Olá, meu amigo, como é que vocês estão? Bomzinho? Sejam bem -vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita O Evangelho segundo o Espiritismo. Nós estamos no segundo capítulo que tem por título Meu Reino Não é deste Mundo. E hoje num texto muito breve, muito pequenininho, vamos estudar sobre a realeza de Jesus. Lembra que a gente está ainda naquele trecho lá que
Pilate pergunta se Jesus é rei? E ele diz que é rei, mas não é deste mundo. Então vamos entender do que se trata. Que não é deste mundo reino de Jesus? Todos compreendem. Mas também na terra não terá ele uma realeza? Nem sempre o título de rei
implica o exercício do poder temporal. Dá -se esse título por unânime consenso a todo aquele que, pelo seu gênio, acende a primeira plana numa ordem de ideias quaisquer a todo aquele que domina o seu
século e influi sobre o progresso da humanidade. É nesse sentido que se costuma dizer o rei, ou o príncipe dos filósofos, dos artistas, dos poetas, dos escritores, etc. Essa realeza, oriunda do médio pessoal, consagrada pela posteridade, não revela muitas vezes preponderância bem maior do que a que
singe a coroa real. Imperecível é a primeira, enquanto essa outra é joguete das vicissitudes, as gerações que se sucedem à primeira sempre abendizem ao passo que, por vezes, amaldiçou a outra. Esta, a terrestre, acaba com a vida. A realeza moral se prolonga e mantém o seu poder, governa, sobretudo, após a morte. Sobre esse aspecto, não é Jesus mais poderoso rei do que os potentados da terra?
Razão, pois, lhe assistia para dizer a Pilatos, conforme disse, sou rei, mas meu reino não é deste mundo. Se a gente entender este olhar sobre realeza, além do que ele está dizendo, meu reino não é deste mundo, para dizer, esse mundo aqui é muito injusto, no meu reino
não há injustiça. Sobre as ideias de Jesus é chamado de rei, não é à toa, porque realmente, se a gente parar para pensar a história, o tempo foi contado antes de Cristo e depois de Cristo, o tamanho da importância de Jesus. Por exemplo, no calendário chinês, é outra contagem de tempo. No calendário judeu também, mas no dia a dia que a gente está vendo, que a gente vive aqui, todo mundo seguia pelo calendário
cristão. Obviamente que isso foi devido ao grande poder da igreja católica, religião oficial, que mudou isso, mas Jesus é conhecido não só pelos cristãos, mas também por todo mundo, como um cara histórico, revolucionário, filósofo, que ensinava e
porque não um rei. Não uma realeza como nós temos hoje, a realeza que passa de pai para filho, etc. E tal, que não diz absolutamente nada, a pessoa tem sorte de nascer naquele sangue, daquela família e vai herdar o trono fazendo ou não fazendo qualquer coisa pelo seu povo. Já Jesus vem ser intitulado rei justamente por essa magnitude, essa elevação espiritual e de ensinamentos que traza a todos nós.
Beleza? Hoje o texto é muito, muito curtinho. No próximo episódio nós vamos continuar estudando esse capítulo num texto chamado O ponto de vista. Eu te espero, como sempre, obrigado pela sua presença e até o próximo episódio. Tchau.
