Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o libertador livro dos espíritos de 1857? Nós estamos na terceira parte, no capítulo 11º que vem falar da lei de justiça de amor e de Caridade e que tem sido não sei se você assistiu os episódios anteriores, mas tem sido assim, um soco no estômago. Muitas vezes. Desfraludando aí a nossa hipocrisia como sociedade. Hoje nós vamos falar sobre amor materno e amor filial.
Vamos para a pergunta 890, será uma virtude o amor materno ou um sentimento instintivo como aos homens e aos animais? Uma e outra coisa. A natureza deu à mãe um amor a seus filhos no interesse e da conservação deles no animal. Porém, esse amor se limita às necessidades materiais, cessa quando desnecessário, se tornam os cuidados. No homem persiste pela vida inteira e comporta um devotamento e uma abnegação que são virtudes. Sobrevive mesmo à morte e acompanha o filho até no alento.
Túmulo bem verde diz que há nele coisa diversa do que há no amor do animal. Então, o amor materno é instintivo e também é uma virtude, já que, ao contrário dos animais, a gente continua pela vida toda. Lógico que há exceções e não há obrigações, mas este amor perdura 891 estando na natureza o amor materno. Como é que a mãe que odeiam os filhos e, não raro desde a infância destes? Às vezes é uma prova que o espírito do filho escolheu ou uma espiação.
Se aconteceu, ter sido mau pai ou mãe, perversa ou mau filho. Tendência 392. Em todos os casos, a mãe, mas não pode deixar de ser animada por um mau espírito que procura criar embaraços ao filho, a fim de que sucumba na prova que buscou essa violação das leis da natureza. Porém, não ficará impune o espírito do filho será recompensado pelos obstáculos de que haja triunfado. Então há, né? Como eu disse, aí as exceções de mães, pais, enfim, ou filhos que odeiam os seus próprios.
Filhos, mães, pais e que isso tem um bilhão de explicações de vidas anteriores. Mas uma coisa é certa, que isso pode ser uma prova que o próprio filho escolheu, que a mãe escolheu e que, obviamente, quem amar mais vence mais rápido essa prova e não estará sujeita a ela de novo, anão ser por um amor enlouquecido por esse espírito e vai continuar tentando trazer-lo para o amor o tempo todo, então. Pode acontecer que se superam
até as implicações biológicas. Aí lembrando que, por exemplo, não é muito difícil de acontecer ter a tal depressão pós-parto, que é um fenômeno biológico que muitas mães odeiam. Os filhos assim que nascem. Isso tem tratamento. Passa, né? Mas é algo muito doido, né? Que a gente pare e pensa que acontece, mas acontece. E hoje em dia, né? Sem preconceito, é tratável, mas é, vai contra até o instinto, né?
Olha que interessante, então pode acontecer tudo o que nos coloca mais uma vez numa posição de que temos escolha, né? Nós escolhemos amar a gente não ama só porque está obrigado no instinto, amar nosso filho, nossa mãe, nosso pai, et cetera e tal. A gente escolhe amar. Às vezes não consegue, às vezes consegue. 892, quando os filhos causam desgostos aos pais, não tem estes desculpa para o fato de Liz não dispensarem a ternura de que isso faria objeto em caso
contrário. Então, assim, os filhos causam desgosto para os pais. Então aí os pais abandonam que abrem, já que ele não gosta de mim. Eu também não vou gostar, então isso está justo que que o espírito responde. Não, porque isso representa um encargo que lhes é confiado, e a missão deles consiste em se esforçarem por encaminhar os filhos para o bem, 582 a 583. Ademais, esses desgostos são amiúde a consequência do mal feitio que os pais deixaram que seus filhos tomassem desde o
berço colhiam que semearam. Entendeu? Então, principalmente, né, de pais para filhos. Os os próprios pais, criação errada deles. E aí vão colher desgosto e não pode culpar ninguém, porque foram eles que educaram desse jeito. Foram eles que mimaram foram eles que deram essa educação. Então não dá nem para xingar e dizer Ah, não quero nem saber do meu filho e et cetera e tal, então. Responsabilidade de cada um, sempre beleza é assim, a gente encerra o capítulo 11º, que trata, né?
Da parte terceira, que trata da lei de justiça de amor e de Caridade. Olha, fala até do amor filial de uma maneira muito bem resumida, mas esses assuntos são citados antes. Questão, 58258-3392. Então é por isso que aqui ficou mais rapidinho, tá? No próximo capítulo, 12º, nós. Falar sobre a perfeição moral, eu te espero como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo. Tchau.
