O livro dos Espíritos [Ep138] Livre-arbítrio (843-850) - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [Ep138] Livre-arbítrio (843-850)

Nov 13, 202312 minSeason 2Ep. 138
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos? Nós estamos aqui no capítulo da lei de Liberdade e neste momento nós vamos falar sobre livre arbítrio, né? Que tranque é esse. Como é que funciona então, sem demora, vamos pra pergunta 843. Tem o homem o livre arbítrio de seus atos. Pois que tem a Liberdade de pensar, tem igualmente a de dobrar, sem o livre arbítrio, o homem seria máquina.

Então, para comer de conversa, sim, o homem tem o livre arbítrio dos seus atos. 844 do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento. À Liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo nas primeiras fases da vida quase nula, Liberdade que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades, estando. Seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre arbítrio, aquilo que lhe é necessário. Então a gente começa a perceber

que o livre é arbítrio. Ele é relativo, né? A nossa capacidade para poder agir, então quando a gente é criancinha, nenezinho, que tamanho que é o nosso livre-arbítrio. Quase nenhum, porque a gente não sabe nem fazer xixi fora das calças, então não tem jeito de ter tanto livre-arbítrio assim. Então a gente começa a entender que ele é relativo à nossa capacidade de agir. Pergunta 845 não constituem obstáculos ao exercício do

livre-arbítrio. Às predisposições instintivas que o homem traz consigo ao nascer, então está perguntando assim, não é? Não é obstáculo essa prédisposição instintiva, já que a gente é espírito, então a gente tem algumas. Né? Que traz de outras vidas. Então tá perguntando se isso não seria um obstáculo para exercer este livre arbítrio?

Olha a. Resposta, as predisposições instintivas são as do espírito antes de encarnar, conforme seja este mais ou menos adiantado, elas podem arrastálo à prática de atos repreensíveis, no que será secundado pelos espíritos que simpatizam com essas disposições. Não há, porém, arrastamento irresistível, uma vez que se tenha a vontade de resistir. Lembrai-vos de que querer é poder. Olha que interessante.

Então o espiritismo, ele não é. É fatalista ou no caso assim, olha, estava escrito ou nasceu papagaio? Tal coisa tem que passar por isso. Tem que passar por esse sofrimento, et cetera. Não, não tem absolutamente nada disso. Mesmo quando você traz a os seus instintos, né? Olha, eu sou um assassino, eu nasci, tenho um instinto de assassino, eu vou exercer meu livre arbítrio, eu posso matar quem eu quiser, vai ter consequências, vai, mas se se é

livre pra fazer isso. Significa que eu vou fatalmente é matar. Vou continuar sendo assassino, não, porque a gente tem um livre arbítrio também, e ele diz assim, lembrai-vos de que querer é poder. Ou seja, se a gente quiser, a gente muda toda a história, então. Sabe aquele amigo espírita ou aquele aquela casa espírita que fala assim? Ai a gente aprende, ou pelo amor ou pela dor, Hum, essa conversa

para boi dormir, tá? Ah, é, você tem tal doença, você está pagando alguma coisa de vida para que isso daí? É espiritólico espiritante é qualquer coisa, menos doutrina espírita, tá? Não tem esse fatalismo, mas vamos continuar 846 sobre os atos da vida. Nenhuma influência exerce o organismo e se essa influência existe, não será exercida com prejuízo do livre-arbítrio. Você entendeu a pergunta então assim? É se pra gente agir, né? Pra gente ter algum alguns atos

na vida. O organismo que a gente tem exerce influência e se existe essa influência, não será prejuízo da escolha, não será prejuízo. Ou seja, você não fica prejudicado. Com o livre arbítrio, que não vai ser tão livre assim. Um exemplo é se eu nasci sem a capacidade de enxergar com olho físico, né? Então eu tenho algumas limitações e isso vai prejudicar o meu livre arbítrio de tomar algumas decisões. A pergunta é mais ou menos isso, se isso não prejudica, vamos ver a resposta.

É inegável que, sobre o espírito exerce a influência, é a matéria que pode embaraçar-lhe as manifestações. Daí vem que nos mundos em que os corpos são menos materiais do que na Terra, as faculdades se desdobram mais livremente. Porém, o instrumento não dá a faculdade.

Além disso, cúmplice, distingam as faculdades Morais das intelectuais tendo um homem, o instinto do assassínio, seu próprio espírito é, indubitavelmente, quem possui esse instinto e quem lho dá não são seus órgãos que lho dão semelhante ao. Bruto e ainda pior do que este, se torna aquele que nulifica o seu pensamento para só se ocupar com a matéria, pois que não cuida mais de se premonir contra o mal. Nisto é quem corre em falta por quando assim procede por vontade sua.

Olha que interessante. Então não, né? AO organismo físico, não toma decisão. Então, se a gente tem alguma limitação, é os nossos atos continuam sendo livres, né? Então, voltando lá, por exemplo, né? E ele falou assim, do do assassino, é o espírito do assassino e não o corpo que vai fazer isso. A pessoa que nasce com uma dificuldade de visão, mas consegue superar com outras, desenvolve outras habilidades que consegue superar e ter este livre-arbítrio também assegurado.

Portanto, o corpo não. Vai causar esse impedimento? E eu estou pensando aqui agora, imagina numa situação que a pessoa tem 11 paralisia, por exemplo, total, né? Que não consegue nem se comunicar, nem nada é. Eu penso que esse livre arbítrio ele fica tolhido, né? De alguma forma, se essa pessoa não conseguir expressar a sua vontade, então, em casos extremos, talvez só talvez, o corpo ele possa barrar ou dificultar bastante esse livro

arbítrio. E pensando melhor ainda, talvez este momento seja um momento para a reflexão, mesmo que a pessoa está passando nessa vida e que talvez o livre arbítrio IA só prejudicálo em suas escolhas, quem sabe pode ser 847. A aberração das faculdades tira ao homem o livre-arbítrio. Já não é senhor do seu pensamento aquele cuja inteligência se ache turbada por uma causa qualquer e desde então

já não tem Liberdade? Essa aberração constitui muitas vezes uma punição para o espírito que porventura tenha sido noutra existência, fugiu e orgulhoso ou tenha feito mau uso de suas faculdades. Pode esse espírito em tal caso, Renascer no corpo de um idiota como déspotano de um escravo e o mal rico de um mendigo? O espírito, porém, sofre por efeito desse constrangimento de que tem perfeita consciência. Está aí a ação da matéria. Gente, eu achei incrível.

Assim, eu não li antes e a resposta da minha pergunta vem na próxima, caramba. Gente, caramba, então, OK, quando tem essa aberração, a gente pode entender como limitação, né? Do corpo físico, que constitui uma punição, um momento, uma oportunidade de aprendizado e até para que esse espírito? É retome o caminho, né? Muito, muito claro. Acho que não tem nada pra falar. 848 servirá de desculpa aos atos reprováveis, o ser devida a embriaguez, a aberração das faculdades intelectuais.

Então se verá de desculpa a qualquer ato irreprovável que você fizer, por exemplo, dizer. É dizer, Ah, mas eu fiz isso porque o que eu estava bêbado, né? Aberração das faculdades intelectuais, você enche a cara, você meio que não tem ou se droga. Vai ter, então é desculpa. Ah, eu fiz um livre-arbítrio lá, mas assim eu não estava em mim, né? Então é, então, tem desculpa, né? Olha a resposta. Não, porque foi voluntariamente que o ébrio se privou da sua razão para satisfazer a paixões

brutais. Em vez de uma falta, comete 2. Olha que interessante, em vez de uma falta, comete 2. Então é duplamente, é escravável. Escusável, de indesculpável, né? 849 qual a faculdade predominante no homem em estado de selvageria? O instinto ou o livre-arbítrio? E a resposta, o instinto, o que não o impede de agir com inteira Liberdade no tocante acerta a

certas coisas. Mas aplica como a criança essa Liberdade às suas necessidades e ela se amplia com a inteligência conseguemente, tu que és mais esclarecido do que um selvagem, também és mais responsável pelo que fazes do que um selvagem, ou é pelos seus atos? Então é no seres menos evoluídos, os seres humanos mais em estado, salvo selvageria, o que é? Tem mais peso é a. O instinto. Mas dentro daquele limite que ele pode agir, da compreensão que ele pode agir.

Ainda assim, tem livre arbítrio. E a última pergunta de hoje, que é a 850, a posição social não constitui, às vezes para o homem, obstáculo, a inteira Liberdade de seus? Atos é fora de dúvida que o mundo tem suas exigências. Deus é justo e tudo leva em conta deixa-vos. Entretanto, a responsabilidade de nenhum esforço empregar disparo para vencer os obstáculos. Então, de novo não há desculpas, não há desculpas para o livre arbítrio que é relativo a nossa inteligência, a nossa evolução,

nossa condição. Então não é absoluto. Se você tiver um livre-arbítrio absoluto, eu duvido que você voe agora. Assim pense, vou voar e pronto. Não tem porquê. Nós estamos num planeta que não nos permite voar por conta própria, anão ser se multa no avião, enfim, qualquer coisa parecida. Então nós. O livre-arbítrio é relativo ao meio que a gente. Está aí a nossa inteligência e capacidade realmente de é interagir e agir.

Maravilha no próximo episódio, nós vamos falar sobre fatalidade, já que muita gente muito espírita Dora ficar sendo fatalista, né? Ah, isso não tem jeito, você está passando por isto porque você fez aquilo, você tem que passar por isso. Destino. Já ouviu falar? Ah, é destino, então, Hum, vamos conversar bem? Eu te espero até o próximo. Tchau.

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