Eu. Meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o céu e o inferno ou a justiça divina, segundo o espiritismo. Nós estamos na segunda parte deste livro maravilhoso, estudando aqui no capítulo sexto, eu sempre erro. Capítulo sexto. Criminosos arrependidos, criminosos arrependidos nem sempre a gente está vendo. A condenação à justiça humana
chega para eles. Nós vimos no último caso de um Frade que não foi condenado, mas sim pela sua consciência depois de desencarnar. Hoje vamos conhecer a história do espírito de castelnaudary. Não sei se é assim que falar, mas vamos lá, é pelo jeito, é uma cidadezinha. Tá ou uma Vila não é? Então vamos lá, sem demora para para a leitura de hoje, rumores, rumores e outras estranhas e várias manifestações ocorridas numa casinha perto de castelnau da re faziam na tomar por habitado de fantasmas
mal-assombrada, et cetera. Assim foi a dita casa exorcist, mada eu não conhecia essa palavra, conheço a exorcizada em 1848, aliás, sem resultado, é uma. Vamos combinar que exorcismo é uma grande. Mistificação, é um grande. O teatro que se faz não é o proprietário, o senhor de pretendendo habitá-la faleceu repentinamente. Alguns anos depois, um seu filho animado do mesmo desejo, queria morar na casa ao penetrar-lhe.
Um dos compartimentos recebeu de mão desconhecida, vigorosa, bofetada, ai Jesus e como se tivesse só não teve a menor dúvida de uma origem oculta, razão esta que o levou a abandonar a casa definitivamente, ou a tia gente brava lá dentro no lugar eu corria uma versão segundo a qual um grande crime fora cometido ali. O espírito que dera a bofetada foi evocada evocado na sociedade de Paris em 1859 e manifestou-se por sinais de tal violência que foram inúteis todos os esforços para
acalmá-lo. Interrogado São Luís a esse respeito, respondeu. É um espírito da pior espécie, verdadeiro monstro. Fizemo-lo comparecer, mas a despeito de tudo quanto lhe dissemos, não foi possível obrigá-lo a escrever. Ele tem o seu livre arbítrio, do qual infeliz tem feito triste uso. E a pergunta São Luís, este espírito ele pode se melhorar porque não? Pois não são todos este, como os outros. É possível, entretanto, que haja nisso dificuldades, porém, a permuta do bem pelo mal acabará
por sensibilizá-lo. Orai em primeiro lugar. E se o evocar diz, daqui a 1 mês, vereis a transformação operada, então, muito bem, todos são capazes de melhorar até os mais embrutecidos então evocado mais tarde, o espírito mostrou se mais brando e pouco a pouco submisso e arrependido. Explicações posteriores ministradas não só por ele, como por outros espíritos, deram resultados.
Saber se que em 1608, habitando aquela casa, ele assassinara um irmão por motivos de terrível ciúme, degolando durante o sono alguns anos decorridos, também assassinara a esposa. O seu falecimento ocorreu 1659, aos 80 anos, sem que houvesse respondido por esses 2 crimes que pouca atenção despertaram naquela época de balbúrdias depois da morte, jamais cessara de praticar o mal, provocando vários acidentes ocorridos na
tal casa. Um médium vidente que assistiu à primeira vocação, viu no momento em que pretendiam forçá-lo a escrever, quando sacudiu violentamente o braço do médio. De medonha, cara tura trajava uma camisa ensanguentada, tendo na mão um punhal. Olha só, então tudo tem seu momento. É por isso que o espiritismo não é tão exato quanto se fazer uma experiência com água, com algum material que responde sempre do mesmo jeito.
Você tá falando com gente e nessa primeira experiência, nessa primeira vocação, ele não quis falar, estava muito violento, né? Aí a pergunta ao espírito de São Luís tende a bondade de nos descrever o gênero de suplício desse espírito, que que ele está passando? São São Luís responde. É atroz porque está condenado a habitar a casa em que cometeu o crime, sem poder fixar o pensamento na outra coisa que não no crime, tendo sempre ante os olhos e acreditando na eternidade de tal tortura.
Está como no momento do próprio crime, porque qualquer outra recordação lhe foi retirada e interdita toda a comunicação com qualquer outro espírito sobre a Terra. Só pode permanecer naquela casa e no espaço. Só lhe restam. Solidam e trevas. E aí perguntam, ainda para o espírito de São Luís, haveria um meio de o desalojado tirar dessa casa? E qual seria esse e-mail quando se quer desembaraçar obsessões de semelhantes, é espíritos. O meio é fácil orar por eles.
Contudo, é precisamente isso que se deixa de fazer muitas vezes, preferindo se intimidá-los com exorcismos formulados que, aliás, muitos divertem. Eu falei, que exorcismo é um grande teatro e que só diverte os espíritos infelizes. OOO que tira, o que muda é a prece amorosa, é o amor, só o amor tem capacidade de mudar o coração das pessoas. Não é nenhuma, nenhuma água benta, nenhuma leitura bíblica, nenhum ritual, coisa nenhuma. O amor sincero. Porque não adianta também só vamos orar.
O pai nosso e Sertão orando, pai nosso, pensando um Monte de bobagem. Não adianta nada, simplesmente o amor sincero. Ensinando as pessoas interessadas essa ideia de orar por ele fazendo também, nós conseguiríamos tirá-lo de lá sim, mas reparar é que eu disse para orar e não para mandar orar. Mandar o horário é mais ou menos OA. Mandar rezar uma missa, por exemplo.
Qual o efeito disso? Estando em tal situação, a 2 séculos, apreciará ele todo esse tempo como se for encarnado, isto é, o tempo lhe parecerá tanto ou menos longo do que quando na Terra mais longo. O sono não existe para ele, é o sofrimento imenso, né? Disseram nos que o tempo não existe para os espíritos. E que um século para eles não passa de um instante na eternidade. Será efetivamente, esse fato não é?
Acontece com todos os espíritos. Não dê certo por quanto isso só se dá. Os espíritos que tem altíssimo grau de adiantamento, ai, meu Deus do céu, o Zezinho está pesso e do espera vamos começar de novo o Zezinho, pela amor de Deus. Ai está parecendo um filme de terror. Isso será que é seu espírito que está embaçando um negócio aqui? Não, não é filho, pelo amor de Deus, tá aprendendo que você pega leve aí então vamos lá. O tempo passa. Igual para os espíritos.
Não dê certo por quanto isso só se dá com os espíritos que têm atingido elevadíssimo grau de adiantamento para os inferiores. Porém, o tempo é frequentemente amoroso, sobretudo quando sofrem a Einstein. Já dizia, né, que o tempo é relativo. Eu tô indo deixando engraçado o Zezinho encapetado aqui. O tempo é relativo. Einstein já dizia, imagina no mundo espiritual, não é? Como é que deve ser? Donde vinha esse espírito antes da sua encarnação, tiveram uma existência entre tribos das mais
ferozes e selvagens. E precedentemente em planeta inferior a Terra um. Isso diz muita coisa, né? Então é. Praticamente a primeira encarnação no planeta Terra. Severamente punido agora por esse crime. É celo igualmente, pelos que porventura tivesse cometido como Edson, por quando vivendo entre selvagens, sim, porém não tanto visto como em ser mais ignorante, menos alcançava a extensão do delito. O estado em que se vê esse espírito é o de seres vulgarmente designados por danados.
Absolutamente não, pois há condições ainda mais horrorosas. Os sofrimentos estão longe de ser os mesmos para todos, variando conforme seja o culpado mais ou menos acessível ao arrependimento. Para este, aquela casa é o seu inferno, outros trazem esse inferno em si mesmos, pelas paixões que os atormentam sem que possam saciá-las percebe que cada um tem o seu inferno particular, né? É cada um tem. Um jeito de de de se punir ou ser punido pela sua própria consciência.
Tem gente que cria um espaço, um tal inferno que pode estar em qualquer lugar do universo. Outros ficam na casa onde cometeram os delitos e lá é o seu espaço. Inferno entende que não tem uma regra. Apesar da sua inferioridade, este espírito é sensível aos efeitos da prece que também temos verificados com o espírito espíritos igualmente perverso e da mais grosseira natureza. Entretanto, o espírito zaque, esclarecidos de mais desenvolvido inteligência, demonstra a completa ausência de
bons sentimentos. Mo tejado de tudo o que há de mais sagrado, a nada se comovendo e até não dando tréguas, pregos ao seu cinismo. A prece só aproveita ao espírito que se arrepende. Para aqueles que arrebatados de orgulho, se revoltam contra Deus e persistem no erro, exagerando mesmo, tal como proceder os infelizes.
Para esses, aparece nada adianta nem adiantará se não, quando tem o vislumbre de arrependimento, começar a germinar lhes na consciência, a ineficácia da prece também é para eles um castigo. Enfim, ela só alivia os não totalmente endurecidos. Muito interessante saber disso, né? Não significa que a gente não deva fazer prece por todos os espíritos que a gente quiser, por todas as pessoas, mesmo os maus. Água mole em Pedra dura, tanto bate até que fura.
Portanto, a pressa e tem esse poder e esse espírito lentamente vai modificar, se vendo se um espírito insensível à ação da prece será motivo para que se deixe de orar por ele, não por quanto cedo ou tarde a pressa e poderá triunfar do seu endurecimento, sugerindo lhe benéficos pensamentos. Ai, meu Deus, é pior agora. Até parece que eu tinha lido isso antes. Eu não li isso antes.
Um comentário do Kardec. O mesmo sucede com certos doentes, nos quais a ação medicamentosa só se torna sensível depois de muito tempo e vice-versa, com penetrando nos bens de que todos os espíritos são suscetíveis de Progresso e que nenhum é fatal e eternamente condenado fácil no ser a compreender a eficácia da prece em quaisquer circunstâncias, por mais ineficaz que ela possa aparecer.
Nos a primeira vista, o certo é que contém germens em si mesma, bastante benéficos para bem prediz, porém, o espírito, quando não afeta imediatamente. Erro seria, pois, desanimarmos por não colher dela imediato o resultado, entendeu? Então não desanimar, nunca apresse sempre ao reencarnar
destes, ao reencarnar. Se este espírito, qual será a sua categoria, depende dele e do arrependimento, que então tiver muitos colóquios com este espírito deram em resultado notável transformação do seu moral. Então é impossível dizer, prevê o futuro, porque depende da escolha e da situação. 2 espírito. Eis aqui algumas das suas respostas. Então essa evocação foi feita ao espírito. Este espírito muito é. Muito tosco, digamos assim, não
é muito bravo. Por que não pudesse descrever da primeira vez que vos evocamos porque não queria, mas porque? Ignorância e embrutecimento. Olha, então já tem uma. 11, evolução aí. Deles estar escrevendo não é? Agora podemos deixar quando vos a praça casa de Castelo nao da re permitem porque aproveita os vossos conselhos?
Sentes algum Alívio? Começou a ter Esperança, se possível, nos for AO vermos qual a vossa aparência, ver mês com a camisa, mas sem punhal, por que não mais com o punhal que fim lhe destes amaldiçoando Deus arrebatou uma das vistas, o senhor o se o filho do senhor DO da bofetada voltasse aquela casa que lhe faria isso? Nada porque estou arrependido. E se ele pretendesse ainda desafiar vos, não me façais essa pergunta. Eu não me dominaria.
Isso está acima das minhas forças, pois sou um miserável, então ele está arrependido, mas ele não tem certeza que se ele for atiçado, que é o que se faz em exorcismo, por exemplo, se é piora a reação do espírito. Se não melhora em nada, né? Absolutamente tem poder nenhum nisso. E você? É prevê um termo, não é um final para os vossos, para padecimentos, ou ainda, não é já muito saber, graças a vossa intercessão, que esses
padecimentos não serão eternos. Tende a bondade de nos descrever a vossa situação antes de vos evocarmos pela primeira vez. Não é preciso acrescentarmos que esse pedido tem um tem. Por fim, sabemos como nós é, seremos úteis a você e não a simples e fútil curiosidade. Que aí ele dá essa resposta aqui, ó, já vos disse que nada mais compreendia além do meu crime e que não podia abandonar a casa em que o Comite, a não ser para vagar no espaço solitário e obscuro, disse.
Eu não poderia eu dar-vos uma ideia porque nunca pude compreender o que se passava desde que me alçava ao espaço. Era tudo negro, me vácuo, ou antes, não sei mesmo o que era hoje é meu remorso é muito maior e, no entanto, não sou constrangido a permanecer naquela casa fatal sendo me permitido vagar sobre a Terra e orientar.
Me pela observação de quanto aí vejo compreendendo melhor assim a enormidade dos meus crimes e se menos sofro por um lado, por outro aumentam as torturas do remorso, mas ainda bem que tenho Esperança. A terdes de reencarnar. Que existência preferia isso? Sobre isso, não tenho meditado suficientemente. Só durante o vosso longo insulamento isolamento, quase podemos dizer cativeiro
experimentou algum remorso? Durante todo esse tempo nenhum e por isso sofri tão, longamente somente quando senti foi que ele provocou, sem que disso me apercebesse a circunstâncias determinantes da vossa invocação ao meu espírito para início da libertação. Obrigado, pois a voz que de mim no ZAP dás-te, se me esclarecer estes, então se ele não fosse evocado, né, e que tivesse essa oportunidade, mesmo que ele veio todo BRA, vão é para a primeira comunicação.
Ele estaria neste ciclo de ódio e preso o tempo todo, não é? Perceba como é importante. A nossa preocupação com os espíritos também, a nossa prece. É como que transforma a vida
deles também, né? E aí vem a explicação de Kardec, efetivamente, temos visto a vários sofrerem a vista do ouro que para eles não passava de verdadeira, quimera, orgulhosos atormentados pelo ciúme das honrarias prestadas, há outros que não eles, homens que dominavam na Terra, humilhados pela potência invisível, constrangidos na obediência, em presença de subordinados que não mais se curvavam, até os atônitos pela dúvida em face da imensidade, no mais absoluto
insolamento. Sem um ser que os esclareça no mundo dos espíritos a compensações para todas as virtudes. Mas há também penalidades para todas as faltas e destas, as que escaparam as leis dos homens são infalivelmente atingidas pelas leis de Deus.
Devemos ainda notar que as mesmas faltas, ainda que cometidas em circunstâncias idênticas, são diversamente punidas conforme o grau de adiantamento do espírito delinquente aos espíritos mais atrasados de natureza mais grosseira, como este, de que vimos de nos ocupar. São infligidos castigos de alguma sorte, mais materiais que Morais, ao passo que o contrário se dá para com aqueles cuja inteligência e sensibilidade estejam mais desenvolvidas aos
primeiros impõem. Se o castigo apropriado, hard desa, do seu discernimento para compreenderem o erro e deles se libertarem, assim é que a vergonha, por exemplo, causando pouca ou nenhuma impressão para estes, torna-se para aqueles intolerável neste Divino código penal, a sabedoria, a bondade, a providência de Deus para com as suas criaturas, revelam-se até
nas mínimas particularidades. Sendo tudo proporcionado e concatenado com admirável solicitude para facilitar ao culpado os meios de reabilitação, as mínimas aspirações são consideradas e recolhidas pelos dogmas das penas eternas. Ao contrário, são no inferno, confundidos os grandes e pequenos criminosos os culpados de momento e os reincidentes contra uma vez os endurecidos e
os arrependidos. Além disso, nenhuma tábua de salvação se eles oferecem a falta momentânea pode acarretar uma condenação eterna e. O que mais é qualquer benefício que porventura hajam feito de nada lhes valerá de que lado, pois a verdadeira justiça, a verdadeira bondade, esta evocação não tem nada de casual e como deveria aproveitar a este infeliz, visto que ele já começava a compreender a
enormidade do seu crime? Eis que os espíritos que velavam julgaram oportuno esse Socorro eficaz e entraram a facilitar-lhe a circunstâncias. Propícias, e tal.
É este um fato que temos visto reproduzir-se frequentemente, perguntar se aqui seria deste espírito se não fosse evocado, o que será de todos os sofredores que não podem ser, bem como daqueles em que se não pensa pode rir, mas redar gir, que os meios de que Deus dispõem para salvar as criaturas são hino melhoráveis sendo a evocação é um dentre esses meios, porém,
não o único. Certamente Deus não deixa ninguém olvidado além de que, sobre os espíritos suscetíveis de arrependimento, as pressões coletivas devem exercer alguma influência. A sorte dos espíritos sofredores não poderia ser por Deus subordinada a boa vontade e aos
conhecimentos humanos. Desde que os homens puderam estabelecer relações regulares com o mundo invisível, uma das primeiras consequências do espiritismo foi ao ensino dos serviços, que, por meio dessas relações, podem prestar aos seus irmãos desencarnados, Deus patenteia. Por esse modo, a solidariedade existente entre todos os seres do universo, ao mesmo tempo que dá a lei da natureza por base ao
princípio da fraternidade. Deus demonstrando os afeição verdadeira, útil e séria das evocações até então desviadas do seu fim, providencial pela ignorância e pela superstição. Aos sofredores e jamais faltaram socorros em qualquer época. E se as evocações lhes proporcionam uma nova via de salvação, aproveitam ainda mais, talvez aos encarnados, por eles proporcionaram novos meios de fazer o benefício, instruindo se ao mesmo tempo, sobre as condições de vida futura.
Muito bem, Claro, claríssimo, não é? Kardec como sempre nos dizendo que há as evocações ou as nossas preces, é um dos meios da misericórdia divina. Mas tem muitos outros e até o próprio arrependimento. Da pessoa do espírito que se cansa de sofrer, não quer mais sofrer, então a um certo momento ele se abre para retomar a caminhada. Muito legal, né? No próximo episódio, deixa eu ver se eu não falo bobagem?
Isso, último relato de é criminosos arrependidos, já que la tour esse eu sei falar o nome aqui, beleza assassino condenado pelo júri de fohat e executado em setembro de 1864. Como sempre eu te espero gratidão por ter vindo até aqui comigo e até o próximo episódio. Tchau.
