O que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é
o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é
o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é e E tudo bom tudo bem mais uma vez mais uma vez mais uma vez mais um embaro de sábada à noite aqui no canal essa para secar, retransmitido também para outras plataformas, outros carnais parceiros, fazendo com que a nossa distribuição do conteúdo seja eficaz e o mais ampla possível. Camos felizes com a sua presença
costumeira. Você que está vindo pela primeira vez, não esqueça de fazer a sua identificação para que o Estremiar possa nos informar quando você participar na forma de pergunta ou de comentário que nós possamos identificar você na tela, fazendo com que a nossa interação seja ainda mais
próxima e eficaz. Ficamos felizes com a sua presença e lembrando sempre que logo em seguida do encerramento da live o vídeo já estará disponível no canal do YouTube do ESCK para que você possa assistir novamente, compartilhar com seus contatos, divulgar nas suas plataformas sociais, fazendo com que a multiplicação, a difusão desse conteúdo possa alcançar ainda mais consciências e corações.
Pois é, estamos aqui primeiro de junho de 2024, o ano passa rápido e nós estamos aqui com a sétima live regular, nesse ano em que o ESCK acabou de comemorar sete aniversários. Ficamos felizes que você possa nos levar a alcançar essa e muitas outras marcas nesse processo de difusão do pensamento espírita sob a baliza fundamental do
conhecimento a partir de Allan Kardec. Falando nele, vamos fazer uma pequena introdução antes de chamar os nossos convidados para enquadrar o tema desta live que é o distanciamento do meio espírito em relação a Kardec, como se posicionar diante das adulterações das suas obras, as obras de Allan Kardec.
Então Kardec, na revista Espírita de dezembro de 1868, Kardec estava então já bastante doente do ponto de vista físico, mas a sua inteligência estava em alto grau, em alta produção na logicidade e na ideia de progressividade do Espiritismo. Então antevendo o futuro espírita, ele fez um questionamento pontual a si mesmo e
respondeu. Esse questionamento é se o Espiritismo estaria preservado dos sismas, ou seja, dos embates, das ideias conflitantes e das dificuldades de interrelação entre os próprios Espíricas, uns puxando para algum lado e outros puxando para um
outro. Então ele assim responde, certamente não, porque ele terá sobretudo no começo que lutar contra as ideias pessoais, sempre absolutas para essa tensão, sempre tenazes, demoradas para se ligar às ideias de Outrem e contra a ambição, vou repetir, a ambição daqueles que a despeito de tudo querem ligar o seu nome a uma inovação qualquer. Criqueam novidades unicamente para poder dizer que não pensam e não fazem como os
outros. Ou porque o seu amor próprio sofre só por ocuparem um lugar secundário e não um lugar principal dentro do processo e do meio espírita. Ou enfim, aqueles que vêm com despeito um outro fazer que não fizeram e além disso esse outro fazer dos outros triunfar em relação aos
seus próprios. Portanto, essa é a nossa página de início, esse é o nosso start para os debates que hoje serão muito importantes para você que tem ouvido diversos posicionamentos, uns favoráveis à ideia da adulteração, outros contrarios, para que você possa, por si mesmo, e não pela ideia dos outros, e não pela cabeça dos outros, formar as suas próprias
convicções. Como nós que estamos aqui nesse debate já afirmamos lá atrás e continuamos desfraudando essa bandeira de um espiritismo progressivo, progressista, humanista, extremamente assentado sob suas bases principiológicas fundamentais e afastando -se de qualquer misticismo, de qualquer ideia baseada num religiosismo ou no dogmatismo que foram as grandes bandeiras que a Lankardek empunhou combatendo estes movimentos a parte.
Vamos então chamar os nossos convidados para tomarem assento nessa que é a bancada mais democrática, os embalos da sábada noite do ECK. Vamos chamar que toquem então os tambores para receber ele, Paulo de Grim. Muito bem -vindo Paulo. Boa noite, muito obrigado,
prazer estar com vocês aqui. Legal Paulo, isso é um namoro antigo, essa nossa conversa, e hoje então está aí partindo pro Noivado, de repente o casamento e a gente vai fazendo aí essas interpolações importantes para manter a nossa chama do conhecimento espírita sempre bem com combustível, sempre gerando uma luminosidade que alcance a
todos. O Paulo do interior paulista é formado em análise de sistemas pela USP, Universidade de São Paulo, em uma formação com boa base de pesquisa científica. Olha só, a pesquisa científica que é tão importante para nós que nos dizemos que somos cientistas, estudiosos, pesquisadores do Espiritismo. Ele atua na área e é espírita de berço. Viveu um pequeno afastamento, posso dizer assim, né
Paulo, do Espiritismo e depois retornou. E há um episódio na história do Paulo que nos conta que a morte da sua avó em 2017, uma pessoa que ajudou bem a vida inteira, como as nossas avós, na verdade, foi uma boa médium, sempre ajudou a todos que podia, mas enfrentou um câncer muito grave e muito sofrido e passou então o Paulo pelo primeiro grande
questionamento da vida. Foi grande parte dos espíritas, aqueles espíritas movidos por leituras rasas, leituras superficiais da obra de Kardec e pela interpolação com as chamadas obras mediúnicas brasileiras explicaria essa enfermidade da avó do Paulo como sendo um resgate de débitos de outra vida. Como
assim companheiro? Como assim companheira? Apenas um resgate da vida anterior que moveria as nossas vicissitudes, os nossos problemas, as nossas grandes batalhas existenciais? Como pode então um deus que faz isso? E os espíritos não dizem que eles podem até prolongar a vida de quem fez o bem, onde então foi dada a ajuda para esta senhora tão
querida? Isso causou no Paulo uma revolta amarga e dois anos depois o Paulo passou por um processo depressivo, bem difícil. E foi essa senhora que depois o Paulo vai dizer para nós com carinho o nome dela que em espírito veio auxiliar -lo e ajudou a reencontrar esse caminho, esse caminho de retorno à informação, a difusão e ao
esclarecimento espírita. E aí ele nos disse que o contato com estes dois livros aqui, o legado de Allan Kardec, de Simoni privato Goidanich e nem céu nem inferno as leis da alma, o segundo espiritismo do Paulo Henrique de Fegueredo e o Lucas Sampaio, foram muito importantes nessa retomada e nessa caminhada para reencontrar o que ele chama
de verdadeiro espiritismo. Finalizando a breve biografia do Paulo, ele é responsável pela página web do grupo de estudos o legado de Allan Kardec, copiando aí com referência de saudação o livro da Simoni e também ele coordena um grupo de debates igual ao ECK na plataforma Facebook, onde cerca de mil pessoas aproximadamente debatem aí todas as semanas as publicações, as postagens,
os mesmos moldes do ECK. Seja bem -vindo Paulo e que nós possamos fazer dessa a primeira de muitas aparições suas aqui para continuarmos trabalhando nesses temas e nessas abordagens. Vamos chamar então que toquem os clarins, vamos receber Nelson Esteves dos Santos. Bem
-vindo Nelson. Bem -vindo a todos, bem -vindo Paulo, prazer em tê -lo presente na nossa debate de hoje, que nós possamos trazer o subsídios os pacientes para que os nossos ouvintes, os nossos assistintes possam, como é na média de seu entendimento, acordar ou não com as alterações ou as
alterações que houveram nas obras de Kardec. Muito bem, o Nelson ele é bacharel em economia, estruturador imobiliário de profissão, é estudioso espírita, livre pensador, apaixonado pela área de humanidades, é membro do Conselho de Gestão do Espiritismo com Kardec e é também membro do Conselho Editorial da nossa revista Espírita Eletrônica Harmonia. Feitas então as apresentações salientando para o pessoal de bastidores que eu
encaminhei as perguntas, viu, Evano? Para que você possa nos ajudar aí colocando na tela quando elas se forem feitas. Vamos começar então do começo. Comece pelo começo era a campanha de estudo das obras de Allan Kardec lá pelos idos de 70 e poucos, quando um pouco depois eu tomei conhecimento do Espiritismo e tornei Espírita em 1981.
Comece pelo começo e tinha lá o que o Espiritismo mainstream chama de obras básicas da doutrina e o que nós do SC chamamos de obras fundamentais, porque tudo é básico e tudo é fundamental. Então não dá para escolher aquelas cinco coisas que o pessoal chama equivocadamente pentateuco -espírita para tentar fazer concordância com pentateuco -mosaico, nós estudamos as 32 obras
espíritas. Então começando pelo começo, vamos à primeira pergunta, Paulo. O que significa para você adulteração e que livros de Kardec teriam sido adulterados após a sua morte? Bom, hoje o meu entendimento, depois desses anos, é o entendimento do ponto de
vista legal mesmo, né? Da adulteração, quando você não tem um depósito, um documento, alguma coisa que esteja devidamente registrada, é que possa confirmar que sim, aquilo que foi impresso corresponde ao que o autor quis publicar antes da morte. Desse ponto de vista, hoje a gente tem uma certeza muito grande, porque acho que é muito simples o entendimento, mesmo que Kardec tivesse dito, tivesse escrito que ele tinha uma
carta, eu conclui as duas obras finais, né? O céu inferno e a gênese, as duas alterações que ele estava trabalhando. Mesmo que ele tivesse concluído isso, aliás, anotado isso, morreu, mas ele não fez um depósito, né? Um documento dizendo as alterações são essas, são de minha mão isso aqui.
Então logo após a morte dele surgem duas obras alteradas, no mínimo a gente teria que ter um cuidado muito grande, porque do ponto de vista legal pelo que eu entendo, sujar e configurar uma adulteração não é registro de se oficialmente aquilo, né? Foi produzido pelas mãos dele, e se alguém pegou, ele produziu mesmo, mas alguém pegou, os clichés estavam lá, né? Acho que eram os tipos móveis, né? Não
eram os clichés, os tipos móveis. Vai lá, faz uma alteraçãozinha aqui, outra aqui, quem vai saber como? Então no mínimo a gente teria que ter pegado aquilo com muito cuidado, analisado e verificado. Poxa, isso aqui tem coisa estranha, então a gente vai seguir pela razão. Aquilo que Erastu sempre disse, né? É melhor descartar 10 verdades do que ficar com uma mentira no meio delas, né? Uma
coisa errada no meio delas. Então, no caso a gênese e o céu e o inferno, a nós é muito clara. Muito bem, Nelson, algo a complementar sobre essa nossa primeira intervenção? Tá sem áudio. Desculpe -me, o que eu falo para o alô está perfeito e fora o problema legal ainda existe em um problema de coerência do trinário na história também. Sim. Vamos dizer, vou voltar lá no passado que eu sempre
costumo citar isso. Na verdade do século, eu participei do Paltalk, onde o Imbaçaí que faço hoje presente na nova edição da Féal, percebeu a diferença das edições. Ele tinha a terceira francesa disso e a todas as tradições nossas era em cima da quinta. E na época ele chamou de Adupter de Samo, Acusogilom, fez um Caravá o danado. Mas veja só, coerentemente a quarta, da um a quatro, que são exatamente iguais,
é melhor do que a versão da quinta. Ela tem uma coerência do trinário maior. Tanto é que desde os anos 2000 eu me utilizo da versão que o Imbaçaí disponibilizou gratuitamente para todos, embora eu acredite piamente que o Herculano Pires é melhor e o Julho de Abril e mais o pessoal que trabalha com eles. Tem as melhores traduções mais coerentes, mais embasadas no trinariamente. Não
é o caso da Gênesis. A Gênesis está em cima da quinta. Como no caso do céu inferno, a quarta. Aliás, para não dizer que é inferno, foi uma coisa que muito estranhei logo de cara quando nós começamos a estudar o céu inferno e o céu inferno não tem prefácio, não tem introdução, não é coisa que Kardec jamais fez na vida dele. Ele sempre explicou detalhadamente o intuito da obra. A
quinta não tem isso. Porque Hélio, o homógrafo, é aquela história. Vai se comprovar como? Muito bem. Foram dadas as primeiras pinceladas sobre esse tema que é importantíssimo e que se enquadra diversas vertentes, diversas nuances. O Paulo tocou no aspecto jurídico, jurídico registral e jurídico documental, onde não é apenas o contexto da França do século 19. É o contexto de todo o mundo no século 19 e contexto do
mundo inteiro até hoje. As regressões são as mesmas. Qual é a premissa fundamental do ponto de vista jurídico em obra literária, em obra autoral, em obra artística devidamente registrada, consiginada nas repartições competentes de cada país? Após a sua morte, ninguém mexe na escrita, na apresentação, no conteúdo da obra. Não pode mexer e publicar com o mesmo nome. Você pode mexer com a autorização dos herdeiros e
publicando com seu nome. Então, adaptação de fulano de tal ao livro de Allan Kardec, escrito em 1868, trazendo para a realidade, trazendo para os dias atuais, na forma de comentário, os anotas de Radapel. Não posso pegar o texto de um capítulo da Gênesis e, de repente, trocar a fonte, colocar negrito onde não existia, sublinhar palavras. Não posso interpolar com conceitos meus. E aqui eu não estou falando
da liberdade do tradutor. O tradutor tem liberdade de fazer consignar, já que o nosso vernáculo português é muito rico em sinônimos, ele pode apresentar palavras distintas daquela que é usualmente utilizada no idioma francês, na significação para o nosso contexto do lexico português, da realidade
brasileira. Isso é possível. Ou, então, como já vimos em toda a obra assinada por Herculano Pires e publicada pela livraria Allan Kardec, editora Alak, Herculano enche cada uma das obras fundamentais de Kardec que ele traduziu, que ele supervisionou a tradução, que às vezes ele se valeu, por exemplo, do João Teixeira de Paulo, um companheiro da época, para fazer a tradução e ele
fazia introdução, nota as comentários, está lá em Rodapel, o pensamento de Herculano. E está lá a referência, nota do tradutor, nota do revisor. E essas pessoas simplesmente esquecem isso, ou acham isso de somenos importância. Tem um contexto filosófico, científico, do outro na área que nós vamos explorar bastante na nossa live de hoje, mas é o primeiro
ponto que eu gostaria de se alinhentar. Então eu perguntaria ao Paulo, existe certeza, existe uma posição clara, provas, evidências, o que seriam provas, o que seriam evidências, sob tais adulterações, Paulo? Eu vou focar a resposta principalmente no céu inferno, que para mim parece muito mais tocante, se fala muito da gênese, mas se esquece do céu inferno, porque ali a questão é sobre as leis da alma, sobre a filosofia
ligado a isso, e é muito importante. E vou até retornar um pouquinho, você falou antes de começar, sobre a questão de raciocinar por si mesmo. E eu faço essa pergunta, quem está nos assistindo agora e depois? Será
que vocês fizeram esse processo? Vocês estão realmente raciocinando por si mesmos, buscando um embasamento para isso, analisando com cuidado, ou vocês estão se baseando simplesmente, muitas vezes com uma espécie de idolatria, uma espécie de virar fãs de algumas pessoas, de do que se fala? Porque assim, como você falou, quando eu li Nenciel no inferno, me chamou a atenção pro legado de Allan Kardec, eu falei, eu
preciso ler aquilo. E quando eu li Nenciel no inferno, eu estava num grupo de Facebook e postaram aquilo, a adulteração do céu inferno, falei que porcaria essa, né? E eu quase que eu passei por aquilo, mas aquela intuição, veja, e a gente precisa ver, a gente precisa ler. Lí cai no legado de Allan Kardec, é um caminhão gigantesco, um treminhão de
evidências ali. E aí depois tive contato com um artigo aí bastante grande a favor da não adulteração, dizendo que não foi adulterado. Esse artigo eu li e confesso assim com o estômago meio retorcido, porque eu tinha lido muito já aquilo e era muito claro, mas eu fui ler e depois de analisar com cuidado, eu vi que tinha ali argumentos complicados, não estava tendo em basamento adequado. Então, isso desse ponto de vista.
Do ponto de vista legal, como você mesmo falou, Marcelo, é claro, é simples, está configurada a adulteração, ponto, está configurada a adulteração. Mas essas pessoas que estão aí defendendo a não adulteração, além disso, além de deixar de lado a questão legal que é a primeira, será que elas realmente conhecem a
adulterina? Porque nesses quatro anos de estudos, quase quatro, eu nunca admiti um ponto final até se não recentemente, eu nunca peguei o livro de alguém e falo, olha, realmente isso aqui, então não, eu tenho comigo mesmo que ir desenvolvendo aquilo, entendendo ponto a ponto, quando o círculo fechou recentemente, aí ficou tudo muito claro. Porque eu pergunto, né? Essas pessoas, elas conhecem a
adulterina? Porque ali no céu inferno, na adulteração do item 10º do capítulo 7 lá, está dizendo que tudo o que a gente vive aqui de dificuldade é por conta que a gente está, são expiações de erros de vidas passadas, ou seja, todo mundo enfrenta dificuldades, então a gente só nasce porque estamos
expiando. Isso com o disco, um abra de Kardec, isso com o disco, com o que os espíritos nos mostraram o tempo todo, isso inclusive na gênesis, inclusive na gênesis adulterada, quando Kardec olha pro cego de nascença lá, ele fala se isso não é uma expiação, é uma prova que pode trazer aprendizado pra ele. Então, o que que tá faltando, né?
Pra essas pessoas perceberem essa adulteração, que ela é claramente rostanguísta, tem pessoas brigando aí com razão contra um movimento espiritar rostanguísta, mas que não consegue admitir que a adulteração do céu inferno principalmente ela é
rostanguísta. Claramente rostanguísta é o dogma de rostem, que você só nasce por causa que você cometeu um pecado, claramente, e ela tem ligação, acho que eu tô até me adiantando um pouquinho, mas ela tem ligação com a adulteração da gênesis, né? Acho que depois dá pra falar um pouco mais isso. Muito bem, esse ponto parece ser essencial, já vou passar a palavra pro Nelson pra ele complementar e colocar
outras questões também. Esse ponto é fundamental, Paulo. Nós precisamos, usando um processo de rostinização, rostanguinização do Espiritismo, começa com Kardec em vida. Existem signatários da sociedade parisiência de estudos espíritas que queriam que se estudasse o livro, os quatro quarentena, a revelação da revelação. Chegaram a entrar em debates com Allan Kardec e o grupo que defendia a ideia espírita e
não a ideia rostemista. Com a morte de Allan Kardec, este grupo toma de assalto a sociedade parisiência e assume isso que está na capa do livro de Simonia Assunho Legado e afasta os opositores. Depois isso se repete na década de dez e década de vinte aqui no Brasil. O grupo que vai formar a federação espírita brasileira, a febe, ele possui também uma cizão ou um sisma, para usarmos a
expressão que utilizamos no início. O sisma era a presença de dois grupos antagônicos, os místicos e os científicos. E este movimento, essa disputa gera a assumição ao poder, não em brião da febe, do grupo místico, que se apropia e que coloca no estatuto da febe, parágrafo primeiro do artigo primeiro, já alterado, a obrigatoriedade do estudo da comercialização e da difusão
da obra Os Quatro Evangelhos. Obra, vou repetir, considerada contraditória em relação ao conteúdo espírita, não por mim, não pelo Paulo, não pelo Nelson, não pela Simoni, não pelo Paulo Henrique, pelo Lucas, pelo Marco Milani, mas por nesse ervaio, por Alan Kardec. Muito elegantemente, claro, sem disqualificar a obra e o seu autor, apenas colocando que os critérios adotados para a produção daquela obra e o seu conteúdo não
correspondia, de maneira alguma, aos princípios e aos elementos fundamentais da doutrina espírita. Nelson, o que pode complementar esse respeito? Sem som. Vou colocar só um adendo a essa história que você estava mencionando, que você muito bem colocou a respeito dos inimigos internos do Espírito.
Recentemente eu li numa matéria que o pessoal lê que nós, que somos contestadores do texto das duas obras, os textos, os mortens das duas obras, que criamos inimigos, criamos falácias sobre os adulteradores, ou vamos dizer como Kardec cansava de falar aos inimigos do Espíritismo, é só você visitar as obras de Kardec, a revista Espírito principalmente, todo momento ele fala dos inimigos
internos, ou seja, vocês estão internos, estão aonde? Eles estavam no seio da
sociedade parisíenses dos Espíritas. Kardec tanto se preocupava com essa corrente contrária, que ele fez o projeto 1858, colocado nos obras fósfimas que foi antes editada na revista Espírita com ele em vida, em dezembro de 1868, Constituição transitorial do Espiritismo, ele deixou pronta a Constituição, porque ele se preocupava com as incidências internas, com os inimigos ocultos, com os inimigos internos, e
deu no que a gente está vendo, e surgiu o que está
vendo e o que aconteceu. Agora quanto ao rostenismo, ele estava presente no seio, Kardec várias vezes mencionou, quando no Brasil, antes do sisma patrocinado gentilmente por Adolfo Bezeva de Menesas, já havia desde a criação da vinda do Espiritismo do Brasil, os rostenistas e os católicos inconformados que viriam um abraçado do Espiritismo, se você pega os trabalhos do grupo de saião no século 19, está aberto, claramente, é
rostenista, é católico, é dogmático, está transparente para qualquer estudioso, é só o bastão leiro. O que fizeram com torteiroli? Porque torteiroli era um pecilho, a turma, que tem Curso -Sampaio, saião, Bezeva de Menesas, tinha um projeto de poder, mas mais a mais espírita tem um projeto de poder? Bem, tem um projeto de poder. Com a desculpa da unificação, tinha um projeto de poder, que infelizmente se
solidificou. Isso não tem muito a ver com o nosso debate de hoje, mas também tem, porque desde trás aqui já tem esse problema, e muito antes daqui a França já o tinha, é só para uma questão de explanação, que até que muitas vezes falou isso, você pega a Constituição, você citou, do sismas, do sismas é uma da parte da Constituição transitoria, para lá está claramente, não tem o que discutir, ou
seja, para aqueles que falam, não tinha isso, tinha, e era tão evidente, era tão incômodo, que Kardec sempre comentrou. Muito
bem, Paulo, você quer dar um pitá cozinho? Era só para complementar, justamente essa ideia do item décimo, para reforçar, não, nós não encarnamos apenas, porque cometemos erros em vidas passadas, isso está muito claro, em toda a doutrina, o texto original do capítulo 8, que virou capítulo 7, era muito claro, e demonstra as leis da alma de uma maneira muito clara e muito lógica, o que é felicidade e
infelicidade, de onde surgem as nossas imperfeições, o que é inspiação, sendo o resultado da escolha do
Espírito, e não castigo divino. Só que quando a gente leia ali, rapidinho, todas as misérias, todas as vicissitudes que suportamos na vida corporal são decorrentes de nossas imperfeições, expiações de faltas cometidas, seja na existência presente, seja nas precedentes, você tem aí 50 % dos erros que hoje virem no movimento espírita, de supor que tudo aqui a gente está pagando por alguma coisa, porque a minha vó teve um câncer,
porque ela estava cumprindo um resgatão, um débito de vida passada, então tudo é, no fim das contas, um castigo, e quando a gente sabe muito bem que quando você submete a ideia de castigo, você deixa de aproveitar as oportunidades e olhar para elas com
olhos diferentes. E a gente tem um jornal de estudos psicológicos que formou toda uma doutrina, e aqui a psicologia está totalmente deturpada, e aí só para completar a gente tem logo abaixo, pela natureza dos sofrimentos e das vicissitudes suportadas na vida, pode se jogar à natureza das fotos cometidas
numa existência precedente. Aí você tem os outros 50 % dos erros, em maioria que está no movimento espírita, que olha para a pessoa que é cadeirante, está vendo, é porque usou as pernas erradas na vida passada, o filho de uma pessoa, meus, desculpa, a pessoa entra no centro espírita porque ela vive um caso de violência dentro do lar, e ela vai ouvir, olha, isso aí é débito de vida passada, é
melhor você ter um pouquinho mais de paciência, de resignação para suportar isso aí, porque você deve ter feito mal para ele na vida passada. Veja se isso não foi uma coisa extremamente inteligente para causar tanto problema no movimento espírita, na visão que você tem do Espiritismo e que faz as pessoas se
afastarem dele, e outras tantas criticavam. Nós somos destacadamente o grupo Espiritismo com Kardec, discípulos diretos de José Herculano Pires, nós consideramos o professor Herculano o maior filósofo espírita de todos os tempos, superando nomes como o próprio Allan Kardec e o escritor francês Leon Denis.
Herculano tinha a esse respeito uma frase pontual, Paulo e Nelson, ele dizia que os espíritas em geral querem adaptar a moral espírita a sua própria moral, querem transformar a sua moral como a moral espírita, e não o contrário, a moral
espírita basilar a moral individual de cada um. Isso é essencial nessa conversa e aí nós podemos substituir a palavra moral por ética, que é muito mais a cara dos séculos 20 e 21, já que no século 19 a moral como uma parte da filosofia tinha uma ascendência muito grande, sobre todas as ciências. Hoje nós já conseguimos comprovar as interrelações entre filosofia e ciência, mas cada uma segue um seu
próprio caminho. E ética me parece ser, e os estudiosos também corrobaram essa ideia, a noção de que as suas ideias pessoais são subplantadas pelas ideias coletivas. E aí falando dentro do princípio progressivo do Espiritismo, uma ética social melhor suplanta a ética individual de cada um que não é tão boa, num estado claro de projeção da
humanidade daqui pra frente. Com relação a essa colocação feita pelo Paulo, de que abrindo aspas, a edição, póstuma, adulterada, viu, é o que nós não vamos medir palavras não, a edição não é alterada, é adulterada justamente pelos pressupostos já conversados, os jurídicos, os literários, os
documentais e os registrais. Enquanto não se anular essas quatro premissas, não há como validar documento algum, redação alguma, que não seja aquela constante nos depósitos legais das duas obras, o Céu Inferno primeiro e depois a gente, feitas de próprio punho, solicitação nominal e responsabilidade legal, jurídica, criminal e
civilmente falando do senhor Rivaio Kardec. Esse é ponto, ponto pacífico, não é qualquer papelzinho manuscrito ou conselho discutível de uma editora numa capa facsimile que vai mudar essa situação, meus
amigos e minhas amigas. É o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o
Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Inferno, o Céu Tommy Alexander, que já dingen o sending pra gente que jugava. 조금 pelo meio de tempo, gradualmente para ocember de multiple de strain e Claro, uma hipótese, não é? Nelson e Paulo. Essa que você falou há pouco. Tem uma carta de Kardec com anexos, com todos os anexos, encaminhando para o Didier, ou para quem quer que for, para o livreiro
de Kardec, a época. E aí nós estamos falando de uma relação de absoluta confiança. O livreiro tinha interesse financeiro, claro, porque todo mundo vive do seu opício, mas tinha um interesse superior a isso, que era ler a aldade ao
professor Hivaí. Ele, de vontade própria, não teria mudado nada, nem teria aceitado que qualquer pessoa, mesmo a viúva, já ouvi dizer, vocês sabem, vocês também já ouviram, que a viúva estava a testa de tudo e apoiava tudo. Ora, senhores, leiam o livro, Quanta Luz, né? Pertifroupo. A amiga pessoal de Amelie Bertifropo. Ei, acorda, desperta, essa tua estorinha aí não vai colar. Vai colar naquilo que o Paulo
falou. Não conhece a fundo ou espiritismo. Jamais estudou comparativamente as obras. Não leu e não somente leu, não estudou, não se debruçou sobre a revista Espírito. São. Paulo e Nelson. O Nelson participou ativamente dos dois grupos de estudo que o nosso Marco Milânio coordenou, com assinatura, com o Chamegão da UZI, Departamento de Estudos da
UZI. Nós estudamos linha a linha, parágrafo, parágrafo, item a item, capítulo por capítulo, obra por obra nos originais em francês. E aí havia um pessoal minoritário que dizia, não, eu gostei mais da redação de 1869. Tá mais coesa, tá mais bonita. Gente, nós não estamos falando de obra artística. Mesmo assim o gosto é individual, é pessoal. Nós
estamos falando de coerência doutrinária. E sendo coerência doutrinária, nem no céu inferno, póstomo, nem a gênese, póstoma possui essa coerência. Querias falar, Paulo? Não, só comentário. A questão legal aí é interessante, porque ela poderia ser de repente uma lei absurda, mas não é o caso. A questão legal está amparando a lógica mais pura e
simples. Por quê? Gente, se não tenham algo que nos prove, que veio da mão de Kardec aquilo, só tem um disc medir, uma cartinha que falou que estava na metade, metade não é terminada. E aí, então a gente aceita, é para isso que existe essa questão legal, para
dar essa garantia. É, só isso. Nós não nominamos ninguém, nós respeitamos toda a pessoa individual, todo o coletivo, todo o grupo, toda a instituição que graça em torno da filosofia espírita. Estou falando isso em nome do ESCK. Nós respeitamos a todos. Agora, respeitar não é aceitar ter diversações. Respeitar não é engolir em seco. Bobagens, invenções, ilações, interpretações fortuitas de quem não conhece sistematizadamente o
espiritismo. Me desculpe, me desculpe a franqueza, eu não estou combatendo ninguém. Vocês já viam em algum texto do ESCK falar contra ABCD, pessoas ou ABCD instituições? Não, não vou encontrar aqui. Tem comentários, tem perguntas aí, ou até pedir para colocar na lousa de novo, porque nossos convidados vão trabalhar em cima dessas questõeszinhas agora. São três ou quatro mencionando uma pessoa especial. Oi, produção! Alô!
Então, vou dar continuidade na terceira pergunta, gente. E a gente vai colocar depois esses comentários para poder enquadrar isso. Bom, então nós temos provas, e se não temos provas todas, temos evidências, porque assim, nós não temos um elemento do quebra -cabeça que é importante, mas não é essencial. Que a gente usa, não é essa questão. Eu vou pedir para vocês
deixarem para depois, pode ser. Não é essencial, mas é importante que se a gente descobrisse, não é que a gente ia promover uma caça aos bruxas, ou ia procurar a responsabilização sinão jurídica, porque ninguém pode responsabilizar um morto, nem os herdeiros desse morto. O crime não passa em nenhuma nação civilizada do mundo, não passa da pessoa do criminoso, não passa por
seus herdeiros. Lá no passado passava. Lá na época de Roma, os herdeiros pagavam pelos erros cometidos pelos sãs ancestrais. E isso também está na Bíblia. Então a coisa ali encontra uma consonância, uma sintonia que não é racional. Mas enfim, Paulo, existem alguma evidência, alguma prova, alguma certeza sobre a autoria, ou seja, quem teria realizado essas
adulterações nos dois livros? Sobre isso, da minha parte, tenho muito pouco a dizer, porque realmente não sei, eu não saberia dizer. A gente sabe que tem algumas pessoas ali, como estava falando antes, que tinham alguns interesses exclusivos. Agora não dá para apontar quem foi. Rostem, inclusive, morre em 70 e pouco, não é? Ele ainda estava vivo na época. Eu não lembro agora. No início, sim. Não que tenha sido ele, mas
enfim, alguém ali interessado nisso. Só isso. E você, Nelson? Não, nem de uma parte, nem da outra, existem documentos hábios bastante. O que nós temos é o que você disse. Toda documentação legal, toda documentação oficial, nada aponta para essas obras.
Inclusive, o pessoal cansa de falar que existe uma carta de Kardec, acho que é do demércio do Miguelão, dando conselhos para Kardec das alterações que ele devia fazer, que ele não devia ampliar, que ele não devia tirar um tio do que estava
nas opas. Só que o pessoal se esquece que tem uma comunicação posterior, uma carta posterior, aliás, de Kardec, que eu não lembro agora exatamente o mesmo, mas o Marcelo vai lembrar, tenho certeza que ele tem a culpa dessa carta, que diz que ele vai abandonar as alterações, porque a saúde dele exige, ele não tem mais condições físicas de
fazer isso, de acompanhar isso. Então, seja, se o próprio autor diz que não tem mais, alguém vai contestar? Ah, mas porque a declaração de tal é decreta... Não importa essa declaração de tal, mas que fosse a declaração de fevereiro, declaração da correta. Cadê a DI? Que fosse? Ah, mas tem a DI, é a DI de tal é da edição, mas daí, cadê a DI? Cadê, pera, não, fui confundir. Tem a DI, não tem a DI? E aí? Ah,
mas se tem a DI, tem a DI? Ou vice -versa, será? Não sabemos, num adocumento. O que nós podemos falar, com certeza e certamente, é que desconhecem a obra de Kardec. Totalmente. Me desculpa, ser muito incisivo nesse ponto. Desconhecem a obra de Kardec. A Gênesis e o seu Inverno são contraditórios, ao pensamento de Kardec. Muito bem. É
só fazer a comparação. É, para o ponto A você que está entrando agora, ou que não tem muita familiaridade com as nomenclaturas, com as siglas, DL é o depósito legal, é o documento prévio, em que o autor vai até a repartição de registro e deposita o seu pedido de publicação. E deposita uma cópia do
documento que deseja publicar. E a declaração de impressão é que ele já contratou uma gráfica, uma tipografia, já formatou os caracteres, as matrizes, e ele pretende publicar mil, dois mil, três mil exemplares, quinhentos exemplares, e aí ele então pede uma autorização para o Estado
para poder fazer essa publicação. Que pode ser em pedaços, eu posso, por exemplo, pedir a autorização para três mil exemplares e publicar esse ano quinhentos, no ano que vem mais mil, depois mais quinhentos, mais dois mil, fechando aí, aí não vai fechar a minha conta, quinhentos, mil, quinhentos, mais mil, fechou, a quantidade aí de três mil, que ele havia se comprometido juridicamente.
Ah, Marcelo, mas se ele não não tiver recursos para fazer mais uma edição, porque tudo custa dinheiro. Os tipos estão prontos, mas o papel era caríssimo, inclusive naquela época, na Poliônica, no Império do Napoleão III, na França. E aí, ah, tudo bem, não publicou três mil, publicou só dois mil, e ficou lá o
direito de publicação, mas não se publicou. Aí, depois da morte dele, ele pode publicar, sim, porque havia o depósito legal, e a declaração de impressão. Ah, faltou mil exemplais. Ótimo, tem autorização para publicar mais mil. E tudo isso controlados, tudo regido por normas, por setores do governo, e etc. Ou seja, não é a bangu. Os nossos opositores tentam, de
todas as formas, descaracterizar isso. Quando nós aqui apresentamos isso que vocês disseram há pouco, de que o céu inferno de uma maneira espúria, de uma maneira inconcebível, ele publica a edição original, a edição autêntica, com o prefácio. Todos os livros dele tinham
prefácio, apresentação ou introdução. Ele variava aí na nomenclatura, porque era um homem criativo, um homem de literatura, de ciências, e que havia a possibilidade de pegar qualquer dos livros que você tem em casa, você vai ter livros com introdução, com prefácio ou com apresentação. São sinônimos que servem para objetivos específicos. Tem
uma diferenciação pontual entre os três. De qualquer maneira, aí chega uma edição póstuma do céu inferno. Oi, cadê? Cadê o prefácio que estava aqui? Ah, não precisa de prefácio, disseram eles. Porque o prefácio é só uma espécie de... É só! Uma espécie de resumo do conteúdo da obra. Meu amigo, minha amiga, vai estudar literatura, vai estudar a obra de Kardec,
o legado. A introdução, a apresentação, o prefácio são essenciais à compreensão de uma obra. Ah, mas tem livro que não tem sim, tem livro que não tem, está incompleto. E
outra, né? Kardec fazia com toda sua cautela, cuidar de todo seu denodo, toda sua eficiência a apresentação para o leitor para tornar a obra interessante para chamar a atenção, porque todo mundo, ou quase vai na livraria comprar um livro, ler pelo menos o prefácio, a apresentação, ou as linhas iniciais, para ver se aquilo realmente é o que ele está procurando. Agora sim, vou pedir para colocar
primeiro o nosso Mario Simet. E essa história que afirma uma determinada pessoa, né? Afirma ter encontrado a versão alterada por Kardec. Vamos mudar um pouquinho a ordem, Nelson quer comentar a respeito dessa questão. Pois não, vamos lá então. Ele está se referindo provavelmente a versão encontrada na minha prioridade da Milena Austel de 1869, que tenha sido encontrada e foi. Tenho o seguinte, cadê o depósito
legal. Primeira coisa, vamos voltar lá atrás, cadê o depósito legal? Não tem. Cadê algum documento de Kardec dizendo que ele ia realmente imprimir os documentos, alguma carta, que seja uma carta? Não tem. A versão continua encorgoente com a compensamento de Kardec. Não tem. Total. Nós sabemos, e qualquer um que se segue estudando sabe disso, na Europa naquele século 19, 18, existia uma tormenta de invasão de
edições piratas, de edições falsas. Sabe se é ou não? Não sabemos, não podemos falar que se nem que não. Ah, mas não tem. Não se encontrou. Se não se encontrou, vai provar o quê? Agora, se a gente pode fazer relações, pode. A tese é uma tese. É uma verdade relativa. É uma verdade que eu sustento por meus argumentos. E podem vir a caída qualquer momento. Mas que argumento que eu tenho que eu não tenho documento? Então
é uma coisa, mesmo. Você pode falar o que quiser. Eu sempre falo assim quando a pessoa começa a contestar a obra de 69 de Gênesis 69, que é de 72, com as versões anteriores até 1968. Pega original francês, não vou nem falar em tradução. Pega original francês. Um para um, põe a mão, dá do alado. Compara. Compara, é só comparar. Coisa mais simples, compara. Ah, mas eu não sei francês. Me permite uma parte, Nelson? 72
ou 69, não importa. Não importa. Poderia ter sido dia 1º de abril de 69, com um cardeque ainda esfriando no túmulo. Me perdoem o tom tétrico. Mas é isso mesmo. Poderia ter vido o alume lançado com pompas. Dia 1º de abril de 1869. Não é autêntica a obra. Não é legítima. É clandestina, como afirmou Paulo Henrique. Por quê? O
Nelson acabou de dizer, não tem DL, não tem DI. Eu não posso simplesmente pular a cerca, quando me convém e ficar na cerca quando não me convém. Quando Paulo degreve no início, lembra a afirmação de Erasto? Ei, pssss, você que está aí do outro lado do aparelho, do outro lado da tela, você conhece Erasto? Você sabe a importância de
Erasto para a filosofia e a espírita? Ou você continua a santo que Erasto é apenas aquele santo da igreja, aquele vulto histórico da igreja, com ter sido discípulo de Paulo Editarso? Não, meu amigo, não. Não. Refasso seu conceito. O personagem é o mesmo. Usa o mesmo nome, mas a contribuição de Erasto para o Espiritismo é do mesmo patamar do Espírito São Luís e do Espírito Verdade.
Se nós tivéssemos que graduar, os três fazem parte do arcabolso doutrinário filosófico, científico ético da doutrina espírita. Eu poderia citar outros, mas não estão nesse patamar, nesse nível. Em termos de estrutura do Espiritismo são esses. Obrigado, Nelson, pelo aparte. Não sei se tens algo mais a completar, senão... Não, não perfeito. Mas é isso mesmo. Ok. Paulo, e aí? Encontraram
a versão alterada legítima da obra da Gênesi? Desse ponto de vista também fico com o que vocês falaram até aí por enquanto. Tá bom. Eu... Eu me concentrei muito mais sobre o seu inferno do que a Gênesi, né? Então, o que vocês colocarem é o que eu sei. Tá sem som. Desculpe. Tem uma segunda intervenção do público. Tá
aí, Alúcia. O próprio personagem, de novo, em uma entrevista com outra pessoa, comenta que Kardec não tinha tanta divergência com Rostang, mas pareceu que queria amenizar a interferência do Rostang. E qual você acha, Paulo? Conhecendo aí essa dicotomia entre a moral de Rostang e a moral espírita, o que você pode dizer para Alúcia e para
essas pessoas que afirmaram isso? Acho que, de novo, vem a questão de conhecer a obra de Kardec, porque você entende que Kardec sempre teve cuidado na forma de expor as coisas, para não ficar criando briga com os outros por causa de nada. Então, quando ele pega lá Rostang e fala, olha, numa primeira análise, isso aqui nem é
tão diferente, não está tão fora assim, né? Tem algumas questões aqui que precisam ser analisadas com mais calma, né? E aí, quando isso chega a Rostang, e Rostang é convidado a tomar cuidado com as mistificações, é que Rostang se revolta. Então, quando a gente entende o que é a doutrina e entende os dogmas do Rostangismo, de Rostang, é claro, é claríssimo o que tem ali nas adulterações. Agora,
esse... Eu não consigo entender, sabe, essa dificuldade de ver isso e essa parece uma mania de querer colocar pano quente em cima das coisas, para fazer um... né? Com relação a isso, com relação a, por exemplo, descreditar, ou desacreditar a Pertifropo, então fica procurando coisinhas assim, de época, para desacreditar todo um livro que ela fez, dando vários relatos ali de
várias coisas, e fala, não, ela é só uma afetada. Não. Oh, Kardec, na verdade, vocês não sabem, Kardec brigava com os médiums. Gente, pelo amor de Deus, por que que os médiums que saíram dali que brigados? Por que que aconteceu daquela mania? Agora, vamos ficar buscando o fofoquinha de época para ficar rebaixando Kardec. Não, Kardec era católico, outra
opinião errada, né? E aí, cai naquele problema, a pessoa adota, desculpe em dizer assim, se diz pesquisador, mas adota a ideia prévias, não aborda a pesquisa lado a lado, não vai a fundo, e varre para baixo do tapete todos aqueles que se, que tenham falado das adulterações. Então, então, já está tudo derrubado. Não, são qualquer palavra, quem renega a verdade esquecia a palavra. O negacionista? Isso,
são negacionistas, né? E aí, deixa muita coisa de fora. Até a gente chegar a ponto de ver lá erros absurdos dizendo que quem falou sobre isso, sobre as adulterações, está querendo trazer para dentro do espiritismo o espiritualismo racional para causar um sisma. Gente, se tivesse ele do obra veria que não é esse o caso, é justamente o contrário. Então, complicado isso, né? Deixo para vocês. Nelson?
Vejamos assim. Kardec propriamente critica em que ponto Rosteg ele critica, o Kardec, veja, ele incluiu Rosteg no catálogo racional. Toda obra deve ser lida a partir desse princípio. Toda alma só uma conhecimento. Qual era a critica de Kardec a Rosteg? O mesticismo, o dolimatismo, o igrejismo ele achava a obra boa. Se você procurar na revista Espírita você não vai ver ataques frontais de Kardec
a obra. Você vai ver contestações de Kardec quanto ao pensamento de Rosteg ou da médium. Você vai ver isso ao Espírito que se manda para a médium. Uma das grandes, aliás uma das grandes problemas de agênese é justamente uma afirmação de Rosteg. Que Jesus seria gênero, ele tinha um corpo fuídico. Ele não tem um corpo material. Esse
é um dos casos que Kardec contestava de Rosteg. Tanto que ele recomendava sempre que se lêse esse artigo em agênese. Me permitam também botar um pouquinho de colher nessa colocação da Lúcia. Retomando um evento que a gente não assistiu, mas vamos tomar essas informações como sendo
verídicas, como sempre fazemos. Para os que dizem que Kardec não tinha divergência com Rosteg, eu acabei de comentar no canal, se puderem colocar na lousa, as críticas que Kardec faz, a obra de Rosteg e que o Nelson acabou também de passar por algumas delas. A obra de Rosteg é mística, extensa, repetitiva e contraditória. Além disso, foi produzida por um único médium editado por um
único espírito. Poder não ficar só nisso. Por que Kardec disse que a obra é extensa? Porque ele disse que os 4 volumes, se já pegou na mão os 4 evangelhos de Rosteg, tem uma edição com 4 volumes e outra com 3. Não fica na maior, que tem 4. Tudo aquilo de 4 volumes grossos, é mais grosso que este livro. Cada volume. Caberia
num único volume palavras de Allan Kardec. Kardec elogia, sim, a iniciativa de Rosteg em publicar aquilo que ele pensava a respeito. E isso, como a Marta até colocou, Kardec era extremamente elegante, sim. Kardec era o bom senso encarnado. E Kardec era extremamente elegante no combate as ideias divergentes, no debate salutar na dialética,
na dialógica, no contraditório. O segundo ponto pra ressaltar, meus queridos e o Nelson toco um dos pontos agora, é que a obra de Rosteg ela é genuinamente católica. A não é espírita. A obra de Rosteg menciona um pecado original. A obra de Rosteg salienta a virgindade da mãe de Jesus. E a obra de Rosteg atesta que Jesus foi uma gênero, um semgênero, o que não nasceu, como Jesus disse, o
que nasce da água e do espírito. A junção que o ser humano contempla entre a porção matéria que só pode ser gerada pela geração natural, biológica e a porção espiritual, que é o estar na carne, é o encarnar, o reencarnar. Só isso já bastaria para colocar dos dois lados opostos de uma mesa, a Lankardek e Jean -Baptiste
Rosteng. Eu coloquei também um comentário, Paulo, que Rosteng desencarnou em 1879, nasceu em 1805 e desencarnou em 1879, 10 anos então após a morte da Lankardek. Mas ele ainda ficou ali no entorno do Espiritismo. Ele teve ascendência sobre vários antigos companheiros da Lankardek e ele tinha um fiel escudeiro que foi responsável pelo todo processo de guinada do Espiritismo para o lado místico Pierre Gaétan
Leymarry. Como Paulo sugeriu, estudem a história, estudem os fatos, não seguiem por textos rebuscados, por textos com plenos de dados que você não tem tempo, você não vai ter tempo de verificar cada um daqueles dados, certo? Pois é. Mas aí você come esse prato feito e leva como se fosse uma verdade estabelecida. Não há como manter essa diretriz vindo nós de onde viemos, sendo genuinamente
espíritas como nós consideramos. A gente vai ser espírita, novamente eu vou usar a mesma analogia, pulando a cerca quando a gente quer e ficando na cerca quando não nos interessa? Não. Ou pula a cerca sempre e aí você já está dizendo o que você é? Ou se eu inita a cerca, que cerca Marcelo? Não é uma cerca física, nem uma cerca dogmática, nem uma cerca imposta é a cerca da lógica e do bom senso. Tem
lógica? Tem bom senso? Nós estamos. Não tem lógica? Não tem bom senso? Tchau. Vamos procurar outra serventia porque essa já não está dando mais. Vamos seguir com mais algumas perguntas. É... E a gente já falou dos contextos, né? Essa eu vou pular e vou falar um pouco da tua experiência que eu relatei na apresentação, Paulo, né? Da
tua... Digamos assim, desânimo com o Espiritismo, do teu desagrado com o Espiritismo e aí nós vamos sempre lembrar aquela situação, né? O Espiritismo continua sendo o mesmo. Por quê? Porque o Espiritismo principalmente falando Meus Queridos, termina na edição de abril de 1869 da Revio Espírita. A Revista Espírita de Allan Kardec. O Laboratório de Kardec. A Revista de Estudos Psicológicos, como ele
chamava no subtítulo. Depois disso, não existe Allan Kardec. E nós precisamos, né, Nelson? Nós precisamos, Paulo, pegar o livro Obras Póstumas e dissecar. Porque se eles fizeram isso em 69, ou em 72, 69, ou se é um inferno? Que é uma obra de 65. Ou seja, já tiveram quatro anos para fazer um trabalho por debaixo da mesa nas catapultas, nas catacumbas para mexer no céu inferno. E
mexeram. E mexeram muito. E mexeram com arrogância, prepotência, vaidade e com desprezo a Kardec. Porque vamos concordar, sim, as mudanças no céu inferno são piores do que a genese. São mais catastróficas para a ideia. E aí, Paulo Henrique, estamos contigo, meu amigo, e não abrimos autonomia do espírito. Qual o falou nisso agora? Se eu venho para a Terra só para pagar o que eu fiz
de errado, meu filho, eu estou algemado. Amor do chodo. Surdo. Não posso fazer mais nada. Eu estou aqui só pagando. Pagando, pagando, pagando, pagando. É como aquela dívida que você deve ter aí no crediário, aí no financiamento, aí no empréstimo que você paga, paga, paga quando chega lá, está devendo ainda mais. É essa lógica, Cristã. Você não se deu conta ainda o cristianismo que te empurraram um goela abaixo?
Não o cristianismo, será que assim podemos dizer que é a doutrina de Jesus de Nazaré, no nosso magrão. A doutrina Cristã é baseada em três pilares. Médio, muito medo, culpa, muita culpa e salvação, necessidade de salvação. Os pego os centros espírita onde você vai, as pessoas que você conversa e vai gerar em torno disso.
Espiação, espiação, espiação, medo, medo, medo, temor a Deus, temor do futuro, temor da próxima encarnação, temor para onde vou, colônias, umbrais, essa fantasia toda que se criou em torno da doutrina espírita e salvação. As pessoas espírita dizem a salvação do Espiritismo é pelo meio da caridade. E aí não sabe fazer caridade. Não usa os pressupostos da
caridade de Jesus. É uma caridade inventada. Ah, estou com uma meia velha, vou dar minha meia velha. Estou com uma camisa que está toda manchada, vou dar minha camisa manchada. Isso não é caridade minha gente. Ah, estou aqui 5 reais, estou sobrando meu bolso, peço para alguém, entrego para alguém que está pedindo para me livrar do pedinte. Não é? Ou é, estou falando alguma coisa diferente. Ah, estou generalizando, sim
estou. Estou generalizando com base no que eu vejo. No que eu convivo desde 1981 os pressupostos são os meios, só mudam as palavras. Mas vamos à próxima pergunta. Eu estava dizendo que você saiu desse desânimo, né? Por quê? Porque encontrou algumas premissas que eram o contrário do que as pessoas estavam te dizendo. E aí eu queria que você
falasse um pouquinho sobre isso, né? O que que significou isso para você e como tem sido esse novo velho Paulo Degrem trabalhando essas questões? Legal. Bom, essa construção nesses últimos 4 anos que eu tenho que sempre dizer, né? Eu há pouco tempo dizia que o conhecimento me permitiu isso. Não foi só o conhecimento, foi a colaboração. Porque a gente fez isso em grupo e essa é a maior mensagem
do espiritismo, né? Porque além da autonomia e a colaboração, a gente só se desenvolve em contato com os outros. Então esses 4 anos, quase aí de estudos em grupo, têm sido muito bons. Lendo nem Céu no Inferno, me remeteu ao legado de Donald Kardec que quem não leu precisa ler essas duas obras, precisa ler. E não deveria nunca se posicionar quanto a nada com relação a esses assuntos sem ler essas obras, né? Eu...
Foi interessante porque o tempo todo ele citava um revista espírita. O que que era essa revista espírita, gente? É uma revistinha de Kardec, né? É uma coisa que passa batido por conta do nome revista, as pessoas acham que é uma publicação qualquer e não leem. Aí sumir quando eu falei, quando eu achei que eu estava sozinho nesse mundo depois de ler essas obras e falei, eu preciso fazer alguma coisa? A
gente precisa estudar? Criamos lá um grupo junto com a Ariane que está inclusive, né? E outras pessoas. E falamos, vamos estudar o que? Bom, tudo dizia revista espírita. E tem sido uma construção muito grande. Eu vim de um movimento em que eu acreditava movimento espírita, né? Que eu acreditava nessas ideias aí de para que a gente está aqui? Bom, eu nasci porque eu sou ruim. Eu
fiz coisa errada, né? Eu estou sendo castigado. Então eu tive que nascer. É a interpretação que fica. E eu tenho que fazer o quê? Reforma íntima. Pra quê? Pra que eu me torne um espírito muito bom fazendo muita caridade nessa vida. E então não preciso mais nascer aqui, né? Aí eu deixo de sofrer essas coisas da matéria. Essa é a ideia que tem, né? Que rir no movimento. E eu vim dessa desconstrução.
Então, estudando Kardec em grupo, passo a passo, com pessoas que nem eu já falei pra vocês, Arjani, extremamente valorosa, né? Essa parceria ela e os outros que estão conosco no grupo, claro, né? Mas ela tem se mantido comigo desde o começo. E o aprendizado é muito importante porque estudando Kardec com cuidado, passo a passo, lendo as evocações, entendendo o que que Kardec entendeu ali daquelas evocações. Por
que ele faz a próxima pergunta? Por que no próximo artigo ele vai perguntar pro espírito tal coisa pra buscar entender do que que ele tava falando antes, né? Então isso nos permitiu entender a racionalidade no
espiritismo. E isso tá muito em falta. E quando Kardec falou, talvez por uma grande intuição, talvez por entender mesmo provavelmente quando a razão, quando a fé não pode enfrentar a razão ela esmorece, a gente cai e foi por isso que eu cai e é por isso que tanta gente cai. A gente fica ali tranquilinho nos dogmas, né? Nesse folclore até que aconteça alguma coisa muito grave.
Quando acontece alguma coisa muito grave na nossa vida a nossa razão quer saber, você quer buscar respostas e se a resposta não é clara e evidente a fé esmorece. E aí você pode tomar um tomo muito grande, né? Acho que é isso. Muito bem. Vou
chamar o Nelson pra esse pitaco aí também. Nelson, você acredita que os esforços do Paulo, assim como os esforços do Milani, que coordenou o grupo que nós já mencionamos do próprio Paulo Henrique que continua produzindo material que tem sido somado aos nossos para esclarecer os espíritas que quiserem, né, minha gente? Nós não estamos aqui para doutrinar ninguém. Nós não estamos aqui pregando
no deserto. Nós não pegamos o megaphone e colocamos em praça pública para dizer que nós temos a verdade. Não, esse cá não se posiciona assim. Apenas nós temos premissas de debate. Essas premissas são ser respeitadas, né? Como é que eu posso discutir juridicidade com quem não domina o universo jurídico? Como é que eu posso discutir elementos documentais e registrais com quem acha
que isso é de só menos importância? Como é que eu posso discutir filosofia, ciência, doutrina, espírita com quem não leu, não estudou e não se debruça sobre as obras? Aí esse respeito, inclusive, Nelson, vai lembrar que os nossos opositores, vamos chamar assim, mas os respeitamos, queremos bem todos eles, convivemos pacificamente durante os dois anos de estudo um pra cada obra no grupo
coordenado muito bem pelo Milani. Diziam assim, ah não, mas esse texto que tem na Gênesia adulteirada, Gênesia e Pós -Morte de Allan Kardec, está lá na revista Espírita, janeiro de 1854, assim, assim, Kardec não botou exatamente como tá, mas a ideia central está lá. Ou então esse outro trecho na revista Espírita de fevereiro de 1866 e aí sim, tem a transcrição de três, quatro, cinco
parágrafos. A pergunta que nós nos fizemos à época e continuamos nos fazendo a seguinte. Tá, ele publica o céu inferno em 65 e se vale de informações que são antes de 65. Depois, ele publica a Gênesia em 68 e se vale de informações que são antes
de 68. E aí, ele vai buscar um texto lá atrás que ele já tinha visto, revisto, analisado, e tal, pra inserir numa obra que ele acabou de publicar, considerando que todo aquilo que existia, todo aquele manancial já era suficiente. Ora, meus amigos, por favor, né? Por favor, é não conhecer a rotina sistemática, o consenso, o método de
Kardec. Então, Nelson, você acha que o trabalho do Degren, do Paul Henrique, do Milani, nós, do ESCK são de fato capazes de lograr êxito entre os Espíritas, sobretudo aqueles que preferem muito mais o prato feito, ou os Espíritas novidadeiros, como diria Colano Pires, e aqueles que pregam que não, vamos pacificar a discussão em instrumento da treva. Vamos tirar essas questões, esses escolhos, e vamos abraçar, aceitando tudo. O
que você tem a dizer, Nelson? Bem, vejamos o seguinte, quando eu vou citar um exemplo aqui, e não, que eu não concordo dizer assim, 100 % e muitas coisas que Kardec publicou, mas eu vou usar basicamente esse artigo de exemplo, quando Kardec colocava, o que que ele fazia com a revista Espírita? Vamos lá. O que que ele fazia com a revista Espírita? Vamos entender isso. O que era a revista Espírita
para Kardec? A revista Espírita era o imenso laboratório, era a experimentação, é onde ele reunia casos e evidências empíricas para ele basear
as suas teorias. Quando Kardec achava, é onde eu falei que eu não concordo muito, mas eu vou citar esse exemplo, quando um Kardec achava que tal estudo empírico que ele tinha feito merecia um retorno, merecia uma revisitação, merecia constar em uma obra mais específica, fora do âmbito da revista Espírita, ele não tinha vergonhinho de falar assim, voltaria a revisitar esse artigo mais tarde. O que ele fez isso é
doutrinho dos anjos caídos. Como eu disse, eu posso não concordo muito com essa teoria, mas ele a revisitou e a publicou. Como ele publicou o uranografia, que nós sabemos até mesmo por manifestação do próprio Camilo Flamarion, que aquilo não era bem uma passividade, não era metodunidade, mas tudo bem, são casos que acontecem, vamos deixar isso para uma outra live. Era o mais anímico? Era o mais anímico? O
caso de uranografia é nem mesmo. Pois é. Então veja, mas mesmo assim, Cardec colocou lá, só que ele tomou um cuidado que poucos se apercebem quando acusou nisso. Ah, mas Cardec aceitou o uranografia de Camilo Flamarion. O que ele coloca bem no rodo a pé do prédio da primeira página do artigo? Conforme Muzier Camilo Flamarion. Conforme ele não estava alisando nada. ele
não estava alisando nada. Então o fato de ele publicar também não significa que ele avalisava a teoria não, viu? Muito bom. Se você acompanha, vamos voltar a revista espírita. Se você acompanha a revista espírita, você vai ver outros artigos sobre o uranografia lá. Inclusive questionamentos. Então para você não te indicar, não tem jeito. Você tem que ler como Marcelinho Rinti disse, você tem que
conhecer as 32 obras. Se você não conhecer as 32 obras, sinto muito mas a tua opinião nunca será completa. Mas a pergunta não respondeu. Você acha que os espíritos consumidores de pratos feitos e que não querem as dissenções, os debates vão um dia se convencer desse trabalho que a gente vem fazendo sem embate. Nem em redes sociais, nem em artigos, nem em lives, nós depreciamos quem quer que seja. Fique
isso bem claro. Nós não estamos combatendo pessoas nem grupos. Nós estamos apresentando o nosso argumento que tem embasamento jurídico, documental, registral, histórico e filosófico. Se você quer ficar com outro lado, se você acredita nas palavras que são ditas lá, tudo bem, não tem problema
nenhum. Vou completar isso pra você, então, Marcelo, se eu acho que o meu espírita vai acatar, ele vai aceitar uma ou outra teoria, na verdade, eu vou dizer uma coisa pra você, minha opinião, eu posso estar enganado, mas por conhecer o meu espírita, como eu conheço, vocês também conhecem, isso daí não vai resolver absolutamente nada,
pra dizer diferente. Porque, por que a oba -oba é o momento quem comenta nos sites de estudo espírita 95 % não comenta. Porque 95 % não quer polêmica, ele não quer discutir, ele não quer estudar, ele quer a fórmula pronta, ele quer a bengala, era que a muleta ele não quer se dar o trabalho de estudar. Então, se eu apresento a solução pronta pra ele, está ótimo. E você, Paulo? O quê? Eu o quê? Desculpa.
Você estava colocando aí a questão da necessidade de consciência de estudo, né? Ah, sim. Então, adicionando ao estudo das obras de Kardec, é necessário estudar as obras do Paulo Henrique de Figueiredo. Hoje, quem chega falando, olha, eu queria conhecer o Espiritismo e falo, começa por autonomia do Paulo Henrique. Porque ali você vai entender o contexto básico pra você entender do que se tratava
a obra. E muitos dos adeptos dando não -adoteração, como eu falei agora a pouco, colocam tudo isso, descanteio. Porque esse cara aí falou de adoteração, ele não presta, né? E por conta disso, deixam de conhecer muitas coisas importantíssimas, né? Sobre toda a contextualização ali que deu base ao surgimento do Espiritismo e por que que até os Espíritos diziam as coisas que diziam, né? Esse
processo é longo, né? Ele é um processo de maturação. E Kardec falava nisso repetido às vezes, né? As ideias vão maturando, as pessoas vão se convencendo intimamente. As pessoas precisam aprender a pensar por si mesmas e evitar serem massa de manobra. Nós não queremos, no ESCK você também não quer no grupo legado de Allan Kardec, que as pessoas batam palmas e concordem com tudo. Isso não alimenta o processo.
Nós queremos ideias, nós queremos que as nossas ideias sejam colocadas à prova. Quando a gente promove uma live como essa nós estamos oferecendo uma alternativa de pensamento nós não estamos oferecendo a
verdade, a palavra final. Isso é fundamental quando as pessoas começam a dizer que fulano está procurando olofotes, que beutrano quer dizer isso para desqualificar, descredenciar Kardec, sua obra etc. ou os continuadores alguns enchei até a boca, os continuadores de Kardec naquele tempo. Os continuadores de Kardec
fizeram o que fizeram e lá houve a decisão. Um grupo foi para um lado acompanhando a Meli e o outro ficou com esse pessoal aí que ficou responsável pela livraria, ficou responsabilizada pela comercialização das obras ficou atesta do processo. Dá para entender alguma coisa nas entrelinhas ou a gente vai precisar desenhar alguma
coisa aqui na loja. Não dá a minha gente, é conhecer a história não é se valer não vamos colocar aqui o sujeito A e o sujeito B de hoje e dizer não, é um sparring é uma luta de boxe, vamos ver quem é que vence ninguém está disputando espaço, nem poder nem honrarias nós estamos em busca da verdade e a verdade até agora é a verdade dos fatos, dos documentos da judicidade e da lógica filosófica do
treinar a espírita se cair um desses pilares vamos supor que amanhã ou depois esse documento que o Paulo e o Nelson mencionaram em caminho ao senhor de Dieu quem de respeito o conjunto das alterações que eu desejo fazer na obra o céu inferno para torná -la melhor entendida entre os espíritas como diria aquele personagem da escolinha do professor Raimundo, o Pedro Pedreira tem, tem a carta tem uma fotografia de
Kardec entregando os originais para um livreiro tem, tem um documento firmado em cartório em vida dizendo estou alterando as obras tais e tais nos capítulos tais, itens tais tem tem alguma mudança jurídica tem tem algum elemento registral que não
foi encontrado? tem, não tem, desculpe vamos ficar com os fatos porque Kardec mesmo disse na ausência dos fatos a dúvida é a opinião do homem prudente palavras de Kardec, mas nós estamos com os fatos tem que apresentar o outro fato diferente optei para colocar as contribuições do nosso querido Marco Aurelio Gaspar que está sempre nas nossas lives e fez uma poderação muito importante vamos lá
existem acréscimos na denúncia de Simoní privato no livro O Legado de Allan Kardec em relação àquela primeira denúncia de adulteração levantada por Henri Sossi biógrafo de Kardec primeiro biógrafo de Allan Kardec diga esse passagem e tem uma segunda poderação se a primeira denúncia é de 1884 sim de Henri Sossi qual foi a expressão que ele usou Nelson e Paulo para dizer essa denúncia lembra?
aberração? não, Nelson está sem microfone não lembra uma infâmia um artigo no Leigh Espiritism um artigo no Leigh Espiritism um infâmia vocês sabem o que é infâmia? é um desrespeito é uma agressão ao nome a obra é a memória de alguém já morreu? já
tinha morrido? então a memória ao legado com Simoní descolei o título de seu livro se desde então os continuadores do Espiritismo formulam tese sim, eles continuam formulando tese hipótese, mirabolantes a partir de obras adulteradas que implicações as obras complementares encorrem Paulo duas colocações sobre Henri Sossi está sem microfone sem alvo desculpa nesse ponto eu acho que não
tenho muito o que eu quero sentar eu conto mais com vocês tá bom, Nelson veja Beth Vopo mencionou o que estava acontecendo inclusive tem cinco mensagens no livro dela, Muita Luz a respeito do que estava acontecendo na sociedade espírita e na revista espírita por isso Delaney Vopo e mais alguns fundaram a União Espírita Francesa que teve o Ronaldo como órgão do Espiritismo mas não lembro o ano
infelizmente no congresso espírita utilizou a quinta a sexta a sexta, o fato de usar a quinta, a sexta, a sexta, a oitava vai desmerecer o fato de ter sido feito o texto adulterado não, não a menção e a edição esteu a cuidar edição agora, se ele usou a quinta, a sexta, a sétima edição, não importa no congresso espírita quer dizer que a doiteração foi sancionada, pode ter, é verdadeira não, cadê
voltamos ao que você muito bem explicou cadê os documentos tem foto? não cadê os documentos? não tem não adianta falar não adianta espelhar não adianta fazer a ginástica que você quiser a aeróbica possível não tem o documento tanto é que a união espírita francesa usa a quarta da gênera não a quinta se eles que estão envoltos em todo o trabalho não
utilizam a quinta, por que será? porque lá vale a lei não tem prova como é que ele vai
usar? não vai é simples assim muito bem eu quero pontuar para o marco e para os companheiros até pelos passos que o paulo nos dá para trabalhar com essas questões de detalhes históricos jurídicos etc marco gaspar, em relação a primeira colocação que tu fases o que aconteceu com a enri -sosse é que ele percebeu a ilegalidade que ele sabia porque conhecia as normas porque tinha
acompanhado era muito jovem, muito interessado nessas questões ele sabia que não poderia se ter uma edição posto, assinada por um autor morto esse é o primeiro problema que surge e ele denuncia isso uma infâmia, se valeu um do nome de Kardec um nome já consolidado não se conhecia mais o professor Rivaille da educação dos projetos da atuação comunitária assistencial dos projetos de educação para adultos que
trabalhavam durante o dia estudavam em sua casa a noite dos projetos que foram aprovados pelo governo francês que revolucionaram a educação da frança e da europa naquele tempo e já conhecia um ao lado desse o personagem Allan Kardec então só se denuncia isso agora imagine você, vamos retornar um pouquinho no tempo, lá por volta de 1870 72 sem os recursos que nós temos hoje no século 21, os recursos de
que Simonis se valeu para examinar em loco vou reforçar essa expressão examinar em loco documento por documento registro por registro repartição por repartição não sou pesquisador de segunda mão, de terceira mão eu estou me baseando numa pesquisa de primeira mão feita por uma diplomata brasileira na europa com trânsito em todas as repartições e registros francês Enri Sosse não tinha isso aí sabe o
que deve ter acontecido Gaspari e amigos apresentaram aquela carta em que Kardec disse ter intenção e revisar as suas obras certo? você
já ouviu falar sobre isso? vocês já ouviram falar e aí um pouquinho depois com o agravamento da sua saúde tem uma outra carta que está no site do ECK, as duas porque nós fizemos já um doce completo de todas essas ideias que gravitam em torno da adulteração e vem coisa mais aí vem mais lançamentos nossos aí, fique atento que nós continuamos pesquisando baseando nas tese que está temos e
outras novas que tem surgido a partir do exame documental se nós que temos acesso a toda essa tecnologia se nós que fôssemos que fômos lá em Paris através da simonia examinar em local esses documentos esses registros estamos afirmando hoje provavelmente o SOS se baseou nessa carta para aceitar que Kardec tinha intenção de mexer nas suas obras mas essa segunda carta que está lá no site
do ECK diz o seguinte, pelo agravamento das minhas condições físicas da minha saúde estou abandonando todo e qualquer projeto de revisão das minhas obras e me dedicarei apenas exclusivamente a publicação da revista Espírita ponto o que equivale a carta de próprio punho de Kardec dizendo isso no final de 68 no terço final do quante de 68 o opinião de José Maria, Chiquinha, Paulinho Teófilo Papuncia
dizendo não, ele queria mexer estava sempre mexendo nas obras no intervalo de três ou quatro meses ele vai mexer numa obra densa porque não ficou contente com o que levou anos pesquisando, comparando sistematizando exercendo o controle universal dos ensinos e os espíritos ora meu amigo, você quer enganar quem? você quer levar de rodão quem?
quem não ler quem não estuda, quem não conhece quem não acompanha o processo isso é complicado muito complicado para a gente destrinchar em apenas uma live portanto já vai ficar o convite aqui para trazermos o Paulo e o Nelson novamente eu sei que eu digo isso sempre mas vocês estão acostumados nós preparamos a live com muito carinho nós listamos uma série de questões, mas o frigir dos ovos o calor do
debate sempre amistoso nos leva muitas digressões e eu tenho certeza que você já está desejando, você que nos assiste ao vivo você que vai acompanhar a gravação depois, já que está desejando um continuum, uma segunda parte um revival para a gente trabalhar outras questões que não podemos trabalhar hoje já são 8 e 13 horário oficial de Brasília boa noite e nós precisamos caminhar para o encerramento
dessa live que já está com uma hora e 44 de duração então, eu vou abrir para as considerações finais primeiro do Nelson, depois do nosso convite do Paulo para falar exatamente nesse processo investigativo hoje, sabe, Paulo e Nelson, nós falamos muito na academia nas universidades de todo país que são valorosas no sentido de defender a pesquisa a ciência, a filosofia a filosofia da ciência que é a base
teórica sobre qual todas as ciências se assentam no todo em partes sobre a chamada transdisciplinaridade multidisciplinaridade e interdisciplinaridade resumindo as disciplinas têm que se conversar entre si tem que agregar conhecimentos tem que agregar informações um mesmo fato um mesmo documento uma mesma teoria ou uma mesma tese como Nelson disse a pouco precisa ser visto com diversos oiares e nós desse
conjunto de pensadores que constituem o trabalho do Paulo Henrique com a autonomia o trabalho de Simoní com o legado o trabalho das obras que têm sido publicadas e nós fomos pioneiros no Brasil e quiserem dizer que nós estávamos cometendo crime autoral levando esta obra pela primeira vez em difusão completa da revivência das escritos originais de Kardec depois também esta obra também
publicada pela mesma editora Feral que resgata a edição autêntica de São Paulo seria muito interessante você ter essas obras e comparar com aquelas que você tem em casa da FEBE da IDE da IDEAL mesmo da FEAL antes do Centro Espírita Leon Beni da LAC mesmo na tradução você já vai perceber em congruências esse é o processo de maturação das ideias espírita e nós estamos falando de um conteúdo que
tem mais de 60 anos em grande parte mas que permanece anual e naquilo que não permanece atual nós tivemos que seguir Kardec onde a ciência avançar ficamos com a ciência e nós estamos ficando com a ciência não obstante estamos voltando ao ponto inicial da filosofia espírita então Nelson, qual é o recado que essa live oferece a quem esteve conosco a quem vai acessar o vídeo nesse processo de auto
conhecimento e de conhecimento social sobre a obra Kardecirre veja não vamos apontar se o grupo A ou B ou nós tenham a muscação sobre os pontos de listas diversas mas falemos o seguinte como você bem acabou de dizer comparem estude vejam as diferenças vejam as nuances interpretem interpretem as diferenças vejam quais são condizentes com a linha do pensamento de Kardecirre ah mas aqui não dá se não está
concordante por que vá nas obras básicas e olha, vá na revista espírica e olha ou seja, faça um apanhado geral fora ah mas com quem podemos estudar fora isso mas tem muitos casos tem Ferculano Pires tem Diorinda Morim tem Paul Henrique Figueiredo o cara é um trabalho maravilhoso tem obras muito boas acompanhe os grupos de estudo como o nosso ex -secar como o legado de Kardec acompanhe os grupos de estudo mas
não se vão ter condições e tecer as opiniões, tecer o comentário e verificar qual versão dos fatos é correta porque história a história é um detalhe a história sempre parte do ponto de vista de quem haver nem sempre ela é condizente com os fatos reais como a tese da não alteração é uma tese ter sustentação não é nossa opinião não pelas fatos jurídicos legais, noutrinários e filosóficos esperemos que vocês tenham
aproveitado a live e que vocês mergulhem com paixão nos estudos das obras fundamentais e complementares subsidiárias do Espíritismo daquele grande mestre chamado Kardec boa noite e a gente valeu Nelson recado dado e que os nossos amigos que estão conosco nesse adiantado da hora nesse feriadão prolongado aqui no Brasil possam seguir o conselho seguir a orientação que é aquela que nós damos sempre nós jamais
afastamos qualquer livro eu mesmo tenho dito e às vezes causa surpresa nos outros na minha biblioteca tenho a obra de Haneere tenho a obra de Ramatis tenho a obra de Pietro Baldi tenho os quatro evangélios tenho os 16 romances da série André Luiz e eles foram e continuam sendo importantes na minha formação como espírita justamente para realizar uma versão abrazileirada do controle
universal dos ensinos dos espíritos então o senhor André Luiz disse alguma coisa a dona Joana de Anjas disse alguma coisa o seu Haneere disse alguma coisa eu tenho inclusive um livro muito curioso sexo além da vida do Haneere que fala ele possíveis situações de natureza sexual entre os espíritos o comparo eu leio sem preconceito, sem prejuízo sem pré -formação de ideias que é o que a maioria das
pessoas que combatem a ideia da obra adulterada deveriam fazer um dia temos certeza todos vão buscar o consenso possível e se ele não for possível ficará para outras existências onde nós estiverem mais desenvolvidos obrigado Nelson novamente pela sua contribuição, pela sua simpatia fica um pouquinho lá na sala do chá a gente já vai lá para encerrar Paulo fica à vontade legal, acho que vocês falaram
bastante do que eu ia falar então você bem resumido recuperando aqui a questão de que as pessoas que estão a encontrar o fato da adulteração não se lembram de falar, por exemplo de que Lei Marry adulterou obras póstolas ele colocou lá uma comunicação espiritual adulterada onde o espírito dizia inicialmente a Kardec sobre a gênese olha isso aí está tudo muito bom se você quiser condensar alguma coisa aqui,
condense mas não remova nada a obra está muito boa não foi o que foi feito a obra foi a alteração, a adulteração contém remoções de coisas bastante importantes, já lá no comecinho, sobre a parte do instinto e em vários pontos da obra e a mensagem final é por que eu sei disso porque eu fui estudar essas obras aí que a gente está citando, poxa nem céu nem inferno o legado de Allan Kardec muita luz
Bacutelumiae da Berte Fropo são três obras só pra começar muito importantes então você pra poder se definir que a pessoa precisa estudar isso senão você vai ficar seguindo pelo que os outros dizem Kardec jamais deixaria ele passar uma coisa dessas que é o que esses grupos não fazem de pegar, olha realmente Leymarri aqui, ele adulterou essa obra, ele adulterou esse texto por que? e
qual é o peso que tem isso pra nossa tese? olha realmente todas esses, esse quintilhão de evidências aqui que Simone privato traz isso aqui, pesa nisso, isso aqui pesa naquilo, tem esse porém não tem, eles não fizeram isso eles se resumem a dizer foi tudo derrubado então, cada um de nós precisamos fazer isso então parar de ficar varrendo as coisas pra baixo do tapete como se não tivesse valor porque
essas obras têm valor, mesmo que você termine depois de ler tudo isso discordando mas pelo menos você fez a sua parte né é isso mesmo isso mesmo, é o mesmo convite que a gente tem feito, Paulo Reitera e sinaliza com isso que nós estamos no caminho certo, não no caminho certo como se só nós tivéssemos a verdade porque a verdade se baseia em pontos de vista e os pontos de vista são as vistas a partir de um
ponto existem outros o importante é que esses pontos se somem pra que a visão possa ser a mais equilibrada a mais ampla, a mais multidisciplinar quando a gente fala da necessidade né Paulo, de termos vários profissionais várias pessoas especializadas até mesmo pessoas sem formação universitária mas que têm um estudo sistematizado da obra de Kardec, que são muito úteis por conhecerem detalhes que a gente passa
ao largo nós vamos formando um grupo de pessoas trabalhando para o entendimento melhor da própria filosofia espetal é isso que nós temos feito, é isso que você tem feito no legado de Allan Kardec e pretendemos né continuar nessa parceria para deixar aos outros a oportunidade livre já que o Espiritismo é a doutrina do livre pensamento da livre conficção e da livre expressão tome as suas
próprias convicções tome as suas próprias decisões isso é essencial para que nós realmente nos digamos verdadeiros espíritos agradeço a você a simpatia, cordialidade ter aceito o nosso convite desafiador sobre muitos aspectos para estar pela primeira vez na bancada do ECK nós estamos muito felizes de te receber e esperamos que essa parceria vai sair um livro aí né Paulo não vai dar spoiler, mas vai sair um
livro aí e a gente possa continuar escrevendo essa história juntos eu continuo dizendo o que disse nos primeiros meses de existência o ECK acabou de completar aí o seu sétimo aniversário já estamos no oitavo ano que nós temos muitas dúvidas mas essas dúvidas se dissipam a partir do momento em que nós vamos trabalhando conjuntamente nós vamos juntando essas percepções diferentes aparentemente
diferentes e montando essa colcha de retalhos esse quebra -cabeça consumatório de todas as visões possíveis dentro da lógica dentro do parâmetro que nós entendemos ser lógico, racional genuinamente cardeciando obrigado Paulo, fica um pouquinho lá na sala de chá pra gente encerrar essa nossa produção de hoje tá cheio muito bem minha gente eu como não poderia deixar de ser quero agradecer aqueles que
estiveram hoje nos nossos bastidores em especial a Claudia Geronimo, a Julia Schultz o Evandro Oliva e o Nelson que mais uma vez fez o seu trabalho de bicorporeidade estando lá estando cá para produzir essa live que você vê e essas são as pessoas que você não vê mas que fazem a nossa live quero encerrar também agradecendo você que esteve conosco seja por alguns minutos seja por essa quase uma hora e
cinquenta e oito de transmissão para contribuir com a sua vibração com seu pensamento com os seus comentários os seus questionamentos na medida do possível a gente coloca todas as contribuições que sejam possíveis a glutinar e esperamos você na nossa próxima live que se não me engano é na semana que vem no dia oito de junho teremos mais uma live revivendo aí mais um episódio mais um debate
sobre temas que interessam a filosofia espírita o livre pensar espírita a proposta humanista do espiritismo laica ou seja sem automatismos religiosos dentro desse processo encerro com o pensamento de Aldan Kardec no mesmo texto que eu citei inicialmente a constituição transitoria do espiritismo quanto mais sólida for a base a base do espiritismo menos exposta ela estará aos golpes da intriga o espiritismo é
pois uma questão de essência ligar -se a forma seria uma poelhilidade indigma da grandeza do assunto é isso porque os centros os grupos diversos que estiverem imbuídos do verdadeiro espírito do espiritismo deverão entender -se e estender -se a mão fraterna e se unirem para combaterem aqueles que são os dois inimigos comuns a incredulidade e o fanatismo gratidão a você por estar conosco até uma próxima
oportunidade uma mesma batiora neste mesmo bate canal os embalos de sábado noite do ESCK tchau muito obrigado beijos e abraços um bom do lado
