O. Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos? A obra fundamental do espiritismo, o céu inferno ou a justiça divina? Segundo o espiritismo, nós estamos no eu sempre esqueço o número do capítulo pelo amor, né? Nós estamos no capítulo sexto da segunda parte que estamos é acompanhando o relato de criminosos arrependidos. Então essa segunda parte inteira e ela encerra esta obra. Ela. Vem de relatos, não é?
Obtidos em sessões mediúnicas, 12. Muitas de espíritos evocados, chamados ou não. No dia da sua morte, 2 dias depois, um mês depois, anos depois, enfim, das mais variadas formas de Kardec, separou estas. Esses relatos pelas os seus, é pelos seus conteúdos. Então nós tivemos aí. Muitos é. O já anterior suicida em espírito infeliz, espírito
feliz, espírito sofredor, não é? Nós estamos nos criminosos arrependidos, e depois vamos para os espíritos endurecidos, mas nós estamos no terceiro relato de criminosos arrependidos. Que é um relato de um nome que eu não sei dizer, então não, não fique bravo comigo, não fique brava cu mega cu mega benoite Benoit benilde deste é o que você está lendo aí. Que é essa comunicação foi dada em Bordeaux. E se eu sei falar?
Março de 1862, um espírito apresenta-se espontaneamente ao médium sob o nome de b noite b noite. Dizendo ter morrido em 1704 e padecer. Horrível sofrimento. Espera lá 1862. Esse espírito morreu em 1704, uia. Então? Ele se apresentou, ninguém evocou e perguntam, o que você foi na Terra? Frades em fé, foi a descrença a vossa única falta. Só ela bastante para acarretar outras. É, podereis dar-nos alguns pormenores sobre a vossa vida. Será levada em boa conta a sinceridade da confissão.
Pobre lindo lente, ordenei me para ter uma posição sem pendura. Aliás, para tal encargo inteligente conseguir essa posição influente. Abusei do meu poderio vicioso, corrompe aqueles que tinha por missão salvar cruel, perseguia os que me pareciam querer verberar os meus excessos. Eita, então começamos a entender quem é? É este Frade EE. Ele continua o relato, os pacíficos foram por mim, inquietados as torturas da fome de muitas vítimas eram extintas
amiúde pela violência. Agora sofro todas as torturas do inferno, ateando minhas vítimas do fogo que me devora a luxúria e a forma insaciáveis perseguem me crestani, assédios, lábios escaldantes, sem que uma gota lhes caia em refrigério. Usa elementos, todos se encarniçam contra mim, orai pelo meu espírito. Aí você percebe como era um Frade que fez tudo errado, não tinha vocação e fez só para. D posição social e foi muito FDP para todo mundo. Ele está relatando que comumente se tinha.
É Na Na Na do do. Na obra. Não é a divina comédia, do Dante Alighieri. É especialmente no inferno. Perceba que as imagens são muito parecidas, não é? E continua as as perguntas, as preces feitas pelos Finados deverão ser vos atribuídas, como aos outras, acreditais que sejam edificantes? E, no entanto, elas tem para mim valor das que eu simulava fazer. Não executei o meu trabalho e assim recebo o salário. Então ele não dava nenhuma importância para essas preces e
para ele também. Não, não cai. Porque fatalmente não eram feitas de coração, não é? Nunca se arrependeu há muito tempo, mas o arrependimento só veio pelo sofrimento. E, como fui surdo ao clamor de vítimas inocentes, o senhor também é surdo aos meus clamores. Justiça. Reconhecer isso a justiça do senhor de Deus não é? Pois bem, confiar na sua bondade, socorrei vos do vosso auxílio, do seu auxílio. Os demônios berram mais do que o seus gritos sufocam. Me enche minha boca de p
fervente. Eu fiz grande, o espírito não pode escrever a palavra Deus, então ainda está torturado. Arrependido, mas ainda não consegue sequer falar a palavra Deus não se sente digno ou pelo temor ou por saber de tudo aquilo que fez de errado, não é? Não está suficientemente suficientemente liberto das ideias terrenas, de modo a compreender que essas torturas são todas Morais? Sofreu, sinto as vejo os meus carrascos, todos. Tem uma cara conhecida, um nome que repercute em meu cérebro.
Interessante que isso pode um ser uma própria criação mental dele que toma forma no mundo espiritual. A gente tem essa capacidade de plasma. 2 podem ser as próprias vítimas. Não é que, pelo jeito, foram inúmeras que ele é a pelo jeito, ele não matou ninguém. Mas ele fez muita gente sofrer durante a vida toda.
Outra pergunta, mas que poderia impelir vos ao cometimento de tantas infâmias, os vícios de que me achava saturado, a brutalidade das paixões, nunca implorar hastes, assistência dos bons espíritos para vos ajudarem a sair dessa contingência? Apenas vejo os demônios do inferno e quando estava na Terra, temiam esses demônios, não absolutamente, visto que só cria no nada os prazeres. Lá todo o transe constituíam o
meu culto. E depois que eles consagrei a vida, as divindades do inferno, não mais me abandonaram nem abandonaram, então ele não acreditava em absolutamente nada, não tinha medo de absolutamente nada, mas depois que morre, é perseguido pelos seus algozes e pelas suas próprias criações mentais, pois a nossa consciência tem um aviso, um selfie. Aviso na estão fazendo besteira. A gente pode querer ignorar isso, mas ela está lá e no mundo espiritual. Aí grita, não é aí, não tem
jeito. Então não obrigares um termos um termo para esse sofrimento, ou seja, você não espera um termo para esse sofrimento. O infinito não tem termo. Olha à situação de desespero. Mais de 100 anos depois. Ele ainda está naquele tormento. Que é, teve depois de desencarnar. Mas Deus é infinito na sua misericórdia e tudo pode ter um fim quando lhe aprouver. Se ele o quisesse, então ele se sente tão culpado, tão culpado, que acha que Deus não quer que ele pare de sofrer.
Porque vos vi estes inscrever aqui ou ser por que você apareceu aqui no centro. Não sei mesmo como, mas eu queria falar e gritar para que me aliviassem interessante esses demônios não vos inibem de escrever não, mas conservam. Se a minha frente e esperam me tá bem por isso eu desejaria não terminar um leque interessante. É a primeira vez. Que deste modo escreve sim. E sabia que os espíritos podiam assim aproximar-se dos homens, não.
Como? Pois percebeste, não sei que sens ações experimentastes ao acercar vos de mim um como entorpecimento dos meus terrores como os a percebestes da vossa presença aqui, como quando se acorda. Como procedestes para comunicar comigo não posso compreender, mas tu também não sentiste. É esse eu comigo? É o médium que está falando, tá? Não se trata de mim, porém de vós procurar e assegurar-vos do que fazer enquanto escrevo esse o meu pensamento é estudo, não tivestes?
Pois o desejo de me fazer escrever não sou eu quem escreve e tu pensas por mim. Olha gente, começa a ver como é que é o processo mediúnico, né? O espírito necessariamente, não está sentadinho ali do lado bom, ele está do lado, mas ele não está sentadinho do lado do lado, com a mãozinha na cabeça do médium. Para o médium escrever o espírito simplesmente tem a vontade de escrever e o médium faz essa parte. Mas o espírito não sabe explicar nem direito o que está acontecendo.
Procurar e acervo, assegurava os do vosso estado, porque os bons espíritos que vos cercam vos ajudarão. Não que os Anjos não vêm ao inferno, tu não estás, ó. Olha que interessante, ele não consegue enxergar. Espíritos bons que tentam ajudar. Talvez por isso essa condição de mais de 100 anos. Ele está nesse desespero porque ele não consegue se perdoar e vê. Espíritos que o podem ajudar. Ele só consegue ver as vítimas deles. Só consegue ver outros espíritos que estão atormentando, né?
Como uma auto punição. Vedes em torno de voz, sinto que me auxiliam a atuar sobre ti, a tua mão obedece me não te toco, aliás, e seguro te como não sei, interessante não é implorar, é assistência dos vossos protetores. Vamos pedir ambos? Queres deixar-me? Fica comigo porque vão re apossar-se de mim eu estou, peço, fica fica olha o desespero para que nem é não, não saia de perto dele porque se não os. Demônios, os espíritos infelizes vão atormentá-lo de novo. Não.
O médium diz, não posso demorar-me por mais tempo, voltar e diariamente, para orarmos juntos e os bons espíritos vos auxiliarão. Sim, desejo perdão. Orai por mim, que não posso fazê-lo. E aí é o médium pede explicação. Não é para o guia e o guia do médium, diz. Assim, coragem, meu filho, porque seria concedido o que pedes posto longe, esteja ainda ao termo da expiração as atrocidades por ele cometidas.
Não tem número, nem conta e maior é a sua culpa, porque possuía inteligência, instrução e luzes para guiar se tendo falido, com conhecimento de causa mais terríveis lição os sofrimentos, os quais, não obstante, se suavizaram com o auxílio e o exemplo da prece. De modo a que eles vejam o termo confortado pela Esperança, Deus o vem no caminho do arrependimento e já lhe concedeu a graça de poder comunicar-se a fim de ser encorajado e confortado.
Pensa nele muitas vezes, pois nós tudo entregamos para fortalecer-se nas boas resoluções que lhe poderão advir dos teus conselhos. Ao seu arrependimento, sucederá o desejo da reparação e pedirá então uma nova existência para praticar o bem como compensação do mal que fez.
Quando Deus estiver satisfeito a seu respeito e o vira resoluto e firme, faria entrever as divinas luzes que vão de conduzir a salvação, recebendo no seu seio, qual pai ao filho pródigo tem fé e nós te ajudaremos a completar o teu trabalho. Esse médium é esse espírito guia do médium, chama Paula. E Kardec diz, assim, colocamos este espírito entre os criminosos, posto que não atingido pela justiça humana, porque o crime se contém nos atos que não no castigo
infligido pelos homens. O mesmo se dá com o que se segue. Então, assim, este. Espírito deste Frade. Não foi punido pela justiça divina? Mas pela sua própria consciência. Percebe que ninguém escapa às leis divinas, não é Deus que pune, não é Deus que castiga. Deus não castiga. Deus não me perdoa porque ele não se ofende. Não é? É a nossa própria consciência que nos coloca nessa condição. EE nos cria este inferno. Que é, vai do das nossas crenças em vida. A gente vai é.
Ele era um Frade, ele. Pensava como um inferno, descrito por Dante na divina comédia. Mas se fosse um espírito, talvez pensaria em um Brau descrito no nosso. Olha que doido. Pois é. É isso que acontece. Então a gente não consegue fugir impune. Há, mas a pessoa roubou, foi um político corrupto a vida inteira e morreu velhinho. A justiça não alcançou, então a justiça dos homens. Quantos quantos não vão desse mundo sem nenhuma justiça dos homens feita? Mas assim que viram do outro mundo.
A coisa é feia, Hein? A parada é dura. Então, que a gente possa se lembrar muito disso na hora de fazer as coisas erradas por aqui, mesmo que ninguém descubra. Depois a nossa consciência, sabe? Nós vamos criar o nosso, a nossa própria punição. Até percorrer um caminho que pode ser menos ou mais longo, por exemplo, não é como deste Frade, mais de 100 anos em tormento. Para começar, foi levado pelos espíritos amigos, foi levado
para se comunicar. Para poder tirar esta autopunição de que ele o tempo todo, fala. Que ele não merece, que ele só veio espírito ruim que só veio capeta, que anjo, não desceria inferno para o ajudar. É que ele estava lá, não sabia nem porquê, como obviamente foi levado por isso. Espíritos, amigos. Espíritos mais felizes, então, aí a gente percebe que podemos criar um inferno particular, não é um lugar.
É um estado de consciência, então que a gente vai treinando desde hoje para que quando a gente desencarnar não não tem muitas surpresinhas. E não ter sofrimento desnecessário. Que jeito fazendo, certo? Fazendo o melhor que a gente pode fazer. No próximo encontro, vamos estudar mais um. Caso o espírito de castell. Nao da re. Também não sei se é assim que fala. Eu te espero como sempre, obrigado por estar comigo até aqui. Tchau.
