O livro dos Espíritos [Ep146] As virtudes e os vícios (893-906) - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [Ep146] As virtudes e os vícios (893-906)

Dec 24, 202327 minSeason 2Ep. 146
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o primeiro e único livro dos espíritos do nosso querido, faz tempo que ele não aparece aqui? Allan Kardec ilógico de dos espíritos, né? Hoje nós vamos começar um capítulo novo. O 12º, chamado da perfeição moral, dá uma olhadinha nas coisas que nós vamos conseguir estudar nesse. Capítulo, hoje vamos ver perguntas referente às virtudes e os vícios.

Teremos paixões? O egoísmo, caracteres do homem de bem e conhecimento de si mesmo. Tem muita coisa boa. Nós estamos já nos encaminhando para o final do livro, resta o +200 e poucas perguntas mais. Vamo que vamo, que tem muita coisa linda por vir 893. Qual a mais meritória de todas as virtudes? Olha que pergunta interessante. Toda virtude tem seu mérito próprio, porque todas indicam progresso na cenda do bem. A virtude, sempre que a resistência voluntária ao

arrastamento dos maus pendores. A sublimidade da virtude, porém, está no sacrifício do interesse pessoal pelo bem do próximo. Sem pensamento oculto, a mais meritória é a que assenta na mais desinteressada Caridade. Mais claro, impossível, né? A virtude mais meritória é a Caridade, ou seja, o amor ao outro pergunta 894. Há pessoas que fazem o bem espontaneamente, sem que precisem vencer quaisquer sentimentos que lhes sejam opostos.

Terão tanto mérito quanto as que se veem na contingência de lutar contra a natureza que lhes é própria e avencem. Então, assim, tem gente que faz o bem sem dificuldade. Tem gente que precisa romper uma Barreira enorme, fazer um sacrifício enorme para fazer o bem. Então a pergunta é, será que esses que têm uma dificuldade muito grande para fazer o bem? Tem o mesmo mérito, né? O aquelas que fazem o bem, naturalmente, tem o mesmo mérito do que as que com muita dificuldade, conseguem fazer o

bem. Vamos ver a resposta. Só não tem que lutar aqueles em quem já progresso realizado, esses lutaram outrora e triunfaram. Por isso é que os bons sentimentos e nenhum esforço lhes custam as suas ações lhes parecem simplíssimas o bem se lhes tornou um hábito devido às lição às honras que se costuma tributar a velhos guerreiros que conquistaram seus autos postos. Entendeu? Eu. Eu estava enquanto eu estava falando dessa pergunta. Eu estava pensando nessa resposta, né?

Só quem faz o bem com facilidade é quem já fez muito bem, mas a resposta continua só. Como ainda estás longe da perfeição, tais exemplos vos espantam pelo contraste com o que tem desavista e tanto mais os admirais, quanto mais raros são ficais, sabendo, porém, que nos mundos mais adiantados do que o vosso, constitui a regra, o que entre vós representa A Exceção em todos os pontos desses mundos. O sentimento do bem é espontâneo, porque somente bons

espíritos os habitam lá? Uma só intenção maligna seria monstruosa, A Exceção. Eles, os homens são ditos. O mesmo se dará na Terra quando a humanidade, se houver transformado, quando compreender e praticar a Caridade na sua

verdadeira acepção. Portanto, quanto mais nos esforçarmos, ou seja, não tem mais mérito aquele que tem mais dificuldade de fazer o bem, porque na verdade quem tem menos dificuldade em fazer o bem é algo mais natural, é devido a sua própria evolução moral, então ele consegue mais, simplesmente porque fez mais, treinou mais, então isso. Não tem mérito, nem maior, nem menor. Cada um está no seu momento, né? E é isso que importa. Oo sentido é a gente cada vez. Trazer aí OA ação do bem, né?

Da Caridade? Não só material, como também emocional e tantas outras coisas que a gente já estudou muito aqui, mas que isso seja uma prática corriqueira, não seja uma exceção, né? 895 postos de lado, os defeitos e os vícios acerca dos quais ninguém se pode equivocar com o sinal mais característico da imperfeição. Então, o que que grita mais que uma pessoa é imperfeita? A característica principal da imperfeição.

O interesse pessoal, frequentemente as qualidades Morais são como num objeto de cobre, a douradura, que não resiste à Pedra de toque, pode um homem possuir qualidades reais que levem o mundo a considerá lo, o homem de bem. Mas essas qualidades conquando assinalem um progresso nem sempre suportam certas provas e às vezes basta que se fira a corda do interesse pessoal para que o fundo fique a Descoberto.

O verdadeiro desinteresse é coisa ainda tão rara na Terra que, quando se patenteia todos o admiran como se fora um fenômeno, o apego às coisas materiais constitui sinal notório de inferioridade. Porque quanto mais se aferra aos bens deste mundo, tanto menos compreende o homem, o seu destino, pelo desinteresse, ao contrario, demonstra que encara de um ponto mais elevado o futuro. Ou seja, traduzindo o materialismo, né?

Quanto menos materialista formos, mais evoluídos moralmente, quanto mais desapegados. Dos bens materiais e de títulos e de honras, aí tenho orgulho, egoísmo e até desapegado no sentido de. Possuir pessoas, meu esposo, minha mulher, meu filho, quando na verdade nós estamos todos desempenhando papéis e ninguém é de ninguém, né? Todo mundo é livre, quanto mais a gente entender isso, mas evoluídos moralmente, a gente vai se tornar. Então o que é OOO sinal

característico da imperfeição. Ao contrário disso, é o interesse pessoal, o apego ao materialismo. 896, há pessoas desinteressadas, mas sem discernimento que prodigalizam seus haveres sem utilidade real por lhes não saberem dar emprego criterioso. Criterioso, tem algum merecimento a essas pessoas? Então, assim, tem pessoas que desinteressadas, né? Que não são apegadas, mas também que não faz nada com seus bens, não dá um emprego criterioso,

né? Ou seja, não aplica bem, não transforma a vida das pessoas, não, não faz grande diferença. Nas na vida das pessoas, com aquilo que poderia fazer, né? Aí a gente tem um Monte de gente assim, né? Que a gente sabe que é. É, tem muito dinheiro até bilionário. Figuras públicas, jogadores de futebol, mas não emprega isso para absolutamente nada anão ser futilidade, né? Então, pergunta aí, tem algum

merecimento a essas pessoas? Tenho do desinteresse, porém não o do bem, que poderiam fazer o desinteresse é uma virtude, mas a prodigalidade refletida a constitui sempre, pelo menos falta de juízo. A Riqueza, assim como não é dada a uns para ser aferrolhada num cofre forte, também não é altos para ser dispersada ao vento. Representa um depósito de que uns e outros terão de prestar contas, porque terão de responder por todo o bem que podiam fazer e não fizeram.

Olha que interessante por todas as lágrimas que podiam ter estancado com o dinheiro que deram aos que dele não precisavam. Quando eu falo que a Riqueza é um. Desafio até maior do que a pobreza. Né? Pode soar estranho, mas é porque não basta ser. Olha, eu não sou apegado, mas eu tenho acumulado um Monte de coisa também. Não faço nada pelo outro, pois é isso vai ser cobrado, né? Isso vai ser cobrado, então. É isso que é um desafio, então não tem merecimento.

A pessoa que, Ah, não é a pegada, mas também não faz nada pra secar a lágrima do outro, digamos assim. 897 merecerá reprovação, aquele que faz o bem sem visar a qualquer recompensa na Terra, mas esperando que ele seja levado em conta na outra vida e que lá venha a ser melhor sua situação e essa preocupação lhe prejudicará o progresso. O bem deve ser feito caritativamente, isto é, com desinteresse. Então, é. Essa resposta já é muito Clara.

Se você faz o bem esperando algo em troca, tem interesse no meio, mesmo que se algo em troca esteja na outra vida, entende? Então, bem de verdade, quando a gente faz claro, todo bem que a gente faz é ótimo, é ótimo para as pessoas, é ótimo para para todo mundo, mas o verdadeiro bem que a gente faz é só aquele que não tem interesse. Então aí entra o negócio que eu faço uma pergunta para você, se acha que realmente promessa pagar. Promessa.

Tem algum mérito? Pare e pensa, olha, eu vou fazer uma promessa por um Santo para Deus. Olha, se eu conseguir isto, eu faço aquilo. Ora, por que que você não faz aquilo mesmo sem conseguir isso? Porque aí é uma troca. Qual é o mérito que você vai ter como uma pessoa com o bem que você está fazendo? Qual é este mérito? Se você está fazendo uma troca, olha, vou fazer uma promessa que se aconteceu, eu faço isso, mas se não acontecer, eu não faço. Entende?

É troca isso. Isso não pode ser uma coisa, é é interessante, é desinteressada, né? Não é uma coisa desinteressada, é uma troca. Qual a diferença de você vender o seu trabalho por dinheiro? Olha, eu só te dou isso se você me devolver aquilo, você está fazendo uma barganha com Deus, com Santos, seja lá com quem for. Entende que isso não. Não, não faz sentido. Isso não, não conta como a área é uma pessoa boa, porque fez isso?

Não. Quem faz promessa e paga a promessa tá trocando uma coisa pela outra, nada demais. Mas o Kardec insiste na pergunta. Contudo, todos alimentam o desejo muito natural para de progredir, para forrar se a penosa condição dessa vida os próprios espiritos nos ensinam a praticar o bem. Com esse objetivo, será então um mal pensarmos que praticando? O bem podemos esperar coisa melhor do que temos na Terra.

Não, certamente, mas há aquele que faz o bem, sem ideia preconcebida, pelo só prazer de ser agradável a Deus e ao seu próximo, que sofre. Já se acha num certo grau de progresso, que lhe permitirá alcançar a Felicidade muito mais depressa do que seu irmão que mais positivo, faz o bem por cálculo e não impelido pelo ardor natural do seu coração. Então, OK, fez o bem. É claro que isso conta positivamente para a pessoa, mas quem faz o bem sem interesse,

chega. Mais rápido na Felicidade no mundo feliz, enfim, a sua evolução moral é muito mais rápida. Entende? Então é isso, mas tem uma outra subpergunta. Não haverá aqui uma distinção a estabelecer-se entre o bem que podemos fazer o nosso próximo e o cuidado que pomos em corrigir-nos dos nossos defeitos. Concebemos que seja pouco meritório fazermos o bem com a ideia de que nos seja levado em conta na outra vida, mas será igualmente indícios de inferioridade emendarmos.

Vencemos as nossas paixões, corrigirmos o nosso caráter com o propósito de nos aproximarmos dos bons espíritos e de nos elevarmos, entendeu? Então assim. Ok, entendi que se eu fizer o bem esperando alguma coisa na vida próxima, isso é nulo, porque não vai acontecer, mas será que é pouco meritório a gente se corrigir pra que a gente possa evoluir. Não, não.

Quando dizemos fazer o bem, queremos significar ser caridoso, procede como egoísta todo aquele que calcula o que lhe possa a cada uma de suas boas ações, render na vida Futura. Tanto quanto na vida terrena. Nenhum egoísmo. Porém, há em querer o homem melhorar-se para se aproximar de Deus, pois que É o Fim para o qual devem todos tender. Tá vendo que é 11 coisa uma coisa? Outra coisa é outra coisa, né? Então assim, não. Não são 2 não, não é um só não,

não, não confunda isso, né? Você fazer o bem esperando alguma coisa em em troca ou você se corrigir e se melhorar para estar cada vez mais próximo de Deus. Isso não é egoísmo. É o contrário de egoísmo. Tentar ser uma pessoa melhor não é egoístico isso, né? Esse é o nosso caminho, esse é o nosso futuro.

Então claro que não tem um nada a ver uma coisa com a outra. 898 sendo a vida corpórea apenas uma estada temporária neste mundo e devendo o futuro constituir objeto da nossa principal preocupação, será útil nos esforçarmos nos esforçemos por adquirir conhecimentos científicos que só digam respeito. Às coisas e às necessidades materiais. Sem dúvida, primeiramente, isso vos põe em condições de auxiliar os vossos irmãos. Depois, o vosso espírito subirá mais e depressar se já houver

progredido em inteligência. Nos intervalos das encarnações, aprender, eis numa hora o que na Terra vos exigiria anos de aprendizado. Nenhum conhecimento é inútil. Todos mais ou menos contribuem para o progresso, porque o espírito, para ser perfeito, tem que saber tudo e porquê. Cumprindo que o progresso se efetua em todos os sentidos, todas as ideias adquiridas ajudam o desenvolvimento do.

Espírito, então, assim, de maneira alguma é nula, nulo o esforço da gente adquirir conhecimento científico, mesmo que seja. Conhecimento científico apenas para a vida material é quase uma redundância isso, né? Mas porquê? No período que a gente tá na vida espiritual, conforme eles estão dizendo, a gente aprende muito rápido essas coisas, mas aqui na Terra a gente demora mais, só que toda vez que a gente investe pra.

É evoluir bem em inteligência, é em conhecimentos, é científicos para trazer a evolução para o planeta inteiro. Ou seja, a evolução para o outro também. Isso significa que, moralmente, por exemplo, os cientistas que. Estudaram para caramba, se mataram para caramba e desenvolveram a vacina da COVID, por exemplo. Você acha? Foi um objetivo material pra desenvolver, tem dinheiro envolvido, et cetera e tal. Mas olha o bem que eles trouxeram pro planeta inteiro.

Portanto, isso não pode ser nulo. Isso é maravilhoso. E os espíritos aqui é reafirmam isso. 899 qual o mais culpado de 2 homens ricos que empregam exclusivamente em gozos pessoais suas riquezas, tendo um nascido na opulência e desconhecido, sempre necessidade, devendo outro ao seu trabalho? Os bens que possui. Então assim, qual? O mais culpado de 2 homens ricos, um que nasceu rico e o outro que ficou rico por causa do seu trabalho. Tenho mais culpado.

Aquele que conheceu os sofrimentos, porque sabe o que é sofrer a dor, a que nenhum Alívio procura, dar ele a conhece, porém, como frequentemente sucede já delas, se não lembra. Nós estamos falando dos novos ricos, né? Então, assim, se tem um mais culpado na história, é culpado, é uma palavra assim, mas que tem um com mais responsabilidade é aquele que nasceu da pobreza, ficou rico e aí emprega sua Riqueza só para suas necessidades pessoais. Sabe das necessidades que as

pessoas passam, né? Porque passou essa necessidade quando tem a oportunidade, ficou rico. É age como aquele que nasceu na Riqueza, porque aquele que nasceu na Riqueza nunca conheceu necessidade nenhuma nem sabe disso. Então aquele que enriqueceu e não faz nada pelo seu outro, pelo seu irmão, mesmo passando. Pelas necessidades, é mais culpado, é mais egoísta ainda e ó, eu conheço muitos e muitos assim, né? Que parece que não passaram pela pobreza e agem pior do que

aqueles que já nasceram ricos. Isso vai ser cobrado. 900. Olha que número bonito, aquele que incessantemente acumula averes sem fazer o bem a quem quer que seja, achará desculpa que valha na circunstância de acumular confito de maior soma, alegar aos seus herdeiros. É um compromisso com uma consciência má. Então, assim não tem justificativa. Olha, eu acumulei pra caramba, não ajudei ninguém, mas é só porque eu quero deixar pros meus filhos, não tem. Não tem isso, não justifica isso

não alivia isso. Não adianta nada. Isso não é um bem, isso é egoísmo, entende? É um compromisso com a consciência má. Os espíritos dão umas pauladas danada, né? Pergunta 901. Ó o tamanho da pergunta, figuramos 2 avarentos, né? 2 pessoas mão de vaca que só quer ganhar dinheiro para eles, mesmo um dos quais nega a si mesmo necessário e morre de miséria sobre o seu Tesouro.

Bota avarento nisso, e o outro, ao passo que o segundo só o é para os outros, mostrando-se pródigo para consigo mesmo. Enquanto recua, ante o mais ligeiro sacrifício para prestar um serviço ou fazer qualquer coisa útil, nunca julga demasiado o que dispenda para satisfazer os seus gostos ou as suas paixões. Peça-se-lhe um obséquio, por favor, estará sempre em dificuldade para fazê-lo. Imagine, porém, realizar uma fantasia e terá sempre o

bastante para isso. Qual o mais culpado e qual o que se achará em pior situação no mundo dos espíritos? Então, entendeu um avarento, que é tão avarento que até para si próprio ele nega as coisas e o outro, que é muito avarento, mas para si paga tudo, gasta, tudo, faz o que quiser. Mas para os outros, absolutamente nada. Qual o mais culpado? O que goza porque é mais egoísta do que avarento, o outro já recebeu parte do seu castigo.

Digamos que esse avarento, que num num num resolve, né, gastar o seu dinheiro, nem consigo mesmo. É um doente, né? Uma viciado em guardar dinheiro, mas que não. Esse dinheiro não serve nem pro seu próprio conforto. Então, claro que o egoísta é aquele que gasta consigo, mas fecha a mão com os outros. É o mais culpado ou mais responsabilizado? 902 será reprovável que cobsemos a Riqueza quando nos anime o

desejo de fazer o bem. Então assim, será que é ruim a gente querer ficar rico com o desejo de fazer bem? Tal sentimento é, não há dúvida louvável quando por uma, será sempre bastante desinteressado esse desejo não ocultar a nenhum intuito de ordem pessoal. Não será de fazer o bem a si mesmo, em primeiro lugar que cogita aquele em quem tal desejo se manifesta. Nem os. Nem os espíritos acreditam nessa conversa, né?

Olha, eu quero você ver isso em todas as entrevistas quando tem a mega da virada, por exemplo, todo mundo ou quase todo mundo fala assim, não, porque eu quero ficar rico para ganhar, para ajudar a minha família, para ajudar a minha comunidade e de repente se ganha, não ajuda coisa nenhuma. Então assim, até os espíritos estão dizendo assim, OK, se você que quer ficar rico para ajudar o outro é louvável, só que será.

Será mesmo que é isso? Os espíritos nos conhecem muito, muito bem e duvidam que esse é realmente o propósito de quem quer ficar rico de verdade. Após o ajudar os outros a ter uma vida é de luxo a, né? Então assim, fica aí OA observação dos espelhos 900 EE 3 incorrem culpa o homem por estudar os defeitos ali é culpado o homem que fica

estudando o defeito dos outros. Incorrerá em grande culpa se o fizer para os criticarem e divulgar, porque será faltar com a Caridade. Se o fizer para tirar, daí proveito para evitálos, tal estudo poderá ser lhe de alguma utilidade importa, porém não esquecer que a indulgência para com os defeitos de outrem é uma das virtudes contidas na Caridade. Antes de censurar-lhes as

imperfeições dos outros. Vice de voz não poderão dizer o mesmo, tratai, pois, de possuir as qualidades opostas aos defeitos que criticais no vosso semelhante, esse meio de vos tornar de superiores a ele se lhe censurais do ser avaro, sede generosos. Se o ser orgulhoso.

Ser de humildes e modestos, se o ser áspero ser de brandos, se o proceder com pequenez c de grandes em todas as vossas ações, numa palavra, fazei por maneira que se não vos possam aplicar estas palavras de Jesus, vê o argueiro no olho do seu vizinho e não vê a trave no seu próprio. Então, a questão de estudar os defeitos alheios, ou seja, apontar o defeito dos outros, é com qual objetivo é só para humilhar a pessoa ou é para de alguma maneira modificar?

As coisas para uma melhoria coletiva, o exemplo. Uma coisa é eu falar dos defeitos da minha vizinha, porque minha vizinha fofoqueira, porque minha vizinha faz isso, porque olha como é a varenta, porque olha que não sei o que e estou falando e cuspindo veneno. Isso é reprovável. Outra coisa. É você, em sendo, por exemplo, funcionário de uma prefeitura, ver que o prefeito está roubando, desviando recurso ou tal servidor está desviando recurso, você vai procurar o Ministério público?

Sei lá como é que chama para denunciar. Ou seja, está está revelando estes defeitos, para que que é para vingança, não para corrigir um comportamento pelo que deve ser correto, em benefício de uma maioria. Entende a diferença? Então isso OK, beleza, mas só pra é detonar com a pessoa não? Então se a gente tá vendo defeito do outro que a gente procure.

Corrigir em nós mesmos estes defeitos e, na melhor dos casos, você procura a pessoa para dizer assim, olha, você está fazendo isso, isso, isso eu não acho não falar pro vizinho para o outro, botar na no Facebook, por exemplo, e revelar isso, né? Isso é péssimo. Isso não é benevolência, entende? A subpergunta, como em tal caso julgada a pureza das intenções e da sinceridade de um escritor.

Nem sempre é nisso, utilidade. Se ele escrever boas coisas, aproveitar as se proceder mal é uma questão de consciência que lhe diz respeito exclusivamente. Ademais, se o escritor tem empenho em provar a sua sinceridade, apoia o que disser nos exemplos que dê. Falando escritor, entenda se aí também. Redes sociais. Mais vídeo e et cetera e tal, não é?

Dá tudo na mesma 905 alguns autores, é um publicado belíssimas obras de grande moral que auxiliam o progresso da humanidade, das quais, porém, nenhum proveito tiraram eles. Lhe será levado em conta como espíritos, o bem a que suas obras ajam dado lugar. Então, assim, pessoas, autores, escritores que escreveram obras que é trazem aí a evolução da humanidade e a evolução das pessoas e não lucrar no com isso. Se isso é levado em conta a eles

como espíritos. A moral sem as ações é o mesmo que a semente sem o trabalho de que vos serve a semente, se não a fazeis dar frutos que vos alimentem grave a culpa desses homens porque dispunham de inteligência para compreender, não praticando as máximas que ofereciam aos outros, renunciaram a colheres dos frutos. Então, assim é sem ação, né? Então, a moral sem ação é a mesmo que a semente sem o trabalho, não tiram proveitos, é do que fizeram. Não, não fazem isso frutificar.

906 será passível de censura o homem, por ter consciência do bem que faz e por confessálo a si mesmos a si mesmo, né? Pois que pode ter consciência do mal que prática do bem igualmente deve ter lá a fim de saber se andou bem ou mal, pesando todos os seus atos na balança da lei de Deus e, sobretudo, na da lei de justiça, amor e Caridade é que poderá dizer a si mesmo se suas obras são boas ou más, que as poderá

provar ou desaprovar. Não se lhe pode, portanto, censurar, que reconhece haver triunfado dos maus pendres e que se sinta satisfeito. Desde que de tal não se invade essa, porque então cairia noutra falta. Então assim você entendeu a pergunta, né? Será que o homem que reconhece o bem que consegue fazer? É tendo consciência disso, falando para si mesmo, é a

gente, isso é ruim? Não, não é ruim, porque porque o tempo todo a gente está é pesando o que que a gente faz de bom, o que que a gente faz de ruim? E isso faz parte da nossa evolução, é como pessoa, então censura nenhuma sobre isso, OK? No próximo episódio nós vamos falar sobre paixões, eu, como sempre, agradeço a sua carinhosa presença e te espero por nosso próximo encontro até lá. Tchau.

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