O Espiritismo na Arte [Ep6] Senso artístico (Parte III) - podcast episode cover

O Espiritismo na Arte [Ep6] Senso artístico (Parte III)

Nov 05, 202317 minSeason 18Ep. 6
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a obra o espiritismo na arte do nosso querido Leon Denis. Hoje nós vamos estudar metade da terceira parte, que foi o estudo. Publicado na revista espírita de março de 1922 e vamos falar sobre senso artístico, Constituição e evolução. Embora vamos para o texto. Em que consiste o censo artístico?

O estudo atento da alma nos mostra que tudo na natureza, os sons, os perfumes, os raios de luz, as cores, encontra em nós suas correspondências, suas analogias e que suas radiações se fundem, se harmonizam as profundezas do ser, na medida da nossa evolução, é isso que constitui o censo artístico. A compreensão do Belo sob todas as formas. A evolução desse senso íntimo, a faculdade de expressá lo desenvolvem se nas Almas de vidas em vidas e terminam por.

Produzir o talento, o gênio nos aspectos superiores da arte. O artista encontra alta concepção da beleza eterna. Ele compreende o que sua fonte única está em Deus. Do infinito essa fonte se lança sobre todos os seres e os penetra de acordo com o seu grau de receptividade, raios de luz e cores, sons e perfumes estão ligados por um encadeamento, uma espécie de escala da qual cada nota representa uma soma particular de vibrações e que constituem, em seu conjunto, uma

unidade perfeita. Se a elas se juntam as formas e as linhas dessa unidade se tornar a lei geral do Belo e arte em suas múltiplas manifestações, terá por objetivo reproduzi-las. O estudo da arte e suas realizações nos empregnam pouco a pouco de esplendores do universo inicialmente insensível e inconsciente no homem primitivo. Esse trabalho acaba consciente, acentua-se revela-se sob formas crescentes para se tornar como que um reflexo da Suprema beleza.

Porém, sobre a Terra, a arte ainda é apenas um balbucio balbucio nos outros mundos. É, principalmente e principalmente, no espaço dizem-no os nossos guias. Ela produz Maravilhas perto das quais as mais belas obras humanas pareceriam bem pobres e. Antes chegada a essas alturas, a arte torna-se a forma mais sublime do culto prestado à divindade. Então, de onde vem esse senso

artístico? Então, começando a entender sobre isso, da observação da beleza, do universo não só do nosso planeta, já que a gente consegue observar mais e mais coisas. A beleza e Harmonia que tem no universo. Você já reparou negócio de assistir aqueles programas que é trazem a natureza, né? A curiosidade, as formas, né? Os os animais de tudo quanto é espécie, tipo aquáticos, terrestres, enfim, é aves e tudo mais insectos como tudo é harmónico, como tudo é lindo

como tudo é perfeito, né? Um pôr-do-sol nascer de sol a Lua. Tudo aquilo que a gente. Para onde a gente olha EE vamos sair da cidade para olhar, porque nós temos nas cidades coisas muito bonitas, feitas pelo homem, mas também coisas muito feias. Então vamos sair da cidade, olhe para a natureza, vai para um sítio, vai para a praia, vai para algum lugar e observe a natureza. É daí que vem a nossa inspiração

primária. Eu tenho um livro escrito é. Chama-se a influência da música que também é. São um conjunto de 5 estudos em vídeo e áudio também. Você pode assistir aqui no canal no YouTube ou nos podcasts. Está lá a influência da música? Evandro oliva, você vai achar ou no Amazon tem o livro completo, em que quando o homem começou a fazer a arte, era para imitar a natureza. Né? Então, tentar reproduzir o ruído do vento passando por é. Pedaços ocos de árvore que

gerava um som, né? As pinturas, o rupestres, era pra imitar abelhas da natureza. Deixar contado, né? É um pouco da nossa vida e isso foi evoluindo até hoje. O que a gente? Chama de arte, mas a ideia para ver que. Onde começa esse esse senso artístico na inspiração da natureza, né? A gente não vai ter inspiração se ouvir e às vezes se ouve de vez em quando. Essas motos barulhentas que

passam na rua. Eu não sei quem enfiou na cabeça que tem que trocar o escapamento da moto pra ser mais barulhenta e insuportável. Gente, isso tá enlouquecendo todo mundo OKA segurança do do do motociclista. Mas não é por aí, o caminho, né? Fica passando na frente de hospitais, as pessoas precisam, estão doentes e precisam se recuperar. E aquelas motos que parece que tá tendo um terremoto dentro do do quarto de hospital ou que?

Tá gravando? Às vezes você vai escutar, às vezes não porque esse microfone ele é bem direcionado, mas pode ser que escape e isso não é inspiração pra ninguém. Barulho. Né? Feiura? Isso não inspira nenhum artista, não vai funcionar nunca. O que que inspira é natureza, é a gente tentar imitar o Belo que já existe na natureza. É assim que a coisa funciona, mas vamos continuar na nossa leitura. Até aqui, o artista se inspirou nas coisas do mundo visível ou tangível.

Dele, ouviu as vozes, as harmonias, estudou lhe as formas, as cores e, com elas, conseguiu impregnar suas obras. Assim, o artista criou uma comunhão mais íntima entre o homem e a natureza. Graças a ele, as coisas obscuras e mudas tomaram uma alma e suas vagas, aspirações suas queixas, suas dores encontraram expressões que tornando-as mais vivas as aproximavam de nós ao mesmo tempo em que a alma humana tornava-se mais sensível ao contato da vida exterior.

Assim, a arte entregou a vida do Globo, sentido profundo que lhe faltava. Por meio da arte, as forças cegas da natureza penetraram em nós e adquiriram como que um reflexo da nossa consciência e dos nossos sentimentos a alma humana foi em direção às coisas e sua influência lhes deu um modo mais intenso de vida e de sensações por intermédio dessa comunhão, a alma da Terra se elevou ao conhecimento de si mesma, de seu papel e de seu grande destino.

Agora, como se pode ver pelas lições de o steta, é todo um outro mundo que se é toda uma vida ignorada, que surge mais rica, mais abundante, mais variada do que tudo o que conhecemos até aqui. E a arte vai encontrar nesse meio desconhecido de Fontes inesgotáveis, de inspiração e de poesia, formas insuspeitáveis do pensamento e da vida.

Desde agora, o domínio da matéria sutil e dos fluidos foi aberto, revelando se, sob aspectos prestigiosos, oferecendo ao homem meios de estudo e de observação que estendem. Ao infinito campo de suas pesquisas e de seus conhecimentos científicos. As aparições de espíritos nos acostumaram com todas essas formas de existência extraterrestre, desde as materializações mais densas e mais grosseiras até as manifestações da mais ideal e mais radiosa vida.

Olha, pela primeira vez a gente consegue ter essas noções do que que seja arte no espaço, né? Estas comunicações são um exemplo. Do que se trata? Porque até então, a gente faz a imitar a natureza, imitar o Belo e aprendendo uns com os outros. Quem vem primeiro vai ensinando quem vem depois. Então, grande. Mestres ensinam grandes que serão mais mestres, maiores ainda, grandes compositores, grandes pintores, et cetera e tal, mas um aprende com o outro, né?

Raramente se encontra um artista que cria Do Nada a sua arte, porque se inspira e é formado, né? Então, é uma evolução que nós é. Temos desde os primórdios, desde a época das cavernas, né? E agora a gente tá tendo essa noção do que que seria a arte no espaço que a gente pode imaginar. E quando a gente tá dormindo, a gente se desloca pra lá, né? Como tem aí o relato do Bellini da obra casta Diva. Na verdade.

É um trecho de ópera que ele acordou e escreveu instantaneamente, e ele diz que estava numa Festa No Céu e foi apresentada essa obra e ele só fez copiar na Terra e é uma das das mais belas obras que existem de ópera, continuando. Em nossas conversas regulares com os espíritos guias, obtemos indicações sobre a vida no espaço, sobre a grandiosidade de formas e de cores, sobre suas suaves e poderosas harmonias que abrem ao músico, ao pintor, ao escultor.

Caminhos múltiplos inexplorados aqueles que possuem faculdades medianímicas irão percebêlos diretamente com eles. Todos os recursos da arte serão enriquecidos. O vasto mundo dos espíritos torna-se acessível aos nossos sentidos pelos espetáculos e ensinamentos que ele nos reserva as forças intelectuais da humanidade serão sem duplicadas. Seu gênio artístico criará obras que superaram tudo o que os séculos realizaram. Olha que interessante,

obviamente, né? Quando a gente tem mais conexão e aí me me me traz uma constatação, vamos ver se vai concordar ou não. Todo artista. E nós estamos falando de arte, está? Não estamos falando essas porcarias para vender coisa e que a gente mastiga e joga fora, não. Arte verdadeira, seja de que é espécie for, né? O verdadeiro artista não é um médium. Para e pensa, mesmo que ele não veja nada, mas a inspiração é a mediunidade de intuição que a gente estuda lá no livro dos

médiuns, né? Que é uma mediunidade muito, muito potente, não é ostensiva, mas é muito potente. E porque não, né? Todo artista é um médium porque toda a arte é uma forma de exercer a mediunidade, né? De alguma forma, inspiração que vem do mais alto fusão do bem com o Belo objetivo sublime da. Em resumo, a lei eterna do universo. O objetivo sublime da criação é a fusão do bem com o Belo. Esses 2 princípios são

inseparáveis. Eles inspiram toda a obra divina e constituem a base essencial das harmonias do cosmos. O pensamento e a intenção Divino. Sendo bem, a manifestação deles é o Belo em sua ascensão, o ser deverá mais e mais compenetrar se desse pensamento soberano, dessa vontade e dedicar se a realiza luz em si à sua volta, sob forma sempre mais perfeitas. Sua Felicidade consistirá em

assimilar essa lei em cumpri-la. As alegrias íntimas e profundas que resultaram disso são a demonstração evidente do objetivo do universo, alegrias que toda a linguagem humana dizem-nos dos espíritos, é insuficiente para definir essas leis. Esse objetivo essencial, o espiritismo, não somente os ensina, ele ainda nos indica os meios de alcançá-los, de praticá-los sob esse ponto de vista, seu papel é notável e sua intervenção no atual momento de história é providencial. Há um século vimos.

Assistindo ao colossal desenvolvimento da indústria e de suas invenções, a descoberta e a aplicação dos recursos físicos da Terra. Disso resultou nas ideias, uma poderosa corrente materialista que deu um novo impulso aos apetites às necessidades imperiosas de bem-estar e de usufruto. Olha que interessante, então nós temos aí uma fusão do bem com o Belo, resumiu. O que que é arte, né? A fusão do bem com o Belo e que sempre vamos é buscar. Né?

Como seres humanos, e o espiritismo vem nos facilitar, né? Este entendimento de onde Jack vem, tudo isso? Da onde vem a inspiração e tudo mais? A necessidade de se opor uma contra-influência espiritualista a essa corrente cada vez mais se faz sentir. A evolução material necessita de uma evolução filosófica e religiosa paralela, sem o que as forças intelectuais se voltariam cada vez mais.

Em direção ao mal, e o mundo desabaria num grande cataclismo, do qual a última guerra seria apenas o prelúdio dele. Nos daria só a ideia acima da vida presente, que é somente transitória. É preciso, entre outras coisas, fazer entrever a outra vida, que é o seu objetivo e a sua ascensão unicamente pelo acordo final das ciências, das filosofias e das religiões mais evoluídas é que o pensamento

atingirá os autos. Como que a humanidade encontrará confiança e a paz com conhecimento das verdades essenciais sob suas diversas faces? Então, nessa. Segunda parte da mensagem tá dizendo que. Estamos falando de 1921 1922 que houve nos últimos 100 anos, uma evolução material absurda. Imagine se Leon tivesse falando isso agora? No ano passado, em 2022, né? Ele IA falar, imagine no último

século. A maluquice que foi dessa evolução material, mas que essa evolução tem que ser seguida também da evolução espiritual, moral dos seres humanos. Quantos anos luz, nós não estaríamos num momento desse? Se os últimos 100 anos ou 200 anos, essa evolução toda que nós tivemos de ciência de tecnologia fosse acompanhada por evolução moral? Para que vejo conversa, não existiram guerras como essas que estão aí o tempo todo, explodindo no mundo. A gente fala assim, não é

possível, né? 2023, 2024 sei lá quando você está vendo esse vídeo ainda. O homem faz guerra. Assim não tem evolução moral, entende? Mas não é de todo mundo, obviamente. Grande parte do planeta. É completamente contra e sabe que isso é um jogo de poder. É um jogo de materialismo, matar pessoas e ganhar dinheiro e lucrar com guerra e ter mais poder e ter mais lugares conquistados.

Isso é um jogo de poder materialista, é zero espiritual, não tem nada a ver com com, com a espiritualidade, com Deus, não é mesmo que as guerras sejam santas, como insistem em dizer, não é que as guerras santas é para honra, para não sei quê, matou. Uma pessoa não tem nada de Santo nisso. Independente dos motivos, a gente tem diálogo. A gente tem todas as formas possíveis, né? De de evitar a guerra.

Só que a gente precisa evoluir. Imagine quando conseguirmos evoluir também moralmente, do jeito que veio a tecnologia e tudo mais, né? Os cientistas. Assim como os os artistas são médiuns e que recebem inspiração do mais alto porque são imbuídos, né? De boas intenções, de melhorar a humanidade, de melhorar a vida das pessoas ou de trazer uma elevação moral, senso crítico, senso artístico, como é no caso das artes, beleza. Com isso, a gente termina hoje este episódio, mas não termina a

terceira parte. Que no próximo episódio nós vamos estudar a quinta e sextas lições de. O esteta eu, para variar, estarei aqui te esperando. Obrigado pela sua presença até o próximo episódio. Tchau.

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