Olá, meu amigo. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem-vindos a mais um episódio onde estudamos essa obra fantástica, o espiritismo na arte de Leon Denis? Nós vamos começar a parte décima hoje vamos estudar-lhe inteirinha que foi publicada em novembro de 1922 e que vem trazer a quarta lição do espírito marceneiro. Olha lá, hoje vai falar sobre a música humana e as notas harmônicas, a música. Celeste e os sons e as cores, então. Vamos para o estudo.
Falaremos hoje da sonoridade, não da sonoridade pura, porque não distinguimos os sons com precisão. O som resulta de uma vibração que impressiona nossos órgãos psíquicos e produz, por consequência, um fenômeno virtual. É preciso partir deste princípio no espaço. O som não será a sensação de um ruído, mas a sensação que uma satisfação de bermestar moral e
espiritual produz. O prazer é mais ou menos intenso e corresponde a sensações que os instrumentos nos causam na Terra, vimos o ser imaterial transportado. Para a esfera musical, isto é, para o campo vibratório. Animado por ser evangélicos. Vimos também que esse ser recebe em seu perispírito vibrações que, ao se chocarem com seus próprios eflúvios. Produziram sensações de prazer
na música humana. Voz tem de isolar como nota do dia pazão 67. Não tomaremos essa nota como ponto de partida, porque sua tonalidade não corresponde à tonalidade das cores. Tomaremos o dó, o dó, aos vossos ouvidos produz um som grave, pleno e que exprime o regozijo, um som que representa bem o amor, que devemos sentir por Deus esse dó. Se fizermos uma comparação, se adapta melhor. A primeira das sensações fluídicas que se traduz geralmente pela cor azul.
Olha que interessante, tem algumas coisas bem legais, né? Primeiro que a música no espaço não se dá do jeito que a gente conhece, que é a propagação de sons por meio do ar, né? Em outras dimensões, que que a que existe, só que existe ar, né? No próprio espaço a gente sabe que não tem ar no planeta, a Terra tem, enfim, e como é que se propagam sons, não é? Então é uma outra história. O que o espírito de gente marceneiro não vou aprender nunca, o que ele. O que que ele vem falar pra
gente? É justamente pra fazer uma analogia, e aí ele veio falar sobre. Na música humana voz, tendo zulá como nota do diapasão, isso aqui é um diapasão, tá? Este instrumento esquisito. É um diapasão que você bate assim, ó. Será que dá para escutar? Está vendo isso aqui é anotar lá é em 440 Hertz que afina a maioria dos instrumentos no mundo inteiro. Todo mundo segue esta prática é, mas tem outros tipos de afinação. Só que ele está falando que não vai tomar essa nota como ponto
de partida. Tomaremos o dó porque é os vossos ouvidos produzem o som grave, pleno e que exprime o regozijo. E aí nós estamos falando tudo de uma linguagem figurada, né? É esse dos, fizemos uma comparação, se adapta melhor maneira de sensações fruíficas que se traduz geralmente pela cor azul. Tem até uma algumas correspondências de nota e de coloração e ele vem falando isso justamente porque no espaço, né? Na Na, na, na dimensão espiritual.
Nós estamos falando de uma música que é de é percebida, diferentemente do que a gente hoje percebe aqui na Terra que é só pelo ar, né? Só vem pelo ar de alguma maneira mesmo. Você está me ouvindo porque um alto-falante do seu celular, da sua TV, do seu computador?
Está pressionando ar e fazendo com que a minha voz chegue até aí. Primeiro, ela digitalizada aqui também com um instrumento que usa a pressão do ar transformada em zeros e uns e depois convertida de novo, e faz de novo a pressão do ar e o nosso tímpano também é sensível a essa pressão do ar. Então tudo se propaga por aí. O espaço não é e aí ele vem brincar, vem falar, brincar, não vem falar sobre essa questão das cores, né? Falando do lá, o lá fica lá em cima, né?
E o dó para baixo então dó, ré, mi, fá, só o. Lá nós temos uma nota mais grave e aí ele vai falar sobre as cores, vamos acompanhar. O dó simboliza o Azul-celeste, a quietude, a paz da alma proporcionada pela prece. O dó é a primeira nota do acordo perfeito, que deriva do azul. O me representa a força no amor, a vontade de amar e pode ser representado por um raio da vossa luz solar. Temos então dó mi. O dó fundamental é azul, o mi a vontade no amor, nos dar ao Azul-celeste e o ouro o Sol.
Terceira nota harmônica representa a consolidação das 2 notas precedentes, ou seja, uma ligação que pontua as 2 ideias precedentes emitidas, pontuação que assegura a exteriorização do
sentimento dado pelo azul. Percebemos essa nota por uma tonalidade especial da qual eu procuro vos fazer compreender a cor pelos vossos sentidos, não é nenhuma emanação prateada que poderia se confundir com o ouro, ser por ele absorvida, nenhuma emanação negra resultante de outras cores que poderia absorver o azul, mas é um fluido brilhante, sem cor bem definida, que pode se aproximar da luz radiante que se desprende dos mundos que vós percebeis ou seja, cinza azulado, cinza
prateado. Vosso sol, visto de longe, tem esse aspecto, a primeira tonalidade vista por um mortal, terá esse aspecto tônica azul. Intensidade da tônica, ouro, pontuação ou duração cinza prateado, mistura de azul, cercado de ouro e de cinza, prateado. Essa primeira tonalidade representa o amor Divino. As outras cores fundamentais apresentam todos os outros sentimentos, indo do amarelo claro ao vermelho escuro.
Porém, essas cores são sempre acompanhadas de seus mantos Dourados e suas vestes cinza prateadas em música humana. A cor de perfeito dó mi sol, tornando se o recorde perfeito, ré, fá, la com mi, a cor de perfeito mi sol. Se a tônica variar, a de cor, passando do azul para chegar ao vermelho, mas as 2 outras notas serão sempre ouro e prata, elas nunca variarão. Olha que interessante, é uma tentativa de fazer nos entender como é que funcionaria, né?
Como que ressoa e como que os espíritos enxergam as notas? E ele veio fazer uma referência muito é curiosa sobre a harmônica, né? AAO acorde de dó, mi sol. Quando a gente coloca No No piano, por exemplo, que fica mais fácil de entender. A nota dó, a nota mi e a nota sol, elas todas sem nenhum sustenido ou bemol, e aí ele vem dizer que a primeira nota ele dá um azul que já vai para um Dourado no mi, né? E.
Um branco, né? Pelo que eu entendi, a emissão do nosso sol é um branco, mas que todas as cores variam só a cor primária. Só da primeira nota, as demais complementares, elas são sempre douradas e esbranqueadas brilhantes, né? Esbranquiçadas? Enfim, vamos combinar que é um tracinho meio difícil de compreender, mas deve ser lindo demais de ver, mas vamos
continuar o estudo. Segundo a qualidade do perispírito e a natureza do campo vibratório, as sensações variam e aumentam de intensidade, a ponto de se tornarem maravilhosas. Certos perispíritos recebem o amarelo, outros, o vermelho. Existem alguns que excluem esta última correto, violeta é menos suportável para os seres evoluídos. O verde, claro, é mais agradável que o verde escuro. Pode-se, segundo as leis do espaço, perceber uma mistura de azul e de rosa.
Os Campos vibratórios variam igualmente de intensidade. Eles resultam de emanações angélicas, inspiradas pelo ser Divino. Quando se retorna à Terra, ainda se está impregnado dessas vibrações o corpo material, as aniquila, mas a consciência conserva a sua impressão. Fora desses Campos vibratórios, existem esferas e mesmo Correntes que proporcionam aos espíritos menos evoluídos, prazeres harmônicos, às vezes vivos e profundos, ainda que
mais pessoais. Essas Correntes fluídicas comunicam ao ser as alegrias íntimas do amor Divino. Outras Correntes dão somente a Alegria de ouvir os acordes da Lira celeste. Essas vibrações não coloridas, invisíveis ao ser desencarnado, dão a ele uma satisfação comparável aquela que é a sensação dos perfumes, lhe proporciona a música celeste. Portanto, é um resultado de impressões causadas pelas camadas fluídicas. De acordo com a elevação do Siri e a pureza do meio no espaço não
se ouve nada. Sente-se a Harmonia dos fluidos e não a dos sons, a propriedade essencial dos fluidos é a corretor. Som é de essência terrestre. A cor é de essência celeste. A próxima lição tratará dos encantos harmônicos do espaço e de sua persistência nos sentimentos humanos. Interessante, né? Naquilo que eu falei antes, no espaço, não se ouve som e, sim,
é, é outra coisa. Por isso que ele está falando das cores e que cada nota e ele está falando só das notas dos acordes maiores, por exemplo, cada nota vem trazer uma cor mais característica de acordo com aquela nota. Eu acho que é uma tentativa de nos. Fazer, imaginar como seria a percepção da música no espaço. Vamos para os comentários aí do nosso querido Leon denil. A solidariedade dos sons e das cores da qual nos fala o espírito macenet foi em entrevista por todos os grandes
músicos. Um deles disse a melodia para a luz, o que é a Harmonia para as cores do prisma? Isto é uma mesma coisa sob 2 aspectos diferentes, melódico e harmônico. Platão, 68, diz ainda, a música é uma lei moral. Ela dá um mau universo ao pensamento. Ao pensamento, um impulso à imaginação, um Encanto à tristeza. Alegria e a vida a todas as coisas.
Ela é a essência da ordem e eleva em direção a tudo o que é bom, justo e Belo de que ela é a forma invisível, porém surpreendente, apaixonada, eterna, de passagem. Observemos que macenet é mais melodista que sinfonista para formar a luz branca, é necessário o acordo das cores complementares e esta luz torna se mais viva e radiosa na mesma proporção em que a melodia resume e sintetize melhor o acordo das harmonias complementares.
Parece, então, que há uma concordância perfeita entre as concepções dos gênios terrestres e o ensino das entidades do além, reconhecendo-se que estas nos fornecem detalhes. Estimativas ignoradas pelos especialistas do nosso mundo. As relações que a melodia e a Harmonia tem entre si são como as que existem entre o pensamento e o gesto.
Também se poderia dizer que em música, a melodia representa a síntese e a Harmonia. A análise, portanto, elas penetram uma na outra e não valem senão, quanto mais completamente se combinem e se liguem. Na Terra, a beleza de uma obra musical resultal mesmo tempo da concepção e da execução. Mas na vida do além, o pensamento iniciador e a execução se confundem porque o pensamento comunica as vibrações fluídicas às qualidades que lhe
são próprias. A obra é tão mais Bela e a impressão que ela produz é tão mais viva quanto mais elevada for a intenção. É isso que dá prece ardente ao grito da alma em direção ao seu criador. Propriedades harmônicas quanto mais nos elevamos em na escala das relações, mais a unidade aparece em sua sublime grandeza. A lei das notações musicais rege todas as coisas e seu ritmo embala a vida universal. É uma espécie de geometria de
antirradiante e divina. O alfabeto humano, como uma gaguez, é uma de suas formas mais rudimentares. Suas manifestações, porém, tornam-se cada vez mais amplas e importantes em todos os graus da escala harmônica. Legal. Essas considerações que ele faz sobre, né e fala até do espírito de. Platão, né? Deixa eu ver se eu confundo os nomes, que é uma beleza. Platão, a música é uma lei moral, né? E que vem nos ensinar realmente que só funciona se tiver tudo junto, tudo harmônico, mas vamos
concluir o estudo de hoje. O espírito humano não pode se elevar até as supremas alturas da arte, cuja fonte está em Deus. Mas ele pode pelo menos elevar suas aspirações em direção a elas.
As concordâncias estéticas se dispõem, em graus, ao infinito, mas acontece apenas se nas horas de extas e de enlevo, o pensamento humano entrevê alguns aspectos da lei universal da Harmonia. A regra musical se produziu no espaço, em traços de luz, o pensamento, a expressão do talento Divino e os astros em seu curso a lhe conformam suas.
Vibrações, seu espírito humano em seus arrebatamentos se eleva um instante sobre essas alturas, ele recai impotente para descrever suas belezas, as impressões que ele sente só podem ser traduzidas por uma muda adoração. O próprio espírito marcenete se declara insuficientemente evoluído para se manter nessas esferas superiores. Uma vez mais, aqui nos encontramos parados pela impossibilidade de exprimir, em uma linguagem humana, ideias
sobre humanas. Ainda que se possa falar, fica-se sempre abaixo da verdade, o infinito das ideias dos quadros das imagens são como um desafio dirigido aos recursos limitados do vocabulário terrestre. Efetivamente, como encerrar? Em palavras como resumir em palavras todo o Esplendor das obras que se desenvolvem nas
profundezas dos céus estrelados. Espírito de massaret, ai meu Deus, marcenet, isso é não está nos mundos superiores, ele está em mundos mais evoluídos do que o da Terra, mas eles vêm, vêm nos passar as impressões que ele tem desses mundos e não dos lá os mundos felizes, né? E aí ele tenta fazer uma analogia. Algo que a gente possa captar, mas fica uma coisa um pouco vaga, mas nos desperta aí, 11 ansiedade, uma imaginação de como será incrível a música no
espaço, né? E hoje nós chegamos ao final do nosso programa e no próximo episódio nós teremos a quinta e última lição, né? Na parte 11ª também a última publicação, que foi de dezembro, diminuiu 1900 e. 22 onde encerraremos o estudo dessa obra? Delicinha, tá bom, deixa aí nos comentários o que é que você está achando? Se tem alguma curiosidade e suas impressões sobre. O espiritismo na arte do nosso querido leondeni ó obrigado pela sua presença.
Eu te encontro no último episódio até o próximo. Tchau.
