Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o livro dos espíritos. Nós estamos na parte terceira, no quinto capítulo, que trata das leis de conservação e hoje nós vamos falar sobre gozo dos bens terrenos, então vamos lá, pergunta 711. O uso dos bens da Terra é um direito de todos os homens. Esse direito é consequente da necessidade de viver.
Deus não imporia um dever sem dar ao homem o meio de cumpri-lo, então, sim, é um direito do homem gozar os bens da Terra. Não extrapolar, né? Mas enfim, 712 com que fim, pois Deus, atrativos no gozo dos bens materiais para instigar o homem ao cumprimento da sua missão e para experimentá-lo por meio da tentação. E qual o objetivo? Dessa? Tentação, a resposta desenvolver-lhe a razão que deve
preservá-lo dos excessos. Olha a nota do Kardec, se o homem só fosse instigado a usar dos bens terrenos pela utilidade que tem sua indiferença, houvera talvez comprometido a Harmonia do universo. Deus imprimiu a esse uso atrativo do prazer, porque assim é o homem impelido ao cumprimento dos desígnios providenciais. Além disso, porém, dando aquele uso esse atrativo, quis Deus também experimentar o homem por meio da tentação que o arrasta para o abuso de que deve a razão defendê-lo.
Traduzindo, a gente está aqui tudo para aprender. Portanto tem essas tentações dos excessos e não sei que para que a gente aprenda, não é para que a gente se desenvolva. Se fosse tudo dado que nem naquela visão linda do Paraíso que tem, por exemplo, Na Na gênese bíblica, é judaica. Que tudo estava na mão. Assim que você precisasse, estava tudo na sua mão. Você comia sem precisar
trabalhar, et cetera. E tal desenvolvimento que a gente teria nenhum, portanto, vai é. É natural que a gente esteja aqui para aprender. E nós estamos tentações e temos as decisões que tomemos, né? Que a gente possa caminhar da melhor maneira possível. 713 traçou a natureza. Limites aos gozos, traçou para vos indicar o limite do necessário, mas pelos SOS excessos, chegais a saciedade vos punis a vós mesmos, pelos vossos excessos do Zezinho, tá conseguindo ler direito, então,
sim. Da natureza, traçou os limites. Olha, até aqui, vocês podem explorar daqui para frente, não. Pelo jeito a gente não entendeu, não é? Vai pesquisar sobre é que socialismo vai pesquisar sobre o que está acontecendo com a natureza. Nós já passamos do limite. Nós temos que regredir quando a gente passa do limite, a natureza responde e começa a expurgar aquele que está prejudicando o planeta.
Terra não vai morrer. Nós não vamos conseguir aniquilar o que a gente vai conseguir ser aniquilado pelo planeta Terra. Se continuarmos do jeito que estamos, então a natureza é sempre sábia e soberana. 714 que se deve pensar do homem que procura nos excessos de todo gênero o requinte dos gozo, pobre criatura mais digna de lástima que de inveja. Pois bem perto está da morte. Então a gente sabe que tudo que é excesso seja a coisa mais gostosa do mundo. É prejudicial a saúde é
prejudicial, psicológico, né? É prejudicial. Então não tem jeito. E aí tem uma sub pergunta perto da morte física ou da morte moral?
Porque ele falou? Pois bem, perto está da morte de ambas, o homem que procura nos excessos de todo gênero o requinte do gozo, coloca-se abaixo do bruto, pois que este sabe deter-se quando satisfeita, a sua necessidade, abdica da razão que Deus lhe deu por guia e quanto maiores forem seus excessos, tanto maior preponderância conferia lhe a sua natureza animal sobre a sua natureza espiritual.
As doenças, as enfermidades e ainda a morte que resultam do abuso são, ao mesmo tempo, o castigo, a transgressão da lei de Deus. Mas, claro, impossível, né? Que diz. Então é isso. Hoje nós estudamos esse tema no próximo. Continuaremos no mesmo capítulo, estudando o necessário supérfluo, já que foi falado muito sobre necessário e supérfluo. O que seria isso? Vamos descobrir juntos. Eu te espero até o próximo. Tchau.
