Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos este livro maravilhoso, livro dos espíritos. Nós estamos na quarta e última parte, olha, faltam alguns. Menos de 10 programas para a gente encerrar este estudo magnífico. Mas tem muita coisa boa ainda. Estamos na quarta parte falando sobre das penas e gozos futuros e hoje vamos estudar 2. Isso sobre intervenção de Deus
nas penas e recompensas. Vamos para o texto 963 com cada homem pessoalmente, dê o seu culpa. Ou seja, deu, deu se preocupe se ocupa, deu. É Deus está prestando atenção em cada um de nós. É isso aí. Não é ele muito grande e nós muito pequenininhos para que cada indivíduo em particular tenha seus olhos alguma importância, Deus. Se ocupa com todos os seres que criou, por mais pequeninos que sejam, nada para a sua bondade é destituído de valor. Ah, gente, isso. Isso é muito reconfortante, né?
Porque a gente vai achar a grandiosidade de Deus. Tudo o que que ele ou ela o Illy fez e. Entender que se ocupa com cada um que foi criado por seu amor é delicioso mesmo de saber, não é? Nós nós só fazemos parte. A gente já estudou nesse livro aqui que nós fazemos parte. Do Divino, então não entendemos como um ser uma inteligência supremo tem essa capacidade de estar conectado a toda a vida que foi criada. Mais Deus tem, né?
964. Mas será necessário que Deus a tente em cada um dos nossos atos para nos recompensar ou punir estes atos não são, na sua maioria insignificantes para ele, então você entendeu, OK? Então Deus se importa, ama, entende inocente, mas será que ele fica reparando em cada caquinha que a gente faz? Ato bom ato ruim para poder ficar fazendo a conta lá do que a gente tem que fazer, ter ter, ter castigo entre aspas Deus não castiga, né? Mas ter aí as suas consequências dos atos.
Vamos ver. A resposta? Deus tem suas leis a regerem, todas as vossas ações, se as violais, você é a culpa, indubitavelmente quando um homem comete um excesso qualquer, Deus não profere contra ele um julgamento, dizendo-lhe, por exemplo, foste guloso, vou punir-te. Ele traçou um limite as enfermidades e muitas vezes a morte são a consequência dos excessos. Eis aí a punição é um resultado da infração da lei, assim tudo. Entendeu? Esse Deus humano das religiões não existe, né?
Deus criou tudo tão perfeito que as leis aqui são automatizadas, digamos assim. Ninguém precisa. Como tem algumas religiões que ficam esperando julgamento, que Deus Jesus vai sentar à direita de não sei quem de Deus, o Espírito Santo, sei lá, muito confuso para mim. E aí vai ficar julgando? Puxando a ficha lá capivara de cada um e ficar julgando? Bom, este fez isso, fez aquilo, fez aquilo, então ele vai ser punido assim assim, assado, não e. Existe isso?
Nem Deus teria tempo para ficar perdendo com essas picuinhas, pelo amor de Deus, existe, pelo amor de Deus, pelo amor dele mesmo. É. Existe uma lei automatizada, nossas ações vão implicar que tem consequências e se a gente é ter essas ações, nós vamos pagar as consequências dessas ações pronto e acabou sem ninguém, nem Deus, nem Jesus, nem absolutamente ninguém, fica apontando o dedo ou puxando a nossa capivara pra falar o que que a gente? Merece ou não merece?
Vamos ver que que o Kardec acrescenta todas as nossas ações estão submetidas às leis de Deus. Nenhuma a, por mais insignificante que nos pareça, que não possa ser uma violação daquelas leis. Se sofremos as consequências dessa violação, só nos devemos queixar de nós mesmos que desse modo, nos fazemos os causadores da nossa Felicidade ou da nossa infelicidade futuras. Esta verdade se torna evidente por meio do apologo seguinte.
Um pai deu a seu filho educação e instrução, isto é, os meios de se guiar Serra de lhe um campo para que o cultive e lhe diz, aqui estão a regra que deve seguir e todos os instrumentos necessários a tornares fértil, este campo e assegurares a tua existência. Deite a instrução para compreenderes esta regra, se a seguires, teu campo produzirá muito e te proporcionará o repouso na velhice. Se a desprezares, nada produzirá e morrerás de fome. Dito isso, deixa-o proceder livremente.
Simples assim. Não é verdade que esse campo produzirá na razão dos cuidados que forem dispensados à sua cultura e que toda a negligência redundará em prejuízo da colheita. Na velhice, portanto, o filho será de todo ditoso ou desgraçado, conforme haja, seguido ou não. A regra que seu pai lhe traçou, Deus ainda é mais previdente, pois que nos adverte a cada instante de que estamos fazendo bem ou mal envia-nos os espíritos para que nos inspirarem para nos inspirarem.
Porém, não nos escutamos há mais esta diferença. Deus faculta sempre ao homem, concedendo-lhe novas existências. Recursos para reparar seus erros passados enquanto ao filho de quem falamos se empregou mal seu tempo. Nenhum recurso. Resta ficou claro, né? Para entender, é sobre. Que não precisa de ninguém ficar julgando, né? Pensa nesse exemplo, há um pai dá para um filho? Um campo, põe as regras de como proceder e tudo mais. Se este filho proceder bem. Colherá coisas boas.
Se proceder mal colherá coisas más disso. O pai não precisa nem ficar sabendo, entende? Muito menos julgando ou trazendo castigo, punição, enfim, por isso que Deus não castiga. Não faz sentido isso, né? Este é o Deus bíblico, Deus das religiões, não tem nada a ver com Deus, inteligência Suprema que nós estudamos aqui no espiritismo. Você quer acreditar em quem? Neste Deus humano? Que na bíblia matou 2000 não sei quantas pessoas e que 1 hora está bonzinho, faz uma coisa
bonita. Na hora ele está muito bravo, então tem emoções humanas. Oi igual a Deus, a nós. Ah, que ficou com raiva. Aí ele matou todo mundo. Aí depois ele se arrependeu. Oi, Deus. Se a gente tem um Deus desse. Salve-se Quem Puder, né? Para quem precisa de inimigo, não faz sentido nenhum, então. Que fica muito claro sobre isso, tá?
Eu acho que hoje foi bem legal. Bom, no próximo episódio nós vamos ter um estudo bem grande, que dá mais ou menos 30 perguntas, quase 30 perguntas sobre natureza das penas e dos gozos ougosos. Não sei qual que é o plural de gozo futuros. Eu te espero como sempre, obrigado por seguir comigo até aqui e até o próximo estudo. Tchau.
