O. Meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão sejam bem-vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita, o céu e o inferno ou a justiça divina. Segundo o espiritismo, nós estamos na vamos iniciar hoje o sexto capítulo da segunda parte, que traz o relato, né de espíritos. Após desencarnados, é trazendo um pouco da sua história e como foi essa desencarnação e como estão no mundo espiritual hoje, começando um capítulo novo sobre
criminosos arrependidos. Dá uma olhada, nós vamos ter 5 relatos. Dos criminosos arrependidos, VG lemaire, lemer sei lá como é que fala b no IB, no a bran, o espírito de casteu na dor e Jaqueline. Já tô a pessoa sabe falar francês fluente e fala tudo que nem programa de culinária, entendeu? É então, perdão, aí pardon que eu não sei falar mesmo. É mesmo, é bom. Aí, será que a gente vai ver neste capítulo que bandido bom é bandido morto e o bandido morto
que que eles vai achar disso? Então vamos sem demora para o nosso. Para o nosso depoimento de hoje, VG, que assassino do arcebispo de Paris, olha lá a 3/01/1857, emocionou-se bo cibo, a serviço de Paris. Ao sair da igreja de Santo Etienne Dumont, foi mortalmente ferido por um jovem padre chamado VG, nossa Senhora. O criminoso foi condenado à morte e executado a 30 de janeiro até o último instante, não manifestou qualquer sentimento de pesar, de arrependimento ou de
sensibilidade. Evocado no mesmo dia da execução, deu as seguintes respostas, olha só, mesmo dia que ele foi executado, ele foi evocado. Ainda estou preso ao corpo. E aí perguntaram, então, a vossa alma não está inteiramente liberta? Não tenho medo, não sei esperar e que torne a mim. Não estou morto, não é assim. Então você sabe que padre, né? É, deveria acreditar na vida após morte, mas não é bem do jeito que eles acreditam, né? Então está dizendo assim, tenho
medo. Eu não sei se eu estou morto, está morto, não, não tenho medo, não sei. Espera aí, é, não estou morto, não é isso mesmo que eu não estou morto. A pergunta arrependei-vos, do que fizestes? Ele responde, fiz mal em matar, mas a isso fui levado pelo meu caráter, que não podia tolerar humilhações, evocar mês de outra vez. E por que vos retirais se eu visse muito me atemorizar, ia pelo receio de que me fizesse outro tanto. Então tem coisa Cabeluda aí nessa história, né?
Ele não. Teve o assassinato a toa, mas aí a gente já percebe que o espírito está bem perturbado. Olha, continua a pergunta, mais nada tendes a Temer, uma vez que a vossa alma está separada do corpo, renunciai a qualquer inquietação que não é razoável, agora, que quereis, acaso sois senhor das vossas impressões? Quanto a mim, não sei aonde
estou. Estou doido, então ele estava perturbado, esforçai vos, por ser calmo, não posso, porque estou louco, esperar é que vou invocar toda a minha lucidez se orasses talvez pudesse. Você traz os nossos pensamentos intimido me não me atrevo a orar, culpa não é orai, que grande é a misericórdia de Deus. Oremos convosco. Sim, eu sempre acreditei na infinita misericórdia de Deus. Compreender melhor agora a vossa situação, provavelmente que eles
fizeram uma prece no meio disso. E ele responde, ela é tão extraordinária que ainda não posso aprender lá. E aí a pergunta não é difícil? Você vê a sua vítima, quer dizer, ele vê Oo arcebispo que ele acabou de matar. Parece-me ouvir uma voz semelhante à sua, dizendo-me não mais te quero será talvez um efeito da imaginação.
Estou doido, vou lugar seguro, pois que vejo meu corpo de um lado e a cabeça de outro afigurando se me porém que vivo no espaço entre a Terra e o que denomina Excel, sinto como frio de uma faca prestes a decepar me o pescoço mas isso será talvez o terror da morte também me parece ver uma multidão de espíritos a rodear me olhando me compadecidos é falou-me mas não os compreendo. Aí a gente entende que a sua execução foi é na guilhotina, não é?
Entretanto, entre esses espíritos, a talvez um. Cuja presença vos humilha por causa do vosso crime de ir, você que é apenas um que me apavora daquele a quem matei. Lembrai-vos das vossas anteriores existências. Não estou indeciso, acreditando sonhar ainda. Uma vez, preciso tornar a mim. Aí eles interromperam e 3 dias depois fizeram uma nova evocação e perguntam assim. Você se reconhece melhor agora? Achei que não mais pertenço a
esse mundo e não deploro. Pesa me o que fiz, porém o meu espírito está mais livre, seria mais que há uma série de encarnações que nos dão conhecimentos úteis, a fim de nos tornarmos tão perfeitos quanto possível. A criatura humana. Então ele já entendeu que existe. Existem encarnações, não é? Então já está arrependido, só diz. Punido pelo crime que cometeu estes, sim, lamento o que fiz e isso faz me sofrer. Olha que interessante. Então o criminoso arrependido aí vem.
Mais uma pergunta, qual a vossa punição pelo crime?
Não é sou punido porque tenho consciência da minha falta e para ela peço perdão a Deus. Sou punido porque reconheço a minha descrença nesse Deus, sabendo agora que não devemos abreviar os dias de vida de nossos irmãos, sou punido pelo remorso de haver adiado o meu Progresso, enveredando por caminho errado, sem ouvir o grito da própria consciência que me dizia não ser pelo assassino, o que alcançaria o meu de sideratos deixei-me dominar pela inveja e pelo orgulho.
Enganei-me, arrependo-me, pois o homem deve esforçar-se sempre por dominar as más paixões, o que, aliás, não fiz. Qual é a vossa sensação quando vos evocamos de prazer e de temor? Por isso que não sou mau.
Em que consiste tal prazer e tal, tal prazer e tal temor, prazer de conversar com os homens e poderem parte, reparar as minhas faltas, confessando as e temor que não posso definir um quê de vergonha por ter sido um assassino desejares reencarnar na Terra até o peço e desejo achar me constantemente exposto ao assassino, provando lhe o temor monsenhor sibur, evocado, disse que perdoava o assassino e orava para que ele se arrependesse, disse mais que posto estivesse presente à sua
evocação. Não, se ele tinha mostrado para ele não aumentar o sofrimento, os porquanto o receio de o ver já era um sintoma de remorso, era já um castigo. Olha que interessante, o próprio arcebispo, né que foi assassinado, já perdoou. E que não se mostrava a ele para não aumentar o mal-estar que o assassino estaria sentindo.
Olha que exemplo de amor. Não é que. que coisa mais linda é só o espiritismo nos traz esses relatos, não é o homem que mata sabe que ao escolher nova existência nela, se tornará se tornará assassino. Não. Ele sabe que, escolhendo uma vida de luta, tem probabilidades de matar um semelhante, ignorando, porém, se o fará, pois está quase sempre em luta consigo mesmo.
Então, nada. O espiritismo não é. Fatalista, ninguém está fadado a nada, ninguém está destinado a nada e nem se acredita em destino. Olha, está traçado, você vai. Nascer, e você vai ter, vai matar alguém porque está dentro do seu carma. Nada disso. Quem fala isso não entendeu nada da doutrina espírita. E o Kardec vem nos explicar exatamente isso. A situação de VG ao morrer é de quase todos os que sucumbem violentamente, não se verificando bruscamente a separação.
Eles ficam como aturdidos, sem saber se estão mortos ou vivos, avisando, o arcebispo foi-lhe poupada por desnecessário o seu remorso. Mas outros espíritos, em circunstâncias idênticas, são constantemente acossados pelo olhar das suas vítimas. A enormidade do delito. VG acrescentar a agravante, disse, disse não ter arrependido ainda em vida. Estando, pois, nas condições requeridas para a eterna condenação.
Mas logo que deixou a Terra, o ar e pedimento invadiu lhe a alma e repudiando o passado, deseja sinceramente repará-lo. A isso não impede a demasia do sofrimento. Visto como nem mesmo teve tempo para sofrer, mas é o alarme das consciências desprezada durante a vida. Que hora se lhe faz ouvir? E Kardec continua ainda, porque não considerar valioso esse arrependimento porque admiti-lo dias antes, como Salvador do inferno e depois não?
E por que finalmente, o Deus misericordioso para o penitente em vida deixaria de o ser, por questão de horas mais tarde fora, para causar admiração? A rápida mudança, algumas vezes operada nas Ideas de um criminoso endurecido impenitente até a morte, se o trespasse ele não fosse também bastante. Às vezes, para reconhecer toda a iniquidade da sua conduta. Contudo, esse resultado está longe de ser geral, o que daria em consequência ou não haver espíritos maus.
O arrependimento é muita vez tardio, e daí? A dilação do castigo é lembrando que este caso é um caso. Não quer dizer que todos são assim. O criminoso, até o momento da sua morte, não tinha se arrependido. Mas depois, no mundo espiritual, se arrependeu, se envergonhava, tinha temor pelo é pelo arcebispo que ele tinha assassinado, não é? E esse é a ser bispo, o perdoou e colaborou, não a não aparecendo, coisa que não acontece.
Com muitas pessoas que foram assassinadas, eles viram obsessores até da do assassino que está esteja vivo ainda. Quanto mais no mundo espiritual, não tem a compreensão de que. Não vou perdoá-lo, e com isso, estou amarrando a minha vida a ele, não é? E esse laço às vezes demoram muitas encarnações para ser rompidos, para ser rompido. Então, neste caso, houve um arrependimento já após Oo desencarne. Não é desse espírito que assassinou um outro, é um outro colega, não é de ti, profissão,
digamos assim. Um padre assassinou um arcebispo. E então? Mas é um exemplo. Nós provavelmente vamos ver outros exemplos. Mas lembrando nesse capítulo só de criminoso arrependido está não significa que todos os criminosos, depois que morrem, se arrependem? Se não, não haveria espírito infeliz ou espírito, como se diz assim. É espíritos maus.
Continuando a obstinação no mal em vida provém às vezes do orgulho, que recusa submeter-se, confessar os próprios erros, visto estar o homem sujeito à influência da matéria que lançando lhe um véu sobre as percepções espirituais, fascina e desvaira. Roto esse véu súbita, luzula clara e ele se encontra senhor, da sua razão, a manifestação imediata de melhores sentimentos é sempre indício de um Progresso moral realizado que apenas aguarda uma circunstância
favorável para se revelar. Ao passo que a persistência mais ou menos longa no mal depois da morte é incontestada? Realmente, a prova de atraso do espírito, no qual os instintos materiais atrofiam, o gérmen do bem, de modo a lhes serem precisas, novas provações para se corrigir. Ou seja, depende das nossas atitudes. A gente errou, errou, vai ter consequência, vai. Não vai ter sangue de Jesus que lave os nossos pecados e vai ficar tudo bem. Não é?
Vai ter consequência, sim. É como se fosse uma. Criança que não faz a tarefa de casa, o que não estuda para a prova. Qual a consequência repetida? Aprova o pai e a mãe não vai lá fazer a prova para ele? Por que que Deus faria para nós? Por que Jesus nos lavaria com seu sangue e nos limparia completamente de todas as besteiras que a gente tenha feito? E essa besteira pode ter sido matado uma pessoa não é? Então vamos ter a consequência, mas.
Ou arrependimento é o primeiro item para a gente voltar ao caminho e aí depois. Vai virar a reparação, não é? É durante a vida, durante as próximas vidas, é até que a gente volte de novo no caminho. Errou, corrige. Se arrepende, repara, corrige e segue a vida. É assim que funciona o universo. Não é sempre assim. No próximo episódio, nós vamos ver mais um caso agora, agora,
agora. Agora de le mer, olha como que meu francês tá lindo, maravilhoso francesa de de programa de culinária Na Na TV aberta, tá bom? E aí a gente vai ver mais uma. Um relato de um criminoso arrependido como sempre, eu agradeço a sua presença e te espero até o próximo. Tchau.
