O. Olá, meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita capitaneada pelo nosso querido Allan Kardec. Eu sempre mostro esse bonequinho. É obra de arte do meu amigo Kleber Gomes, um artista de Pedro Leopoldo. Então, procure aí. Cléber Gomes tá no meu Facebook, você vai achar. Tem muita coisa bonita é dele lá.
Estudando o céu, inferno ou a justiça divina segundo o espiritismo, e nós estamos no capítulo. É sexto da segunda parte, que trata de criminosos arrependidos. Bandido bom é bandido morto, então bandido bom é bandido arrependido é bandido? Recuperado todos nós uma vez ou muitas vezes, pelas vidas que tivemos, já fomos bandidos, não é? Então. Já fomos ignorantes, mal segões TAS mais do que somos hoje que a gente não virou santinho, nós
estamos na planeta de provas. Piração é um planeta que não é pra gente lá muito boa. Entendi. Então não vamos nos convencer, não nos convençamos disso. Nós estamos aqui para aprender, a nos lapidar e a doutrina espírita vem aí. Para nos ajudar justamente nesse crescimento é interior. Vamos à leitura. Condenado pela a pena última pena última de morte, não é pelo júri de asne. Vai ser difícil ler tanta coisa em francês, então você que compreende francês, que lê e
fala, por favor, perdoa, eu tá? E executado a 31/12/1857. Olha um pouquinho depois que saiu o livro dos espíritos evocados em 29/01/1858, ele responde, aqui estou. Vendo nos que sensação experimenta a da vergonha. E tiveste os os sentidos até o último momento. Sim. Após a execução, tivestes imediata noção dessa nova existência? Quer dizer, depois que ele morreu, eu estava imerso em grande perturbação, da qual, aliás, ainda me não libertei. Senti uma dor imensa. Afigurando.
Se me Cerro coração quem é, sofria. Vi rolar, não sei o que é os pés do cadafalso vi o sangue que corria e mais para um gente se me tornou a minha dor. Então vamos lá de novo era OAA pena de morte que já não existe, né? Nos países mais evoluídos, a exemplo da França. Era pelo guilhotina, tá? Por isso que é o que ele escreveu agora.
Aí a eles se perguntam assim, era uma dor pungente, puramente desculpe, era uma dor puramente física, análogo a que proviria de um grande ferimento pela amputação de um membro, por exemplo, não figurar em voos. Antes, ao remorso, uma grande dor moral, mas a dor física do suplício a quem experimentava o corpo ou o espírito? A dor moral estava em meu espírito, sentindo o corpo, a dor física, mas o espírito desligado também. Dela se ressentia, vistes o
corpo mutilado. Vi qualquer coisa, informei a qual me parecia integrado, entretanto, reconhecia meu intacto, isto é que eu Era Eu mesmo. Olha que interessante. Então nós temos aí. Que a morte, o momento da morte em si, ela não traz dor física, até mesmo porque o corpo para de sentir, mas é uma dor moral. Entendi e o espírito não consegue nessa morte bruta. Não é de decapitação na guilhotina, ele não consegue.
Eu falei, espera lá esse corpo, essa cabeça que está rolando, esse sangue, não sei o que eu estou sentindo. Uma grande dor moral, mas assim eu estou aqui. É esse aqui, não sou eu estou aqui, entende? Como o espírito permanece e ele acha que está com o corpo ainda que olha isso aqui não sou eu. Isso aqui é um boneco, mas sempre senti uma grande dor moral. Quem é, que impressões vieram desse fato? Não é? Eu sentia muito a minha dor, estava completamente ligado a ela.
Será a verdade que o corpo. Viva ainda alguns instantes depois da decapitação. Tendo o supliciado, a consciência das suas Ideas, o espírito retira-se pouco a pouco, quanto mais o retém os laços materiais, menos pronta é a separação. Olha que interessante. Então não é imediato, mas vai se desligando. Dizem que, se anotado a expressão da cólera e movimentos na fisionomia de certos supliciados, como se estes quisessem falar. Será isso?
Efeito de contrações nervosas ou um ato da vontade da vontade? Visto como um espírito, não se tem desligado. Interessante. Qual o primeiro sentimento que experimentastes ao penetrar na vossa nova existência, um sofrimento intolerável, uma espécie de remorso com gente cuja causa ignorava? Acaso vos achastes reunido aos vossos cúmplices, concomitantemente, supliciados, ou seja. Daí a gente subiu, entende que
houve mais guilhotinados juntos? Não é criminosos que foram condenados à morte que sofreram essa. Esse processo juntos, então, está perguntando se se está junto dos outros? Infelizmente, sim, por desgraça nossa, pois é essa visão recíproca. É um suplício contínuo, exprobrando se uns aos outros os
seus crimes. E você encontrou as vossas vítimas, vejo as são felizes, seus olhares perseguem, me sinto que me Vara um ser e debalde tentou fugir lhes um então já está, já está vendo as próprias vítimas, ou seja, parece que é um assassino de mais de uma pessoa. E a pergunta é, essas vítimas são felizes? Estão olhando para ele? E a pergunta, que impressão causa em você esses olhares, vergonha e remorso ocasionei os voluntariamente, ainda os abomino? E qual a impressão que lhes causar?
E sem voz, Piedade terão, por sua vez, ódio. E desejo de vingança? E está difícil aqui. Não os olhares que envolvem lembram minha, minha inspiração. Vós não podeis avaliar o suplício horrível de tudo, devermos aqueles a quem odiamos. Lamentais a perda da vida corporal, apenas lamenta os meus crimes. Se o fato ainda dependesse de mim, não mais sucumbiria. Olha que interessante, é. Voz. Não podemos avaliar o Suplicy horrível de tudo. Devemos aqueles a quem odiamos, então ele matou.
Por ódio e continua odiando mais, já começa um arrependimento, não é? O pendor para o mal estava na sua natureza ou se foi influenciado pelo meio que viveu sendo é um espírito inferior. A tendência para o mal estava na minha própria natureza. Quis elevar me rapidamente, mas pedi mais do que comportavam as minhas forças, acreditando me forte. Escolhi uma rua de prova e acabei por ceder às tentações do mal, muito interessante aí explica muita coisa. Quando você vê que.
Os criminosos, aqueles os egoístas, não é que estão em todas as partes, não é só no morro que eles estão, eles estão no nas casas de luxo, estão No No, no governo federal, estadual, municipal, em tudo quanto é lugar, né? Independente de que, se tiver um pais amorosos ou uma boa criação, uma boa educação. Assim como os bons podem ter tido os pais é egoístas, bandidos ou que abandonaram e tudo mais, e a pessoa é uma ótima pessoa. Então isso vem, né? Conquistas que a gente trás das
nossas anteriores encarnações. E que o meio não vai influenciar. Pode até estimular, mas o espírito resiste ao que não é do seu feitio, né, do seu caráter. Se estivesse sopa, se tivesse recebido, são os princípios de educação. Cê teria se desviado da senda criminosa? Sim, mas eu havia escolhido a condição do nascimento interessante. Então pode ser que com a educação, se tivesse lá nascido num lar menos desajustado, aprenderia e talvez não
cometeria. Mas ele tá dizendo que ele escolheu a condição do nascimento, entende? Então não há vítimas, não é acaso não. Você poderia se ter feito homem de bem, um homem fraco e incapaz tanto para o bem como para o mal, poderia talvez corrigir na vida ao mal e nem tia minha natureza, mas nunca me a levar à prática do bem. Quando encarnado, você acreditava em Deus, não? Mas dizem que a última hora você se arrependeu porque acreditei em um Deus vingativo.
Era natural que o Temer se. Desculpa, gente, acabei de dar um Belo de um espirro e agora quer dizer. Ele acreditou em um Deus vingativo, não é? Não acreditava em Deus e na última hora é se arrependeu? Na verdade, ele temeu, não se arrependeu, temeu aquele Deus vingativo que ele, Deus da bíblia. E agora o vosso arrependimento é mais sincero. Pudera, eu vejo o que fiz. Quer dizer, pudera, Claro que sim, porque eu vejo tudo aquilo que eu fiz.
Então agora eu me arrependo. Então, o que pensa de Deus agora? Sinto e não o compreendo. Parece, parece vos justo castigo que você teve na Terra. Sim, esperar eles obter o perdão. Eita. Esperares obter o perdão dos vossos crimes, e ele responde, não sei. Como pretendes reparar estes crimes por novas provações? Conquanto me pareça que uma eterni da desiste entre elas e mim. Onde você se acha?
Agora estou no meu sofrimento. Perguntamos, qual lugar que você se encontra perto da médium, uma vez que assim é? Sob que forma nos veríamos se tal nos fosse possível ver mês sob a minha forma corpórea, a cabeça separada do tronco? Vixi, Maria poderes aparecer nos não deixai-me. Você poderia nos dizer? Como se fugiu da prisão de Monte de de e nada mais sei é tão grande o meu sofrimento que apenas guardo a lembrança do crime. Deixei-me. Poderíamos concorrer, né?
Colaborar para vos aliviar esse sofrimento, fazer votos para que sobrevenha a inspiração? Então assim ele está perturbado, já está arrependido, mas não é 1° de arrependimento muito grande. Mas é um começo, entendi, ele está trabalhando nisso. É um processo que bom, agora já deve ter encarnado 23 vezes, já deve estar em outra condição. Mas nós vamos ver em todos esses relatos que o primeiro passo para voltar no caminho, depois de erro ou erros é o
arrependimento. Depois vem a reparação, né? É assim, funciona. Legal, né? No próximo nós vamos conhecer mais um relato de um espírito, é um criminoso arrependido chamado? Benoist e benoite benoist, e não sei falar. Eu espero, como sempre, muito obrigado pela sua presença e até o próximo. Tchau.
