O Evangelho seg. o Espiritismo [Ep27] Esquecimento do passado (cap V, 11) - podcast episode cover

O Evangelho seg. o Espiritismo [Ep27] Esquecimento do passado (cap V, 11)

Oct 15, 20248 minSeason 18Ep. 27
--:--
--:--
Download Metacast podcast app
Listen to this episode in Metacast mobile app
Don't just listen to podcasts. Learn from them with transcripts, summaries, and chapters for every episode. Skim, search, and bookmark insights. Learn more

Episode description

#OEvangelhoSegundoOEspiritismo #Espiritismo #OEvangelhoNoLar | Assista aos outros episódios deste estudo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLhtIzed427rOL4eVwAyLKt8VxFXwmO23T | Seja membro de nosso canal no Youtube e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link: https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join  | Produzido por Evandro Oliva. Se você quiser e puder, nos apoie para manter este canal em atividade: https://www.evandrooliva.com/apoio

Transcript

Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem -vindos a mais um episódio onde estudamos os Espíritos do Evangelho, segundo o Espiritismo. E aí, o que que eu estou falando? Nós estamos no quinto capítulo, bem -aventurados os aflitos, ou eu prefiro usar a tradução Felizes os Aflitos, e hoje nós vamos estudar o texto Esquecimento do Passado. Então, sem demora, vamos lá.

É que anisso vantagem. Com efeito, a lembrança traria gravíssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar -nos singularmente, ou, então, exaltar -nos o orgulho e, assim, entravar o nosso livre árbitro. Em todas as circunstâncias, a carretaria inevitável perturbação nas relações sociais. Frequentemente,

o Espírito renasce. No mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nela, as azarquinhos odiaram. Que saúdio se lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele se sentiria humilhado em presença daquela azarquinha que houvesse ofendido. Bom, para começo de conversa, para quem acha que é porque a gente não lembra

o passado, é uma benção de Deus, né? Algumas coisas até a gente acaba lembrando, passa e tudo mais. Mas lembrar o passado não é uma coisa boa, porque geralmente quando a gente vem para acertar as arrestas com outro Espírito, por exemplo, e que cai na mesma família, imagine você descobrir que a sua mãe foi o seu assassino na vida anterior. E vocês estão aí justamente para descobrir o amor entre vocês e acertar os

caminhos. Como seria a sensação? Não serviria para nada. Você iria correr ou odiar e a coisa só complicaria. Imagina de muitas vidas, a gente não tem inteligência para entender sobre tudo isso. Então é uma benção o que acontece. É uma benção esquecer o passado. Nós vamos continuar entendendo isso no texto. Para nos melhorarmos, o torgou nos Deus, precisamente, o

de que necessitamos e nos basta. A voz da consciência e as tendências instintivas. Privanos do que nos seria prejudicial. Ao nascer, traz o homem consigo o que adquiriu, nasce qual se fez. Em cada existência, tem um novo ponto de partida. Pouco lhe importa saber o que foi antes, se se vê punido, é que praticou o

mal. Suas atuais tendências mas indicam o que lhe resta a corrigirem -se próprio e é nisso que deve concentrar -se toda a sua atenção, por quanto, daquilo de que se haja corrigido completamente. Nenhum traço mais conservará. As boas resoluções que tomou são a voz da consciência, advertindo do que é bem e do que é mal e dando -lhe forças para resistir as tentações. Aliás, o esquecimento ocorre apenas durante a vida corpórea.

Vou vendo a vida espiritual, readquiro o espírito à lembrança do passado. Nada mais há, portanto, do que uma interrupção temporária. Semelhante a que se dá na vida terrestre durante o sono, há. Qual não obstáquia, no dia seguinte, nos recordemos do que tenhámos feito na véspera e nos dias precedentes. E não é somente após a morte

que o espírito recobra a lembrança do passado. Pode dizer -se que jamais a perde, pois que, como a experiência o demonstra, mesmo encarnado, adormecido o corpo, ocasiam enquigosa de certa liberdade, o espírito tem consciência de seus atos anteriores, sabe

porque sofre e que sofre com justiça. A lembrança unicamente se apaga no curso da vida exterior, da vida de relação, mas na falta de uma recordação exata, que lhe poderia ser penosa e prejudicá -lo nas suas relações sociais, forças novas a óreo e ele nestes instantes de emancipação da

alma, se o sabe aproveitar. Pois é, é uma bênção, esquecer o passado e não significa que a gente esqueça para sempre, voltando ao mundo espiritual ou durante os intervalos no nosso sono, que a gente volta para o mundo espiritual, volta até contato com as pessoas que lá estão, a gente relembra. Então o corpo físico oferece algumas espécies de resistência a rea de que

iria essa lembrança. Mas às vezes há algumas falhas neste bloqueio e algumas pessoas lembram de algumas coisas. Então assim, eu falei do caso, se a mãe fosse o assassino da vida anterior, mas se eu fosse o assassino da minha mãe, como é que eu

conseguiria conviver com isso na vida atual? Então é bom, é como se a gente começasse do zero a escrever a nossa história, mas que toda a nossa experiência a gente traz como intuição, não como lembrança, como intuição para continuar caminhando, para você falar assim, ah, então se você esquece o

passado, você começa sempre do zero a zero. Não, nós trazemos como intuição do que a gente é. Então isso foja aí o nosso caráter, independente da educação que nos é dada. Muitas vezes numa família toda errada nasce uma criança e tem um comportamento muito distinto do que os pais têm. Isso é muito retratado em

novela, filme e tudo mais, mas na vida real também. E ao mesmo tempo em famílias que são fantásticas, com pais amorosos, éticos, etc., tem um filho, uma filha que é totalmente criminoso e vai por caminhos contrários, apesar de educação que for recebida. De onde é que vem isso? Eu, Evandro, acho que isso vem da nossa intuição. É isso que nós somos e trazemos, não em lembranças

de como, ah, eu lembro que eu comi no almoço. Não, eu lembro que eu fiz na minha infância. Não, eu não lembro exatamente as minhas vidas anteriores, mas toda a experiência das vidas anteriores eu trago comigo. E isso influencia o meu comportamento. Então a gente não começa no zero a zero quando a gente reencarna. A gente começa de onde paramos. Só não tem aquela lembrança evidente enquanto estamos

acordados e encarnados. Quando voltamos para o mundo espiritual, tudo isso muda e a gente readquire todas as lembranças. Será que lembrar das vidas anteriores seria um privilégio para a gente ou uma grande barra, uma grande dor de cabeça ou algo assustador? Então, pensa nisso com carinho. Bom, no próximo episódio nós vamos estudar mais um texto deste capítulo, Motivos de Resignação. Eu te espero como sempre. Obrigado

pela sua presença e até o próximo. Tchau.

Transcript source: Provided by creator in RSS feed: download file
For the best experience, listen in Metacast app for iOS or Android