O livro dos Espíritos [Ep114] Assassínio (746-751) - podcast episode cover

O livro dos Espíritos [Ep114] Assassínio (746-751)

May 22, 20237 minSeason 2Ep. 114
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Transcript

Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos. Estamos no capítulo. Sexto da terceira parte, falando sobre a lei da destruição. E hoje nós vamos ver o assunto assassínio, então vamos lá, 746 é crime aos olhos de Deus, o assassino grande crime, pois que aquele que tira a vida ao seu semelhante, cortar o fio de uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal, claro, não poderia ser diferente.

Os espíritos vêm confirmarem aquilo que a gente sabe e que as nossas leis, né, tem como é? Padrão a punição no mundo inteiro, OK? 74 cetera sempre do mesmo grau, a culpabilidade, em todos os casos de assassino. Já o temos dito, Deus é justo, julga mais pela intenção do que pelo fato. Então, claro, e a gente sabe que não tem só uma forma de matar, né? É de de você matar uma pessoa, tem outras formas, mas o que é julgado pela justiça divina é especialmente a intenção, né?

748 em caso de legítima defesa. Deus, desculpa o assassino. Só a necessidade pode escusar, mas desde que o agredido possa preservar sua vida sem atentar contra de seu agressor, deve fazê-lo. Aí a gente entra na lei de de auto preservação, não é? Quando você está em risco de vida, você vai morrer, você tem que escolher entre morrer ou matar. É, não é a sua intenção tirar a vida de alguém, mas instintivamente a preservação da nossa vida vem antes de qualquer coisa.

Não significa, não significa que por isso é está de boas vocês sair armado por aí, dando tiro no primeiro. Um assaltante que às vezes quer levar o seu celular e mais nada e você mata ele. Se não é legitima defesa, não entra nisso aqui. Aliás, a gente armado me lembra a lei do mais forte lei de selva. A gente volta para a barbárie. Não faz sentido nenhum. 749, tem o homem culpa dos assassinos que pratica durante a guerra. Olha que pergunta interessante, não?

Quando constrangido pela força, mas é culpado das crueldades que cometa, sendo-lhe também levado em conta o sentimento de humanidade com que proceda gente que é pergunta difícil, né? Na guerra? Aí o soldado mata um outro soldado, geralmente em defesa, ou porque está cumprindo ordens, tem culpa por ser assassino. Então tudo é muito relativo, até intenção ou se tem, né, que que eles falam aqui, ó?

É não quando constrangido pela força, mas é culpado das crueldades que cometa, sendo-lhe levado em conta também o sentimento de humanidade. Ou seja, não é almoço grátis. É uma situação horrorosa. A guerra é um erro do começo ao fim e quem está nela também está implicado. Aí em em fazer a sua existência, anda para trás, não anda para trás, mas estacionar fazendo coisas que jamais, de outra maneira teria. É feito, não é?

Então, coisa difícil. 750, qual o mais condenável aos olhos de Deus, o parricídio ou infanticídio, parricídio, a matar os pais não me engano infanticídio é matar os filhos. A resposta? Ambos os são igualmente, porque todo crime é um crime, portanto não tem coisa mais leve, né? Vamos, vamos combinar que há o que que é? É é mais ofensiva, é mais. Pecado ou se a gente acreditasse em pecado, né? O que que é mais ofensivo a Deus, você matar os seus filhos ou os filhos?

Matar o pai, nem uma coisa nem outra. Você pode matar um estranho é, está tudo na mesma e a última pergunta, como se explica que entre alguns povos já adiantado sob o ponto de vista intelectual, um infanticídio seja um costume aqui doido esteja consagrado pela legislação, o desenvolvimento intelectual não implica a necessidade do bem, um espírito superior, inteligência pode ser mal, isso se dá com aquele que muito tem vivido, sem se

melhorar. Apenas, sabe, então eu acho que ele está falando aqui do aborto, não é? É seja um costume esteja contra, consagrado pela legislação, alguns países o aborto não é criminalizado. É muito diferente você ser a favor do aborto. Acho que ninguém é a favor do aborto, não é? Não tem ninguém que defenda o aborto e sim, defenda. AA não criminalização da mulher que comete este ato, que que tem

essa? Essa, essa atitude que em si já é uma auto condenação pro resto da vida, vai se sentir culpado, vai se sentir péssimo com isso. Enfim, uma questão muito complicada, não é o caso, mas aqui está dizendo que uma sociedade pode ter até ser até muito desenvolvida, mas um. Um desenvolvimento intelectual, não necessariamente do bem, um espírito superior. Inteligência pode ser mau se a gente já sabe, não é? É que a evolução moral caminha e a evolução intelectual caminha de outro ponto.

Às vezes, a moral é maior, às vezes intelectual é maior o ideal que a gente consiga levá-las. Ambas juntas não é beleza. No próximo episódio, nós vamos falar sobre crueldade. Eu te espero como sempre. Obrigado por ter assistido e até mais tchau.

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