O Espiritismo na Arte [Ep2] Conceito de Arte (Parte I) - podcast episode cover

O Espiritismo na Arte [Ep2] Conceito de Arte (Parte I)

Oct 22, 202334 minSeason 18Ep. 2
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos este livrinho aqui lindo, com efeito especial da para ver o dedo de Deus e o dedo de Adão, o espiritismo na arte do magnífico admirado Leon Denis. Hoje nós vamos começar vendo. Metade do primeiro artigo, né, lembra? São 11 artigos escritos na revista espírita de 1922 e que nós vamos estudar, então vamos chamar de parte. Hoje nós vamos estudar metade da parte um e o próximo episódio.

Metade da parte 2, porque, como é muito extenso para não ficar um vídeo muito gigantesco, tá só pra vocês terem uma ideia. Olha só o índice, você que está ouvindo, não vai conseguir ver, mas dá uma olhada lá No No YouTube. Tá vendo, ó? É dividido por partes. Hoje nós vamos ver até aí antes de começar a primeira eleição. Dilma está que a gente vai ver a primeira e segunda lição no próximo episódio, tá bom? Vamos começar.

Este artigo foi publicado na revista espírita em primeiro de janeiro de 1922. Então nós vamos estudar sobre conceito da arte sem demora, vamos o texto. A beleza é um dos atributos divinos. Deus pôs nos seres e nas coisas esse Encanto misterioso que nos atrai, nos seduz, nos cativa e enche a alma de admiração às vezes de entusiasmo. A arte é a busca, o estudo, a manifestação dessa beleza eterna da qual percebemos aqui na Terra apenas um reflexo para. Contempla lá em todo seu

Esplendor em todo o seu poder. É preciso subir de grau em grau em direção à fonte de onde ela emana, e isso é uma tarefa difícil para a maioria entre nós. Pelo menos podemos conhecêla pelo espetáculo que o universo oferece aos nossos sentidos e também pelas obras que ela inspira aos homens de gênio. O espiritismo vem abrir para a arte novas perspectivas, Horizonte sem limites, a comunicação que ele estabelece entre os mundos visível e

invisível. As indicações fornecidas sobre as condições da vida no além, a revelação que ele nos traz das leis de Harmonia e de beleza que regem o universo vem oferecer aos nossos pensadores, aos nossos artistas, motivos

inesgotáveis. De inspiração a observação dos fenômenos de aparições proporcional aos nossos pintores, imagens da vida fluítica, da qual James tissod já pode tirar proveito nas ilustrações da sua vida de Jesus. Os oradores, os escritores, os poetas, neles encontraram uma fonte fecunda de ideias e de

sentimentos. O conhecimento das vidas sucessivas do ser sua ascensão dolorosa através dos séculos, o ensino dos espíritos, sobre a questão grandiosa do destino, lançaram sobre toda a história uma. Luz inesperada e proporcionarão ainda aos romancistas aos poetas temas de drama, motivos de elevação, todo o conjunto de. Intelectuais que ultrapassaram em Riqueza tudo o que o pensamento pôde conhecer até aqui. Então a gente percebe, eu gosto dessa definição dele, né?

A beleza é um dos atributos divinos e a arte é a busca por essa beleza, né? É uma constante tentativa de refletir a beleza espiritual, né? Da criação, a beleza é de Deus. Isso é bonito demais e o espiritismo vem proporcionar, né? Que a gente se aproxime, especialmente daqueles a quem chamamos de grandes que passaram, né? Grandes artistas de toda espécie de arte. A gente vai ver que tem psicografia de muitos desses artistas. Permite com que eles digam para

a gente, né? Como é que esse processo? Como é que isso funciona? De onde vêm, para onde vai, o que é que é tudo? Eu não posso, mas tem muita coisa bonita, bonita por aí. Vão continuar a leitura.

Quando refletimos em tudo quanto o espiritismo traz para a humanidade, quando pensamos nos tesouros de Consolação e de Esperança na mina inesgotável de arte e de beleza que ele vem lhe oferecer, nós nos sentimos cheios de Piedade por esses homens ignorantes ou péfilos, cujas críticas malévolas não têm outro objetivo senão desacreditar, ridicularizar e mesmo asfixiar a ideia nascente, cujos benefícios já são tão

sensíveis. Evidentemente, essa ideia em sua aplicação necessita um exame, um controle rigoroso, mas a beleza que emana dessa ideia se revela deslumbrante para todo pesquisador imparcial. Para toda observador atento, o materialismo com seu sopro dissecante havia esterilizado a arte. Essa se arrastava no realismo degradante e sem poder se elevar até os cumes da beleza ideal.

O espiritismo veio lhe dar um novo estímulo, um impulso mais vivo através das alturas, onde ela encontra a fonte fecunda das inspirações e a sublimidade do talento. Bom, a gente começa a ter uma ideia. Qual a importância da arte para o espiritismo e como que uma coisa, né? É ligada à outra e isso é

magnífico. Então vamos começar aqui com alguns assuntos, dá uma olhadinha, ó. Objetivo da arte o objetivo da evolução, necessidade das vidas sucessivas e depois apresentação de US teta, que é, a gente vai estudar no próximo episódio. Vamos lá. Dissemos que o objetivo essencial da arte é a procura e a realização da beleza é, ao mesmo tempo, a procura de Deus, pois que Deus é a fonte primeira e a realização perfeita da

beleza física e moral. Quanto mais a inteligência se apura, se aperfeiçoa e se eleva, mais se impregna da ideia do Belo. O objetivo essencial da evolução, portanto, será a procura e a Conquista da beleza a fim de realizá-la no ser e nas suas obras. Tal é a norma da alma na sua ascensão infinita. Olha. Sante, não entendo. A beleza é quando a gente fala como um apenas a beleza. Ah, aquele, aquela mulher é bonita, aquele homem é bonito?

Não, não se trata disso, né? Nós estamos falando a beleza em si, não como qualidade, mas sim como coisa, né? Como objeto de estudo, o Belo, a beleza e sim, nos atraímos pela beleza não só de pessoas bonitas, mas. De ideias bonitas, de espiritualidade bonita. De design bonito de imagens bonitas, músicas bonitas, teatro

lá, lá lá, um Monte de coisa. Então a arte, ela tem esse objetivo principal, de resgatar essa beleza, que na verdade, é uma grande ânsia que nós temos uma grande vontade que nós temos saudade até, por assim dizer, de Deus, da beleza divina. Olha para o nosso universo, o James webb, o. Novo telescópio que está viajando pelo espaço está nos trazendo cada imagem que parece ser pintado pelo pelo pintor mais maravilhoso que existe. É o nosso universo, tudo tem

beleza, né? E a gente busca, talvez essa beleza incessantemente para que a gente possa matar essa saudade, essa sede, essa ânsia de Deus que nós temos dentro de nós mesmos, né? Pelo menos é isso que eu que eu imagino. Perceba que a gente tenta o tempo todo fazer alguma coisa mais bonita do que era arrumar o nosso quarto, arrumar a nossa casa, deixar a nossa casa bonita. Ora, não vem, visita, não vem ninguém. Então porque que eu preciso deixar bonito? Não, mas eu quero porque eu me

sinto bem. Eu vou pintar uma parede, eu vou transformar um ambiente, eu vou construir alguma coisa, então eu quero sempre o mais Belo possível. Então essa busca é a essência da arte, a busca pela beleza. E quando a gente fala, beleza, lembre-se, nós não estamos falando de um adjetivo de uma característica. Nós estamos falando do sujeito, né? Estamos falando da coisa em si, é a busca por Deus.

Nisso já se impõe a necessidade das vidas sucessivas como meio de adquirir por esforços contínuos e graduados, um sentido sempre mais preciso, do bem e do Belo. Os inícios são modestos, aqui na Terra, a alma se prepara primeiro nas tarefas humildes, obscuras, apagadas. Depois, pouco a pouco, por novas etapas, o espírito adquire a dignidade de artista mais elevado ainda.

Ele se abrirá as concepções vastas e profundas, que são o privilégio do gênio e se tornará capaz de realizar a lei Suprema da beleza ideal em nossa Terra. Os artistas não se inspiram todos nesse ideal superior. A maior parte limita se a imitar o que eles chamam a natureza, sem perceber que ela não é mais que um dos aspectos da obra divina. No espaço, porém, a arte reveste formas ao mesmo tempo, mais

sutis e mais grandiosas. E se ilumina com o reflexo Divino. Eis porque neste estudo tivemos que consultar principalmente os nossos espíritos guias, recolher e resumir seus ensinamentos no âmbito em que vivem as Fontes de

inspiração são mais abundantes. O campo de ação se alarga, o pensamento à vontade, o poder supremo se afirmam e irradiam com mais intensidade nossos protetores invisíveis nos enviaram o primeiro espírito, massenet, um que veio nos ditar 5 lições sobre a música celeste, procedendo como fazia sobre a Terra nos seus cursos do conservatório. Mas isso não podia ser suficiente para nós. Precisávamos de dados mais gerais, de uma visão global sobre a forma como a arte é sentida.

E praticada no além, observa, se muitas vezes, nas obras inspiradas por espíritos, principalmente nos livros anglo-saxões, a descrição de lugares de monumentos de Moradas criadas com a ajuda de fluidos pela vontade dos habitantes do espaço, temos necessidade de esclarecimento sobre esse assunto tão controverso e sobre o qual, até hoje, faltaram

indicações preciosas. De acordo com nossos pedidos reiterados e a fim de nos ensinarem, os guias nos anunciaram uma entidade que se apresenta sob este nome. O esteta, cuja personalidade verdadeira só nos será revelada ao final deste estudo. Imediatamente tivemos a impressão de que nos encontrávamos em presença de um espírito de alto valor. Então começa por aí essa investigação e essa grande pesquisa que o leondeni fez sobre a beleza, né? Que a gente viu foi.

Orientada além de ter muito estudo em cima disso, foi orientada pelos seus guias espirituais. E conduzida por 2 espíritos de artistas, digamos assim, né? O primeiro deles, que vem falar exatamente sobre a música que é o espírito de mascenet. Eu não sei se é assim que fala,

mas deve ser. Mas macenet enfim e outro que a gente vai estudar a partir do próximo episódio que se apresentou sobre o nome de o esteta e que só revelará no final parece novela é meio artístico esse negócio você percebe que tudo é meio artístico, né? E vai se revelar no último capítulo. Que legal, o esteta vai falar, quem é? Nós vamos continuar aqui na leitura.

O fenômeno, produziu-se sob a forma de incorporações desde o momento em que A Entidade toma Posse do médium intranse os traços deste que é um rapaz cego. Toma uma expressão de calma, de serenidade, quase Angélica, e que contrasta com a maneira de ser dos outros espíritos. A palavra é suave, penetrante e quando a sessão termina, os assistentes se encontram sob uma impressão de salina.

Paz de profunda quietude. O médium, ao despertar, ignora completamente o que foi dito por sua boca durante o trans e declara encontrar-se como mergulhado em um banho de radiações, ele experimenta uma sensação de bem-estar inexprimível. O esteta tomou a arquitetura como tema das 2 primeiras lições estenografadas que reproduzimos, mais adiante, escolheu como modelo a catedral porque ela serve de moldura a todas as outras artes.

Mais tarde, ele nos falará de escultura, de pintura, de aloquência e, por fim, o estudo da música e as lições de maçanete virão completar esta exposição. Gente, é lindo demais esse livro, então você entendeu? O esteta. Ele se manifestou por um médium cego e uma mediunidade. Pelo que fala Leon denil, inconsciente, porque este médium cego não sabia do que se tratava, mas estava plenamente assim, de boas energias, de sensação boa, que é o que acontece.

Você mede um, você sabe quando você tem um espírito elevado, quando ele vai embora, você fica com aquela sensação de um pedacinho do céu, né? Com você, mas vamos continuar agora. 2 temas, o espírito e sua parcela do poder criador. E tipos de arquitetura existentes no espaço e sim, nós estamos falando também de arquitetura, que é um tipo de arte, porque não, né? Nós temos especialmente nas arquiteturas, é Barrocas ou até né? É do do passado, mas também do presente.

Na sua maneira, é formas do homem se manifestar, né? É com beleza, com coisas que nos impactam a grandemente. Então podemos dizer que as nossas cidades são museus a céu aberto, que a gente pode apreciar quando o arquiteto tenha esse toque todo especial e artístico, né? Não é todo que tem. Nós temos construções muito

feias, muito. Taça e sem projetos interessantes é de qualquer jeito, mas assim como temos músicas divinas e músicas porcarias em em todo tipo de arte, mas sim, é um tipo de arte. Então vamos para o texto para saber sobre isso. Lembramos aqui que todo o espírito emanado de Deus não possui somente uma centelha da inteligência divina. Ele desfruta ainda de uma parcela do poder criador, poder que ele é chamado a manifestar mais e mais no decorrer da sua

evolução. Tanto nas encarnações planetárias quanto na vida do espaço na Terra, sob o véu da carne. Essa inteligência e esse poder são diminuídos. No entanto, não é maravilhoso constatar até que ponto o talento do homem tem conseguido subjugar as forças brutais da matéria, vencer sua resistência, sua hostilidade, submetêlas às suas fantasias. O homem force ao ferro forja o ferro, funde o bronze e o vidro esculpe a Pedra, ergue estátuas, constrói palácios e templos.

O homem perfura Montanhas e reúne os mares. Traduzindo, né? Como foi falado o homem? E quando eu falo o homem, estamos falando de homem, mulher e todos todos, enfim. É um cocriador do universo, porque que a gente faz? É também fazer parte da criação porque, especialmente na arte, mas não só na arte, nós transformamos o lugar, o planeta, os ambientes, né? É AAA nossa inteligência. Então nós estamos cocriando, né? Junto com Deus, nós estamos fazendo e criando também em todo

o lugar, a todo o momento. No espaço, porém, esse poder criador afirma-se tanto mais intensamente quanto mais sutil, é a matéria fluida. E quanto mais o espírito tem aprendido a combinar os elementos etéreos que são, a própria substância do universo. Lá, todas as dificuldades da obra terrestre desaparecem. Basta uma ação mental firme para dar aos fluidos as formas que o espírito quer realizar e tornar

duráveis. Mesmo nesta vida, vemos no sono hipnótico a vontade do operador de dar aos objetos a substâncias propriedades temporárias que exercem sóbrios. Médiuns, influências incontestáveis em 1° mais elevado, por exemplo, nas materializações de espíritos, a vontade destes cria formas, rostos, vestimentas, atributos. Antes, aqueles que eles possuíam na Terra e que permitem

reconhecêlos identificálos. Nesse caso, o pensamento ajudado pela lembrança, reconstitui os detalhes da existência que lhes eram próprios, vestuário, armas. A vontade lhes dá a consistência necessária para impressionar os sentidos dos observadores. Não é conveniente procurar em outro lugar. A explicação desses fenômenos, que são conhecidos de todos os espíritos experientes. Nossos guias nos asseguram que no espaço encontramos as arquiteturas mais estranhas

mais. Pois elas ultrapassam em grandiosidade e em beleza todas as criações dos nossos sonhos. Temos sobre esse ponto os testemunhos mais precisos. Reymond de o filho de Oliver lodag, 2, construiu uma pequena casa de campo de acordo com seus gostos terrestres, os espíritos Mozart, 3 Victor, insardou, 4 e outros construíram palácios ornados de plantas e de flores antigos arquitetos terrestres dizendo, edificam santuários onde se celebram os ritos de tal ou tal culto. Os espíritos.

Se comprazem reconstituir meios semelhantes, porém superiores em beleza. Aqueles que frequentavam na Terra e isso com muito mais facilidade, por quanto eles podem dispor de materiais bem mais flexíveis e mais maleáveis? E, sim, você ouviu aí a palavra Mozart, né? Sim, nós temos relato de Mozart no primeiro, na primeira edição da revista espírita. Na verdade, no primeiro ano, em algumas comunicações que ele vem dizer, dentre outros artistas também, que ele vem dizer como é que?

Ele construiu a sua morada. Naquela época, 1850 e tra lá lá em Júpiter, não significa que ele esteja em Júpiter até hoje, mas sim de uma outra maneira, já que Júpiter é um planeta gasoso, e nós estamos falando de outra dimensão. Então se alguém chegar com uma Câmera, essa Câmera resistisse a Júpiter, que não resiste, entra um pouquinho, já acaba você veria lá as construções, não, né? Nós estamos falando de outra dimensão, a gente não precisa

ser bobo a esse ponto, mas. Que Mozart construiu um palacete para ele, todo em formato de de notas musicais, clave de sol, enfim, muito bonito de ver. Está na primeira edição. É aqui. Vai citar algumas coisas, mas se quiser, corre lá, pega na revista espírita que você vai conhecer, inclusive a imagem e na No No na série de vídeos, a influência da música eu mostro é o último vídeo.

A influência da música no espiritismo eu mostro a morada de Kardec, de Kardec, de Mozart. Lá naquela época tá? Não significa que ele está vivendo até hoje lá e o interessante é esse paralelo, né? Que o Leon Dani faz sobre? As incorpo incorporações, né? Já que os espíritos, por meio de materializações ou não, apenas mostrando para os videntes, é. Executam essa tarefa de criar, né? Mas que essas construções que a gente conhece por aqui são absurdamente ultrapassadas.

Se a gente vê as construções do universo inteiro, que é uma coisa infinita, né? Fica se admirado com esses relatos, essas descrições e muitos comentários são trocados a esse respeito. No entanto, tudo o que se passa nas seções de experimentação, os fenômenos de transporte de levitação, a penetração da matéria pela matéria, a dissociação e a reconstituição de objetos através das paredes mostra nos o poder dos espíritos sobre os fluidos e facilita nossa compreensão do assunto, certo?

Sábios psiquistas confessam que eles mesmos não compreendem nada a esse respeito e por aí mostram a sua falta de prática em matéria de espiritismo, enquanto que simples adeptos estão bem informados sobre esses fatos. Olha que interessante, lembrando que, né é tudo. É manipulação de materiais. Então depende se a gente é muito, é se a gente é aqui de pertence a esse planeta Terra, né, que que a gente vai

manipular o material existente? Então a gente lança mão de Areia, é para fazer o cimento para fazer as construções de Terra, para fazer o tijolo e et cetera e tal, e a gente ergue e constrói cada vez se melhorando mais. Agora, se imagine no mundo. Espiritual, como é que é o negócio? Já que a pessoa não precisa, né?

Basta imaginar para criar. Aí você entende como é que moza criou a sua própria morada, imaginando então, foi um exercício mental e naquele planeta isso é possível na dimensão que eles se encontrava, de é fazer a construção que gostaria que imaginava, né? E assim, também para instrumentos musicais e outros tipos de arte. Imagine a arte no espaço. A gente já fica. Bobo com a arte aqui na Terra que a gente fica assim. Passa horas e horas admirando uma pintura, um quadro, né?

Um grafite tem grafites absurdos. Eu fico imaginando, gente. Um prédio de 20 andares, como é que a pessoa tem esta? Esta é esse incrível talento de ver a proporção para fazer figuras enormes, gigantesco. Quando você está assim, você está vendo um pedaço de parede, né? E aqueles pintores, por exemplo, da Capela cistina, micky lancha. No entanto, os outros né que pinga tentava de ponta cabeça figuras imensas, é um. Negócio que? Só 111. Visão espiritualista pode explicar, né?

De tão maravilhosa que é, vamos ver arquitetura na Terra e no espaço. E a catedral terrestre e a catedral fluídica quando se fala em catedral é porque, especialmente na época de Kardec, era o tipo de construção que mais chamava a atenção e dentro da catedral, para quem já visitou, por exemplo, a basílica de São Pedro. E não sei se nessa época já estava pronto. Eu acho que sim, é. Vai entender o que eu estou falando? Porque. Fora já é lindo, magnífico e absurdo.

Assim como diversas catedrais, né? Notre Dame, por exemplo, que pegou fogo e está sendo restaurada, e tantas outras que são incríveis, né? É dentro, é um museu, é uma coletânea de obra de arte, desde pintura, escultura, arquitetura e aí geralmente tem aqueles órgãos de tubo que só de você ver o órgão você fala, Jesus, que coisa mais magnífica aconteceu, ouve, então, aí você perde as perdas. De tão lindo que é, então por isso está se falando de catedral?

Neste sentido, não religioso, e sim como Belo, porque. Sim, no passado, hoje não mais. Quando se faz igreja, geralmente se opta pelo mais simples e reto possível, mas no passado eram meio que 111, lugar que congregava diversos tipos de arte no mesmo no mesmo canto, né? Então por isso que a gente vai ver isso no texto de hoje.

Voltemos à arquitetura que o esteta tomou como objeto das suas primeiras lições aqui na Terra já é arte sublime, a qual se prendem todas as outras artes e que muitas vezes lhe serve de proteção, assim como na Terra, a música representa a arte viva a Harmonia móvel e vibrante. A arquitetura representa a arte imóvel e passiva em suas formas imponentes e rígidas.

Porém, enquanto que no amargo dos espaços, espírito modela a sua vontade, a matéria fluídica e lhe dá as aparências, as cores, os contornos que lhe agradam em nosso planeta, a matéria opõem mais resistência à vontade do homem. O bloco 5 resiste ao cinzel do escultor como a ferramenta do maçom. 6 às vezes são necessários longos e pacientes esforços, um trabalho persistente para dar ao mármore ao Granito a expressão da beleza.

As lições de o esteta fazem ressaltar a diferença que existe entre os procedimentos em uso na Terra e uso do espaço para realizar criações artísticas. Enquanto que na Terra, a catedral, tomada como modelo de arquitetura, é a obra paciente de uma coletividade laboriosa, desde humilde talhador de Pedra até o grande artista que traçou o plano do conjunto.

Ela é no espaço a obra particular de um mestre que instantaneamente e a seu belprazer pode edificá la ou destruí la auxiliado somente por um grupo de alunos que procuram assimilar, imitar sua ideia criadora aqui na Terra. O monumento é a obra da multidão humana, o trabalho.

Dos séculos, gerações de artistas e de operários trabalharam para elevar colunas, telhados, Torres, fundiram, vitrais, pintaram imagens, esculpiram estátuas assim foram se constituindo lentamente a pirâmide, o Palácio, a catedral. Eis porque, em sua majestosa unidade, simboliza o pensamento

de um povo. O gênio de uma raça, a alma de uma religião foi a fé, foi o entusiasmo, foi o espiritualismo ardente que erigiu em direção ao céu essas bíblias de Pedra, e nessas obras colossais, o invisível tem o seu papel. Ele pensa com o arquiteto, medita com o artista, trabalha com artesão e o pedreiro a todos. Ele inspira o pensamento de Deus e do além, na medida em que eles podem compreendê lo e interpretá lo. Essa ideia maravilhosa, né? E a gente vai ver nas lições do

steta também sobre. Especialmente arquitetura EE pintura e as artes plásticas, né? É a diferença entre a criação coletiva que a gente tem aqui neste planeta. Não sei, não me saiu da mente o. Museu do Ipiranga. Caso você não seja de São Paulo ou caso você seja, vá visitar, porque é um negócio de doido, né? Para quem gosta de arquitetura, para quem gosta de história, para quem gosta de arte, de escultura, de pintura e até de é. É coisas antigas, é coisas que eles usavam, móveis e

acessórios. Enfim, vá visitar além do que os jardins, inclusive do Parque da Independência, de tudo, é um negócio de doido. Eu tô pensando nisso e estou imaginando aquele lugar porque precisou de muita gente, de muitas mãos, especialmente para restaurar também. Depois imagina para construir o tanto de gente, o tanto de

artista? Que foi envolvido, mas todos eles, tanto agora quanto no passado, precisaram de inspiração do mais alto para fazer cada coisa e eu que trabalho com arte e sei eu posso afirmar que. Muita coisa é assim, é a relação da gente, praticar, ensaiar a fazer estudar, se especializar e a inspiração que vem do mais alto, que é um negócio avassalador. Estamos intimamente conectados com o mundo espiritual quando resolvemos criar, especialmente fazer arte.

É disso que se trata, que ele está falando aqui. Ascensão edificados esses livros imponentes que são as catedrais e que durante séculos foram suficientes para guiar, para instruir, para consolar o espírito humano, a catedral terrestre serve de moldura a todas as artes. A música faz as suas imensas Naves vibrarem.

A pintura decora suas paredes. A escultura povoa de estátuas, no entanto, em seu conjunto, ela conserva a imobilidade fria e a Opacidade do Granito. O papel fundamental da arte é exprimir a vida em toda a sua potência, em sua graça e em sua beleza. Ora, a vida é movimento e nisso exatamente residir a principal dificuldade da arte humana que apenas pela música pode reproduzir o movimento.

O escultor, pela postura que dá sua estátua, reproduz o movimento que o seu pensamento concebi na imobilidade. Criação, a pintura dá a mesma impressão por meio do gesto fixado na tela e pela Harmonia das cores. O jogo das perspectivas, a simulação das profundidades e dos horizontes fugidios. Há mais força na estatuária e mais artifício em um quadro, porém, os 2 podem exprimir a beleza ideal sobre a forma de obras-primas que nos são

conhecidas. No entanto, apesar da intenção genial que preside a sua execução, execução, elas nos dão apenas a sensação incompleta. E aí ele vai fazer uma comparação com as artes, né? Desenvolvidas no espaço que aí. O bicho pega, vamos lá. Não ocorre o mesmo com as obras de arte do espaço. Nele tudo é vida, movimento, cor, luz. A catedral fluida será como que

é animada e viva. Suas colunas terão a flexibilidade, a elasticidade da matéria mais sutil, suas paredes serão transparentes como Cristal e 1000, cores fundidas desconhecidas na Terra. Nelas, se divertiram em jogos de sombra e luz. Todas as harmonias ali se combinam em ondas de uma suavidade inexprimível, tudo vibra no frêmito de uma vida intensa e profunda. Os artistas da Terra deverão se inspirar nesses modelos sobre humanos que os ensinamentos espíritas lhes tornaram

familiares. A educação estética humana comporta concepções cada vez mais elevadas para que o sentimento do Belo penetre se desenvolva em todas as Almas. Já se produz uma evolução nesse sentido. Ela se acentuará sob a influência do além. Os artistas do futuro se interessaram em dar mais fluidez às cores, mais vida ao mármore, mais espiritualidade a todas as

suas obras. As artes complementares se idealizaram inteiramente, deixando a arquitetura a majestade das formas rígidas e a ilusão do imutável na inércia. Esse real se progride em todos os graus de Escalada da vida, realizando formas cada vez mais Nobres e perfeitas e que se aproximam da fonte divina da eterna beleza. Gente, você viu a descrição do que seria uma catedral do espaço, né? Uma construção no espaço paredes tudo é vida, movimento, cor e luz, né?

Animada e viva colunas flexíveis, elasticidade da matéria mais subtil, paredes transparentes como o Cristal mais cheias de. Cores que a gente nem imagina a gente só de pensar nisso. Eu fico todo arrepiado e Encantado. Eu não sei se você compartilha da minha empolgação, mas pra mim este livro me toca profundamente, me empolga profundamente e. Vou confessar, não me faz Temer a morte, muito pelo contrário. Não é que eu quero adiantar, eu quero viver o tempo que eu puder

viver. Mas vai ser muito legal se eu puder depois, se todos nós pudermos depois conhecer essas Maravilhas, vai ou não vai? Fala a verdade. Tem para ter medo. Pelo contrário, doido de curiosidade para conhecer e vai ser muito bom, muito bem, é hoje nós encerramos no próximo episódio, nós vamos ver a primeira lição do steta e a segunda lição do steta. Combinado? Eu te espero como sempre, eu se fosse você, não perderia por nada. Ó compartilha esse vídeo com seus amigos aí ou este podcast

com os seus amigos? Tá bom? Obrigado e até o próximo episódio, tchau.

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