Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos, o original, o primeiro, o insuperável. Nós estamos falando sobre a lei de Liberdade e hoje nós vamos ter um assunto bem interessante, que é quase que um mantra, né? É no movimento espírito um mantra errado, de falando sobre fatalidade, né? Ah, você é tá passando por isso, porque você está pagando. Está sendo punido por certa
coisa, né? Como se isso fosse a certeza absoluta, aí deixo todo mundo se sentindo culpado. Bobagem. A gente vai aprender hoje que não é bem assim. Então vamos lá, questão 1851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme sentido que se dá este vocábulo, quer dizer, todos os acontecimentos são predeterminados. E neste caso que vem a ser do livre arbítrio, se entender a pergunta, né? Então se tem, tem fatalidade que tudo é prédeterminado e se sim, então, o que significa o
livre-arbítrio? Vamos ver a. Resposta, a fatalidade existe unicamente pela escolha que o espírito fez ao encarnar desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo a instituiu para se uma espécie de destino que é a consequência mesma da posição em que vem achar-se colocado, falo das provas físicas, pois pelo que toca as provas Morais e as tentações, o espírito conservando livre arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir
ao vêlo fraquear. Um bom espírito pode vir em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade, um espírito mau, isto é, inferior mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico. O poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias. Então, a. Única fatalidade que pode existir é a escolha do espírito
antes de encarnar. Então, se o espírito escolheu encarnar num corpo com tal dificuldade ou com tal desafio, OK, isso é a fatalidade. O que nem foi fatalidade foi escolha, né? Foi pro seu próprio. Bem, de resto, tudo é livre arbítrio, não tem predestinação de absolutamente nada. 852. Há pessoas que parecem perseguidas por uma fatalidade, independente da maneira por que procedem? Não lhes estará no destino o infortúnio. São talvez provas que lhes caiba
sofrer e que elas escolheram. Porém, ainda que lançais a conta do destino que as mais das vezes é apenas consequência de vossas próprias faltas. Trata de ter. Pura a consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado, te sentirás. Então, de novo, não é? É tem a tal fatalidade. Na verdade, você está. Você tem consequências daquilo que você fez, né? Vida ou em outras vidas, então, obviamente que você vai responder por isso e não tem nada de fatalidade, e até mesmo
porque tudo pode ser modificado. De acordo com a vontade e com o livre arbítrio. Tem 11. Observação do Kardec aqui ó. As ideias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou mal sucedidos. De acordo com o nosso caráter e a nossa posição social. Entende? Para começo de conversa, né? Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos do que a nossa própria falta.
É certo que para isso contribui algumas vezes a influência dos espíritos, mas também o é que podemos sempre forrar-nos a essa influência, repelindo as ideias que lhes nos sugerem quando más. Ou seja, não tem desculpa. Tudo o que acontece é pela por consequência dos nossos atos, né? Então isso não é fatalidade, já que a gente pode escolher ter tais atos e não ter outros atos que gerariam consequência. Portanto, não é fatalidade, né? É que a gente acha, se coloca
como vítima. Ah, eu eu tenho, nasci pra sofrer que eu joguei Pedra na Cruz, né? Assim vai 853. Algumas pessoas só escapam de um perigo mortal para cair em outro. Parece que não podiam escapar da morte. Não há nisso. Fatalidade fatal. No verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte o é chegado. Esse momento, de uma forma ou de outra, a ele não poder ex furtar-vos. Então, fatalidade na hora que morre é fatal, não tem jeito, né? Mas tem que chegar.
Não, não tem essa história, mas não tá predestinado pra tal dia tal hora, essas coisas não existem, tá? Sob pergunta assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morreremos. Não não perecer as itens disso humilhares de exemplos quando, porém, foi a hora da tua partida. Nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem e muitas vezes, seu espírito também o sabe por lhe ter sido isso revelado.
Quando escolheu tal ou qual existência. Então você nunca sabe quando é, como é que vai ser, mas pode ter uma intuição para isso, desde que isso faça parte. De uma é prova e não adianta só Peru morre de véspera, ninguém morre de véspera. Isso ficou claro na resposta. Aqui, 854 do fato de ser infalível, a hora da morte se poderá deduzir que sejam inúteis as precauções que tomemos para evitar, né? Evitar morte.
Não visto que as precauções que tomais vos são sugeridas com o fito de evitar desamorte que vos ameaça são um dos meios empregados para que ela não se dê. Então, se a gente está sempre bem. Inspirado? Certamente a gente vai evitar muitas situações que poderiam nos levar à situação da morte no momento que não precisaria, né? Que a gente tenha energia ainda
para continuar, né? A nossa programação espiritual aí. E tem energia para tantos tanto tempo, tantos anos e por uma bobagem, a gente se coloca em risco, como por exemplo, vou dar um exemplo bem bobo assim, um racha, né? Vou fazer um racha com os meus amigos, porque eu quero me desafiar e eu morro nesse racha ai, fatalidade eu tinha que morrer neste acidente, não. Não e não, né? Então, foi uma escolha irresponsável e você simplesmente teve consequências.
Então não tinha nenhuma fatalidade nisso. 855 com que fim nos faz a providência correr? Perigos que nenhuma consequência devem ter. O fato de ser a tua vida posta em perigo constitui um aviso que tu mesmo desejaste a fim de te desviares do mal e te tornares melhor se escapas desse perigo quando, ainda sob a impressão do risco que correste cogita mais ou menos seriamente de te melhorarres, conforme seja mais ou menos forte sobre te a
influência dos espíritos bons. Sobrevindo o mau espírito, digo mal subentendendo mal que ainda existe. Nele, entras a pensar que do mesmo modo, escaparás a outros perigos e deixas que de novo, tuas paixões se desencadeiam. Por meio dos perigos que correis Deus vos lembra a vossa fraqueza e a fragilidade da vossa existência. Se examinar, diz a causa e a natureza do perigo, verificarei, eis que quase sempre as consequências teriam sido a
punição de uma falta cometida. Ou da negligência no cumprimento de um dever, Deus, por essa forma, exorta, exorta o espírito a cair em si. E assim emendar, então é você, entendeu? A pergunta, né? Com que fim, então é Deus nos deixa correr perigo, já que não, não vai ter consequência da morte. É pra gente aprender e. Mudar até certos comportamentos, algumas coisas. Por exemplo, uma doença toda. É toda doença, não é programada, né?
Mas uma doença que você descobre que vai ter que fazer uma cirurgia, alguma coisa assim que vai dar 11 trabalhão para fazer um tratamento, et cetera. E tal é pode corrigir o rumo da sua vida, que você esteja levando por um outro lado ou é esteja dando importância a coisas que não têm importância e importância. Assim por diante, né? Então a gente tem que ficar sempre atento, aí 856 sabe o espírito antecipadamente. De que gênero será sua morte?
Sabe que o gênero de vida que escolheu expõe mais a morrer desde tá do que daquela maneira, sabe igualmente quais as lutas que terá de sustentar para evitálo e que, se Deus o permitir, não sucumbirá. Bom. Eu espero nunca saber qual vai ser o meu tipo de morte que eu não estou interessado. Aliás, se tem uma coisa que eu não tenho nenhuma curiosidade é lebúse, cartomante ou sei lá o quê para falar do meu futuro. Por favor, não me conte, eu não quero saber, eu quero ainda. Ter esta.
É certeza, né? De que o meu futuro depende daquilo que eu vou fazer e a hora que eu tiver que partir, enfim, isso é entre Deus e meu espírito no meu corpo físico, então não quer saber, está tudo certo, vamos para a frente, 857. Há homens que afrontam os períodos, os perigos do combate dos combates, persuadidos de certo modo de que a hora não lhe chegou. Haverá algum afundamento para essa confiança? Então, gente corajosa que faz as coisas, vamos voltar no exemplo aí do.
Da da do racha. Não vou morrer não. Aliás, todo jovem acha que é imortal, né? Você já foi, eu já fui. A gente sabe que é isso. Então significa que se eu tiver, é essa coragem. Assim, essa confiança significa que não vai acontecer. Qual é a resposta? Muito amilde tem o homem, o pressentimento do seu fim. Como pode ter o de que ainda não
morrerá esse pressentimento? Ele vem dos espíritos, seus protetores, que assim o advertem para que eu esteja pronto a partir ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita. Pode vir de também da intuição que tem da existência que a escolheu ou da missão que aceitou e que sabe ter que cumprir. Então tem muitas certezas que vem dos espíritos amigos, né? Da nossa missão, que a gente aceitou. É, enfim, essa confiança. Talvez venha daí, mas não
recomendo. E que tenha, porque assim a gente é, pode ter a opção de é preservar a vida de qualquer jeito, né? A todo custo 858. Por que razão os que pressentem a morte, a temem geralmente menos do que os outros? Quem teme a morte é o homem, não o espírito, aquele que apressente pensa mais como espírito do que como homem, compreende ser ela a sua libertação e esperar. Então o pressentimento da morte, né? É longe de ser algo tétrico. É. É simplesmente a certeza da
imortalidade da alma. Então as pessoas podem ter. A gente pode ter este pressentimento e ele vir sem medo algum. 859 com todos os acidentes que nos sobrevêm no curso da vida se dá o mesmo que com a morte, que não pode ser evitada quando tem de ocorrer. São de ordinário coisas, muito insignificantes, de sorte que vos podemos prevenir deles e fazer que os eviteis algumas vezes dirigindo o vosso pensamento, pois nos desagradam sofrimentos materiais. Isso, porém, nenhuma importância.
Tem na vida que escolhes a fatalidade, verdadeira mente só existe quanto ao momento em que deveres aparecer e desaparecer deste mundo. Olha, tem algumas coisas interessantes primeiro. Fatalidade só existe de verdade. E aí uma resposta que traduz tudo em 2 instantes, nascimento e morte são as únicas fatalidades que vão acontecer, né? Acontecem é na questão.
De os espíritos não se agradam com os sofrimentos materiais, portanto, eles podem nos intuir a evitar qualquer coisa que vai nos trazer sofrimento desnecessário, já que isso são coisas pequenas da vida e que não faz a menor diferença para nossa progressão. Tem uma subpergunta? Haverá fatos que forçosamente devem dar se e que os espíritos não possam conjurar. Impor o queiro. Embora o queira, ou seja, vai ter coisa que vai acontecer, mas
os espíritos não podem falar. Tá, mas que tu viste pressentiste quando no estado de espirito, fizeste a tua escolha? Não creio, entretanto, que tudo que sucede esteja escrito, como costumam dizer, um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato que praticaste, por tua livre vontade, de tal sorte que, se não houvesses praticado o acontecimento, não se teria dado. Imagina que queimas o dedo? Isso nada mais é se não resultado da tua imprudência e efeito da matéria. Só as grandes.
Dores os fatos importantes e capazes de influir no moral. Deus os prevê porque são UTISA tua depuração e a tua instrução. Então, bem simples, né? É há esses fatos, mas a gente sabe mais do que os espíritos. Pode pressentir mais do que os espíritos do restante. Não tem de novo, né? Não criaris, entretanto, que tudo que sucede esteja escrito
como costumam dizer. Então você fala isso pro espírita, pra casa espírita ou pra alguém que aí já é uma coisa religiosa, não tem nada a ver com a doutrina espírita. Vai ficar falando dessa fatalidade ou vai ter que acontecer? Não, não tem nada escrito. A nossa vida é uma página em branco, tanto a vida espiritual quanto a vida física. Nós colhemos as consequências dos nossos atos. Ponto e isso tudo também pode
ser modificado, tá? 860, pode o homem, pela sua vontade, pelos seus atos, fazer que, se não dê acontecimentos que deveriam verificar se e reciprocamente. Pode, se essa parente mudança na ordem dos fatos, tiver cabimento na sequência da vida que ele escolheu, acresce que para fazer o bem como ele cumpre, pois que isso constituiu o objetivo único da vida, facultado-lhe a impedir o mal, sobretudo aquele que possa concorrer para a produção de um mal maior.
Bom, bem simples, né? Se pode o homem, né, pela sua vontade, pelos seus atos. Fazer que não se dêem certos acontecimentos, e sim pode, né? Pode até alterar a ordem desses acontecimentos. De acordo com o seu livre arbítrio. 861 ao escolher a sua existência, o espírito daquele que comete um assassínio. Sabia que viria a ser assassino. Olha que pergunta interessante, né? Quando você escolhe a sua existência, né? O espírito que viria. É que comete um assassino.
Sabia que viria a ser um assassino. Não escolhendo uma vida de lutas, sabe que terá ensejo de matar um de seus semelhantes, mas não sabe se fará visto que ao crime precedera quase sempre de sua parte. A deliberação de praticá lo ora aquele que delibera sobre uma coisa é sempre livre de fazer lá ou não. Se soubesse previamente que como homem teria que cometer um crime, o espírito estaria aí surpredestinado fi porém, sabendo que ninguém a predestinado ao crime que todo o
crime. Como qualquer outro ato resulta sempre dá vontade e do livre arbítrio. Ah, então fui assassino na vida anterior, então eu vou ser assassino de novo. Não. Eu posso ter tendência, mas daí a chegar as vias do fato depende do meu livro arbítrio e da minha vontade. Pode ser evitado completamente. A gente pode a qualquer momento da vida física ou da vida espiritual, mudar a nossa trajetória, mudar o nosso caminho. Tô falando que é fácil, tô falando que é possível.
Ademais, ao comentário do Kardec, sempre confundi as 2 coisas muito distintas. Os sucessos materiais da vida e os atos da vida moral, a fatalidade que algumas vezes há só existe com relação àqueles sucessivos materiais cuja causa reside fora de voz e que independem da vossa vontade quanto aos atos da vida moral, esses emanam sempre do próprio homem que, por conseguinte, tem sempre a Liberdade de escolher no tocante, pois a esses atos nunca há fatalidade.
Então vai, vai gravando tudo isto, todas essas respostas que são bem interessantes para que a gente quebre, aí est. Fritos que foram criados no espírito, no movimento espírita, que é uma coisa diferente da doutrina espírita. Movimento espírita são somos todos nós agindo, né? Doutrina espírita é o que a gente está estudando, 862 pessoas existem que nunca logram bom êxito em coisa alguma que parecem perseguidas por um mau génio. Em todos os empreendimentos, não se pode chamar a isso
fatalidade. Aí eu já lembro aquele, lembra? Talvez que você é do da minha época. Tenha 50 + 40 mais. Ó dia, Oh, céu, tudo eu não é? Então, a pergunta é, existe esse? Eu não lembro? Como é que era o nome do do animalzinho lá que fazia isso? Mas será que existe essa? Essa pessoa que está sempre perseguida o tempo todo e que
vai estar tudo errado. Será uma fatalidade, se ele quiser eles dar esse nome, mas que decorre do gênero, da existência, é escolhida que essas pessoas quiseram ser provadas por uma vida de decepções, a fim de exercitarem a paciência e a resignação. Entretanto, não creia seja absoluta. Essa fatalidade resulta muitas vezes do caminho falso que tais pessoas tomam em discordância com suas inteligências e aptidões. Grandes probabilidades têm de se afogar.
Quem pretender atravessar a nad um Rio sem saber nadar, o mesmo se dá relativamente à maioria dos acontecimentos da vida, quase. Obteria o homem bom êxito se só tentasse o que estivesse em relação com as suas faculdades, o que o perdição, o seu amor próprio e a sua ambição que o desviam da senda que lhe é própria e o fazem considerar vocação, o que não passa de desejo de satisfazer a certas
paixões. Fracassa por sua culpa, mas, em vez de culpar-se a si mesmo, prefere queixar-se da sua Estrela. Um, por exemplo, que seria bom operário e ganhar. IA honestamente a vida metsia ser mau poeta e morre de fome para todos, haveria lugar no mundo, desde que cada um soubesse colocar-se no lugar que lhe compete. Então não tem nada de fatalidade, apesar que a gente pode até chamar de fatalidade,
mas não, né? A gente pode escolher provas difíceis de passarem et cetera e tal, mas também nada aí é definitivo. Tudo pode ser modificado. 863. Os costumes sociais não obrigam muitas vezes, o homem a enveredar por um caminho de preferência a outro. Não se acha ele submetido à direção da opinião geral quanto à escolha de suas ocupações. O que se chama respeito humano não constitui óbdice ao exercício do livre arbítrio. São os homens, e não Deus quem faz os costumes sociais.
Se eles há, estes, se submetem é porque eles convêm tal submissão, portanto, representa um ato de livre arbítrio, pois que se o que se assim poderiam libertar-se de semelhante, julgo porquê então se queixam, falece lhes razão para acusarem os costumes sociais, a. Culpa de tudo deve lançá la ao tolo, o amor próprio de que vivem cheios e os. Que os faz preferir preferir. Morrer de fome a infringi-los.
Ninguém lhes leva em conta esse sacrifício feito à opinião pública, ao passo que Deus lhes levará em conta o sacrifício que fizerem de suas vaidades. Não quer isto dizer que o homem deva afrontar sem necessidade aquela opinião, como fazem alguns em quem é mais originalidade do que verdadeira filosofia? Tanto desatino em procurar alguém, ser apontado a dedo ou considerado animal?
Curioso quanto o acerto em de ser voluntariamente, sem murmurar, desde que não possa manter, se no alto da escala. Então, se você. Faz escolhas porque tá todo mundo fazendo. É um costume social, ora costume social, você pode. Contrariar e pode ter o seu livre arbítrio do jeito que você quiser, então não tem desculpa para isso, né? 864 assim como há pessoas a quem a sorte em tudo é contrária, outras parecem favorecidas Por Ela, pois que tudo lhe sai bem aqui.
Atribuir isso? De ordinário é que essas pessoas sabem conduzir-se melhor nas suas empresas, mas também pode ser um gênero de prova. O bom ezito az embriaga fiam se no seu destino e muitas vezes pagam mais tarde esse bom êxito mediante reveses cruéis, que a prudência as teria feito evitar. Então? É pessoas que tudo dá certo, pessoas que tudo dá errado depende da sua habilidade, depende da das provas que escolheu, né?
Mas nada disso é imutável, 865. Como se explica que a boa sorte favoreça algumas pessoas em circunstâncias com as quais nada tem que ver a vontade nem inteligência? No jogo, por exemplo? Alguns espíritos, ão escolhido previamente certas espécies de prazer, a Fortuna que os favorece é uma tentação. Aquele que como homem ganha, perde como espírito. É uma prova para o seu orgulho e para a sua cupidez. Então, às vezes a gente inveja muito a pessoa que ganhou na loteria, né?
Mal sabe é que a vida dessa pessoa para o espírito, isso não vai ser nada bom, porque é muita gente que ganha prémio e ficam sabendo. É assassinado em seguida. Enfim, tem algumas coisas muito esquisitas aí no meio, então. É o sucesso material não significa o sucesso espiritual daquela pessoa, né? A gente está aqui para aprender e não para acumular coisas. Então a gente tem que sempre
pensar nisso. Talvez eu não tenho muita sorte no. No trabalho em ganhar dinheiro, et cetera e tal, mas eu tenho umas 11 vida construtiva pra mim como espírito, né? E que eu aprendo outras coisas do que só aquele que fica nessa roda viva de ganhar dinheiro e gasta ganha dinheiro, gasta e assim sucessivamente. 866 então, a fatalidade que parece presidir aos destinos materiais de nossa vida também é resultante de nosso livre-arbítrio.
Do mesmo escolha, este a tua prova, quanto mais rude ela for, e melhor a suportar-se tanto mais te elevarás os que passam a vida na abundância e na aventura humana são espíritos pusilânimes que permanecem estacionários assim, o. Número dos desafortunados é muito superior ao dos felizes deste mundo atento que os espíritos, na sua maioria, procuram as provas que lhe sejam mais proveitosas. Eles vêem perfeitamente bem a futilidade das vossas grandezas
e gozos. Acresce que a mais ditosa existência é sempre agitada, sempre perturbada, quando mais não seja pela ausência da dor, então. É, não tem essa história sempre, tudo é livre arbítrio, mesmo nas provas ou na nos sucessos, entre aspas, muitas aspas que a gente possa ter. E a última pergunta de hoje, de onde vem a expressão nascer sobre uma boa Estrela? Ou eu posso dizer assim, de bumbum virado para a Lua? Antiga superstição, que prendia as estrelas os destinos dos
homens. A alegoria que algumas pessoas fazem a tolice de tomar ao pé da letra. Legal pra gente finalizar hoje é muito legal, muito interessante, então que que a gente aprendeu hoje? Fatalidade não existe anão ser nascimento e morte. Ponto tudo isso no meio que acontece que a gente chama de vida física, né? Pode ser mudado, pode ser transformado mesmo com as provas que escolhemos antes das encarnações. Beleza?
No próximo episódio, nós vamos falar sobre o tema conhecimento do futuro, eu te espero como sempre, até a próxima. Tchau.
