Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos que foi organizado pelo nosso querido Kardec, mas que teve a colaboração de milhares de espíritos, milhares de médiuns, milhares de pessoas ponderando logicamente e reunindo estas respostas maravilhosas, instruções dos espíritos. Nós estamos no capítulo da lei de conservação. E hoje nós vamos.
A gente falou nos episódios anteriores, bastante sobre necessário, supérfluo, que a natureza nos dá o necessário, mas não o supérfluo. Supérfluo é cobra 11. Preço muito alto, né? Que a destruição do próprio planeta. Mas o que que é necessário, que que é supérfluo? Vamos então acompanhar as perguntas 715 como pode o homem conhecer o limite do necessário, aquele que é ponderado, conhece por intuição? Muito sorte ganha conhecê-lo por experiência e a sua própria
custa. Então, quem é ponderado sabe o que que é o limite do necessário. Tem gente que não tem limite. É aquele ganancioso que nunca. Nada é o bastante, né? 716 mediante a organização que nos deu, nutra sua natureza. O limite das nossas necessidades, sem dúvida. Mas o homem é insaciável. Por meio da organiza c cedilha maiúsculo, aqui lhe deu a natureza. Ele traçou o limite das necessidades, porém os vícios de alteraram. A Constituição lhe criaram necessidades que não são reais.
O Zezinho não sabe falar organização, né? Enfim. Então, por meio da organização que lhe deu a natureza, lhe traçou os limites das necessidades. Só que os vícios, a ganância, nos faz ignorar esses limites. Vamos trazer para 11 causo bem comum. Você gosta muito de uma comida, pensei numa comida que você adora de paixão. Aí você está com uma fominha. Qual é a sua necessidade? É saciar a sua fome, aquilo que o seu corpo precisa para ficar aí por um a bateria que recarrega para ficar por um
tempo. Só que é uma comida que você gosta muito. Você passa da sua necessidade e vai pro abuso. O abuso é o supérfluo, você come muito mais do que deveria, muito mais até que cabe no seu estômago. Quais são as consequências? Se fosse da necessidade, tudo bem, seu corpo funcionaria normal. Você não desenvolveria a doença. Estava tudo certo quando você passa. Da necessidade e passa para parte do supérflua que, neste exemplo, bem tosco da alimentação de todos nós, e a
gente faz isso, exagera. Vai passar mal, vai ter que tomar remédio depois, isso vai causar um pico glicêmico. Isso vai acumular gordura nas carótida, como eu tenho e tudo mais. Entendi então essa diferença aqui até o necessário. Beleza, tudo dá certo a partir do supérfluo, tudo anda para trás, começa a cobrar um preço.
717 que se que se há de pensar dos que as a açambarcam os bens da Terra para se proporcionarem o supérfluo, com prejuízo daqueles a quem falta o necessário, olvidam a lei de Deus e terão que responder pelas privações que houverem causado aos outros. E tra. Agora voltou açambarcam deve ser assim, aqueles que exorbitam os bens da Terra, aqueles que. Exploram mais do que deveriam para proporcionar o supérfluo, com prejuízo daqueles que precisam do necessário. Isso tem um nome muito comum,
chama capitalismo. Se acumula muito para poucos e deixam muitos sem. Ou com muito pouco? Não é? É a injustiça, a desigualdade social. E isso tem uma punição, esquecem a lei de Deus e terão que responder pelas privações que causarem aos outros. Ai, que que tem? Eu tenho um trabalho honesto, eu ganho dinheiro. E não tem nada de mais, isso é ser legal, isso é ser cristão. Então como é que você ganha o seu dinheiro? É explorando o trabalho do outro.
Há, mas eu pago o justo. Eu pago que se paga no mercado. Quem disse que o mercado é justo? Você que é empresário. Você tem 20. Trabalhadores, você não está fazendo bem para eles, você está comprando a hora de trabalho deles, tá? Então vamos parar com esse negócio que o empresário é um santinho, que é o bonzinho, que dá emprego e gera a Felicidade. Não você está comprando uma força de trabalho. Se você, empresário, tivesse que fazer tudo sozinho, você teria a mesma empresa? Não, né?
Óbvio que não agora. O quanto você paga para este seus funcionários? E o quanto você lucra? É equivalente. Porque o ideal seria que fosse dividido percentual não é? Você tem os seus investimentos, então, obviamente você vai ter um percentual maior. Mas a divisão dos lucros vai ocorrer, que a empresa faz isso. Então você está sendo capitalista, e você está sendo responsável pela vida de cada um que está trabalhando, está
dedicando a vida para você? Então, o maior beneficiado é você e não o seu empregado, seu trabalhador. Você está pagando muito mal. O salário daqueles que constroem a sua Fortuna. Neste exemplo, eu descrevi o que que é o capitalismo? Entendi. Então quem está ganhando muito dinheiro em cima do trabalho dos outros. É responsável e ter é terá que responder a isso. É responsável pela distribuição desigual de renda e terá que responder a isso.
Então, olhe como é importante, não é como o espiritismo vem nos trazer essa visão ampla sobre o que estamos fazendo aqui e como estamos fazendo? E tem uma nota do Kardec aqui, ó, nada tem de absoluto o limite entre o necessário e o supérfluo. A civilização criou necessidades que o selvagem desconhece, os espíritos que ditarão os preceitos acima não pretendem que o homem civilizado deva viver como selvagem. Tudo é relativo, cabendo a
razão, regrar as coisas. A civilização desenvolve o senso moral e, ao mesmo tempo, o sentimento de Caridade que leva os homens a se prestarem mútua. Sou eu, os que vivem à custa das privações dos outros, exploram em seu proveito os benefícios da civilização. Desta tem apenas o verniz, como muitos aqui da religião só tem a máscara muito bem, muito bem. Kardec como sempre. Salutar, não é mesmo?
Hoje nós terminamos o estudo nos no próximo encontro vamos falar sobre privações voluntárias e modificações. Eu te espero como sempre, muito obrigado pela sua presença até a próxima. Tchau.
