O Espiritismo na Arte [Ep5] 3ª e 4ª lições de “O Esteta” (Parte II) - podcast episode cover

O Espiritismo na Arte [Ep5] 3ª e 4ª lições de “O Esteta” (Parte II)

Nov 04, 202329 minSeason 18Ep. 5
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão tudo certinho? Bem-vindos a mais um episódio onde estudamos esta obra maravilhosa, o espiritismo na arte. Como você já sabe, não funciona, é verde a capa, então, ele interfere no chroma key, no nosso querido Leon Denis. Hoje nós vamos encerrar a segunda parte. Estudando a terceira e a quarta, lições do espírito que senti, intitulou o esteta e que a gente vai descobrir no final, como se fosse um filme de suspense.

Vamos descobrir no final de quem se trata, então, sem demora, vamos para o texto, olha lá, hoje nós veremos inspiração, causa efeitos e formas e a verdadeira arte. Essa comunicação foi dada em 29/11/1921. Eu gostaria de vos falar sobre a inspiração. É um procedimento de Transmissão da luz divina.

Ela se produz sob diversas formas, por quanto a arte com suas inúmeras ramificações aproxima se, em graus, diversos, desse plano Divino, do qual vos fala, quando no espaço, o espírito de um artista decidiu reencarnar, leva com ele as amizades de seres queridos que, por causa diversas, devem ficar no espaço, mas. Por intuição, esses amigos enviarão a esse ser aprisionado na carne. A carne fluidos provenientes do seu meio, ideias que darão novo impulso à parcela de talento que existe nele.

E que, sob o domínio da carne, estaria bastante propensa a ficar adormecida. Olha o grau da informação que a gente tem agora, né? A inspiração é 11 procedimento de Transmissão da luz divina, que funciona de diversas formas, mas especialmente para os artistas. Por ajuda dos seus amigos espirituais que ficaram lá. É no mundo espiritual, então já começa entender. A gente já começa a entender a altitude da verdadeira arte, mas vamos continuar aqui na leitura, vamos lá.

A inspiração tem 2 formas, uma pessoal, outra, mais ampla, transmitida por espíritos elevados que auren a arte das Fontes mais puras e comunicam seus efeitos a um ser que os emprega de forma ordenada por seus meios próprios e naturais. A inspiração pessoal é a mais comum, vossa vez que um ser que é capaz de experimentar esse fenômeno já é evoluído. Sua evolução se realizará por etapas.

Em cada uma das suas vidas, ele terá um período mais marcante que outros, aquele em que o trabalho foi mais obstinado e, por consequência, mais produtivo dele, resultarão aquisições que se acumularam no perispírito. Na existência seguinte, essas aquisições voltaram a aparecer sob a forma de um dom inato. Esse dom para os que não são iniciados, se denominar a inspiração. Mas essa inspiração não tem, senão um caráter humano em geral, ela é fria, não sendo

animada pelas luzes divinas. Para tornar essa inspiração mais Bela, mais elevada, é preciso impregnála de ideal e de fluidos que emanam do foco Divino. Chegamos assim, a segunda forma de inspiração. Vossa vez que os amigos invisíveis velão pelos seres que eles sentem que são dignos de serem protegidos e encorajados do espaço, os espíritos

superiores pressentem. A pequena chama criada pela inspiração pessoal para tornála mais brilhante pela prece se Deus o permite, esses guias a irão buscar nas esferas onde reinam radiações maravilhosas os elementos da vida criadora que alimentaram essa pequena chama e dela farão brotar centellas de talento. Olha que interessante, né? Já começa bem. Cai por Terra esse negócio que todo mundo gosta de falar para um cantor, para um artista em geral, um pintor, um dançarino, um ator, né?

Dizer assim, nossa, que dom Divino que Deus lhe deu e. Então as pessoas acham que estão abafando falando isso, né? Quando na verdade estão dizendo assim, ó, você não vale nada, é porque Deus te deu esse dom. Por isso é bom beleza. Então gente, não faz isso com artista não, tá? Porque meio que é ofensivo, porque senão porque que Deus não deu o mesmo dom para todo mundo? Não, isso não é dom, o dom é de estarmos vivos. Temos saúde, isso é um presente

Divino agora. Na arte, sei que não rala se que não estuda, se aperfeiçoa, ensaia, apresenta. Para você ver o dom de Deus para onde é que vai? Não vai, né, gente? E aí o steta vem nos dizer que nós temos aí até agora, né? 2 Fontes de inspiração, a primeira é aquilo que a gente construiu nas vidas passadas. Então, obviamente que a gente continua construindo. Nós vamos aí, especialmente na. Indonésia, na China e em países orientais orientais. É molecadinha de 2 anos de

idade. Molequinho tem um dedinho desse tamanho assim e toca num piano como se fosse um pianista de 40 anos de profissão. Não consegue nem sentar na cadeira do piano, sabe? É uma coisa assim que você fazer, como é que explica isso? Ah, pessoal, tem o dom. Não desculpa gente, não, não, não, não me entra na cabeça, isso é um trabalho que ele está continuando que ele espírito, né, menino? Menina, tanto faz, está continuando nessa vida, portanto, de alguma maneira,

enquanto criança, relembra. Algumas coisas e vai praticar, mas também tem que praticar, porque se não trabalhar não vem assim. É que nem sabe andar de bicicleta. Você aprende. Você não esquece mais. Aí quando você pega depois de um tempão, você até desequilibra no começo, mas você já pega o jeito na hora, entendeu? Então a gente traz aí não sei onde é que fica guardado essas lembranças de outras vidas, né?

Pra. É traz como inspiração e essa inspiração colocada em prática vira OOA arte em si, né? E aí a segunda forma de inspiração justamente é a vinda do espaço. Né? A vinda dos espíritos, dos nossos amigos que a gente deixou do outro lado do seres superiores de Deus, né? É? É disso que se trata? Pode acontecer que o corpo humano seja um pouco perturbado por essas forças. Quando os átomos físicos não podem resistir a esse influxo, produz uma desordem no

organismo. É o que explica os homens de talento terem, algumas vezes falta de equilíbrio. Olha que interessante, né? Falando é sobre, é? Essa chama, né? Que o do espaço, os espíritos superiores é pressentem que o artista está criando essa chama e, se Deus permitir, os guias, né? Os mentores espirituais vão buscar nas esferas onde reinam. É radiações maravilhosas e que pode até perturbar o corpo humano do artista. Olha que interessante, não é? É raro a gente ver. Artistas.

Se de transe ou que passam dias, né? Num transe e criando e compondo e pintando e escrevendo. Enfim, talvez está aí essa explicação, né? De onde vem essa inspiração e que até desequilibra um pouco o corpo físico, tamanha é a força que tem. Eis a explicação material do fenômeno, o que sentirá ao ser sob o efeito de uma inspiração, se ele é suficientemente sensível quando uma ideia, um pensamento que ele não podia

prever, aflorar em seu cérebro. Ele o assimilará como um receptor telefônico que recebe ondas elétricas e vibra a sua passagem. Ele é um pintor, de repente, sobre sua paleta, ele lhe encontraram o segredo da mistura das cores que irá produzir uma nova cor, adaptando-se admiravelmente ao movimento de traços que torna o rosto expressivo. Ou ao relevo, que deve ser dado a um quadro que está em execução.

Ele é um pensador, um escritor, um poeta desse mesmo cérebro brotarão a ideia, a imagem, a expressão que devem realçar e ilustrar a obra que tem necessidade de revestir uma forma mais elevada e mais colorida. Ele é um músico no momento em que menos esperar um acorde, 1 séria harmônica, uma melodia virão pela sua suavidade, sua pureza, sua Riqueza, dar a sua composição, um brilho que ela

não teria conseguido adquirir. Se o ser humano é desde o seu nascimento tornado por um ideal, podeis calcular os novos tesouros que se ligarão a ele. A arte ideal é uma das formas da prece. Seu pensamento atrairá amigos

invisíveis muito elevados. A ele será fácil fazer realçar o brilho da chama acesa anteriormente e da alma do artista brotarão obras inspiradas pelo Belo e pelo Divino. Geralmente, é necessário que um artista fique em um meio som porque a chama criadora que o anima pode extinguir se sob a influência de. Um ambiente fluídico, carregado de moléculas materiais. A verdadeira arte não procura os prazeres da mesa.

Da carne e aqueles dos quais o espírito e o cérebro não participam em vosso país, a França. Tendes artistas maravilhosos que criaram obras admiráveis em todos os domínios. Os artistas da Renascença constituíram. Devo-vos dizer uma playade inspirada por um número não menor de grandes artistas do espaço. Esses artistas da Renascença haviam encontrado sua fonte criadora na antiguidade grega e Latina, após terem vivido na Grécia, no Egito, em Roma,

retornaram ao espaço. Lá, seus conhecimentos se ampliaram, adquiriram um brilho, uma aparência particular e, quando reencarnaram, deixaram o paganismo para celebrar em todos os domínios, a Glória de Deus, da qual eles tinham se impregnado durante sua última passagem nas esferas celestes. Suas vidas anteriores sobre a Terra haviam sido consagradas a um trabalho de base. Isso é. A preparação dessa pequena chama que devia ser como um dos pólos

atrativos da essência divina. É por essa razão que a obra dos pintores dos escultores e dos músicos dessa época da Renascença tem essa cor de Piedade, de doçura, de quietude, que não encontrais na época presente, lembra. Estamos falando aí do começo de 1900 e ele termina essa lição dizendo. Em minha próxima exposição, eu vos falarei da inspiração em vossa época. Em alguns ela também é Bela, porém as características não são

as mesmas. A inspiração atual, onde se misturam novos pontos de vista, deve contribuir para uma transformação geral da humanidade por uma evolução no pensamento, aproximando se e comunicando se, com o mundo invisível, intermediário do plano Divino. Então a gente começa a entender, né?

Que sendo que. O artista que for essa inspiração vem do mais alto desde que ele não esteja em um ambiente não propício, por isso que os artistas precisam do isolamento, do silêncio para criarem suas obras, entende? Porque aí dá para ouvir, não é? Dá para intuir, dá para sentir o que vem do mais alto e mesmo já falei isso antes, mesmo que esse artista seja ateu. Não, não estou falando sobre religião. Ou espiritualidade? Estou falando como é que as coisas funcionam na arte,

querendo ou não querendo, né? Mas desde que o artista esteja imbuído de trazer, é. Algo Belo e que faça o mundo se transformar para algo melhor e não com intenções. Apenas comerciais, eu digo apenas comerciais, porque assim o artista tem que viver de alguma coisa, né?

Se você trabalha, se é advogado. Dizer é pedreiro, você é faxineiro, enfim, você tem seu salário no final do mês, o artista não tem jeito de ficar fazendo e não ganhando absolutamente nada, mas diferente daquele que só pensa em ganhar dinheiro e tanto fez, tanto faz a arte que ele vai promover. Geralmente, a artista é pobre, tá, gente? Geralmente a arte não é uma escolha fácil e nenhuma promessa de ganhos, muito pelo contrário, é uma vida o tempo todo atormentada, sem saber se vai

pagar a conta no final do mês. Mas é tão forte, tão é intenso. Intenso na nossa vida que primeiro a gente precisa criar. A gente precisa fazer, né? Depois se vai ganhar dinheiro com isso ou não, já é uma outra história, mas aí o trabalho já vai estar feito, entendeu? Essa foi a terceira lição. Vamos agora para a quarta lição que foi dada em 5/12/1921, lembra. Nós estamos ainda no Na Na segunda, no segundo mês. De fevereiro, né? É onde isso foi publicado? Mas a comunicação foi dada em

dezembro do ano anterior. Que vai falar sobre inspiração nos tempos modernos, inspiração científica e inspiração idealista, inspiração, forma que concretiza a arte. Vamos lá? Vamos falar da inspiração nos tempos modernos, voz e descompreender, que há 3 grandes etapas, iniciação, trabalho e progressão. O desabrochar parcial sobre os mundos é completo. No espaço, vimos nossos artistas fazerem sua iniciação na antiguidade, seja na Grécia, no Egito ou em Roma.

Bom, todo o mundo tem que começar alguma vez. Né? Seja em qualquer lugar, em qualquer época, todo o artista começa do zero a trabalhar. A estudar, né? A correr atrás para poder desenvolver a sua arte. Então essa é a tal chamada. Iniciação, mas vamos continuar lendo aqui.

De volta ao espaço, esses seres amadureceram e aproveitaram as qualidades adquiridas em um ambiente material, retornando à Terra em uma outra encarnação, eles trouxeram seu ideal da época da Renascença. Depois, esse ideal se expandiu. Um século mais tarde. Nas letras, nas artes e na arquitetura. Eu quero falar do século de Luís ordinal MASCXEV, tendo esses espíritos retornado ao espaço

durante um tempo bastante longo. A inspiração, em geral foi apenas medíocre no século 18 e latente no Chile. Em que consiste a inspiração? Em nossa época, os espíritos, imbuídos das belas obras, rebuscada sobre a Terra e no espaço, e que estão atualmente desencarnados, retornaram no momento em que a arte e o espírito divinizados.

Deverão refluir de uma forma mais intensa, paralelamente, outros espíritos que anteriormente trabalharam para a evolução material, impregnaram-se de positivismo e aqui na Terra, na hora presente, sua inspiração, que está classificada como inspiração pessoal, encaminha se para as

coisas científicas. Mas o grupo de artistas idealistas que fica no espaço busca iluminar com uma luz divina esses seres que tem belas qualidades sob o ponto de vista do trabalho e que devem fazer surgir a centelha da ciência. Eis por que, nesse momento, observais uma luta entre a ciência pura e a procura dos destinos humanos, sua formação yadu cosmos. Vós ireis me dizer como concebeis arte no espaço? A arqui brota da inspiração.

Assim sendo, era necessário vos mostrar como a arte se desenvolve e cresce numa evolução constante para que pudessem perceber a marcha ascendente da espiritualidade somente quando compreender, diz bem como a centelha artística, a centella é divina, se libera do espírito e que podereis compreender e também idealizar os quadros que se passam no espaço mais grandiosos e mais completos que aqueles que vê de sobre a Terra e que deles são apenas um pálido reflexo.

Então a gente precisa. Assimilar daqui alguns pontos, né? Ele está falando sobre a questão. De que depois da Renascença, né? Foi é. Foi um pouco mais difícil, tudo mais e realmente eu fico me imaginando, né? OOA altitude desse espírito que nós estamos falando do barroco. Depois nós estamos falando do romantismo. E do classicismo do romantismo. Depois eu estou falando de música, mas em alguns lugares é a escultura, pintura também segue essa. Essa mesma métrica, tá?

Agora é depois vem. O as músicas mais modernas, a partir de 1900 para frente, que eu, Evandro, particularmente não tenho tanto prazer em ouvir ou me inspira, né? Com exceções, claro, mas é do do que as músicas mais antigas, inclusive, ó, deixa eu convidar você. Eu tenho um canal aqui. Vocês me perdoem, porque eu estou de novo com sinusite. O artista escolhe vir para. A gente está lá no plano espiritual. Parêntese aqui fala assim muito bem, artista, você quer exercer

sua arte? Em que lado? Bom eu quero ser cantor? Beleza vai ser cantor, mas vai vir com problemas respiratórios com muita sinusite, muita dor de garganta, que é prese dar valor que você não é nada, né? O seu corpo a qualquer momento pode tirar. Então baixa essa arrogância aí e aí às vezes eu podia vir com dor no dedo, no pé não vem aonde eu mais uso. E para variar, eu estou no na minha 56ª crise de sinusite que está aí, ataca a garganta, vira faringite, et cetera e tal.

Então, se eu der uma tossida aqui, vocês me perdoem, tá? Então é, vem dizer assim que. A arte lá do plano espiritual e já que vem inspiração, o que a gente faz aqui é o pálido reflexo do que tem no mundo espiritual. A partir daí, você começa a pensar. O tamanho da coisa, né? Como deve ser a arte no plano espiritual? Como o negócio deve ser grandioso, já que os próprios compositores, Eu Acredito que nós vamos estudar isso aqui neste livro vem nos dizer.

Né, que aqui? Nós, aqui encarnados, estudamos esses compositores, são gênios, et cetera e tal. Os caras vêm em espírito, dá 11 comunicação dizendo que as obras deles é que nem uma pintura de Jardim de infância. Olha a grandiosidade que deve ser no mundo espiritual. E a gente consegue captar assim, pálido, reflexo, coisinha pouca,

né? Os espíritos positivos terrestres, províndos de uma centelha criadora, procuraram pela inspiração científica que lhes é própria e por aquela que recebem dos seres desencarnados, descobrir o mistério da vida e

do universo. Todas as forças se entrecruzam do mundo visível ao mundo invisível do alto, os espíritos idealistas buscam animar com o ardor que os espiritualize, os seres que trabalharam em períodos diversos e que desse fato adquiriram uma inspiração pessoal, mas rígida e fria, os. Cientistas da vossa época não viveram no mesmo tempo que os idealistas que conceberam tão belas obras, e é por isso que do espaço, esses idealistas procuram estimular os

cientistas. A inspiração pessoal destes últimos se confinou a um domínio que diz respeito à matéria. A centella é a criadora, atinge apenas o cérebro e não a alma. Portanto, era necessário que grandes espíritos iniciadores viessem do espaço, dar aos vossos contemporâneos à insuflação inspiradora que os conduza. Em mente pelos exemplos materiais, a revelação de forças desconhecidas, as ondas hertisanas são uma das formas concretas de Correntes fluídicas criadas por Deus e transmitidas

pelos espíritos. O Primeiro Homem que subia a forma de uma inspiração constatou-lhes a existência, foi conduzido a esse fato pouco a pouco, por invisíveis que queriam revelar aos terrestres o poder das Correntes que eles desconheciam, porém, da inspiração científica. A inspiração idealista a uma distância, as dificuldades. Dificuldades existem. Razão dos meios de ação, mas nos séculos futuros, será preciso que todos os seres vibrem e

uníssono. E no momento atual, o núcleo de pesquisadores científicos têm necessidade de sentir uma inspiração em que se mistura em a ciência e a forma espiritualizada da obra divina em toda a sua grandeza e sua beleza, já que as ondas de seres vivos que passam pela Terra não têm todas o mesmo grau de evolução. A inspiração que anima cada onda não pode ser da mesma natureza. Olha que interessante. Então aqui a gente aprende mais um pouquinho que essa inspiração.

Não é? É que os artistas têm também é dado aos cientistas, por exemplo, e obviamente, a todo tipo de de trabalhador e de que e que é faz, né? O seu ofício e que ensina o seu ofício. Ou seja, se a gente de. For direcionado ou tiver uma sensibilidade mais apurada e exercer o nosso ofício, né?

Por amor, por idealismo e tudo mais, sempre a inspiração do mais alto aqui não deixa de ser, mas diz assim, que os cientistas é uma inspiração para o materialismo, obviamente, para desenvolverem, por exemplo, as vacinas da COVID que foram desenvolvidas em tempo recorde. Obviamente teve inspiração do mais alto, né? Para serem desenvolvidas e foram desenvolvidas. De diversas maneiras, diversas formas, né? Num tempo muito rápido.

Que aí mistura, né? AO tanto que se investiu nisso, outros trabalhos que já estavam em andamento, mas não IA muito pra frente, porque não IA dar lucro. Então, entra aí o materialismo, mas que sim, tem inspiração divina. A inspiração divina para a arte pega uma outra parte que não é material, entende? É por isso que a gente, quando vai num espetáculo de teatro ou num concerto, num num show musical, vai ver. Exposições? De pinturas, esculturas, né?

Ou das diversas artes, a gente sai tocado e transformado por aquela arte porque é exclusiva, não é nada material, é exclusivamente espiritual e chacoalha a gente e provoca emoções, enfim, e por aí vai. Nós vamos continuar.

Para preparar o trabalho progressivo das gerações, a na inspiração científica, uma mistura de desconhecido de surpresa que algumas vezes produz um ceticismo que não é durável, fatalmente, no ciclo que se prepara, vossos sábios deverão aceitar ensinar a humanidade, as novas forças que brotam continuamente do espaço celeste.

No dia em que vossos cientistas descobrirem pela intuição e pela inspiração, a fonte das Correntes que animam o universo, o ideal Divino estar pronto para reflorir sobre. A vossa Terra, e nós poderemos afirmar convosco que a evolução terrestre terá dado um grande passo. A evolução científica prosseguem todos os domínios, desde a preciosa descoberta material até a aplicação de princípios novos e positivos nas artes. Atualmente, vossas artes, salvo a literatura, procedem desse gênero?

Um pouco impulsivo, de impressão e de inspiração. Se durante a Renascença as composições pareciam por vezes um pouco ingênuas, em vossos dias a cor, a forma, o poder da inspiração, não. Faltam, mas será preciso adquirir nos séculos futuros a noção de ideal que servirá diálo a todas as obras do pensamento. Deus vos dá por aí o sentido real e profundo da sua obra universal. Nesse estudo, vimos o cérebro do artista, organizado em todos os

domínios. A inspiração quer venha da personalidade ou do ideal Divino. É a forma que concretiza a arte, os seres canais adquirem na Terra seu espírito, a completa no espaço. Mais tarde, passaremos em revistas belas concepções que podem brotar de uma alma ardente no trabalho e plena de admiração pelo criador. Ah. Mas é bonito demais, né? A gente fica só imaginando como deve ser arte no espaço e que, conforme a gente vai evoluindo, né? Lógico, nos tornando mais

espiritualizados também. Todas, não só artistas, mas cientistas e. Todos os ofícios, né? As pessoas que estão abertas e preparadas vão receber. Obviamente, a inspiração que vem do mais alto também, fazendo com que a gente ande muito mais rápido, né? Descubra coisas e aí nós temos Na Na ciência, por exemplo, grandes descobertas, algumas, por exemplo, de Einstein, que só estão sendo comprovadas agora. E você fala assim, gente, de onde é que ele tirou esse trem, né?

Além de ser um génio que vem trabalhando durante suas vidas sucessivas. Também tem ajuda aí do mais alto. Pra gente dar saltos, né? Na nossa evolução, se você vê na época que foi escrito isso 1922, né? É 1921. Agora nós, 100 anos depois, o Salto. O Salto absurdo que nós tivemos em todos os sentidos de de ciência, né, eletricidade, internet, tecnologia, blá, blá, blá. Moral nem tanto, né? Infelizmente, moral e são 2 coisas que andam separadas, não precisam andar juntas. O sal.

Mas o Salto que a gente teve é que, obviamente, nós tivemos aí nesses 100 anos uma inspiração absurda, né? Do mais alto, 11 progressão do nosso mundo. Assustadora, né? Muito, muito, muito gigante. Aí você pensar 1900 anos antes, como é que essas evoluções foram a passinho de tartaruga? E nesse último Centenário, como que foi absurdo e veloz, beleza, e com isso a gente termina a parte do. No próximo episódio, eu te convido para que estudamos juntos.

A terceira parte que nós é, estudaremos senso artístico. E aí depois, no outro episódio, às quintas, quinta e sexta, lições do steta eu te espero como sempre, ó, muito obrigado pela sua presença e até o próximo episódio. Tchau.

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