O. Olá, minha amiga. Olá, meu amigo, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde? Estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o céu e o inferno ou a justiça divina? Segundo o espiritismo, nessa coletânea de é comunicados e comunic ações que foram obtidas, nosso querido Allan Kardec, eu peguei o carro da Kim aqui para dizer olha, eu nunca mostrei ali próximo, né? Será que ele vai focar? Deixa eu me tirar a que bonitinho.
Essa é uma obra de arte do meu querido amigo Cléber Gomes. Lá de Pedro Leopoldo. Olha que bonitinho. Procurei na internet que você vai encontrar. É bastante trabalho dele, então é Kardec. Reuniu estas comunic ações e colocou, né? Na Na última parte do livro o céu inferno para nos trazer. Relatos de quem já está do outro lado, como é que foi a passagem, que que fez, que que deixou de fazer, o que que sentiu, o que
que não sentiu, né? E nós estamos, estamos, estamos, estamos é bom na parte final, né? Da segunda parte? Capítulo, oitavo, que fala sobre. As expiações terrestres hoje nós vamos conhecer a história de Max, o mendigo, então sem demora, vamos para lá em 1850, numa Vila da Baviera, morreu um velho quase Centenário, conhecido por pai Max, por não possuir família, ninguém lhe determinava a origem.
Havia cerca de meio século que se invalidaram para ganhar a vida sem outro recurso além da mendicidade, que ele dissimulava procurando vender pelas verdades e castelos. Almanaque de outras 1000 e desas, deram-lhe alcunha de Conde Max e as crianças o chamavam somente pelo título, circunstância esta que eu fazia rir sem agastamento, porque esse
título ninguém saberia dizê-lo. O hábito sancionar talvez tivesse provindo da sua fisionomia, das suas maneiras cuja distinção fazia contraste com a miserabilidade dos andrajos. Mais uma história, né? De um mendigo. I. É interessante que a gente pode se perguntar assim. Quantos destes que a gente vê pelas ruas têm histórias de vida tão marcantes? E já pensou a história das suas encarnações anteriores, não é? Isso é encantador.
Eu acho que aqui traz um relato já como o espírito não é de quem foram, mas não deixa de ser encantador aí essas essas histórias que a gente aprende muita coisa. Mas vamos continuar aqui na história do Max, o Conde Max. Muitos anos depois da morte, Max apareceu em sonho. A filha do proprietário de um Castelo em cuja estrebaria era outrora hospedado, por que não possuía domicílio próprio nessa
aparição, disse ele. Te agradeço ter deslembrado do pobre Max nas vossas preces, porque o senhor as ouviu, alma caritativa que vos interessasse disso pelo pobre mendigo, já que quereis saber quem sou, vou satisfazer vos ministrando ao mesmo tempo e a todos, um grande ensinamento, a cerca de século e meio, Era Eu, um dos ricos e poderosos. Sim, o reis desta região, porém orgulhoso da minha nobreza, a Fortuna imensa, além de só me servir aos prazeres, mal chegava
para o jogo. Para o debute para as orgias que eram a minha única preocupação na vida quanto aos vassalos, porque os julgasse animais de trabalho destinados a servir me eram espezinhados e oprimidos para proverem as minhas dissipações surdo aos seus queixumes, como em regra, também o era com todos os infelizes julgavam que eles ainda se deveriam ter por honrados em satisfazer os meus caprichos, morri cedo, exausto pelos SSOS, mas tem que ter de fato.
Experimentado, qualquer desgraça real, ao contrário, tudo parecia sorrir-me a ponto de passar por um dos seres mais ditosos do mundo. Tive funerais suntuosos e os boêmios lamentavam a perda do ricaço, mas a verdade é que sobre o meu túmulo, nenhuma lágrima se derramou. Nenhuma prece por mim se fez a Deus de coração, enquanto minha memória era amaldiçoada por todos aqueles para cuja miséria contribuíra. Ai como é terrível a maldição
dos que prejudica mos. Pois é, essa maldição não deixou de ressoar me aos ouvidos durante longos anos que me pareceram uma eternidade depois por morte de cada uma das vítimas. Era um novo espectro ameaçador ou sarcástico que se erguia diante de mim, a perseguir-me sem tréguas, sem que eu pudesse encontrar um vão esconso onde me
furtasse as suas vistas. Nem um olhar amigo os antigos companheiros de devassidão infelizes como eu fugir hã, parecendo dizer-me desdenhosos tu não podes mais custear os nossos prazeres. Ó, então, quanto daria por um instante de repouso por um copo d'água para saciar a sede ardente que me devorava? Entre tanto, eu nada mais possuía e todo o ouro a Jor, os derramado sobre a Terra não produzia uma só bênção, uma só que fosse, ouviste, minha filha?
É você percebe que essas histórias vêm carregadas por vidas anteriores e inundadas pela futilidade, pela Riqueza, img administração. Né? Do que recebeu? De novo, quer dizer que todos os mendigos são assim? Não quer dizer que então as pessoas que estão em situação de rua, todos estão pagando aquilo que fizeram. Não significa muito mais que
nós. Temos um país que não é justo socialmente, que nós temos que lutar pela justiça social, daí a história de cada um é responsabilidade de cada um que se não a gente fica naquela, naquela posição confortável de dizer há, então tá bom, ele fez por merecer, por isso que está pagando não, né? Não é isso que quer dizer? Mas curiosamente, essas expiações vem trazer é praticamente as mesmas histórias, não é se apercebeu das das anteriores, praticamente uma mesma história.
Vamos continuar cansado. Por fim, o preço? Qual viajou aqui não obriga o termo da jornada. Exclamei meu Deus, tende compaixão de mim. Quando terminar a esta situação horrível. Então uma voz primeira que ouvi depois de haver deixado a Terra, disse quando quiseres que será preciso fazer grande Deus repliquei. Dizei o que é tudo me sujeitarei. É preciso arrependimento.
É preciso te humilhares perante os mesmos, a quem humilhastes pedir-lhes que intercedam por ti porque a prece do ofendido que perdoa é sempre agradável ao senhor é, eu me humilhei e eu pedi aos meus vassalos e servidores que ali estavam diante de mim e cujos semblantes pouco a pouco mais benévolos, acabaram por desaparecer. Isso foi para mim.
Como que uma nova vida? O desespero dava lugar à Esperança. Enquanto eu agradecia a Deus com todas as forças de minha alma, a voz, acrescentou príncipe ao que respondi, não há que outro princípio se não Deus, o Deus onipotente, que humilham soberbos. Perdoai-me, senhor, porque pequei. E se tal for da vossa vontade, fazei-me servo dos meus servos. Alguns anos depois, reencarnei numa família de burgueses pobres, ainda criança, perdi meus pais e fiquei só no mundo,
desamparado. Ganhei a vida como pude. Ora como operário. Ora, como trabalhador de campo, mas sempre honestamente, porque já cria em Deus. Mas aos 40 anos fiquei totalmente paralítico, sendo me preciso daí por diante e mendigar por mais de 50 anos por essas mesmas terras de que foram absoluto. Senhor. Na verdade, os que me haviam pertencido recebia uma migalha de pão feliz.
Quando, por abrigo, me dava um teto de uma estrebaria, ainda por uma certa ironia do destino apelidaram me senhor Conde,
durante o sono. Aprazia me percorrer esse mesmo Castelo onde reinei despoticamente revendo me no Fausto da minha antiga Fortuna ao despertar, sentia de tais divisões uma impressão de amargura e tristeza, mas nunca uma só queixa se me escapou dos lábios e quando a Deus aprouve chamar, me exaltei a sua Glória por me haver sustentado com firmeza e resignação numa tão penosa prova da qual hoje recebo a recompensa. Quando a voz, minha filha, eu vos bendigo por terdes orado por mim.
Entendi, causa e efeito, não é? Não tem essa história de que há Jesus me salvou com o teu sangue, não meu filho. Tudo o que você fizer vai ter consequência, não é? E a bondade divina não tem nada a ver com isso, é para o seu bem, é para o nosso bem, é para o nosso aprendizado. Olha observação de Kardec para este fato, pedimos a atenção de todos quanto pretendam que sem a perspectiva das penas eternas, os homens deixariam de ter um freio às suas paixões.
Um castigo como este do pai Max, será porventura menos profícuo do que essas penas sem fim, nas quais hoje ninguém. Quem acredita? Ele está falando da questão do inferno, que é um absurdo, pena por pena que não muda ninguém. É a reencarnação, é muito mais compatível com a bondade divina, né? Porque tem uma utilidade, a pessoa sofre a consequência de uma encarnação anterior.
Imagina a pessoa que era dono de todas as terras, esnobou e acabou morrendo por levar a vida na esbórnia, mas nunca teve uma contrariedade na próxima existência, depois que se arrependeu, quis mudar. O seu caminhar espiritual reencarna como um. Uma pessoa pobre, mas que acaba perdendo os pais, a família e fica paralítico e tem que mendigar por mais do que é mais de 50 anos e. E, curiosamente, era chamado de Conde e adormecia.
Ia visitar os lugares onde ele reinava como real Conde na vida anterior, então, que é mais exemplificação de olha, causa e efeito. O que você fez e o que você precisa aprender. Mas antes, né? Pedindo perdão a todas as pessoas que foram ofendidas depois de experimentar essa vida. E as próximas encarnações é só sucesso. É só partir para o abraço que vai estar num caminho bom. Legal, né? No próximo episódio continuamos aqui nesse capítulo e vamos conhecer a história de um
criado. Eu te espero como sempre, até lá, tchau.
