O. Olá, minha amiga, meu amigo, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde? Estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o céu e o inferno ou a justiça divina, segundo o espiritismo? Nós estamos aí na última parte do livro e começando o último capítulo do livro, essa última parte vem trazer aí os depoimentos, as mensagens dos espíritos separados. De acordo com o grau de avanço moral intelectual.
Então já passamos por espíritos felizes, infelizes e sofredores, criminosos arrependidos e tantos outros. E hoje nós vamos começar. A? Perceber a começar a entender os recados dos espíritos que foram classificados por Kardec como expiações terrestres são um, se não me engano, 14 é relatos e hoje vamos começar com o relato do Marcel. O menino do número 4 dá uma olhadinha aí. Capítulo oitavo expiações terrestres Marcel, o menino do número 4. Então vamos conhecer a sua história.
Havia num hospital de província, em um menino de 8 a 10 anos, cujo estado era difícil precisar designavam no pelo no quadro totalmente contorcido, já pela sua deformidade nata. Já pela doença, as pernas, se le torciam roçando pelo pescoço num tal estado de magreza que era um pele sobre ossos, o corpo, uma chaga. O sofrimentos atrozes era oriundo de uma família Israelita.
A moléstia dominava aquele organismo já de 8 longos anos e, no entanto, demonstrava o enfermo uma inteligência notável, além de candura, paciência e resignação edificantes. O médico que o assistia cheio de compaixão pelo pobre um tanto abandonado, visto que seus parentes pouco visitavam, tomou por ele certo interesse e achava lhe um quê de atraente na precocidade intelectual.
Assim, não só tratava com bondade, como li ali quando as ocupações ele o permitiam admirando sido seu critério na apreciação de coisas, a seu ver, superiores ao discernimento da sua idade. Um dia, o menino disse-lhe, doutor, tenha a bondade de me dar ainda uma vez, aquelas pílulas, ultimamente receitadas para que a replicou lhe o médico, se já te ministrei o suficiente e maior quantidade, pode fazer-te mal, interrompendo o diálogo aí para mudar de
página. Então é um menino abandonado pela família com doenças atrozes, não é? E é deformidade. Eles, apesar de muito novo, despertou a curiosidade do médico. Pela sua intelectualidade, né? E aí ele pede as pílulas para dormir, que o médico já tinha receitado e o médico diz mais para que eu já te dei o bastante, vai fazer mal.
Olha só a resposta que ele dá é que eu sofro tanto que dificilmente posso orar a Deus para que me dê forças, pois não quero incomodar os outros enfermos que aí estão. Essas pílulas fazem me dormire ao menos quando durmo. A ninguém incomoda aqui está quanto? Basta para demonstrar a grandeza dessa alma encerrada num corpo informe. Onde teria ido essa criança? Ouvir tais sentimentos, certo? Não foi no meio em que se
educou. Além disso, na idade em que principiou a sofrer, não possuía sequer um raciocínio, tais sentimentos eram inatos. Mas, então, por que se via condenado ao sofrimento? Admitindo-se que Deus houvesse, concomitantemente, criado mal, mas então, nobre, aquele mísero corpo instrumento dos suplícios, é preciso negar a bondade de Deus, ou admitir anterioridade de causa? Isto é, a preenche extensa da alma e a pluralidade das
existências. Os últimos pensamentos desta criança, ao desencarnar foram para Deus e para o caridoso médico que dela se condoeu. Decorrido algum tempo foi o seu espírito evocado na sociedade de Paris, onde deu a seguinte comunicação, 1863 é, começa a levantar um fato que é muito é choca todo mundo, né? Especialmente fala assim, mas se você não acredita em reencarnação. O Deus Deus precisa ser muito, não é cruel para fazer uma criança sofrer, já que é uma alma recém criada junto com o
corpo. Para fazer sofrer e morrer em tenra idade. Não é? A lógica nos impede de atribuir à justiça para esse Deus. Então? Você só tem uma explicação, reencarnação, vivência de vidas anteriores, e isso são consequências das vidas anteriores, não é? Então, neste relato aqui, emocionante até sentimental do menino número 4, né? Ele. Sentia muita dor, pediu para o médico. É pílulas para dormir e isso foi mais ou menos. O último diálogo. Depois disso, ele desencarnou e
foi evocado na sociedade. É de estudos, né? De de de sociedade de Paris. E aí ele deu a seguinte comunicação, a gente vai entender o que causou essa expiação? Vamos lá. A vossa chamado, vim fazer que a minha avó se estenda para além deste círculo, tocando todos os Cora ações.
Oxalá. Se o eco se faça ouvir na solidam, lembrando lhes que as agonias da Terra tem por premissas das alegrias do céu, que o martírio não é mais do que a casca de um fruto deleitável, dando coragem e resignação, essa voz lhes dirá que sobre o katri da miséria estão os enviados do senhor, cuja missão consiste na exemplificação de que não há dor
insuperável. Desde que tenhamos o auxílio do onipotente e dos seus bons espíritos, essa voz lhes fará ouvir lamentações de mistura com preces para que eles compreendam a Harmonia piedosa, bem diferente da de coros de lamentações, mescladas com blasfêmias.
Um dos vossos bons espíritos, grande apóstolo do espiritismo, cedeu me o seu lugar por esta noite, 69, por minha vez, também me compete dizer algo sobre o Progresso da vossa doutrina, que deve auxiliar em sua missão aos que entre vós encarnam para aprender a sofrer. O espiritismo será a Pedra de toque. Os padecentes terão o exemplo e a palavra. E então as imprecações se transformaram em gritos de Alegria e lágrimas de contentamento. Então, ele agradeceu a Santo
Agostinho, que era um dos é? Mentores não é da sociedade. É justamente para vir dar uma palavra até de de incentivo ao espiritismo. Então, na evocação, não é? Aí perguntaram, pelo que afirmar, isso?
Parece que os vossos sofrimentos não eram expiações de faltas anteriores, não seriam uma inspiração direta, mas asseguro vos que todo o sofrimento tem uma causa justa, aquele a quem conhecia este estão me Cerro foi Belo, grande, rico e a do lado eu tiver tudo e ferrario se cortesãos fora, fútil e orgulhoso. Anteriormente fui bem culpado, reneguei Deus, prejudiquei meu semelhante.
Mas, espia cruelmente, primeiro no mundo espiritual e depois na Terra os meus sofrimentos de alguns anos apenas nesta última encarnação suportei o seu anteriormente por toda uma existência. Que raio ou pela Extrema velhice por meu arrependimento reconquistei a graça do senhor, o qual me confiou muitas missões, inclusive a última, que bem conheceis e fui eu quem a solicitou.
Para terminar a minha depuração, adeus, amigos, tornarei algumas vezes a minha missão é de consolar e não de instruir a porém aqui muitas pessoas cujas feridas jazem ocultas e essas terão prazer com a minha presença. E aí a gente descobre, né? Qual que é o nome? Qual o nome deste menino? É talvez encarnação anterior, não sei Marcel, né? Então ele vem dizer que realmente essa era já a segunda encarnação, que estava espiando
e foi breve. 9 anos na anterior, e disse que ficou até Extrema velhice e. É, espiou muito, sofreu muito para aprender os abusos cometidos nas vidas anteriores. Quantos de nós? Não nos recordamos, e. Temos cometido abusos em vidas anteriores e hoje em dia espiamos essas faltas do passado. Antes de ser uma coisa ruim, não é porque parece que o sofrimento é uma coisa ruim. Entender que uma Deus não quer o nosso sofrimento, Deus não. Tem prazer com o nosso sofrimento. De jeito nenhum, não é?
Deus só quer Alegria, amor, Felicidade para nós, mas todos os nossos atos têm consequências, portanto. A maneira da gente voltar no caminho do crescimento é realmente espiar as nossas faltas e é pagar pelos nossos próprios atos com consequências daquilo que causaram. Vamos lá nas instruções do guia do médium, que vem nos falar o seguinte, pobrezinho, sofredor definhado, ulceroso e disforme nesse asilo de misérias e lágrimas.
Quantos gemidos exalados e como era resignado e como a sua alma lobrigava? Já então, o termo dos sofrimentos? Apesar da tenra idade no além-túmulo, pressentia a recompensa de tantos gemidos abafados e esperava e com morava também por aqueles que não tinham resignação no sofrimento pelos que trocavam pressas por blasfêmias. Foi lenta. Agonia, mas terrível. Não lhe foi a hora do trespasse,
certo? Os membros convulsos contorciam se oferecendo aos assistentes do espetáculo de um corpo disforme, a revoltar-se contra a morte. Nessa lei da carne que a todo custo quer viver. Mas um anjo bom, ele pairava por sobre o leito mortuário e cicatrizava e o coração. Depois, esse anjo arrebatou nas asas brancas essa alma tão Bela, escapar-se de tão horripilante corpo. E foram estas as palavras pronunciadas.
Glória a vós, senhor, meu Deus é a alma subiu ao todo poderoso feliz, exclamou, eis me aqui, senhor, destes me por missão, exemplificar o sofrimento, terei suportado dignamente a aprovação. O juiz espírito da pobre criança volta para nos paira no espaço vai do fraco, ão 1000. Hoje e a todos, diz Esperança e coragem livre de todas as impurezas da matéria. Ele aí está junto de voz, a falá vos, a dizer-vos, não mais com essa voz fraca e lastimosa,
porém agora firme. Todos que me observaram viram que a criança não murmurava e hauriram. Neste exemplo, a calma para os seus males e seus Cora ações se Tony ficaram nas suave confiança em Deus, que outro não era o fim da minha curta passagem pela Terra? Quem falou isso? OOO guia da médio do médio Santo Agostinho e aí você percebe nas palavras até de Santo Agostinho, é que se denomina assim, né? Podia ter outros nomes, é um é 11 espírito que teve muitas encarnações.
Mas ele vem dizer uma linguagem bem. É católica, não é? O anjo veio e levou aos céus, et cetera e tal. Vamos entender isso como uma simbologia de Alívio, né? Acabou o sofrimento a partir de agora, você retorna à sua caminhada. É sem precisar mais passar por este sofrimento, que inclusive foram escolhidos pelo próprio espírito do Marcel antes de reencarnar. Para que o atalho fosse uma rápido, né? Então isso que a gente precisa entender e é, não precisamos considerar essa linguagem, né?
Que Santo Agostinho usa de. É um anjo, colocou nas suas asas, subiu ao todo poderoso, et cetera, et cetera. Bem, uma linguagem de um de um espírito sábio, mas que foi encarnado muitas vezes No No meio católico e usava na época. Era uma linguagem muito é. Até hoje não é? As pessoas têm religiões, é uma linguagem muito comum a todo mundo para fazer entender. Não dá para se entender direito assim e. A subiu pairou pelo espaço, foi parar Na Na, na, na, no mundo feliz x Na Na galáxia.
Tal. Não iam entender então. Falava dessa, dessa linguagem mais é bíblica, não é para as pessoas entenderem legal, não é um exemplo. Nós temos aí mais uns 1213 pela frente. No próximo programa nós vamos conhecer a história de simmel sli Snow, olha só pra pra me fazer trava-língua, mas eu te espero como sempre o nome é difícil, mas a história é fácil de entender até o próximo programa tchau.
