Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos, estamos na terceira parte, no capítulo décimo que começamos na no episódio passado, que fala sobre a lei da Liberdade, e aí o tema de hoje é bem interessante, pois vem falar sobre a escravidão, né? Tem gente que nega que existiu escravidão. O Brasil foi o país que por mais tempo, se não me engano, 350
anos. Escravizou pessoas negras e com isso, nós temos uma dívida histórica e espiritual absurda. Vamos entender agora. Então, na pergunta 829 sobre o tema, haverá homens que estejam por natureza destinados a ser propriedades de outros homens? É contrária à lei de Deus ou da sujeição absoluta de um homem a outro homem? A escravidão é um abuso da força, desaparece com o progresso como gradativamente, desaparecerão todos os abusos.
E o comentário do Kardec é contrária à natureza, à lei humana que consagra a escravidão, pois que assemelha o homem a um oi irracional e o degrada física e moralmente. Olha que curioso, quando foi escrito 1856? O livro dos espíritos. Absurdamente, o Brasil ainda tinha escravidão, né? Que foi proclamada lá a lei Áurea, que começou a 1888 por aí.
Ou seja, nessa época já o espiritismo dizia assim, que a escravidão é contrária à lei de Deus, é um abuso da força que desaparecerá com o progresso, assim como todos os abusos desapareceram. Impossível, não é? 830 quando a escravidão faz parte dos costumes de um povo, são censuráveis os que dela aproveitam, embora só o façam conformando-se com o uso que lhes parece natural. Entendeu? A pergunta, né? Então, quando é rotina, é comum no povo, né? É? São censuráveis aqueles que o
praticam a escravidão. O mal é sempre o mal e não a sofisma que faça se torne boa. Armação, má a responsabilidade, porém, do mal é relativa aos meios de que o homem disponha para compreendêlo aquele que tira proveito da lei da escravidão é sempre culpado de viola? C cedilha maiúsculo, ó da lei da natureza.
Mas aí, como em tudo, a culpabilidade é relativa, tendo se a escravidão introduzido nos costumes de certos povos possível se tornou o quê de boa fé, o homem se aproveitasse dela como de uma coisa que lhe parecia natural, entretanto. Desde que mais desenvolvida, aí sobretudo esclarecida pelas luzes do cristianismo, sua razão lhe mostrou que o escravo era um seu igual perante Deus. Nenhuma desculpa, mas ele tem. Olha, lamento, pode ser que seja uma culpabilidade menor, mas é
culpado sim, né? Todo mundo sempre soube. Ah, mas a sociedade é escrava escravocrata. Desde quando eu nasci, até quando eu morri por 23 vidas. Então mas jura que você sabia que você tinha certeza que isso era um dom de Deus, era um presente de Deus que era normal esse tipo de coisa não, ninguém. Todo mundo sabe que não é normal, não é? Então sim, todo mundo foi culpado, quantos de nós, encarnados naquela época, fomos? Escravizar nossos irmãos. E quantos de nós naquela época
fomos escravos também? Então não tem jeito. É uma coisa errada, pronto, e acabou 831. A desigualdade natural das aptidões não coloca certas raças humanas sob a dependência das raças mais inteligentes? Sim, mas para que estas as eleições não para, em abrir o tercelas ainda mais pela escravização.
Durante longo tempo os homens coincide raram certas raças humanas, como animais de trabalho munidos de braços e mãos, e se julgaram com o direito de vender os dessas raças como bestas de carga consideram se. De sangue mais puros, que assim procedem. Insensatos nada vence, não a matéria mais ou menos puro não é o sangue, porém o espírito. Outra coisa muito, muito, muito Clara que deixa, né? O espiritismo, lembrando que, quando foi escrito, havia escravidão.
Ainda no Brasil, vamos praticamente o último país a. Terminar com este esse disparate, esse absurdo, né? Então, o espiritismo desde sempre se posicionou muito claramente. Que existem raças mais adiantadas, raças menos adiantadas, e nós não estamos falando é de uma raça em si, seja ela negra, amarela, seja o que for, né? O que o homem tem? EE, assim como, por exemplo, aos animais. O que o homem cumpre fazer, né? Raça humana? Cumpre fazer é conduzir, é ajudar e não explorar.
Então a gente parou de fazer isso com os. Humanos, mas continua fazendo isso com os animais. E aí, você acha que nós somos culpados ou dizer assim não? Mas desde quando eu nasci, eu como carne, eu me aproveito com os mais, porque Deus deixou assim. Então as pessoas pensavam isso também dos. Dos negros? Era, certo? É meio esquisito, mas a gente precisa começar a pensar muito
nisso, né? A gente parou uma certa escravidão, mas continua com outro tipo de escravidão, com seres que não são humanos, mas são seres vivos, muito especiais. E a última pergunta de hoje há, no entanto, homens que tratam seus escravos com humanidade? Isso é para doer, que não deixam lhes falte nada e acreditam que a Liberdade os esporia a maiores privações.
Que dizeis disso? Digo que esses compreendem melhor os seus interesses, igual cuidado dispensão aos seus bois e cavalos, para que obtenha um bom preço no mercado. Não são tão culpados como os que maltratam os escravos, mas nem por isso deixam de dispor deles como de uma mercadoria, privando os do direito de se pertence à área MA si mesmos. Ou seja, não adianta nada ser bonzinho e se preocupar.
A gente vê hoje em dia absurdamente muitas descobertas de senhoras, já que foram mantidas com como trabalho escravo, trancadas em casas de família durante 3040 anos. Gente que é que é isso que que é isso? Não é? Então não tem, não tem o que se falar, não tem o que se dizer. A escravidão foi um erro grosseiro. É, e até hoje a gente colhe consequência desse erro. Por exemplo, as políticas de
cotas são uma. É uma dívida que nós temos para com o povo negro, que quando houve a libertação dos escravos cheios de aspas nisso, foram jogados para escanteio jogados. Nos arredores das cidades, não tinha lugar nenhum para morar, nem para trabalhar nem para nada e a gente colhe uma desigualdade social absurda. Graças a exatamente isso. Então, todas as políticas de cotas raciais que nós pudermos. Diz, eu acho que são muito poucas ainda não pagam essa dívida de 350 anos de escravidão.
Beleza? No próximo é episódio. Nós vamos falar sobre Liberdade, de pensar eu te espero como sempre, até lá.
