O céu e o inferno [Ep84] Expiações terrestres: Antonio B. (2ª Parte, Cap VIII) - podcast episode cover

O céu e o inferno [Ep84] Expiações terrestres: Antonio B. (2ª Parte, Cap VIII)

Oct 27, 202212 minSeason 5Ep. 84
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Transcript

O. Amigo, olá, meu amigo, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o céu e o inferno ou a justiça divina? Segundo o espiritismo, nós estamos na reta final do livro é estudando o capítulo expiações terrestres que são testemunhos de espíritos no caso. Das mais variadas expiações depois que desencarnaram, obviamente hoje nós vamos conhecer a história de Antônio b então, sem demora, vamos para o texto de hoje.

Antonio b, escritor de estimadíssimo merecimento que exercerá com distinção e integridade muitos cargos públicos. Na Lombardia, pelo ano de 1850, caiu aparentemente morto de um ataque apoplético, como algumas vezes sucede. Em caso está a sua morte, foi considerada real, concorrendo ainda mais para o engano, os vestígios da decomposição assinalados no corpo 15 dias depois do enterro. Uma circunstância fortuita

determinou a exumação. A pedido da família, tratava-se de um medalhão por acaso esquecido no cai chão? Qual não foi, porém, o espanto dos assistentes quando ao abrir este, notaram que o corpo havia mudado de posição, voltando-se de bru, cê cedilha maiúsculo? US coisa horrível que uma das mãos havia sido comida em parte pelo defunto.

Ficou então patente que o infeliz Antônio b fora enterrado vivo e deveria ter sucumbido sob a ação do desespero e da fome evocado na sociedade de Paris. Em agosto de 1861, a pedido de parentes, deu as seguintes explicações, ex, então, se já viu, né, é. Meu Deus do céu. O cara foi enterrado vivo. E aí depois descobriram porque queriam. É diz que tinham esquecido um medalhão, sei lá, uma Jóia, e descobriram que ele estava de bruços e estava, ainda tinha comido uma das mãos.

Olha que coisa mais horrenda. Nós temos muitos exemplos, né? No passado, até recente, sobre essa essa aparente morte que a medicina achava que a pessoa estava morta e na verdade, não estava e enterrava vivo. Inclusive 111. Famoso cantor, Antônio Marcos se não é do seu tempo, procure que aconteceu isso também. Quando foram fazer exumação, descobriram que o caixão estava todo arranhado, corpo arranhado nas unhas, etc. E tal, horrível, horrível, só de pensar. E aí depois disso?

Então, é foi feito. É uma evocação e vamos ver o que ele respondeu. Então começaram a fazer a evocação, lembrando que a vocação é uma coisa comum do espiritismo. O contrário do que hoje o movimento espírita prega, que diz que o telefone só toca. De lá para cá. Mentira. Isso nem é espírita, não é? É as evocações, é o que construíram a doutrina espírita. Portanto, qualquer um pode fazer a evocação, chamar 11 pessoa que desencarnou para poder conversar. Então, a resposta da evocação,

que quereis? A pedido de um vosso parente, nós vos evocamos com prazer e seremos felizes se quiser, diz responder. Nos sim desejo fazê-lo. Lembrai-vos dos incidentes da vossa morte. A certamente que eu me lembro, mas porque avivar essa lembrança do castigo? Efetivamente, fostes enterrado por descuido, assim deveria ser visto, revestir-se a morte aparente de todos os caracteres da morte real.

Eu estava quase exangue. Não se deve, porém, imputar a ninguém um acontecimento que me estava predestinado desde que nasci. Olha que interessante, então é sim. Ele foi enterrado vivo, mas isso estava na programação dele, né? Curioso isso. Incomodamos essas perguntas. Será mister lhe dermos fim ou se você quer que a gente para não poderes continuar porque deixastes? A reputação de um homem de bem.

Esperamos que você fosse feliz. Eu vos agradeço, pois sei que a vez de interceder por mim, vou fazer o possível para você responder e se não puder fazê-lo, falo a um dos vossos guias por mim. Poderes de escrever nos as vossas sensações daquele momento, que dolorosa aprovação sentir-me encerrado entre 4 tábuas, tolhido absolutamente tolhido, gritar impossível a voz, por falta de ar, não tinha eco, AK, torturado, infeliz que em vão se esforça para respirar

num ambiente limitado. Eu era qual condenado? A boca de um forno abstração feita do calor a ninguém, diz. Seja um fim rematado por semelhantes torturas. Não, não desejo a ninguém um tal fim, ó cruel punição de uma cruel e feroz existência. Não saberia dizer no que, então, pensava apenas revendo o passado. Vagamente entre, vê o futuro, se imagina o desespero dele e engraçado que até então ninguém tinha voltado pra dizer como é

que isso aconteceu. Mas estamos aí com o relato de se estes cruel, cruel, punição de uma feroz resistência. Como se pode conciliar esta afirmativa com a vossa reputação ilibada, que vale uma existência diante da eternidade, certo?

Procurei ser honesto e bom na minha última encarnação, mas eu aceitarão tal epílogo previamente, isto é, antes de encarnar há por que interrogar-me sobre esse passado doloroso que só eu e os bons espíritos enviados do senhor conhecíamos, mas visto que assim é preciso de ir, você que numa existência anterior, ao enterrar a viva uma mulher, a minha mulher. Plena de vida e presa numa adega, a pena de talião devia ser meia aplicada olho por olho,

dente por dente. Meu Deus, olha que interessante, né? Então é o que aconteceu com ele. Estava previsto desde a sua programação re encarnatória para que ele sentisse na pele aquilo que ele causou para a esposa, que enterrou viva forte isso, né? Meu Deus, agradecemos essas respostas e pedimos a Deus vos perdoe, passado. Minha atenção ao mérito da vossa

última encarnação. Voltarei mais tarde, mas não obstante o espírito erasto completar a esta a minha comunicação e aí nós temos, realmente é instrução do guia do médium, que vem falar sobre todo esse caso. O que aconteceu? O guia do médio, no caso o erasto. Então vamos ouvir por essa comunicação, poderes inferir a co relatividade, dependência imediata das vossas existências entre si.

As tribulações, as vicissitudes, as dificuldades e dores humanas são sempre as consequências de uma vida anterior, culposa ou mal pro whey tada devo, todavia, dizer-vos que desfechos como este de Antônio b são raros, visto como se de tal modo, terminou uma existência correta. Foi por tê-lo solicitado ele próprio, com o fito de abreviar a sua erraticidade, atingir mais rápido as esferas superiores efetivamente. Depois de um período de perturbação e sofrimento moral.

Inerente à expiração do hediondo crime, seria perdoado este e ele se alçará um mundo melhor, onde o espera a vítima, que há muito lhe perdoou aproveitar este exemplo cruel, querido, os espíritos a fim de suportardes com paciência os sofrimentos Morais e físicos, todas as pequenas misérias da Terra Pequim proveito pode a humanidade auferir de semelhantes punições? Rua apenas não existem para desenvolver a humanidade. Porém, para a punição dos que

erram. De fato, a humanidade não pode ter interesse algum e o sofrimento de um dos seus membros neste caso, a punição foi apropriada. Falta porque há loucos idiotas paralíticos, por que morrem estes Queimados, enquanto que aqueles padecem as torturas de longa agonia entre a vida e a morte. A credi me respeitar e a soberana vontade? Não procurei sondar a razão dos decretos da providência.

Deus é justo e só faz o bem. É erasto dizendo aí e a gente compreende que é uma expiação que o próprio espírito se auto infligiu, não é para que ele pudesse andar mais rápido na sua evolução moral, uma vez que o próprio espírito da esposa que ele enterrou viva já o tinha perdoado e tem uma observação de Kardec, este fato não encerra um ensinamento terrível, a justiça de Deus, às vezes tardia, nem por isso deixa de atingir o

culpado. Prosseguindo em seu aviso, é altamente moralizador ou saber se que, se grandes culpados acabam pacificamente na abundância de bens terrenos, nem por isso deixará de soar cedo tarde. Para eles, a hora da expiação, apenas tais são compreensíveis não só por estarem mais ou menos ao alcance das nossas vistas, como por serem lógicas. Cremos porque a razão admite uma existência honrosa. Não exclui, portanto, as provações da vida que são escolhidas e aceitas.

E como complemento de expiação, o restante do pagamento de uma dívida saldada antes de receber o preço do Progresso realizado, considerando o quanto nos séculos passados eram frequentes mesmo nas classes mais elevadas e esclarecidas, os atos de barbaria que hoje repugnam quanto os assassinos cometidos nesses tempos de menosprezo pela vida de outrem, esmaga do fraco pelos poderosos sem escrúpulo. Então, compreenderemos que muitos dos nossos contemporâneos têm dia expungir máculas

passadas. E tão pouco nos admiraremos do número considerável de pessoas que sucumbem vitimadas por acidentes isolados ou por catástrofes coletivas, o despotismo, o fanatismo, a ignorância e os prejuízos da idade média e dos séculos que se seguiram legaram as gerações futuras, uma dívida enorme que ainda não está saldada.

Muitas desgraças nos parecem imerecidas somente porque apenas vemos O Presente. É sempre quando a gente olhar somente O Presente. Não vai fazer muito sentido tanta gente que faz tanta maldade com tanta gente. Acaba assim na abundância, não é? Como foi dito no próprio texto, mas nós não sabemos o que acontece depois e nem nas próximas vidas, mas que vem a

consequência. Vem que a gente tenha certeza, porque se não, não daria para dizer que Deus é a justiça e a gente sabe que ele é. No próximo episódio, nós vamos conhecer mais uma história, né? Dessas que estamos finalizando, faltam umas 8 por aí, 123456. 78, com a próxima. A história de leteo, um industrial que morreu, que residiu nos arredores de Paris, é o como sempre, te espero, obrigado pela sua companhia e até o próximo episódio. Tchau.

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