Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos Espíritos de Autoria de Allan Kardec com resposta da espiritualidade, os Espíritos com mais conhecimento para construir essa rica doutrina. Nós estamos continuando aí o primeiro capítulo e hoje nós vamos ver a sessão Provas da Existência de Deus. Então, sem demora, vamos para as
questões de hoje. Número 4, onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? Não há efeitos sem causa. Procurar a causa de tudo que não é obra do homem e a que o nada pode fazer alguma coisa. Então, para cada pergunta de Kardec, tem um porquê e você já sabe o que tiver entre aspas é resposta dos Espíritos e o que tiver menor é a créssimo do Kardec. Então, assim, onde se pode encontrar a prova da
existência de Deus nas causas. Procurar a causa de tudo que não é obra do homem. O que não é obra do homem? O universo inteiro, talvez. As coisinhas que a gente faz aqui na terra perto do próprio planeta, a natureza e tudo mais, não é obra do homem. Por isso que ele diz assim. Olha, para se crer em Deus, basta se lançar e olhar sobre as obras da Criação. O
universo existe logo ter uma causa. Duvidar que existe uma inteligência suprema, causa de todas as coisas, origem de todas as coisas, é deixar a criação do universo e toda harmonia que a gente encontra. Tira um dia de folga, vai ver a natureza, vai ver como tem a harmonia numa folha qualquer no Rio Correndo.
Quanto mais nos animais é negar, se a gente falar, então não tem Deus, é negar que tudo isso foi pensado e criado por uma inteligência suprema. Entende? Então, a gente encontra a existência de Deus nas coisas que ele, ela e ele, sei lá, fez. Já que a gente não pode deixar que Deus, que a gente convencionou para o machismo bobo, fica chamando Deus de homem, ele ou
Deus. Pode ser Deus, pode ser Deus e, sei lá, por um nome neutro que não existe na língua portuguesa, não sei. Então, que a gente possa entender dessa maneira uma resposta muito simples, onde é que a gente encontra a existência de Deus, o que que prova a existência de Deus? Vamos para a pergunta número 5. Que dedução se pode tirar do sentimento instintivo que todos os homens trazem em si da existência de Deus?
Então, assim, o que quer dizer esse instinto que a gente tem de sempre nos, especialmente nos momentos mais agoniantes da nossa vida, agonizantes da nossa vida, mais difíceis, a gente apela para Deus. Isso é instinto, instintivo, a gente aprende, mas geralmente não precisa nem ensinar que a gente já vai fazer. Olha a resposta. Então, esse instinto vem da
existência de Deus. Simples assim, se a gente tem esse instinto, foi colocado dentro de nós de alguma maneira. Isso é por causa da causa, da existência de Deus. Pergunta 6. O sentimento íntimo que temos da existência de Deus não poderia ser fruto da educação, resultado das
ideias adquiridas? Você entendeu a pergunta? Então, já que esse sentimento está instintivo, um instintivo, o que está difícil de falar hoje, então Kardec pergunta assim, bom, esse sentimento íntimo não pode ser da educação que a gente recebe, por exemplo, ou resultado das ideias adquiridas? Olha a resposta. Se assim fosse, por que existiria nos vossos selvagens esse sentimento?
Ai, essa pergunta, a pergunta com pergunta, responde com uma pergunta, olha só, os espíritos são danados, né? E Kardec complementa aqui. Se o sentimento da existência de um ser supremo fosse tão somente produto de um ensino, não seria universal e não existiria se não nos que houvessem podido receber esse ensino, conforme se dá com as noções científicas. Aí, o que os espíritos falam assim? Por
que isso existiria nos vossos selvagens? Ou seja, ele está dizendo, dos povos mais antigos e até mesmo na época tinha uma noção do que seria povos selvagens, que era totalmente errada, mas os espíritos tinham que falar a linguagem em voga daquele momento, tá? Isso não é passar pano não, mas é só pra gente não criar um caos onde não existe, né? O que que eles queriam dizer?
Nós, desde os tempos das cavernas, quando a gente nem sabia falar, a gente pensava em Deus, né? Sabia que tinha uma existência, tanto que as primeiras adorações, as primeiras manifestações religiosas eram pro Deus trovão, pro Deus sol, pro Deus... A gente sabia que tinha alguma coisa a mais, né? A gente sabia que tinha alguma coisa maior, então isso é instintivo, não foi
aprendido em lugar nenhum. Vamos pra pergunta número 7. Então, se poderia achar nas propriedades íntimas da matéria a causa primária da formação das coisas? Então, a pergunta é. Então, dá pra encontrar na causa primária, né? Da formação da matéria a causa primária da formação das coisas. Então, de novo, poderia se poder se achar nas propriedades íntimas da matéria, a causa primária da formação das
coisas, né? Será que a gente consegue achar, então, na matéria fundamental, indícios de Deus? Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades a indispensável sempre uma causa primária? Então, uma causa primária há nas coisas. Então, tem... o que que é a causa primária da coisa? É
Deus. Se tem uma causa primária, a causa primária do corpo, células, das células, sei lá, moléculas, das moléculas, átomo, causa primário do átomo, quarks e aí vai, mas chega num ponto que bate, bate que não tem mais causa primária, conforme a gente vai descobrindo. Então, se tem causa primária em alguma coisa e a gente conhece, não é Deus. Deus está antes disso, né? Kardec complementa lá, ó, atribuir
a formação primária das coisas. As propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa. Por conta, essas propriedades são também elas, um efeito que há de ter uma causa. Vamos dizer que a causa primária de uma casa seja o tijolo. Mas e a causa... por quem faz o tijolo? Ah, então, é o homem. Então, o homem é a causa primária. Se a gente for regredindo nesse jeito e perguntando, a gente vai chegar num
ponto que não há mais resposta. Então, esse não há mais resposta é a causa primária, primária, porque qualquer coisa que não for primária não é mais primária. Nossa, mas que conversa de louco é? Filosofia é uma coisa meio doida mesmo. Mas vou continuar antes que você já vai dormir aí. Pega uma xicrona de café, que o nosso estudo está só começando. Vamos lá. Pergunta
número 8. Que se deve pensar da opinião fortuita, ou seja, uma combinação por acaso da matéria, ou por outra, o acaso, olha, fortuita, ou acaso. Olha a resposta. Outro absurdo, que homem de bom senso pode considerar o acaso ser inteligente e demais que é o acaso? Nada. Então, Einstein dizia, Deus
não joga da dos, né? O que ele estava afirmando é que acaso não existe, porque a probabilidade de juntar coisas inorgânicas, moléculas inorgânicas, para formar uma matéria orgânica é praticamente impossível que se dê ao acaso. É isso que eles estão dizendo. E Kardec complementa, a harmonia existente no mecanismo do universo patenteia combinações e designos determinados. E
por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso. Entende?
Não tem jeito de ter sido acaso a produção, a formação do mundo, do jeito que a gente conhece e nem sabe direito, a gente conhece o que a ciência consegue descobrir e isso, você sabe, a ciência é mutável o tempo todo. Tem alguém descobrindo o propondo teorias novas e comprovando teorias novas a todo momento. E por hoje a última pergunta
9. Em que é que na causa primária se revela uma inteligência suprema e superior a todas as inteligências? É bem interessante porque os espíritos, meio que assim, Kardec era muito didático, então ele fazia os espíritos responderem duas, três vezes a mesma coisa. Muitas vezes eles não repetem, eles vão falando de outra maneira, como por exemplo ele falou sobre um provérbio. Pela obra se reconhece o autor.
Então assim, porque Kardec perguntou sobre a causa primária, como é que a gente vê que na causa primária tem uma inteligência superior a todas as inteligências? Pela obra, de novo, eles estão falando pela obra, mas que o homem é orgulhoso e se acha sempre a última bolacha do pacote e não é. E aí ele termina essa pergunta com uma constatação. O poder de uma inteligência
se julga pelas suas obras. Não podendo nenhum ser humano criar o que a natureza produz, a causa primária é, consequentemente, uma inteligência superior à humanidade. Quaisquer que sejam os prodígios que a inteligência humana tenha operado, ela própria tem uma causa. E quanto maior foro se opere, tanto maior há de ser a causa primária. Aquela inteligência superior é que é a causa primária de todas as coisas, seja qual
for o nome que lhe dêem. Quase é assim. Pô, mas que chatiça, de novo estão perguntando esse trem? Não entendeu ainda que causa primária é a causa de todas as coisas, ou seja, Deus. Pode
até mudar de nome, botar outro nome, mas é Deus. Se tiver algo que, de repente, num futuro distante, a gente descobre que nós somos, como no filme Prometeus, nós somos resultados, resultado, nós, população da Terra, somos resultado de uma plantação, digamos assim, de uma fecundação de povos alienígenas que trouxeram aí a raça humana para esse planeta. Tá? Significa que Deus não
existe? Não. Significa que teve uma história um pouquinho maior, mas quem criou essa raça que veio fazer a nossa raça? Entendeu? Eu estou sendo muito doido aqui. Sempre tem. Então, causa primária é Deus, de todas as coisas, mesmo que a gente descubra cada vez mais algo que Deus está no final dessa equação sempre.
Beleza? No próximo episódio nós vamos continuar estudando esse capítulo, vamos ver uma coisa bem interessante que são os atributos da divindade. Como eu disse, especialmente essa primeira parte, é extremamente filosófica e meio de virar a bolinha dos olhos, sabe? E o gostoso de filosofia é discutir com os amigos, é conversar, é chegar a conclusões e chegar a conclusão que não sabe muito pouco sobre aquilo,
porque ainda dá para falar mais coisas. Então, convite seus amigos, mande esse vídeo aí para quem você gosta, diga assim, olha, assiste isso aí, depois nós vamos discutir sobre essas questões, vamos bater um papo. Tá bom? Obrigado pela sua presença, eu te encontro no próximo episódio. Tchau. Tchau.
