Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos, nós começamos No No episódio anterior. A estudar a quarta parte do livro e que vem falar sobre das penas e dos gozos terrestres. Hoje nós vamos falar sobre perda dos entes queridos. Um assunto bem interessante, então, sem demora, vamos lá, pergunta 934. A perda dos entes que não são caros não constitui para nós, legítima. A causa de dor, tanto mais
legítima quanto é irreparável. Independente da nossa vontade. Essa causa de dor atinge, assim o rico. Como o pobre representa uma prova ou expiação. E como é a lei? Tendes, porém, uma Consolação em poder de se comunicar-vos com os vossos amigos, pelos meios que vos estão, ao alcance, enquanto não dispondes de outros mais diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos. Olha que interessante, então você entendeu a pergunta, né? Que a perda de entes que adquiridos não é uma causa de
dor? Legítima e irreparável, independente da nossa vontade de espírito, confirmam que sim. E que isso é comum para o rico, para o pobre, para todas as pessoas. Só que a gente tem uma Consolação e nos comunicar pelos meios que estão ao alcance, ou seja, pelos médiuns, enquanto não disponde de outros mais diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos. Está aí a transcomunicação instrumental que vem.
Mostrar pra gente que num futuro não muito distante, essa comunicação pode ser direta por meio de aparelhos, né? Os próprios espíritos, estamos falando aqui 935 que se deve pensar da opinião dos que consideram profanação as comunicações colentúmulo. Isso é antigo, né? Que a igreja combatia muito essa comunicação com alentúmulo. Apesar de ter muita comunicação e visões, et cetera e tal que achava tudo legalzinho, porque era dentro da sua.
Da da, da, da sua panelinha, né? Dentro da igreja, se é fora, olha uma profanação, né? Vamos ver que os espíritos respondem. Não pode haver nisso profanação quando haja recolhimento e quando a evocação seja praticada, a respeitosa e convenientemente a prova de que assim é tendes no fato de que os espíritos que vos consagram a feição acordem com prazer ao vosso chamado. Sentem se felizes por vos lembrar deles e por se comunicarem convosco, haveria profanação.
Se isto fosse feito levianamente. Olha, profanação uma pessoa. Uma pessoa que gosta de você. Que te amou, assim como você amou. Você acha que achar profanação, você perguntar Por Ela, querer saber notícias dela? Evidentemente que não, né? Então não tem essa história. Programação seria, é comunicação leviana. É desrespeitoso, né? Não faz sentido nenhum. Então os espíritos acodem, né? Atendem com prazer o nosso chamado e para aqueles que sempre repetem. Né?
O que o Chico costumava dizer, ou tantos outros repetem assim, olha o telefone só toca De Lá Pra Cá. Mentira. Desculpe, isso não é não é, não é verdade. O espiritismo foi feito por evocação, não foi o espírito que resolveu comunicar as pessoas que se comunicaram, evocavam a doutrina espírita, foi escrita inteira em cima de evocação. Não me venha falar Ah não, mas é que porque hoje não precisa mais. Quem disse que era pálida? Quem disse? Claro que pode. Claro que é natural.
Claro que é natural o desejo das pessoas se comunicarem com aqueles entes que se foram para outra vida. Prova disso é que há seções e seções com médiuns que vão ficando famosos. Nem espiritas precisam ser, né? Conheço alguns que nem são espíritas e que vão pessoas de tudo quanto é religião ou até sem religião para conversar com os entes queridos e evocam mentalmente ou de alguma maneira. E os espíritos respondem, isso é. Natural. Respondem com gosto. Isso é natural.
Precisamos estudar mais. O livro dos médiuns antes de falar essa bobagem de que o telefone toca de lá para cá, né? Vamos parar com isso? O movimento espírita, por favor, uma observação do Kardec, a possibilidade. De nos pormos em comunicação com os espíritos. É uma dulcíssima Consolação, pois que nos proporciona meio de conversarmos com os nossos parentes e amigos que deixaram antes de nós a Terra pela vocação, aproximando-os aproximamos-nos, aproximamo-los de nós.
Eles vêm colocar se ao nosso lado nos ouvem e respondem. Acessa assim, por bem dizer toda a separação entre eles e nós auxilia-nos com seus conselhos testemunha-nos o afeto que nos guardam e a Alegria que experimentam por nos lembrarmos deles. Para nós, grande satisfação é sabê Los ditosos felizes, né? Informar-nos por ser um intermédio dos pormenores da nova existência.
A que passaram e a adquirir a certeza de que um dia nos iremos a eles juntar que que pode ter de ruim nisso, pelo amor de Deus, né? Incompreensível esse, essa coisa, você vai conversar com a pessoa. Quer saber como é que a pessoa tá, como é que ela tá vivendo? Como que é OA nova vida, que um dia a gente vai chegar lá, né? Simples assim, tem nada de profanação. 936 como é que as dores inconsoláveis dos que sobrevivem se refletem nos espíritos que as causam? Então assim?
Como é que a dor de uma pessoa que perdeu a mãe afeta o espírito da mãe, por exemplo? O espírito é sensível a lembrança e as saudades dos que lhe eram caros na Terra, mas uma dor incessante, desarrazoada, o toca penosamente. Por quê? Nessa dor excessiva, ele vê falta de fé no futuro e de confiança em Deus e, por conseguinte, um obstáculo ao adiantamento dos que o Chorão e talvez a sua reunião com estes. Então, quando a dor é exagerada, né? É uma desesperança.
Isso afeta muito o espírito que desencarnou. Porque e aí traz sofrimento para esse espírito, porque ele vê que a pessoa que ficou não tem Esperança, não tem confiança em Deus, não tem Esperança de reencontrar e nem nada, né? Kardec observa aqui ó, estando o espírito mais feliz no espaço aqui na Terra, lamentar que ele tenha deixado a vida corpórea é deplorar que seja feliz, figuremos, 2 amigos que se achem metidos na mesma prisão, ambos alcançarão o dia a Liberdade,
mas um a obtém antes do outro. Seria caridoso que continuou preso, se entristecesse porque o seu amigo foi libertado primeiro. Não haveria de sua parte mais egoísmo do que a feição em querer que do seu cativeiro e de seu sofrer, partilhasse o outro por igual tempo. O mesmo se dá com 2 seres que se ama na Terra. O que parte primeiro é o que primeiro se liberta e só nos cabe felicitálo, aguardando com paciência o momento em que a
nosso turno também o seremos. Façamos ainda a este propósito ou da comparação, só abrindo um parênteses aqui, comparação divina, né? Era super didático, aí então 2 amigos estão presos, um se liberta primeiro, o que fica preso vai ficar triste por causa disso ou vai ficar feliz? Nós, quando os nossos entes queridos morrem, a gente fica triste, então quem se liberta primeiro a gente fica triste. É um sinal do nosso egoísmo também, né?
Façamos ainda este propósito. Outra comparação tendes um amigo que, junto de vós se encontra em pinosíssima situação sua saúde ou seus interesses exigem que vá para outro país, onde estará melhor a todos os respeitos em toda a situação, deixará temporariamente de se achar ao vosso lado, mas com ele. Vos corresponderei sempre. A separação será apenas material. Desgostar, vos IA o seu afastamento, embora para o bem dele.
Então assim, se um amigo vai para outro país que tudo seria melhor e mais maravilhoso nesse outro país. Você ficaria triste, mesmo que você pudesse se corresponder e hoje tem ZAP, poderia falar, você ficaria triste. Né? Que esse amigo tá melhor? Tá vivendo melhor, mesma situação.
Pelas provas patentes que ministra da vida Futura da presença em torno de nós, daqueles a quem amamos da continuidade da feição e da solicitude que nos dispensavam pelas relações que nos faculta manter com eles a doutrina espírita nos oferece o supremo Consolação, por ocasião de uma das mais legítimas dores com espiritismo. Não mais solidão, não mais abandono o homem por muito isolado que esteja, tem sempre perto de si, amigos com quem pode comunicar-se em. Suportamos as tribulações da
vida. Tão intoleráveis, nos parecem que não compreendemos, possamos sofri-la sofri-las entretanto, se as tivermos suportado corajosamente, se soubermos impor silêncio às nossas murmurações felicitado-nos emos quando fora desta prisão terrena, como o doente que sofre, se felicita tando curado por se haver submetido a um tratamento doloroso. Que fique bem claro, né, que não é ruim. Você sente tristeza quando um.
Uma pessoa que se ama desencarna, mas que essa tristeza não seja persistente, insistente, afinal de contas, é uma libertação dessa pessoa. Todos nós seremos libertos quando voltarmos para a vida espiritual, longe das dores, das aflições de tudo isso que a gente passa. Então, assim, tem alguns algumas culturas. Alguns povos fazem festa. Quando essa pessoa regressa a vida espiritual, né? A gente não precisa fazer festa, mas também não precisa ser um velório de 1 ano durando nessa
vida, né? Lembrando os mexicanos que já estejam no dia dos mortos. Dia de mortos é todo primeiro de novembro, se não me engano, né? De todos os cenários, acho que é primeiro de novembro ou 2 de novembro, não sei. E como se. Tivesse do lado desses parentes, isso a gente tem o que a doutrina nos ensina, mas também tantas outras religiões. E a mediunidade não é uma exclusividade da do espiritismo. Se a gente pode se comunicar também com estes espíritos? Qual é o problema?
Lembro no próximo episódio. Nós vamos é estudar decepções em gratidão, afeições destruídas. Eu te espero como sempre. Obrigado por ter chegado até aqui e até o próximo. Tchau.
