Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos, onde tudo começou em 1857? É com perguntas fantásticas, elaboradas pelo nosso querido professor rivaleu, ou Allan Kardec, respostas obtidas por inúmeras comunicações com inúmeros médiuns e inúmeros espíritos. Nós estamos na terceira parte no. Nono capítulo. Que fala da lei de igualdade. Hoje nós vamos descobrir. Será que a gente é igual também no túmulo?
É Ou Não É? Vamos descobrir aí, ó 823 donde nasce o desejo que o homem sente de perpetuar sua memória por meio de monumentos fúnebres, o. Último ato de orgulho. Eu. Adoro porque os espíritos. Eles são, dá umas pancadinhas assim bem gostosa, porque estes essas homenagens fúnebres ou. É como que chama? Eu esqueci o nome daquelas casinha, aquelas coisas inababesca que faz assim os jazigos, et cetera e tal, umas
capelinhas, et cetera. Quem tem mais dinheiro faz isso, então isso daí é só proveniente do orgulho, mas. Assuntuosidade dos monumentos fúnebres, não é antes de vida, as mais das vezes aos parentes do defunto que lhe querem honrar a memória do que é o próprio defunto. Então assim está dizendo assim, mas a culpa disso? A responsabilidade disso não é dos parentes que estão querendo impressionar, porque são eles que ficaram, né?
E não do defunto em si. Orgulho dos parentes desejosos de se glorificarem a si mesmos, nem. Pelo morto que se fazem todas essas demonstrações, elas são feitas por amor próprio para o mundo, bem como por ostentação de Riqueza. Supõem-se porventura que a lembrança de um ser querido dure menos no coração do pobre que não lhe pode colocar sobre o túmulo, senão uma singela flor? Supõe se que mármore salva do esquecimento aquele que na Terra foi inútil. Bem simples, né?
Eu acho que é bem simples da gente entender que é orgulho de quem fica, é porque o túmulo não é pro defunto e sim para quem vai lá visitar. Por isso que eu sou a favor aí da cremação, que acho que até ecologicamente mais correto do que ficar enterrando e construindo coisas, jogando dinheiro na lata do lixo, nesse sentido, por mais merecimento que a pessoa falecida tenha. Para mim, me parece isso inútil, até mesmo é a questão de visitar o cemitério, já que lá, né não
está mais a pessoa. Sim, os despojos mortais dela. Para mim, Evandro não faz muito sentido, mas, enfim, isso é do íntimo de cada 1824 reprovares. Então, de modo absoluto, a pompa dos funerais, não. Quando se tenha em vista um rara memória de um homem de bem, é justo e de bom exemplo. Então, às vezes tem funeral, num tem pompa num funeral de alguém que foi significante, né? Para a sociedade, et cetera e tal, não só por causa do dinheiro, aí é diferente, ó
Kardec, diz. O túmulo não é o ponto de reunir. Todos os homens aí terminou inelutavelmente todas as distinções humanas envol tenta o rico perpetuar a sua memória, mandando erigir faustosos monumentos, o tempos destruirá como lhe consumirá o corpo. Assim o quer a natureza menos perecível do que o seu túmulo será a lembrança de suas ações, boas e más, a pompa dos funerais não limpará das suas torpezas, nem o fará subir um degrau que seja na hierarquia espiritual. Simples assim, né não?
Não adianta querer é fazer. Se a pessoa foi boa ou se ela não foi boa, você vai fazer um funeral pomposo, né? Com cerimónias e com levantar. Levantar e construções e nababescas maravilhosas só para impressionar as pessoas. Se de nada adianta, continua sendo do orgulho apenas do
orgulho e do egoísmo. Legal, gente, e com isso nós encerramos esse capítulo nono, que fala da lei da igualdade, Liberdade. Igualdade, fraternidade são os 3 que os 3 episódios anteriores a minha cabeça de abobrinha não lembrou isso. Ótimo para lembrar das coisas, sabe? Então, no próximo episódio, nós vamos começar um outro capítulo delicioso que vem falar sobre da lei de Liberdade, eu te espero como sempre. Obrigado por ter seguido até aqui desde sempre.
Seus comentários que eu leio com o maior prazer do mundo e até o próximo programa. Tchau.
