Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos, a obra fundamental que deu origem a doutrina espírita. Nós vamos começar um capítulo novo da terceira parte, o capítulo sexto, que trata da lei da d destruição aqui, que será isso? Jindo céu, então vamos sem demora aqui, olha só, hoje nós vamos falar sobre destruição necessária e destruição abusiva. Então, começando a questão 728 é da lei da natureza, a
destruição. Olha que forte isso. Preciso é que tudo se destrua para Renascer e se regenerar. Porque o que chamais destruição não passa de uma transformação que tem. Por fim, a renovação e melhoria dos seres vivos. Você já parou para pensar nisso? Que a lei da destruição é uma lei divina, uma lei natural, e ela é necessária para que o mundo se renove. E nós estamos falando de todas as coisas e todos os seres.
Também. Então, a sub pergunta aí é um instinto de destruição teria sido dado aos seres vivos, por desígnios, providenciais, as criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos fins que objetiva, para se alimentarem os seres vivos, reciprocamente, se destroem. Destruição esta que obedece a um duplo fim, manutenção do equilíbrio na reprodução, que poderia tornar-se excessiva e utilização dos despojos do invólucro exterior que sofre a
destruição. Esse invólucro é simples acessório e não a parte essencial do ser pensante. A parte essencial é o princípio inteligente que não se pode destruir e se elabora nas metamorfoses diversas por que passa. E a gente começa a entender, né? Como lei natural, essa lei da destruição. Os animais para se alimentarem e para que não haja uma procriação excessiva se destrói, mas é. Dizem aqui, né?
Reforçam claramente que. O que se destrói a corpo físico e não o princípio inteligente que esse continua para sempre. 729 se a Regeneração dos seres se faz. SA Regeneração dos seres faz desnecessária a destruição, porque o seca, natureza de meios de preservação e de conservação, a fim de que a destruição não se dê antes de tempo. Toda destruição antecipada obsta ao desenvolvimento do princípio inteligente. Por isso foi que Deus fez que cada ser experimentasse a necessidade de viver e de se
reproduzir. Você entendeu? A pergunta, hã? Tá, então, já que. É natural a lei da destruição, por que que? Por que que um? 11, viado corre, por exemplo, do leão. O leão vem deixa comer porque aí está na lei de conservação, né? Que a gente tem que passar por essas experiências e não se entregar. Então, por isso que tem a lei de conservação, que agem conjuntamente com a lei de destruição e assim há um
equilíbrio, né? Universal 730, uma vez que a morte nos suas passaram uma vida melhor, nos livra dos males dessa sendo, pois mais de desejar do que de Temer, porque ele tem o homem instintivamente, tal horror. Que ela ali é sempre motivo de apreensão. Já dissemos que o homem deve procurar prolongar a vida para cumprir a sua tarefa. Tal motivo, por que Deus? Ele deu o instinto de conservação, instinto que o sustenta nas provas, anão ser assim.
Ele muito frequentemente se entregaria ao desânimo. A voz íntima que o induza repelir a morte lhe diz que ainda pode realizar alguma coisa pelo seu Progresso, a ameaça de um perigo constitui aviso para que se aproveite da dilação que Deus lhe concede, mas ingrato. O homem rende graças mais vezes a sua Estrela do que ao seu criador. Então você entendeu a pergunta, né? Já que a gente sabe que a morte não é, é um. Vai ser uma benção, uma vida até melhor do que a gente.
AA vida física aqui, porque que a gente não se entrega? Então vou morrer, né? Primeiro que tem a lei de conservação, não é? E que. Essa lei de conservação nos estimula a estarmos vivos, a nos alimentarmos a evoluirmos e aprendemos. Porque quanto mais a gente aprender nessa vida, quando a gente voltar para a vida espiritual, melhor para nós, entende? Se não a gente ia nascer, anão quero comer, morre de fome e trava todo o sistema, entende?
Não, não é por isso, 731, porque ao lado dos meios de conservação, colocou a natureza, os agentes da destruição é o remédio ao lado do mal. Já dissemos para manter o equilíbrio e servir de contrapeso. Você percebe que é uma Harmonia infinita, né? Porque se não houvesse a destruição. Quando a gente vê um vulcão. Que é aquele desastre, né? Vai consumir, incendiar? É uma grande parte.
Às vezes a gente está vendo em algumas cidades, destruindo parte da cidade ou a cidade inteira matando animais, matando pessoas, et cetera e tal. A gente se esquece que. A Terra depois. É dessa Lava? Depois de um tempo, é a Terra mais frutífera, Terra mais especial que pode ter no planeta, e aí a natureza vem, exuberante, entende que é um equilíbrio. É um mecanismo que mantém tudo em equilíbrio, porque, se não,
como é que seria? Se todo mundo vivesse para sempre, a gente nem teria lugar para caber no planeta, nossos animais e tudo mais não caberia mais, né? Então, a lei de destruição é uma lei que garante o equilíbrio junto com todas as outras vezes, sendo uma lei divina, 732 será idêntica em todos os mundos. A necessidade da destruição. Guarda proporções com o estado mais ou menos material dos
mundos. Cessa quando o físico e o moral se acham mais depo RA 12 muito diversas são as condições de existência nos mundos mais adiantado do que o vosso. Então em mundos mais adiantados em mundos superiores, essa lei de destruição não precisa mais não ter mais. Porque o nível de materialização é muito menor, não é? E aqui fica muito mais claro que para os essa, quando o físico e
o moral se acham mais depurados. E guarda proporção é mais ou menos material de acordo com os mundos, portanto, a evolução é que a gente vá para mundos mais evoluídos que a gente nem precisa ter uma alimentação é? Direito que temos, precisamos destruir para alimentar. Vem muito mais pelo ar, pela luz e outros métodos, e também não existe mais o desencarne, a morte do corpo físico, os mundos felizes são assim, não tem mais morte também, não tem mais nascimento.
Entendi então, mas criança a gente vai ter, vai chegar num mundo em que? É, a gente só tenta imaginar alguma coisa, mas vai ser uma coisa muito diferente do que a gente está acostumado. Mas infinitamente melhor é, pode ter certeza disso? 733 entre os homens da Terra, existirá sempre a necessidade da destruição. Essa necessidade se enfraqueceu no homem à medida que o espírito sobrepuja matéria. Assim, aqui, como podeis observar, o horror à destruição cresce com o desenvolvimento
intelectual e moral. Quanto, quanto mais a gente tiver desenvolvimento intelectual e moral, mais repúdio nós teremos a destruição. Querer, vamos querer mais construir do que destruir, não é? E aí entra também na alimentação animal. A gente vai buscar uma alimentação mais equilibrada, com menos sacrifícios animais, por exemplo, ou nenhum sacrifício animal, tecnologia.
A gente já tem para não precisar comer absolutamente nada de origem animal, a gente consegue reproduzir tudo isso, basta chegarmos no interesse econômico disso e quando todas as pessoas se alinharem a este objetivo, naturalmente o mercado, o mundo vai seguir. Esse. Esse caminho 734. Em seu estado atual, tem o homem direito ilimitado de destruição sobre os animais. Olha que interessante, tal direito se acha regulado pela necessidade que ele tem de prover ao seu sustento e a sua
segurança. O abuso jamais constituiu direito, pois é, mas a gente chegou num ponto que é puro abuso, que que é esse.eu. Já falei da vez passada, né? É que a indústria. Para o nosso satisfazer, o nosso paladar de mesa de de, né? Ai que delícia o churrasquinho, etc e tal. Não mede esforços para
sacrificar os animais, então. Criam nos em gaiolas, em vidas horríveis, sem nenhuma dignidade, sem nenhum direito, simplesmente como pedaços de carne em crescimento e são seres conscientes, emocionais e sentem tudo isso. Então, o que a gente tem feito que a indústria tem feito hoje para saciar a nossa fome do lado de cá?
Então não é só a indústria que tem responsabilidade de cada um de nós, tem também é abuso, muito diferente do tempo do do vô e da vó, que vivia no sítio, criava uma galinha que de vez em quando, no almoço, não era todo dia. De vez em quando, matava uma para comer, entende? Não tem nada a ver, e elas eram criadas soltas, tinham uma vida muito feliz, et cetera e tal. Nada a ver com hoje.
Que é, eles matam os pintinhos que não são, sei lá do padrão que eles querem, eles moem esses pintinhos e dão de comida para as próprias galinhas que vão ser criadas dentro de uma galinha desse tamanho que elas não conseguem se virar dentro da gaiolinha. O que que é isso? Abuso temos necessidade disso? Não, absolutamente não. Só que a gente precisa ter consciência desse momento que
estamos vivendo para fazer escolhas corretas. 735 que se deve pensar da destruição quando ultrapassa os limites que as necessidades e a segurança atração da caça, por exemplo. No No objetivo, assinam o prazer de destruir sem utilidade atenção cacs. Que é o nome pra pra barbare né que nós estamos vivendo aí, cacs, caçadores, atiradores e colecionadores, Oo povo que gosta da violência, que gosta da arma, que gosta de matar. Atenção.
Olha a resposta dos espíritos. Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual, toda a destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais só destroem para satisfação de suas necessidades, enquanto o homem, dotado de livre arbítrio, destrói sem necessidade, terá que prestar contas do abuso da Liberdade que lhe foi concedida, pois isso significa que cede aos maus
instintos. Ai, ai, ai, e aí entra junto, caça, entra, pesca, você precisa pescar. Você precisa ai, eu vou num pesque-pague, eu pego o peixe, depois o jogo de volta. Jura que você ficaria feliz? Se você tivesse com fome, aí aparecesse um anzol, você mordia, se anzol para matar sua fome, aí te puxava para fora,
você estava quase morrendo. É com falta de ar ou com falta de água e de repente te machucam, te rasgam a boca e te joga de volta para ser se ficar sofrendo aí muitos dias e às vezes nem resistir por causa desses ferimentos. Por esporte? Jura? A gente pescaria é esporte. Caça é esporte. Desculpa, isso é barbárie, a barbárie, a predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Qual o caminho que você quer? Ficar, evoluir.
Né? Emocionalmente, é espiritualmente ou sequer se aproximar da barbárie? Continua fazendo isso que talvez a Terra não será mais a sua casa na próxima encarnação, você vai para o mundo que você vai ter que caçar para comer. Não vai ter mais um supermercado na prateleira lá comodamente te esperando. Não é? Precisamos ficar atentos a isso. Não são costumes. Hã, porque é tradição, então eu vou fazer. Não. Tradição não significa que está correto.
Significa que foi feito por muito tempo, mas nós temos a Liberdade, não é para que possamos quebrar essa tal tradição. Costumes ridículos a farra do boi, costume ridículo, bestial Rodeio, costume ridículo, bestial. Causar sofrimentos, animais sem precisar faz o Rodeio, faz a festa, faz a os shows faz tudo, ninguém está importando se tem boi pulando ou não. Gente para com isso. Para com isso há, mas é o sustento de um Monte de gente. Está, vai mudando, tudo vai
mudando na vida. Não justifica. Você é. Conservar um costume a então é charrete. Isso é discussão de tudo quanto é cidade, né? É. Não pode tirar charrete, puxar heterose é? Vão ficar sem o que fazer, não ensine ele eles a fazerem outra coisa. Para botar uma motinha com, com um negocinho para puxar as cargas que puxavam, não precisa mais sacrificar um cavalo, deixar ele morrer de tanto de
tanto sacrifício. Há, mas cuida bem, não me interessa se você fosse um cavalo, você ia querer passar o dia inteiro puxando carga, um burro de carga. E tantas outras, é sacrifícios animais que a gente faz em nome da tal tradição. Vamos pensar assim, se a gente quiser evoluir, nós temos que pensar, né? Temos que mudar o nosso jeito de ser. E por fim, a. A última pergunta aqui, 736 especial merecimento. Terão os povos? Que levam ao excesso o escrúpulo quanto a destruição dos animais.
Esse excesso no tocante a um sentimento louvável em si mesmo, se torna abusivo e o seu merecimento fica neutralizado por abusos de muitas outras espécies. Entre tais povos há mais temor supersticioso do que verdadeira bondade. Eu acho que ele está se referindo aqui aos indianos, por exemplo, que tenham um excesso.
É quando se diz respeito a vaca, a vaca é um animal sagrado, ninguém pode fazer nada, ela pode andar onde ela quiser, aprontar o que quiser e ninguém tem autorização de fazer nada. Isso é supersticioso. Porque comem todos os outros, só a vaca que tem essa garantia de divindade, os outros não. Portanto, hipocrisia fica a é costume a religioso, a cultura
de um povo. Beleza não significa que porque a cultura, costume e religião esteja certo, precisamos começar a questionar primeiro tudo o que fazemos, o modo que vivemos, o jeito que a gente vive, será que a gente vive de um modo sustentável para o planeta? A resposta já é não, porque a gente precisaria de uns 45 planeta para aguentar essa sanha que a gente tem por tudo. Consumir produto eletrônico sem parar e aí o lixo que isso se torna não reciclará SUS os
materiais, né? Consumir em excesso os recursos naturais, a água é finito, 1 hora vai acabar, demora, mas vai chegar. Então a gente se questiona e muda a atitude. Hoje a gente não vai conseguir evoluir moralmente espiritualmente, nem tecnologicamente. Se a gente continuar com os costumes do passado, vamos romper com os costumes e fazer o que é certo, por ser certo. Não, porque a tradição está bem. No próximo episódio. Vamos continuar, né?
AO estudo da lei da destruição falar especificamente sobre flagelos destruidores, como sempre, eu te espero até lá, tchau.
