão duras a que se vê submetida a outra metade? Ele começa a falar sobre a questão da morte de criança, né? Que em algumas fés, ah, vira onginho e não sei o quê, aí Deus não seria justo se fizesse isso. Como espírito, ele vai continuar o seu caminho, como todos nós vamos continuar o caminho sem nenhum
privilégio de nenhuma parte. Ele continua. Semelhante a ordem de coisas não corresponderia à justiça de Deus. Com a reencarnação, a igualdade é real para todos. O futuro a todos toca sem exceção e sem favor para quem quer que seja. Os retardatários só diz -se mesmo se podem queixar forçoso a que o homem tenha merecimento de seus atos, como tem deles a
responsabilidade. Aliás, não é racional considerar -se a infância como um estado normal de inocência. Não se veem crianças dotadas dos piores instintos, numa idade em que ainda nenhuma influência pode ter tido a educação. Algumas não há que pareçam em trazer do berço à astúcia, a felonia, a perfídia, até pendor para o roubo e para o assassínio, não obstante os bons exemplos que de
todos os lados se lhe dão. A lei se viu as absolve de seus crimes, porque diz que
elas obraram sem discernimento. Tem razão a lei, porque, de fato, elas obram mais por instinto do que intencionalmente, onde, porém, provirão instintos tão diversos em crianças da mesma idade, educadas em condições idênticas e sujeitas às mesmas influências, onde a precoce perversidade, senão da inferioridade do espírito, uma vez que a educação em nada contribuiu para isso. As que se revelam viciosas é
porque seus espíritos muito pouco han progredido. Sofre, então, por efeito dessa falta de progresso, as consequências não dos atos que praticam na infância, mas dos de suas existências anteriores. Assim, a que a lei é uma só para todos que todos são atingidos pela justiça de Deus. De
novo, irretocável estas explicações de Kardec. Bom, finalizamos no próximo episódio, nós vamos continuar estudando e mais um tema super interessante, Sexo nos Espíritos. Eu te espero como sempre, até o próximo episódio. Tchau.
