Olá, minha amiga, olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bem -vindos a mais um episódio onde estudamos o Evangelho segundo o Espiritismo. Nós estamos concluindo o capítulo quinto, bem -aventurados os aflitos, e temos uma série, muitas mensagens que são chamadas de instruções, doze espíritos, onde as psicografias vem dizer daquilo que foi estudado o capítulo. Hoje nós vamos estudar uma dessas psicografias chamada
o mal e o remédio. Então, sem demora, vamos para o texto de hoje. Querido experimentar -vos, homens Dar -se -a não reconheçais o poder do Vosso Senhor, senão, quando Ele vos haja curado as chagas do corpo e coroado de beatitude e ventura os Vosso dias. Dar -se -a não reconheçais o Seu amor, senão quando vos tem adornado o corpo de todas as glórias e liagem restituído o brilho e a
brancura. Imita -e aquele que vos foi dado para exemplo, tendo chegado ao último grau da abjeção e da miséria, deitado sobre uma estremeira, disse -lhe, Joa Deus, Senhor, conheci todos os deleitos da opulência e me reduziste -se a mais absoluta miséria. Obrigado, Obrigado, meu Deus, por haver desquerido experimentar o Vosso Servo até quando os Vosso Olhares se deterão nos horizontes que a morte
limita. Quando, afinal, Vosso alma se decidirá a lançar -se para além dos limites de um túmulo. Houve seis de chorar e sofrer a vida inteira, que seria isso, a par da eterna glória reservada ao que tenha sofrido a prova com fé, amor e resignação. Buscar consolações para os Vosso Málio no porvir que Deus
vos prepare e procurar -lhe a causa no passado. E Vos, que mais sofrês, considera -vos os afortunados da terra, como desencarnados, quando pairáveis no espaço, escolhestes as vossas provas, julgando -vos bastante fortes para suportar. Porque agora, murmurar, Vos, que pediste -se a riqueza e a glória, queria -se sustentar
luta com atentação e vencela. Vos, que pediste -se para lutar de corpo e espírito contra o mal moral e físico, sabias que quanto mais forte fosse a prova, tanto mais gloriosa vitória, e que, se triunfáceis embora devesse o Vosso corpo parar numa estremeira dele ao morrer, se desprenderia uma alma de rutilante alvura e purificada pelo batismo da
expiação e do sofrimento. Então, a gente começa a ver essa psicografia que vem falando sobre a questão do nosso sofrimento aqui no planeta Terra, por que a gente sofre desse jeito. Essa psicografia foi dada em Paris, 1863, assinada por Santo Agostinho, mas nunca bonão. Vamos dar uma olhada à continuação dela. Que remédio, então, para escrever aos atacados de obceções cruézi de cruxantes malnes? Só
um é infalível, a fé, o apelo ao céu. Se, na maior acervidade dos Vosso sofrimentos, entoades e nos ao Senhor, o anjo, a Vossa cabeceira, com a mão vos apontará o sinal da salvação e o lugar que um dia ocupareis, a fé, o remédio seguro do sofrimento. Mostra 100, para os horizontes do infinito diante dos quais se esvai os poucos dias
brumosos do presente. Não nos pergunteis, portanto, qual o remédio para curar tal úsera ou tal chaga, para tal tentação ou tal prova? Lembra -vos de que aquele que cria é forte pelo remédio da fé e que aquele que duvida um instante da sua eficácia é imediatamente punido, porque logo sente as projitivas angústias da aflição. O Senhor apôs o seu céu em
todos os que nele creem. O Cristo vos disse que com a fé se transporta um montanha e eu vos digo que aquele que sofre e tem a fé por amparo ficará sob a sua ege de não mais sofrerá. Os momentos das mais fortes dores lhe serão as
primeiras notas alegres da eternidade. Sua alma se desprenderá de tal maneira do corpo que, enquanto eles se estorcerem com vulções, ela planará nas regiões celestes, entoando, com os anjos, inos de reconhecimento e de glória ao Senhor, ditosos os que sofrem e choram. Alegres estejam suas almas, porque Deus as acumulará de bem -aventuranças. Então, talvez é por isso que é
este o mal e o remédio, né? Quanto de nós não escolheu essas provas para adiantar e a nossa caminhada espiritual antes do nosso nascimento, né? A gente não sabe. O que nos... se souber disso também ou não, o que diferença vai fazer, né? O que que nos cabe suportar com resiliência todas essas provas que nos são impostas e muitas vezes são
absolutamente inesperadas. Portanto, o que nos cabe a fazer é agradecer e perguntar assim sobre o sopimento. O que é que eu tenho que aprender? Por que que eu estou passando isso? Mas, mais do que o porquê, o que é que eu tenho que aprender com esta dor? Afinal de contas, se a gente acreditar que Deus deixa a gente passar as piores provas, as piores dores, só para... por
acaso, só para se divertir, aí não é Deus, né? Então, nós sabemos que o amor divino é algo incrível e pleno e absurdo, né? A gente não consegue nem entender, jamais permitiria que nós sofressimos sem nenhum propósito. Primeiro, a experiência na carne já é um grande teste, né? Para muitos, um grande sofrimento, de acordo com sua posição social, onde nasceu, né? Que
cor de pele tem, infelizmente. Olha, o horror que é falar isso, mas nós temos hoje em dia ainda muitos problemas, de acordo com se você tem pele clara ou pele escura, se você é pobre ou é rico, se você sabe, tudo isso vai causar maior ou menor sofrimento para todos nós. O que que nos cabe fazer? Questionar isso? Não, é lutar para que tenhamos
um mundo mais justo, onde ninguém mais sofre. Mas aqueles sofrimentos, não decorrentes da injustiça social, os sofrimentos decorrentes de estar vivo, uma doença, alguma coisa nesse sentido, né? Sofrimentos morais, que a gente possa se resignar e fazer o que dá para fazer, nunca revoltar contra Deus jamais, né? É simplesmente aceitar esse sofrimento e dizer, legal, o que eu tenho que aprender com isso e o que
eu posso fazer para não ter mais este sofrimento? E eu acho que esse é o caminho e talvez seja isso que a nossa lição de hoje, Santo Augustinho, quis nos ensinar. Tá bom? No próximo episódio, nós vamos continuar com estas psicografias, com o seguinte texto, A Felicidade Não É deste Mundo. Eu espero, como sempre, muito obrigado pela sua presença, até o próximo estudo. Tchau!
