O. Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o céu inferno ou a justiça divina. Segundo o espiritismo, nesta a parte final, segunda parte, né? Que vimos os relatos de tantos espíritos de todos os graus e todas as matizes possíveis. Estamos é conhecendo histórias sobre expiações. Terrestre já estamos em Contagem regressiva para o final do livro.
Este é o oitavo, não é? É relato para terminar o livro e hoje nós vamos conhecer a história de leteo. Então, sem demora, vamos para o texto este industrial que residiu nos arredores de Paris morreu em abril de 1864 de modo horroroso, incendiando se uma Caldeira de verniz fervente foi num abrir e fechar de olhos que o seu corpo se cobriu de matéria candente. Pelo que logo compreendeu, ele, que estava perdido, achando-se na oficina apenas com um rapaz
aprendiz. Ainda teve animo de dirigir-se ao seu Domicilio a distância de mais de 200 m. Quando se ele pode prestar os primeiros socorros? Já as carnes dilaceradas caíam aos pedaços desnudos dos ossos de uma parte do corpo e da face. Ainda assim, sobreviveu 12 horas a cruciante sofrimentos, mas conservando toda a presença de espírito até o último momento. Predispondo os seus negócios com perfeita lucidez em toda esta cruel agonia.
Não se lhe ouviu um só gemido, um só queixume morreu, orando a Deus, era um homem honradíssimo, de caráter meigo e afetuoso, amado prezado de quantos o conheciam. Também acatará com o entusiasmo, porém, pouco refletidamente as Ideas do espírito. E assim foi que mede um. Não lhe faltaram inúmeras mistificações, as quais seja dito, em nada lhe abalaram a crença.
Nossa, você começa a ver AO tipo de morte que o robô 12 horas ainda demorou, não é neste sofrimento e ele era médium e não teve 111, só uma só queixa, mas vamos continuar aqui na história. A confiança no que os espíritos lhe diziam em certas circunstâncias e até a ingenuidade evocado na sociedade de Paris a 29/04/1864. Poucos dias após a morte e ainda sob a impressão da cena terrível que o vitimou, deu a seguinte comunicação, profunda tristeza.
Me acabrunha aterrado ainda pela minha trágica morte, julgo me sob os Ferros de um algos quanto sofri. Ó, quanto sofri, estou trêmulo. Como que? Sentindo o cheiro nauseante de carnes Queimadas, agonia de 12 horas, essa que pode ser este o espírito culpado. Mas ele já sofreu sem murmurações e por isso vai receber de Deus o seu perdão. Só a minha bem amada, não chores que em breve estas dores se acalmarão, eu não mais sofro na realidade. Porém, a lembrança neste caso
vale pela realidade. Auxiliar-me muito a noção do espiritismo. E agora vejo que sem essa consoladora crença teria permanecido no delírio da morte horrível que padece. Há, porém, um espírito consolador que me não deixa desde que exalei último suspiro, eu ainda falava e já o tinha meu lado parecia-me ser um reflexo das minhas dores a produzir em mim, vertigens. Que eu me fizessem ver fantasmas, mas não era o meu anjo de guarda que silencioso e mudo, me consolava pelo coração.
Logo que me despedi da Terra, disse-me, ele vem, meu filho, torna a ver o dia, então respirei mais livremente, julgando me livre de medonho, pesadelo. Perguntei pela esposa, amada pelo filho corajoso que por mim se sacrificar e ele me disse, estão todos na Terra e tu, filho, estás entre nós. Eu procurava ao lar. Onde sempre, em companhia do anjo vi todos os banhados de pranto, a tristeza e o luto haviam invadido aquela habitação
outrora pacífica. Não pude por mais tempo tolerar o espetáculo e comovidíssimo disse ao meu guia, ó meu bom anjo, saiamos daqui. Sim, saiamos, respondeu-me e procuremos repouso. Daí para cá, tenho sofrido menos e se não houvera visto inconsoláveis, a esposa e os filhos e tristes os amigos, seria quase feliz o meu bom guia fez-me ver a causa da morte horrível que tive. E eu afim de vos instruir, vou confessar lá. Bom, depois dessa morte toda, e ele estava com um guia e foi bem
acolhido e ficou tudo bem. Por que que aconteceu isso? Vamos ver a cerca de 2 séculos. Mandei queimar uma rapariga inocente. Como se pode ser, na sua idade dos 14 anos? Qual a acusação que lhe pesava a cumplicidade em uma conspiração contra a política clerical a Jesus? Eu era então italiano e juiz inquisidor como os algozes não ousassem tocar o corpo da pobre criança, fui eu mesmo, o juiz e o carrasco. Ó quanto às grande justiça divina, a ti submetido, prometi
a mim mesmo não vacilar. No dia do combate e ainda bem que te força a cedilha maiúsculo, a para manter o compromisso. Não murmurei e voz me perdoastes, ó Deus. Quando, porém, se me apagará da memória, a lembrança da pobre vítima inocente. Essa lembrança é que me faz sofrer. É mister, portanto, que ela me perdoe.
Ó a voz, adeptos da nova doutrina, que frequentemente dizeis não poder evitar os males pela in ciência do passado, ó irmãos meus bem dizer antes o pai, por questão lembrança, vos acompanhasse a Terra. Não mais haveria aí repouso em vossos Cora. Ações como poderíeis vós constantemente assediados pela vergonha e pelo remorso, fruíram só um momento de paz, o esquecimento.
Aí é um benefício, porque a lembrança que é uma tortura, mas alguns dias e como recompensa, resignação com que suportei as minhas dores. Deus me concederá ao esquecimento da falta. Eis a promessa que acaba de fazer me o meu bom anjo. Aí a gente compreende mais um. Uma expiação escolhida pelo próprio espírito e ainda arrependido, pedindo perdão naquela vítima que, como juiz clerical seja da igreja, ele mandou, ele queimou uma criança
viva, né? EE é escolheu este tipo de morte para ajudar aí. Na sua caminhada como motivo de arrependimento e tudo mais, olha que legal, não é Deus que castiga, não é nossa própria consciência que escolhe os caminhos para que a gente possa se reaproximar de novo.
É do caminho correto. Até uma observação aqui do Kardec, vamos ouvir o caráter do senhor lectio na última encarnação, prova quanto o seu espírito se aperfeiçoou, a conduta que teve seria o resultado do arrependimento como das boas resoluções previamente tomadas. Mas isso por si só não bastava. Era preciso coroar essas resoluções com uma grande inspiração. Era mister que suportasse como homem o suplício a outrem
infligido. E, mais ainda, a resignação que, felizmente, não o abandonou nessa terrível contingência, certo? O conhecimento do espiritismo contribuiu grandemente para sustentar lhe a fé, a coragem oriunda da Esperança de um futuro ciente de que as dores físicas são provas e expiações. Submeteu-se a elas, resignado, dizendo, Deus é justo, logo é que eu as mereci. Ai, que Maravilha. E um depoimento muito
emocionante, não é? I. Que reforça aí que a gente mesmo pode escolher o nosso caminho, do arrependimento e de de uma auto punição, né? Em o tamanho do arrependimento que a gente traz e quer resolver e quer se infringir a punição que fez a outro e pedindo sempre o perdão das outras pessoas é, é bonito demais, é lindo demais. É, vamos continuar no próximo episódio. É com o depoimento de um sábio. Ambicioso, eu te espero como sempre. Obrigado por ter chegado até aqui e até o próximo. Tchau.
