Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos Espíritos. Estamos na segunda parte, no capítulo 4 da pluralidade das existências. Eu estou feliz porque estou sabendo falar essa pluralidade sem bolar a boca. E hoje nós vamos estudar transmigrações progressivas. Mas antes de começar, eu quero mostrar uma nota de Kardecs explicando sobre a questão
dos planetas, que é muito interessante. Dá uma olhada, vamos lá. Ainda abaixo, sendo Lijupter superior de muito, a todos os respeitos. O Sol não seria mundo habitado por seres corpórios, mas simplesmente um lugar de reunião dos Espíritos superiores, os quais de lá irradiam seus pensamentos para os outros mundos, que eles dirigem por intermédio de Espíritos menos elevados. Transmitindo -os a estes por meio do
fluido universal. Considerado do ponto de vista da sua constituição física, o Sol seria um foco de eletricidade. Todos os Sols como que estariam em situação análoga. O volume de cada um e a distância que esteja do Sol em uma relação necessária guardam com o grau do seu adiantamento, pois que, do contrário, Venus deveria ser tida por mais adiantada do que a Terra e Saturno menos do que Júpiter.
Muitos Espíritos, que na Terra animaram personalidades conhecidas, disseram estar reencarnados em Júpiter, um dos mundos mais próximos da perfeição, e a causado espanto que, nesse globo tão adiantado, estivessem homens a quem a opinião
geral a que não atribuía tanta elevação. Nisso nada há de surpreendente, desde que se atenda aqui, possivelmente, certos Espíritos, habitantes daquele planeta, foram mandados à Terra para desempenhar em aí certa missão que, aos nossos olhos, os não colocava na primeira plana. Em segundo lugar, deve -se atender aqui, entre a existência que tiveram na Terra e a que passaram a terem Júpiter, podem -lhes ter tido outras intermedias
em que se melhoraram. Finalmente, cumpre -se e considere que, naquele mundo, como no nosso, múltiplos são os graus de desenvolvimento e que, entre esses graus, pode mediar lá a distância que vai, entre nós, do selvagem ao homem civilizado. Assim, do fato de um Espírito habitar Júpiter não se segue que esteja no nível dos seres mais adiantados, do mesmo modo que ninguém pode considerar -se na categoria de um sábio do
Instituto, só porque resida em Paris. As condições de longevidade não são, tão pouco, em qualquer parte, as mesmas que na Terra e as idades não se podem comparar. Evocado, um Espírito que desencarnar havia alguns anos, disse que, desde seis meses antes, estava encarnado em mundo cujo nome nos é desconhecido. Interrogado sobre a idade que tinha nesse mundo, disse, não posso avaliá -lo, porque não
contamos o tempo como contais. Depois, os modos de existência não são idênticos. Nós, lá, nos desenvolvemos muito mais rapidamente. Entretanto, se bem não haja mais de seis dos vossos meses que lá estou, posso dizer que, quanto à inteligência, tenho trinta anos da idade que tive na Terra. Muitas respostas análogas foram dadas por outros Espíritos
e o fato nada apresenta de inverossímio. Não vemos que, na Terra, uma imensidade de animais em poucos meses adquire o desenvolvimento normal. Porque não se poderia dar o mesmo com o homem em outras esferas. Notemos, além disso, que o desenvolvimento que o homem alcança na Terra aos trinta anos talvez não passe de
uma espécie de infância. Comparado com o que ele cumpre atingir, bem curto de vista se revela quem nos toma em tudo por protótipos da criação, assim como é rebaixar a divindade e imaginar -se que, fora o homem, nada mais seja possível a Deus. Nossa, muito legal esse texto é sensacional e faz todo sentido. O tempo não passa igual nos planetas, no planeta mais
próximo que a gente tem de Marte. O dia não dura 24 horas, então é muito claro entender que esses Espíritos têm outras idades, tem outras constituições corpórias. Por exemplo, de Júpiter, e aí dá uma olhada na primeira edição da revista Espírita, que tem um relato de Mozart vivendo lá. Só que é um mundo menos material, um mundo gasoso, mas que tem vida, porque cada vida em cada planeta é de acordo com a
constituição física permitida naquele planeta. Beleza, feita essas considerações, então vamos para a pergunta de hoje, o 8 -9, as perguntas sobre transmigrações progressivas. Desde o início de sua formação, o Gózo Espírito dá plenitude de suas faculdades? Não, pois que para o Espírito, como para o homem, também há infância. Em sua origem, a vida do
Espírito é apenas instintiva. Então, de quando o Espírito é criado, a vida é apenas instintiva, é como se fosse a infância espiritual, e ele complementa, os Espíritos complementam esta resposta. Ele mal tem consciência de si mesmo de seus atos, a inteligência só pouco a pouco se desenvolve. 190, qual o estado da alma na sua primeira encarnação? O da infância na vida corporal. A inteligência então apenas
desabrocha a alma cinçaia para a vida. Bom, não custa repetir, Deus cria o tempo todo. Neste momento está criando novos Espíritos, como nos criou um dia lá no passado distante. Então, está criando o Espírito igual todo mundo, ignorante, sem conhecimento nenhum, sem saber de nada. E aqui está falando sobre a questão da primeira encarnação, como se fosse o da infância. A alma ensaia para a vida. A questão 191, as dos nossos
selvagens são almas no estado de infância? De infância relativa, pois já são almas desenvolvidas, visto que já nutrem paixões. É importante entender que nesta época a ciência chamava os povos originários de selvagens, a ciência. Então, essa classificação, a gente nunca pode estudar uma obra sem contextualizar, sem
saber quando ela foi escrita. Lembrando que nós temos leis do país, por exemplo, há dez anos atrás, se não me engano, dez anos atrás, racismo não era crime. Imagine 150 anos atrás, quanta coisa mudou, quanta coisa
está diferente. Então, quando a gente entender e for citado com selvagens, eles estão falando dos povos originários, que naquela época muita coisa para se descobrir, eram povos que viviam isolados e, claro, como o homem branco, o egocêntrico, não é, eurocêntrico, achava que tudo fora da Europa era selvagem ou não dava valor, que a gente tem hoje, que a gente chama de povos originários ou indígenas.
Então, naquela época, se achava que não eram pessoas civilizadas, então chamava de selvagens. E os espíritos já respondem, dos nossos selvagens, são almas do estado de infância, de infância relativa, pois já são desenvolvidas, visto que nutrem paixões. Então, vai por aí o caminho. A sub -pergunta, então, as paixões são o sinal de desenvolvimento? De
desenvolvimento, sim, de perfeição. Porém, não, são sinal de atividade e de consciência do eu, por quanto, na alma primitiva, a inteligência e a vida se acha no estado de germe. Agora, os espíritos voltam a falar sobre a alma primitiva, ou seja, aquela alma, aquele espírito que acabou de se encarnar. Teve a sua primeira encarnação.
Não está falando dos tais selvagens citados aí por Kardec, que por sinal repetiam que a ciência da época, e que tem muita coisa aí no meio, que hoje nos soa muito preconceituosa e o é, tanto que todas as obras onde tem essas questões que trata de raça, que naquela época tinha uma ciência que tratava disso, tem aí, foi feito um termo de ajuste de conduta do Ministério Público, com a
FEBE, por exemplo, com as editoras, para poder colocar lá as questões. Não é alterar uma obra. Quando você altera uma obra, vamos atualizar Monteiro Lobato. Não pode, gente, um autor que escreve uma coisa, isso fica para o resto do tempo, mesmo que esse autor morra essa obra, você não pode chegar e destroçar, rasgar em pedaço. Não, eu acho que isso aqui é para conceito, eu vou tirar
esse trecho daqui. Não se pode fazer isso com obra nenhuma. A doutrina espírita é a mesma coisa. É uma obra, apesar de estar em livre, não tem direitos autorais, mas se você não tem menos preso pela obra, porque imagina, cada um que distorce uma coisa que acha que hoje é preconceituoso, daqui a 100 anos não vai ter quase nada da obra
original, talvez. Isso chama a Bíblia. E na verdade, na Bíblia nem modificaram por ser muita coisa preconceituosa, mas as vezes modificaram para ter poder mesmo, porque o preconceito ficou lá bonito. Vamos ver a explicação que Kardec dá para essa pergunta aqui sobre a questão das paixões e, enfim, vamos lá. A vida do espírito, em seu conjunto, apresenta as mesmas fases que observamos
na vida corporal. Ele passa gradualmente do estado de embrião ao de infância, para chegar, percorrendo sucessivos períodos ao de adulto, que é o da perfeição, com a diferença de que para o espírito não
há declínio, nem decreptude, como na vida corporal. Que a sua vida, que teve começo, não terá fim, que imenso tempo lhe é necessário, do nosso ponto de vista, para passar da infância espírita o completo desenvolvimento e que o seu progresso se realiza, não
no único mundo, mas vivendo ele em mundos diversos. A vida do espírito, pois, se compõe de uma série de existências corpórias, cada uma das quais representa para ele uma ocasião de progredir, do mesmo modo que cada existência corporal se compõe de uma série de dias. Em cada um dos quais o homem obtém um acréscimo de experiência e de instrux, se cedilha maiúsculo, homas, assim como, na vida do
homem, há dias que nenhum fruto produzem. Na do espírito, há existências corporais de que ele nenhum resultado colhe, porque não a soube aproveitar. Muito bem, tranquilo de entender. Vamos para um 9 -2. Pode alguém, por um proceder impecável na vida atual, transportar todos os graus da escala do aperfeiçoamento e tornar -se espírito puro, sem passar por outros graus intermédios? A resposta? Não. Pois o que o homem julga
perfeito, longe está da perfeição. Há qualidades que lhe são desconhecidas e incompreensíveis. Poderá ser tão perfeito quanto comporte a sua natureza terreno, mas isso não é a perfeição absoluta. Então não dá para a gente dar um salto, né? Como assim, não dá para a gente dar um salto de criança para adulto com 40 anos de experiência. Mas
dá para a gente adiantar, né? Sendo o melhor possível que nossa compreensão, nossa inteligência permite, mas não dá para a gente adiantar, né? Para que a gente avance mais rapidamente e sem muitas penas, né? Sem ser penoso esse avanço nas outras vidas. E a sub -pergunta, pode ao menos o homem na vida presente preparar com segurança para se uma existência futura menos prene de amargura, menos
cheia de amargura? Sem dúvida, pode reduzir a extensão e as dificuldades do caminho em H .O.? Só o descuidoso permanece sempre no mesmo ponto. Eu sei porque o Zézinho não sabe falar caminho, algumas vezes perdoa aí, tá? Mas ele lê melhor que eu. Então realmente a gente pode preparar a próxima existência para uma existência mais tranquila. Quem sabe, talvez nem mais no planeta Terra, no planeta
menos denso, né? Depende do que a gente faz hoje. 193. Pode um homem nas suas novas existências descer mais baixo do que esteja o atual? Com relação à posição social. Sim, como espírito. Não. Você percebe que essa pergunta vem à torte a direito, Kardec refaz de diversas maneiras e os espíritos respondem a mesma coisa. Não. Um espírito não regride. Ele pode, por exemplo, ter nascido rico nessa
existência, na próxima vai nascer pobre. Ou seja, é o que ele falou aqui, posição social, mas não como espírito. Ele nunca vai nascer no mundo onde ele já cumpriu tudo que tinha que cumprir ou no mundo inferior, enfim, ele não anda para trás, tá? O 94. É possível que em nova encarnação a alma de um homem de bem anime o corpo de um celerado? Não,
visto que não pode degenerar. Eu acho que celerado aí está falando sobre a questão de um bichinho, né? Eu acho que um animal, enfim, dos mais menos complexos possíveis. Obviamente não. Tá vendo Kardec insiste, ele inceste, inceste em ficar e os espíritos do tempo todo falam. Não, não, daqui a pouco ele fala assim, não, eu te falei, burro, burro, eu te falei um milhão de vezes. Você
está me perguntando outra vez, eita rapaz. Sub -pergunta, a alma de um homem perverso pode tornar -se a de um homem de bem? Sim, se se arrependeu, isso constitui então uma recompensa. Bom, isso é o sentido de tudo, né? Já que não tem jeito da gente regredir qual é o caminho e para frente. A gente pode teimar em ficar no mesmo lugar por muitas
vidas, regredir jamais. Mas quando a gente cansar do mal, cansar do egoísmo, a gente vai caminhar para o bem e é nosso, o destino de todo mundo é espírito perfeito. E Kardec faz uma observação aqui, vamos ver. A marcha dos espíritos é progressiva, jamais retroagrada. Eles se elevam gradualmente na hierarquia e não descendo a
categoria que acenderam. Em suas diferentes existências corporais, podem descer como homens, não como espíritos. Assim, a alma de um potentado da terra pode mais tarde animar o mais humilde obreiro e vice -versa, por isso que, entre os homens, as categorias estão. Frequentemente, na razão inversa, Daia leva a C .C. de Ilha maiúsculo, da qualidades morais, Herodes Era rei Jesus. Karp inteiro. Elevação,
Zézinho, das qualidades morais. Realmente a gente está nessa roda da fortuna, né? Que Kard Orff fez no Carmen a Burana, que uma hora a gente está em cima, outra hora a gente está embaixo. O importante é que tudo é aprendizado. 195. As possibilidades de se melhorarem em outra existência não será de molde a fazer que certas pessoas perseverem no mau caminho, dominadas pela ideia de que poderão
corrigir -se mais tarde. Aquele que assim pensa em nada, cria a ideia de um castigo eterno não o refriaria mais do que qualquer outra, porque sua razão arrepele. E semelhante ideia endusa incredulidade a respeito de tudo. Se unicamente meios racionais se tivessem empregado para guiar os homens, não haveria tantos éticos. De fato, um espírito imperfeito poderá, durante a vida corporal, pensar como diz,
mas liberto que se veja da matéria. Pensará de outro modo, pois logo verificar a que fez cálculo errado e, então, sentimento oposto a excitrar a ele para sua nova existência é assim que se efetor progresso e essa razão por quê, na terra, os homens são desigualmente adiantados. Uns já dispõem de experiência que há outros falta, mas que adquiriram pouco a pouco. Deles dependem o acelerar -se -lhes o progresso ou retardar -se
indefinidamente. Então, assim, realmente, para quem está no caminho torto, não adianta. Não vai pensar, ah, não, eu tenho tempo, eu tenho eternidade, tenho a minha imortalidade para poder seguir adiante e estar tudo certo. Depois eu corrijo isso. Mas e as complicações que você faz na vida atual fazendo coisa errada? Você
não conta com isso? Não. Os inimigos que serão seus obsessores e quantas encarnações você vai precisar depois para consertar essa lambança que você vai fazer nessa? Então, não faz sentido nenhum, nenhum, nenhum. E Kardec vem fazer uma observação. O homem que ocupa uma posição má deseja trocá -la o mais
depressa possível. Aquele que se acha persuadido de que as tribulações da vida terreno são consequência de suas imperfeições, procurará garantir para si uma nova existência menos penosa. E esta ideia o desviará mais depressa da cena do mal do que é do fogo eterno em que não acredita. Então, realmente, acho que faz muito mais sentido a gente entender que podemos errar, podemos. Mas depois a gente tem que
consertar as caquinhas. Não vem com a história de que Jesus me lavou com seu sangue. Eu matei 30, mas Jesus me perdoou, não fiz? Você tem 30 pessoas para acertar a conta, que provavelmente vai ser 30 obsessores na próxima vida e que você vai penar para caramba até conseguir o perdão deles. Então, isso não é uma coisa
simples. Jesus não veio fazer mágica e muito menos levar, limpar as nossas caquinhas que a gente faz, porque é muito cômodo acreditar nisso que as religiões dizem. Ah, Jesus me lavou com seu sangue, eu estou errado. Beleza, você está fazendo a coisa certa agora para frente. Maravilha, valeu, mas todo o resto vai ter consequência e você vai ter que pagar por
isso, não tem escapatória. É uma lei divina, não tem como entortar essa lei divina. O que você pode fazer é que com o bem, acho que São Paulo falava, Paulo Apóstolo falava, o bem cobre uma multidão de pecados. Então, com coisas boas, você vai apagando seu rastro de
coisas ruins que você fez. O 9 meia, não podendo os espíritos aperfeiçoar -se a não ser por meio das tribulações da existência corpora, segue -se que a vida material seja uma espécie de crisol ou depurador. Por onde tem que passar todos os seres humano do espírito para alcançarem a perfeição? Sim,
é exatamente isso. Eles se melhoram nessas provas, evitando o mal e praticando o bem, porém, somente ao cabo de mais ou menos longo tempo, conforme os esforços que empreguem. Somente após muitas encarnações ou depurações sucessivas, atingem a finalidade para que tendem. Sim, é exatamente isso. Perfeito. O Zézinho está ficando louco, ele já está pulando para lá e para cá. Tem
uma sub -pergunta. É o corpo que influi sobre o espírito para que este se melhore ou o espírito que influi sobre o corpo? Teu espírito é tudo. Teu corpo é simples, veste que apodrece, é estudo. Teu espírito... Simples assim, né? Está dando o pau no Zézinho mesmo. Simples assim, o espírito é tudo, né? Então a gente manda. E Kardec tem uma observação. O suco da vida nos oferece... da vidi. Vidi,
eu acho que deve ser o suco de uva. Nos oferece um similimaterial dos diferentes graus da depuração da alma. Ele contém o licor que se chama espírito ou álcool, mas enfraquecido por uma imensidade de matérias estranhas que lhe alteram a essência. Esta só chega à pureza absoluta depois de múltiplas destilações em cada uma das quais se dispója de algumas impurezas. O corpo é o alambíquem que a alma tem que entrar para
se purificar. As matérias estranhas se assemelham ao perispírito, que também se depura à medida que o espírito se aproxima da perfeição. E sim, a gente estava falando do suco de uva, suco da vidi. Essas traduções podiam ser melhoradinhas, né? Não altera nada, mas a gente vai ter que adivinhar que vidi está falando de videira e está falando da uva. Fica meio complicadinho. Mas beleza, com isso nós
encerramos o estudo de hoje. No próximo episódio continuaremos estudando o mesmo capítulo com o título sorte das crianças depois da morte. Olha, tem coisa muito legal para a gente ver junto. Eu te espero como sempre. Obrigado pela sua presença e até mais. Tchau. Legendas pela comunidade de Amara .org
