Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos Espíritos. Nós estamos no primeiro capítulo da segunda parte, que trata dos Espíritos e finalmente vamos entrar na tal tabela espírita, classificação espírita dos Espíritos que a gente viu na aula passada, a tal escala espírita, mas bem dizendo,
super famosa no meio espírita. Hoje nós vamos ver como é que é essa escala dos Espíritos imperfeitos ou da terceira ordem. Então, sem demora, vamos lá. Primeiro para definição ou caracteres gerais, o que são esses Espíritos imperfeitos? Predominância da matéria sobre o Espírito, propensão para o mal, ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhe são consequentes. Tem
a intuição de Deus, mas não o compreendem. Nem todos são essencialmente maus, em alguns a mais leve andade e reflexão e malícia do que verdadeira maldade. Uns não fazem o bem nenhum mal, mas, pelo simples fato de não fazerem o bem, já denotam a sua inferioridade. Outros, ao contrário, se comprassem no mal e rejubilão quando
uma ocasião se lhes de parar de praticá -lo. A inteligência pode achar -se neles aliada à maldade ou à malícia, seja, porém, qual for o grau que tenham alcançado de desenvolvimento intelectual, suas ideias são pouco elevadas e mais ou menos abgentos seus sentimentos. Restritos conhecimentos têm das coisas do mundo espírito e o pouco que sabem se confunde com as ideias e preconceitos da vida
corporal. Não nos podem dar mais do que noções errôneas e incompletas. Entretanto, nas suas comunicações, mesmo em perfeitas, o observador atenta o encontro à confirmação das grandes verdades ensinadas pelos espíritos superiores, na linguagem de que usam -se -lhes revela o caráter. Todo espírito aqui, em suas comunicações, trae um mal pensamento. Pode ser classificado na terceira ordem. Conseguintemente, todo mal pensamento que nos
é sugerido vem de um espírito desta ordem. Eles veem a felicidade dos bons e esse espetáculo lhes constituem sessante tormento, porque os fazem experimentar todas as angústias que, à inveja, e o filme podem causar. Conservam a lembrança e a percepção dos sofrimentos da vida corpórea e essa impressão
muitas vezes mais penosa do que a realidade. Sofrem, pois, verdadeiramente, pelos males de que padeceram em vida e pelos que ocasionam aos outros e, como sofrem, por longo tempo julgam o que sofrerão para sempre. Deus, para puni -los, quer que assim julguem. Podem compor cinco classes principais. Então, a gente começa a ver agora, essa foi uma noção geral e aí você percebe que é realmente abrange muitos espíritos ou muitos
comportamentos, né? E agora Kardec começa a classificar de maneira mais detalhada estes espíritos. Então vamos para a décima classe chamado de Espíritos Impuros. São inclinados ao mal de que fazem objeto de suas
preocupações. Como espíritos, dão conselhos pérfidos, sopram a discórdia e a desconfiança e se mascaram de todas as maneiras para melhor enganar ligam -se aos homens de caráter bastante fraco para cederem as suas sugestões, afim de índios e luz a perdição. Satisfeitos com conseguirem retardar -os o adiantamento, fazendo -os sucumbir nas provas porque
passam. Nas manifestações, os espíritos se dão a conhecer pela linguagem, a trivialidade e a grosseria das expressões, neles, como nos homens, é sempre indício de inferioridade moral, mas também intelectual. Suas comunicações exprimem a baixa de seus pendores e, se tentam iludir, falando com sensates, não conseguem sustentar por muito tempo o
papel e acabam sempre por se traírem. Alguns povos os arvoraram em divindades maléficas, outros os desseguinam pelos nomes de demônios, maus gênios, espíritos do mal. Quando encarnados, os seres vivos que eles constituem se mostram propensos a todos os vícios geradores das paixões visite gradantes, a sensualidade, a crueldade, a felonia, a hipocrisia, a cúpida, há varezas hórdidas a fase o mal por prazer.
As mais das vezes sem motivo e, por ódio ao bem, quase sempre escolhem suas vítimas entre as pessoas honestas. São flagelos para a humanidade, pouco importando a categoria social a que pertençam. E o verniz da civilização não esforra o próprio aginomínio. Então,
vamos lá. A primeira classificação dessa é a décima classe, ou seja, a classe mais baixa moralmente que pode se imaginar que uma pessoa pode chegar, então é o chamado Espíritos Impuros e até no momento comum que os povos podem chamá -los de demônio, de capetão mesmo, de tão que são encardidinhos esse povo. Então, são os Espíritos mais baixos moralmente que podem existir. Então, a nota aí, décima classe
Espíritos Impuros. Lembrando que toda essa classificação serve especialmente para que os médiums e os coordenadores de trabalhos mediúnicos, por exemplo, entendam e classifiquem as comunicações que recebem de acordo com essas características, então facilita a vida muito. Então, todos os médiums e também quem trabalha com a mediunidade tem que ter esta tabela, esta escala espírita, decor, para entender essas comunicações
de onde é que elas vêm. Vamos então um pouquinho para cima a 9ª classe Espíritos Levianos. São ignorantes, maliciosos e refletidos e zombeteiros metem -se em tudo a tudo respondem, sem se incomodarem com a verdade e gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de intrigar, de induzir maldosamente em erro, por meio de mistificações e de
espertezas. A esta classe pertencinha os Espíritos vulgarmente tratados de doendes, trássigos, gnomos, diabetes. Acham -se sob a dependência dos Espíritos superiores que muitas vezes os empregam. Olha que interessante, como fazemos com os nossos servidores. Em suas comunicações com os homens, a linguagem de que se servem é amild, espirituosa e faceta, mas quase sempre sem profundeza
de ideias. Aproveitam -se das esquisitíces e dos ridículos humanos e os apreciam, mordazes e satíricos. Se tomam nomes supostos, é mais por malícia do que por maldade. Olha que interessante, muito legal, né? Agora vamos para a 8ª classe que são os Espíritos pseudo -sábios, tem que tomar muito cuidado. Dispõe de conhecimentos bastante amplos, porém, creem em
saber mais do que realmente sabem. Bem, tendo realizado alguns progressos sob diversos pontos de vista, a linguagem deles aparenta um cuio de seriedade, de naturresa iludir com respeito às suas capacidades e luzes, mas, em geral, isso não passa de reflexo dos preconceitos e ideias
sistemáticas que nutriam na vida terreno. É uma mistura de algumas verdades com os erros mais absurdos, nos quais penetram a presunção, o orgulho, o se humilha e a obstinação, de que ainda não puderam despir -se. Eu acho que esses pseudo -sábios são os que a gente tem que tomar mais cuidado na hora das comunicações, né, para não cair em roubada. Vamos continuar então, agora, para
a 7ª classe Espíritos Neutros. Nem bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. Pendem tanto para um como para o outro e não ultrapassam a condição comum da humanidade, quer no que concerne ao moral, quer no que toca a inteligência. Apegamos -se às coisas deste mundo, de cujas grosseiras alegrias
sentem saudades. Engraçado que inevitável isso, né, a gente vai lendo as características para saber que será que classe que eu pertenço nesse negócio tudo, né. Não foi feito para isso, mas a gente gosta de procurar algumas coisas para ver se a gente e se notar que está muito baixo o negócio tem que fazer alguma coisa para o trem subir, né, para subir de classe aí. Mas enfim, a 6ª classe, agora, Espíritos Batedores e
Perturbadores. Estes Espíritos, propriamente falando, não formam uma classe distinta pelas suas qualidades pessoais. Podem caber em todas as classes da 3ª. A ordem manifesta geralmente sua presença por efeitos sensíveis e físicos, como pancadas, movimento e deslocamento anormal de corpos sólidos, agitação do ar, etc. Afiguram -se, mais do que outros. Presos
a matéria. Parecem ser os agentes principais das vicissitudes dos elementos do globo, que atuem sobre o ar, a água, o fogo, os corpos duros, que ernas entranhas da terra. Reconhece -se que esses fenômenos não derivam de uma causa fortuita ou física, quando denotam caráter intencional
e inteligente. Todos os Espíritos podem produzir tais fenômenos, mas os de ordem elevada os deixam de ordinário, como atribuções dos subalternos mais aptos para as coisas materiais do que para as coisas da inteligência. Quando julgam úteis as manifestações desse gênero, lançam mão destes últimos
como seus auxiliais. Muito bem. Você percebeu aí que a gente parou na sexta classe e nós estudamos das perguntas 101 a 106, não são perguntas, mas são os pontos do livro dos Espíritos entendendo da terceira ordem, espíritos imperfeitos. Aí você começa a perceber que são de 10 até 1 do mais imperfeito, até o mais perfeito que a gente vai chegando até os Espíritos
puros. Bom, no próximo episódio nós vamos estudar a segunda ordem, que é dos bons Espíritos, começando já vendo uma característica geral depois partindo da quinta classe. É bem fácil de entender e bem claro a intenção do Kardec organizar essa escala espírita. Eu te espero como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo episódio. Tchau.
