O livro dos Espíritos [Ep17] Inteligência e instinto (71-75) - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [Ep17] Inteligência e instinto (71-75)

Dec 23, 20248 minSeason 2Ep. 17
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Transcript

Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos Espíritos. Estamos no quarto capítulo do princípio vital e hoje nós vamos estudar Inteligência e Instinto. Na pergunta 71, a inteligência é atributo do princípio vital? Então assim, a inteligência é atributo do perispírito, digamos assim, ou desse princípio vital, disso que

faz funcionar as coisas? Não, pois que as plantas vivem e não pensam, só tem vida OR higánica. A inteligência e a matéria são independentes, por quanto um corpo pode viver sem a inteligência, mas a inteligência é só por meio dos órgãos materiais pode manifestar -se. É necessário que o espírito se une a matéria animalizada para intelectualizar lá. Então, daí a gente pressupõe que a inteligência é uma

faculdade do Espírito e não do corpo, né? Nem do que anima o corpo. Olha a explicação do Kardec. A inteligência é uma faculdade especial, peculiar a algumas classes de seres orgânicos que lhes dá com o pensamento, a vontade de atuar, a consciência de que existem e de que constituem uma individualidade cada um, assim como os meios de estabelecer em relações com o mundo exterior e de prover em as suas

necessidades. Podem distinguir -se assim, o seres inanimados, constituídos só de matéria, sem vitalidade nem inteligência, são os corpos brutos. Dois o, os seres animados que não pensam, formados de matéria e dotados de vitalidade, porém destituídos de inteligência. Três o, os seres animados pensantes, formados de matéria, dotados de vitalidade, tendo a mais um princípio inteligente que lhes otorga a faculdade de

pensar. Fica mais claro assim, né? Então, inanimados, os animados, mas que não têm inteligência e os seres animados pensantes. E aí Kardec começa aí mais aprofundadamente aí na questão de inteligência, lá no 72. Qual a fonte da inteligência? Já o dissemos, a inteligência é universal. Opa, então já tá começando a chegar em Deus, de onde vem essa inteligência, da inteligência universal, ou

seja, vem de Deus, né? Se poderia dizer que cada ser tira uma porção de inteligência da fonte universal e assimila como tira e assimila o princípio da vida material? Isto não passa de simples comparação, toda via inechata, porque a inteligência é uma faculdade própria de cada ser e constitui a sua individualidade moral. De mais, como sabês, há coisas que ao homem não é dado penetrar e esta, por enquanto, é desse número.

Ou seja, eles responderam, mas não responderam. Disseram que agora não é a hora de perguntar disso, né? Se essa inteligência do ser humano, por exemplo, ou do animal, é derivada dessa inteligência universal, né? Vamos para a 73. O instinto independe da inteligência? Precisamente, não. Por isso que o instinto é uma espécie de inteligência, é

uma inteligência sem raciocínio. Por ele é que todos os seres provem as suas necessidades. Então, o instinto não é que independe da inteligência, ele é um tipo de inteligência mais rústica, digamos assim, que vem já aparelhando os corpos de todos os animais, por exemplo, para defenderem a própria vida de maneira instintiva, né? Ou defenderem as crias de

maneira instintiva. 74. Pode estabelecer se uma linha de separação entre instinto e a inteligência, isso é, precisar ou especificar onde cada um acaba e começa a outra? Não, porque muitas vezes se confundem, mas muito bem se podem distinguir os atos que decorrem do instinto, todos que são da inteligência. Então, não tem uma linha separando o instinto da inteligência, mas a gente meio que entende como ser humano, né? Onde

começa. Você sabe como seu cachorrinho, até que ponto que ele age por instinto e a partir de que ponto que ele age com inteligência, com amorosidade, não sabe? Com certeza sabe, isso é muito fácil de explicar, mais fácil de sentir. 75. É acertado, quer dizer, é correto dizer que as faculdades instintivas diminuem a medida que crescem as intelectuais, ou seja, quanto mais intelectualizado a gente for, menos instinto a gente

vai ter, é fato isso? Eles dizem, não. O instinto existe sempre, mas o homem o despreza. O instinto também pode conduzir ao bem. Ele quase sempre nos guia e algumas vezes com mais segurança do que a razão, nunca se transvia. Então, o instinto não é porque é uma inteligência, um pouco, uma primeira inteligência no ser que quando a gente vai se intelectualizando ele desaparece, de jeito nenhum.

A gente muitas vezes tem umas reações que é por instinto, mesmo que a gente saiba uma monte de coisa e está cada vez mais intelectualizado, mas age por instinto. Corre quando está num lugar e você está sendo ameaçado na sua vida, enfim, dá uma descarga da adrenalina e o instinto funciona, você nem para e pensa. Muitas vezes faz coisa até perigosa porque esse instinto grita mais. Uma sub -pergunta, porque nem

sempre é guia infalível a razão? O instinto não raciocina, a razão permite a escolha e dá o homem o livre arbítrio. Olha que interessante, né? Porque nem sempre é guia infalível, a razão é guia infalível porque a razão

pode ser falciada pelo agulho e pelo egoísmo. Os dois males que atravancam a nossa evolução e a gente vai perceber isso com o tempo, vai aparecer bastante vezes aqui no livro dos Espíritos e Kardec dá ainda

uma explicação sobre isso. O instinto é uma inteligência arrodimentar que difere da inteligência propriamente dita em que suas manifestações são quase sempre espontaneas ao passo que as da inteligência resultam de uma combinação e de um ato deliberado. O instinto varia em suas manifestações conforme as espécies e as suas necessidades, nos seres que têm a consciência e a

percepção das coisas estteriores. Ele se alia à inteligência, isto é, a vontade e a liberdade. Então o instinto se alia à inteligência, ele não é desprezado, né? E nem a gente deixa ele para lá. Continuamos com este tipo de inteligência e quando aliado, né? O instinto com a intelectualidade, a inteligência padrão, é melhor ainda, né? Que a gente consegue melhores bons resultados. Maravilhamos!

E com isso a gente fecha o quarto capítulo e também fecha a primeira parte do livro dos Espíritos. No próximo episódio nós vamos começar a segunda parte e o primeiro capítulo. A segunda parte que traz do mundo espírita ou mundo dos Espíritos e vamos estudar o primeiro capítulo que traz o título dos Espíritos. Eu te espero como sempre. Obrigado pela sua presença e até o próximo episódio. Tchau.

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