O Espiritismo na Arte [Ep12] A Música 1 (Parte VI) - podcast episode cover

O Espiritismo na Arte [Ep12] A Música 1 (Parte VI)

Nov 26, 202328 minSeason 18Ep. 15
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Transcript

Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão muito bem-vindos a mais um episódio onde estudamos o espiritismo na arte de Leon Denis é, nós vamos começar a parte sexta, que foi publicada na revista espírita em julho de 1922 e que vem falar é a primeira parte que nós vamos tratar desta arte. A música e o tema é as a música nas esferas superiores e no final. De hoje deste episódio, eu não poderia deixar. De trazer uma surpresinha, porque a gente já estamos

falando de música, né? Mas espera mais pra frente eu divulgo, vamos então, sem demora para o texto. A música é a voz dos céus profundos no espaço, tudo se traduz em vibrações harmônicas e certas classes de espíritos comunicância entre si apenas por meio de ondas sonoras na Terra, a sinfonia e a melodia não são mais que ecos de abais e

deformados. Dos concertos celestes, nossos instrumentos, mesmo os mais perfeitos, sempre tem qualquer coisa de mecânico e diáspero, enquanto que os sistemas de emissão do espaço produzem sons de uma delicadeza infinita.

Eis porque, em todos os graus de escalados mundos e da hierarquia dos espíritos, a música tem um lugar importante nas manifestações do culto que as Almas rendem a Deus nas esferas superiores, ela se torna uma das formas habituais da vida do ser que se sente mergulhado em ondas de Harmonia de uma intensidade de uma suavidade inexprimíveis, por ocasião das grandes festas no espaço, dizem nossos guias espirituais, quando as Almas se reúnem aos milhões para prestar homenagem ao criador, na

irradiação de sua fé e de seu amor delas escapam. E flúvios radiações luminosas que se colorem de cores combinadas e se convertem em vibrações melodiosas as cores se transformam em sonzi dessa comunhão dos fluidos, dos pensamentos e dos sentimentos emanoma, sinfonia sublime, a qual respondem os acordes longínquos vindos das esferas dos astros inumeráveis que povoam à imensidão. Então, do alto, descem outros acordes mais potentes ainda. E o hino universal faz céus e terras estremecerem.

Ao perceber esses acordes, o espírito se desenvolve, se expande. Ele sente que vive na comunhão divina e entra em um arrebatamento que chega ao êxtase. Aí a gente começa a perceber, né? Muito discretamente que a música aqui na Terra é uma pálida imagem, né? Do que um pálido reflexo bem pobrinho do que será a música celeste, do que é a música celeste. Então, você já imaginou, já que? Na nas outras dimensões, né? A música tem cheiro, cor é, é, vira imagem, né?

Em movimento e tudo mais que a gente nem pode imaginar, a gente só sente por aqui, mas a descrição é perfeita. Vamos continuar aqui no nosso estudo agora, vendo a percepção das harmonias do espaço. Melodias ouvidas na hora da morte. Ó que interessante. Sobre a Terra, a sinfonia é a forma mais alada da música quando esta é aliada a palavras, ela parece a Vitória apta era 43, que rastejava sem poder levantar voo e planar no alto.

A música ligada a palavras perde um pouco do seu prestígio e da sua amplidão. No entanto, a melodia nos acalentes nos seduzimos, nos encanta. Ela grava em nossa memória motivos que gostamos de repetir, que nos consolam nas tristezas de cada dia. Essa música, porém, parece bem pobre. Se a compararmos as harmonias do espaço para. Entender e apreciar estas harmonias é preciso possuir sentidos psíquicos bastante desenvolvidos.

Vimos mais de uma vez nas seções grossas, lágrimas rolarem sobre as faces de certos médiuns que percebiam os ecos da sinfonia

eterna. O médium geralbert, ainda que ignorante em música, em um completo estado de automatismo, toca no piano sonatas, áreas inéditas e variadas, nas quais se reconhece o estilo de Beethoven, o de bar 44, o de Chopin, 45. O de Berlim, os 46, etc. A maior parte dos compositores célebres afirma que em suas horas de recolhimento, ouvem vozes, sons que não provém da Terra 47. Durante as famosas sessões dadas por Jesse shefardi, magion escocesa em todas as grandes

capitais e diante de várias cortes soberanas, bem como nas sessões do Dr. San Ângelo, em Roma. Ouviam-se coros celestes e acordes de numerosos instrumentos invisíveis. O solos 48 permitiam reconhecer as vozes dos cantores e cantoras falecidos. A senhora de koningnies traz, relata uma de suas seções 49 no seguintes termos. Olha que interessante como esses númerozinhos apareceram mais vezes de novo, eu torno a dizer que nas edições impressas, ó, está vendo?

Tem as explicações de quem sejam estes personagens que têm uns numerozinhos no caso. Aqui está falando dos compositores que são mais fácil de entender, né? Mas. Tem todas as referências também. Na edição em em PDF que eu coloco à disposição para você baixar aqui, é só procurar a página principal do YouTube ou do do do podcast e vai ter um link direto para você entrar num Google sala de aula que tem não só esse, mas diversos documentos. Beleza?

Então já vem falando sobre a questão de que a Harmonia do espaço. É, toca o coração começa falando que AA melodia, ou seja, AA música instrumental toca mais profundamente que as palavras. Elas reduzem o seu efeito que realmente, se a gente pensar, né? As palavras dão direcionamento para uma música. Por exemplo, seja ela cantada em sólido, trio coral, enfim, você. Fecha um raciocínio que quer dizer sobre aquilo.

Já o instrumental deixa absolutamente livre para você colocar naquela música o que você bem entender, né? Então, por isso que ela tem esse este preenchimento maior. Assim, essa essa, essa coisa que nos atinge mais fortemente e que legal, tem um médium, né? E. Que? Ignorante e música quando está completamente inconsciente, toca sonatas, áreas inéditas e variadas que você conhece, o estilo do grande Beethoven de Bart Chopin, perlot, né? E aí?

A maioria dos compositores dos grandes compositores sempre citam em vida, ainda que ouvem melodias. Mozart, por exemplo, ele escrevia e não apagava, porque vinha pronto na cabeça. IA escrevendo, claro, diante da sua capacidade diante da sua de todo o seu. Do seu brilhantismo, né? Mas lembre-se, quando a gente é médium, a gente precisa ter o máximo de conhecimento possível para poder interpretar o que é que vem lá do alto, né? Então, na música também é a mesma coisa.

Não adianta, é isso. É raro, viu? Médium que não sabe nada, senta no piano e sai tocando. Isso é muito raro. Que geralmente precisa ter conhecimento prévio sobre isso e aí vem falar sobre as famosas seções dadas. Por Jessie schefford, medium medium escocês em todas as capitais, diante de diversas cortes e seções de doutor San Ângelo em Roma, ouvi-se cores celestes, acordes numerosos, instrumentos invisíveis. Aí já é um fenômeno, né? De materialização vocal ou

instrumental. Enfim, e os solos permitiam reconhecer as vozes de cantores e cantores que já tinham falecido. Agora a gente vai ver um. 11 relato da senhora Connie NYSE traz e que vem falar para a gente sobre um. Sobre um acontecimento que é ligado a médiuns, é ligado à comunicações e é ligado à música, né? Então vamos sem demora.

Ouvir este relato, vamos lá. Jesse chefar, de se hospedou em minha casa em ai por cerca de 6 semanas, uma noite, eu e alguns amigos estávamos reunidos, o médium tendo se levantado em meio transe, colocou-se ao piano. Batidas ressoaram de todos os lados nos esgotejavam no ambiente como borboletas de repente, vozes de homens e de mulheres encheram o ar. Era um corpo que entoava uma espécie de cântico, os analyu Glória a Deus foram ouvidos por

todos nós. Ora era um corpo, ora vozes de mulheres, o soprano dominando todo. O canto sentada perto do médium, constatei que ele não havia aberto a boca. 2 dias depois, uma de minhas vizinhas me disse, a senhora de koning. Desfrutei do Belo concerto que houve na outra noite, na vossa casa. Que músicos. Que lindo coral se fizeram ouvir. Aí eu lhe perguntei, a senhora ouviu uma voz de cada vez ou todo um cor, um corpo?

Respondeu a senhora. Eu percebia bem distintamente o soprano, quem é que cantava tão maravilhosamente esse testemunho espontâneo destruía qualquer. Hipótese de alucinação a respeito da música dos espíritos, lê-se na introdução de ensinamentos espiritualistas de stytonmose, professor da faculdade de Oxford. A descrição de fenômenos obtidos em uma sala em que não havia piano. Violino ou qualquer outro instrumento. Um som se produzia excessivamente difícil de se

descrever. Ele se parecia com suave som de um clarinete, aumentando de intensidade e diminuindo novamente. Descendo até a primeira emissão abafada, por vezes também se extinguindo em um longo lamento melancólico, jamais tendo ouvido algo que se aproxime desse som verdadeiramente extraordinário. Só posso lhe dar uma descrição muito imperfeita. É preciso observar que obtivemos dele apenas notas e isoladas e, no melhor dos casos, ritmos

isolados. Os agentes invisíveis atribuíam esse fato à organização antimunsical do médium. Esses relatos são muito interessantes, né? Bom, este último é um pouco mais limitado, talvez porque não tinha médium de efeito físico tão potente quanto naquela reunião que até a vizinha ouviu, olha que interessante, até a vizinha conseguiu ouvir e perguntou quem era a soprano que estava cantando, que coral lindo que. Orquestra maravilhosa. Né?

Isso se dá porque tinha médio de efeito físico e certamente houve instrumentos e vozes materializadas que não é só médiuns que puderam ouvir e também não passou de uma alucinação, já que a vizinha também conseguiu ouvir, né? Então essas coisas acontecem ainda hoje, só que são poucos divulgadas, né? E são sessões muito restritas, muito fechadas, mas por que não, né? É uma vem trazer do mais alto as composições, as vozes, os corais. Imaginou o que que tem que tem

deve ter lá do outro lado? que coisa mais linda do mundo, mas vamos continuar estudando aqui. Pra gente ver tem mais relatos. Olha hoje o próximo episódio e o outro não é porque é do meu lado não, mas ó, está imperdível, viu? Muita coisa bonita que a gente vai ver como estamos já presenciando, né? Aliás, lessem light, de 30 de abril, as seguintes narrações que mostram uma ou outra modalidade dessas manifestações obtidas à cabeceira de moribundos e percebidas por

outras pessoas presentes. Muitos livros foram escritos sobre as visões de moribundos e os acontecimentos extra normais observados no momento da morte. Entre os casos mais interessantes, pode-se citar o do pequeno prisioneiro do templo Luís 17 e 50. Belchisne conta que poucos instantes antes da morte do jovem príncipe, perguntaram-lhe se sofria muito. Ele respondeu, sim, sofro, mas não muito. A música é tão Bela.

Fizeram-lhe perguntas referentes a essa música, que pessoa alguma ou via, mas ele persistia em dizer, é tão Bela. Eu ouço, admirava que. Ninguém a ouvisse a também o caso de jacob bohemy, 51, cuja partida da Terra foi acompanhada da mais suave melodia, a qual ele foi o único ao vir e a proclamar a divina. Para Gold ao contrário, os sons que ele percebia em seu leito de morte quando gritava luz, mais luz ainda foram ouvidos por aqueles que se encontravam perto

dele. Chegam nas de todos os lados da Inglaterra narrações sobre essas melodias do alto ouvidas pelos moribundos e frequentemente por aqueles que os assistem. A senhora leanini nos escreve quando Lili sua morreu. Sons harmoniosos foram ouvidos, pareciam proceder de um canto do quarto, isso durante os 2 dias que precederam a morte. A criança não ouviu nada, mas seus pais, sua irmã e a empregada aos perceberam e no terceiro dia, quando a criança

morreu, o som se suavizou. Tornou-se semelhante ao som de uma harpa eólica. 52 saiu do quarto, passou pela casa e se afastou gradualmente. Um professor de eton, 53 em 1881, estando ao lado de sua mãe, ouviu alguns minutos após ela ter morrido. A suave música de 3 vozes infantis. Cantando um hino de uma forma tão penetrante que um ser humano não poderia têlo feito 2 pessoas presentes e o médico que lá se encontrava também ao viram e abriram uma janela para descobrir de onde vinham esses

sons maravilhosos. Vocês veem que cada relato, uma lindo que o outro, né? E aos Montes, e que acontecem especialmente agora, né? Passamos aí para para as músicas, para as pessoas que ouvem músicas antes da sua morte ou pessoas. Que estão lá perto, ouvem essas músicas e até vizinhos conseguem. Vi, né? Muito lindo. Tem. Tem outros relatos, vamos

continuar. O doutor, quem já lhe conta assim, a morte de seu jovem irmão, seu quarto se abria para uma grande e Bela paisagem emoldurada por verdes Colinas perto do seu leito. Várias pessoas da família estavam sentadas, assim como o médico. Era quase meio-dia, o Sol brilhante iluminava o quarto. O ar era puro e transparente. De repente, ouvimos uma melodia divina, elevar-se bem perto de nós era uma voz melancólica e celeste de mulher voz, cujas modulações não podem se

descrever. Isso durou alguns minutos. Depois, fundiu-se como encrespamento das ondas sobre a Areia, ora ainda ressoando ora apenas murmrando. Depois, fez-se o silêncio quando o canto começou, a criança entrou em agonia e ao último murmúrio, sua alma partiu. Por fim, anotámos este caso, descrito por agar rolos, que de Guy, a Ford, há alguns anos, minha irmã e eu tivemos uma experiência que foi uma grande ajuda para nós na vida. Nossa mãe estava gravemente enferma.

O médico e a governanta sabiam que seu sofrimento chegavam ao fim. Uma noite em que a minha irmã a velava com a governanta, ouviu de repente, o mais Belo, o mais Majestoso dos coros, cantando por vozes como jamais ela havia ouvido assim tão celestes. Virando-se para a governanta, ela lhe pergunta, estás ouvindo? Ela respondeu, não ouço nada. Eu estava deitado no quarto vizinho, esgotado por longas vigílias e cruéis inquietações. O sons celestes me despertaram

de um profundo sono. Saltei da minha cama e corri ao quarto de minha mãe, perguntando, de onde vem essa música maravilhosa? De repente o som cessaram e nos aproximando da cama. Vimos que a doce é uma. Havia partido com a divina melodia. Ah, gente, isso é um presente, né? É uma bênção morrer. Todo mundo vai morrer, mas o jeito que a gente morre aí com com esse presente, né? E eu queria perguntar, você sabe de algum caso assim?

Já presenciou algum caso assim? Se sim, por favor, deixa aí nos comentários, eu acho que isso é mais comum do que a gente pode imaginar, então, que a gente possa compartilhar aqui, né? No canal entre todos nós, as experiências que a gente já teve. Nesse sentido, vou adorar saber. Eu infelizmente não tive ainda essa experiência e tomar. Quando chega em minha hora, toque bastante coisa bonita que

eu vou ficar. Vai ser a passagem mais gostosa que eu vou fazer possível, mas vamos continuar o estudo agora falando sobre poder e ação das vibrações sonoras, vê se pelos fatos acabados de narrar e pelo que as lições de o steta afirmam que o poder das vibrações sonoras se revela sob 1000 formas, à medida que o homem penetra mais no conhecimento do universo e da sua estrutura íntima. A lei que o régie, que é da Harmonia musical, aparece.

Lhe em seu princípio, assim como em seus maravilhosos efeitos, é Por Ela que se edificam e se perpetuam toda a arquitetura dos mundos, todas as formas da vida universal. Pode-se perceber isso por uma simples experiência. É curioso, por exemplo, seguir sobre a placa de vidro de metal, salpicada de Areia e posta em contato com o instrumento de cordas. As formas geométricas e os desenhos delicados e complicados que resultam de cada nota de

cada corte. Ah gente, eu vou falar, tu tem que falar de novo sobre o meu, é o meu curso. A influência da música que aí eu peço para você assistir no YouTube, né? Neste canal mesmo se você está ouvindo pelo podcast, vai para o canal esperitismo casting no YouTube que você. Vai ver. Que eu mostro essa experiência, né? Que sal, Areia, alguma coisa em cima de uma placa geralmente preta para ver melhor conforme vai modulando os sons, vai criando desenhos diferentes. Então é disso que ele está

falando, tá? E que se a música impressiona, o meio material, quanto mais no meio espiritual o que é que deve acontecer, né? No estudo da arte não é preciso deixar-se desgostar por um mar e desaparente e superficial. O exame atento, a análise constante de todo o tema estético revela nos atrativos insuspeitáveis e contribui para nos iniciar na lei geral do Belo.

Pode-se comparar esse exercício mental à subida de uma Montanha de aspecto asperescarpado, mas da qual cada depressão do terreno contém Maravilhas ocultas e que do seu cumiutivo. Nos faz descobrir o conjunto harmônico das coisas que se desenvolvem sob os nossos olhares. Todos os homens podem e devem se interessar por essa questão, porque ela lhes reserva alegrias intelectuais bem superiores a tudo o que os prazeres mentirosos proporcionam.

O mais humilde operário tem em seu pensamento uma saída possível em direção à compreensão do Belo. E aí ele sempre encontrará novos recursos para aperfeiçoar sua própria obra. Arte dentro da profissão, é um encaminhamento à arte superior. Cada um trabalha com um gênero particular de beleza, mas na sua finalidade, ascensional.

Todas as Almas se expandem numa concepção radiosa da universal e eterna beleza, a dissociação da matéria e a ação das forças intratômicas dão nascimento a uma nova ciência que, ao se desenvolver, abre ao espírito humano perspectivas mais amplas sobre a obra do cosmos. Em breve se reconhecerá o misterioso laço que une o pensamento, a vontade, a vibração e que faz da vibração a gente do pensamento e da vontade, a fim de se construírem as inumeráveis formas que povoam

a imensidão. Então, traduzindo, como vai ser legal a gente conhecer a música do espaço, como vai ser maravilhoso, né? E vamos finalizar. O estudo de hoje, com a conclusão de tudo isso, vamos lá. Em resumo, o som, o ritmo, a Harmonia são forças criadoras. Se nós pudéssemos calcular o poder das vibrações sonoras, avaliar sua ação sobre a matéria fluida, sua forma de agrupar os turbilhões de átomos, chegaríamos a um dos segredos da energia espiritual.

No entanto, é suficiente observar na experiência que acabamos de citar as figuras geométricas traçadas pela voz humana ou pelo arco de um violino. Sobre a placa de vidro recoberta de Areia fina. Para compreender por comparação com o pensamento Divino que é a vibração mestre e a Suprema Harmonia pode agir sobre todos os planos da substância e construir as formas colossais das nebulosas dos sóis, das esferas e fixar sua trajetória

através dos espaços. O espetáculo da vida universal nos mostra por toda parte o esforço da inteligência para conquistar e realizar o Belo do fundo do abismo da vida. O ser aspira e sobe em direção ao infinito das concepções estéticas, a ciência divina, aos cumes eternos, onde reina a beleza perfeita, o Esplendor do universo revela a inteligência divina, assim como a beleza das obras de arte terrestres, revela a inteligência humana. Pois é, e assim não tenho nem

nada mais pra falar. Mas eu tenho que cantar. Você já viu que eu já estou devidamente apareado aqui e claro que eu não poderia deixar este momento passar. Sem trazer uma canção e a canção escolhida agora, e quando eu falo para vocês que vai ser. Esses 3, né? Esses 3 episódios? Da música dividida em parte um parte 2 parte 3. No final, eu trarei canções, começando com uma canção de um musical que retrata justamente o nosso querido Victor Hugo, assim homenageando aí a língua e a

arte francesas. Eu tenho certeza que você conhece do musical os miseráveis. I dreament a Dream. Espero que você goste, vamos lá. Tudo é mais outro salário. O Edmundo Colin, under Voices, where soft Underworld and Lightning. Eu vou usar o que se falava em de devo-se belgra and a World was of soul and the somewhere. Lennon rock, mas fire life World livre. I'm i ringer governo. Da nóvoa, ostion and I'm, afirmou. Andrews and whister. No what's, no reason To Be?

A nossa relação não. Iron tens tendente. We. The. Voice soft standard. Resident Evil. Rolo. Residior Dream the Cherry. Disse natação, meu by My My side. E fez uma ideia, isso revend Lisboa. Vai garantir isso é que na vida. Grande, bastões bacanas. Somos diferentes, isso é o I'm liffing, somos diferentes. Não ai, ai, Sevilha. Ai, desfile. Vocês me perdoem que me emociono demais. E mais da conta, essa canção, aliás.

O musical inteiro me emociona demais, então você já sabe se você não conhece e vai assistir o filme? Que essa canção vem do filme Ah, você vai falar assim, Ah, mas você fez homenagem, né? Pro Victor Hugo, mas você cantou em inglês, claro. Musical foi feito em inglês, tá? E também tem um livro que é traduzido em todas as línguas. É como o musical é relativamente novo, né? Então foi feito em inglês e foi colocado no filme, não em francês. Não sei se tem alguma versão em

francês, e aí, o que você achou? Deixa nos comentários, tá? No próximo episódio, nós vamos continuar estudando música, só que dessa vez nós vamos estudar a arte e a mediunidade e o poder terapêutico da arte musical. Obrigado pela sua presença. Eu te espero como sempre, até o próximo episódio. Tchau.

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