O. Meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita ao céu e inferno ou a justiça divina segundo o espiritismo? Nós estamos na segunda parte, no capítulo quinto. O que estamos acompanhando é conhecendo o relato de espíritos de suicidas. Não é que vem falar por que que suicidou? Às vezes a gente conhece a história da pessoa, como é que tá depois da morte?
Enfim, hoje nós vamos conhecer a história do senhor feliz. Íon, então, sem é demora, vamos conhecer. Era um homem rico, instruído, poeta de espírito, possuidor de
caráter são obsequioso e ameno. De perfeita honradez, falsas especulações comprometeram lhe a Fortuna e não lhe sendo possível reparar lá, em razão da idade avançada, cedeu ao desânimo, enforcando se em dezembro de 1864, no seu quarto de dormir, não era materialista nem ateu, mas um homem de gênio, um tanto superficial, ligando um pouco importância ao problema da vida de além-túmulo, conhecendo intimamente e vocábulo. 4 meses após o suicídio, inspirados pela simpatia que lhe dedicávamos.
Olha que interessante. Então a pessoa boa e que acabou cometendo o suicídio, o suicídio já na velhice, porque perdeu a Fortuna? Vamos ver aí. Depois de evocação, ele responde, choram a Terra, na qual tive decepções. Porém menores do que as experimentadas aqui. Eu que eu sonhava, Maravilhas, estou abaixo da realidade do meu ideal, um mundo dos espíritos é bastante promiscuo e para torná-lo suportável, fora mister uma boa triagem não torna ele. Que esboço de costumes espírita
se poderia fazer aqui próprio? Balzac 66 estando no seu elemento, não faria tal esboço se não de modo rústico. Não obriguei, porém, onde estarão esses grandes espíritos que estão energicamente profi, ligaram os vícios da humanidade, deviam eles, como eu, habitar por aqui, antes de se alçarem a regiões mais elevadas a prazo. Me observar este curioso pandemônio. E assim fico por aqui.
A gente pode perceber que há 11 certo amargor e. Ham, que ele não está em um Bom Lugar chamar aqui esse e-mail é promiscuo e tem que selecionar as companhias, blá blá blá. Significa que ele não está num Bom Lugar e me suou um pouco de
revolta. Apesar de o espírito nos declarar que se acha numa sociedade as as promiscua e porque o seguinte de espíritos inferiores surpreendeu nos a sua linguagem, dado o gênero da morte, ao qual, aliás, não faz qualquer referência, a não ser isso tudo mais refletir o seu caráter. Tal circunstância deixava nos em dúvida sobre a sua identidade. Então perguntam, tende a bondade de nos dizer como morreu, como morri pela morte? Por mim escolhida, a que mais me agradou?
Sendo para notar que meditei muito tempo nessa escolha, com o intuito de me desembaraçar da vida. Apesar disso, confesso que não ganhei grande coisa libertei me dos cuidados materiais, porém para encontrá-los mais graves e penosos na condição de espírito da qual nem sequer prevejo o termo. Agora, a pergunta é o guia do médium espírito. Em comunicação será efetivamente, o de Feliciano. Essa linguagem, quase despreocupada, torna-se suspeita se tratando de um suicida.
Sim, entretanto, por um sentimento justificável na sua posição, ele não queria revelar ao médio no seu gênero de morte. Foi por isso que dissimulou a frase acabando, no entanto, por confessá-lo, diante da pergunta direta que lhe fizestes e não sem angústias, o suicídio fala o sofrer muito e por isso desvia o mais possível tudo o que lhe recorde, o seu fim funesto.
Entendi cê, cê já vê aí, 11? Como que se diz um arrependimento não é o que é muito bom, porque é o caminho realmente para voltar a ao curso, né, das encarnações. Ida ao curso da nossa Escalada para os mundos felizes para o nosso melhoramento, aí voltaram a falar com o espírito, a vossa de encarnação, tanto mais nos comoveu quanto lhe prevíamos as tristes consequências, além da estima intimidade das nossas
relações. Pessoalmente, não me esqueci do quanto você era obsequioso e bom para comigo. Seria feliz se pudesse testemunhar vos a minha gratidão. Fazendo algo de útil para vós. Entretanto, eu não podia furtar-me de outro modo aos embaraços da minha posição material. Agora só tenho necessidade de PRE 6 por ai, principalmente para que me veja livre desse sorri dos companheiros que aqui estão junto de mim. Obsidiando me com gritos,
sorrisos infernais motejos. Eles chamam-me covarde e com razão porque a covardia renunciar a vida é a quarta vez que sucumbo à essa aprovação. Não obstante, é formal promessa de não falir. Fatalidade à orai que Suplicy, o meu quanto sou desgraçado orando fazer isso por mim mais que por voz. Pude fazer quando na Terra. Mas a prova ante a qual fracassei tantas vezes aí está retraçada, indelével diante de mim, é preciso tentá-la
novamente. Em dado tempo, terei forças a recomeçar a vida tantas vezes, lutar por tanto tempo para sucumbir aos acontecimentos é desesperador mesmo aqui. Eis porque tenho carência de força. Dizem que podemos obtê-la pela prece, orai por mim que eu quero orar também. Olha que curioso, né? A pessoa é. Primeiro revelou, né, que já é a quarta vez que se suicida e cai no mesmo.
E olha na velhice, não é você esperasse mais um, um pouco de tempo ele já superaria a vida e caminharia adiante, mas não mais uma vez, ele. Ele é traz esse conflito. Não é esse este momento de fraqueza que se suicidou e ele pede prece, prece, prece e ta pedindo para orar junto, né? Olha, observação, este caso particular de suicídio, posto que realizado em circunstâncias vulgares, apresenta uma feição especial. Ele mostra-nos um espírito que
sucumbiu muitas vezes. A aprovação que se renovar a cada existência e que renovará até que ele tenha forças para resistir. Assim se confirma o fato de não haver proveito no sofrimento. Sempre que deixamos de atingir o fim da encarnação, sendo preciso recomeçar lá até que saiamos
vitoriosos da campanha. E aí é se dirigem de novo ao espírito do senhor Feliciano. Ouvir eu vo lo, peço ouvir e meditar sobre as minhas palavras, o que denominais fatalidade é apenas a vossa fraqueza, pois se a fatalidade existe, se o homem deixaria de ser responsável pelos seus atos, o homem é sempre livre e nessa Liberdade está o seu maior e mais Belo privilégio. Deus não quis fazer dele um
autômato obediente, cego. E se essa Liberdade torna falível também o torna perfectível, sem o que somente pela perfeição poderá atingir a Suprema Felicidade.
O orgulho somente pode levar o homem atribuir ao destino as suas infelicidades terrenas, quando a verdade é que tais que tais infelicidades promanam da sua própria incúria, o descuido tendes, disse um exemplo bem patente na vossa última encarnação, pois tinha estudo que se fazia preciso a Felicidade humana na Terra. Espírito, talento, Fortuna merecida. A consideração, nada de vícios ruinosos mais, ao contrário, apreciáveis qualidades comum.
No entanto, ficou tão comprometida a vossa posi. Cê cedilha maiúsculo, não unicamente pela vossa Imprevidência, a vez de convir que, agindo com mais prudência, contentando vos com o muito que já vos coubera antes que procurando aumentá-lo sem necessidade, a ruína não sobreviria. Não havia nisso nenhuma fatalidade, uma vez que podias ter evitado tal acontecimento. A vossa aprovação consistia, num encadeamento de circunstâncias, que os deveriam dar, não há necessidade, mas a tentação do
suicídio. Desgraçadamente, apesar do vosso talento, instrução não soubestes dominar essas circunstâncias e sofreis agora as consequências da vossa fraqueza. Entendi no momento a está sendo feito. 11 trabalho de. Abriu o olho. Não é desse espírito que não precisava. Ele não tinha nenhuma razão aparente para isso. Num momento de desespero ele fez isso, né? E falhou mais uma vez e não precisava. Então, neste momento, os evocadores estão doutrinando os espíritos, conversando com ele
no caso. Para que ele possa entender que isso não foi uma fatalidade, nem ele está fadado ou. Destinado a reencarnar se matar outra vez e outra vez, porque
isso é uma escolha dele. Essa prova, tal como presentes com a razão, deve renovar-se ainda na vossa próxima encarnação, tereis de enfrentar acontecimentos que sugeriram a ideia do suicídio e sempre assim acontecerá, até que de todo o tenhas triunfado, longe de acusar a sorte que a vossa própria obra admirar e a bondade de Deus que em vez de condenar irremissivelmente pela primeira falta, oferece sempre os meios de reparar lá assim, sofrereis, não eternamente mais por tanto
tempo quanto o reincidir Ads no erro. De voz depende num estado espiritual, tomar a resolução bastante energica de manifestar a Deus um sincero arrependimento solicitando o instantemente o apoio dos bons espíritos. Voltar então a Terra. Brindado na resistência a todas as tentações. Uma vez alcançada essa Vitória, caminhareis na via da Felicidade com mais rapides, visto que sob outros aspectos, o vosso Progresso é já considerável,
como vedes. Há ainda um passo a franquear para o qual vos auxiliaremos com as nossas presses. Estas só serão improfícua se nós não secundário, diz com os vossos esforços. Assim ainda não aprendeu a falar pressa. Eu não sei porque e o espírito responde, Oh, obrigado, obrigado por tão boas exortações delas. Tenho tanto maior necessidade quanto sou mais desgraçado do que demonstrava, vou aproveitá-los. Garanto no preparo da próxima encarnação, durante a qual farei
todo o possível por não sucumbe. Já me custa suportar o meio ignóbil do meu exílio. Então compreendeu e vai começar de novo, não é? Quando a gente erra, a gente vai e começa de novo e começa de novo e começa de novo. E daí até que a gente consegue. Quantos de nós não tem ideias de
suicídio, né? Já não passou pela sua cabeça, pela minha muitas vezes, especialmente quando eu tô nas minhas crises de depressão e sim, eu tenho depressão, eu faço tratamento psiquiátrico, psicológico, tomo remédio e com vergonha nenhuma. Digo isso porque é um problema de saúde. Não é saúde mental, saúde emocional é problema físico e nos momentos mais difíceis, muitas vezes me passou pela cabeça a ideia do suicídio muitas vezes. E eu acho que isso é até comum
para todos nós. É que a gente tem que nesse momento racionalizar, não é? E se tiver no desespero aquela ideia persistente, procurar ajuda, seja de um amigo, é. Uma coisa que eu não recomendo assim não vai procurar ajuda de padre, de pastor, é porque eles vêm com uma conversa religiosa. Que às vezes vai piorar o quadro, vai procurar um amigo ou
ligue para o CVV, não é? Eu tenho certeza que vão conseguir te ouvir, e. Um amigo vai conseguir te ouvir e não vai querer enfiar nada na sua cabeça. Não ser é te acolher, né? Então isso é comum, todos nós passamos, não, não é comum. Se essa ideia for persistente durante dias, semanas, meses, aí eu recomendo que você procure a ajuda de um psiquiatra, de um psicólogo. Não tem vergonha nenhuma nisso e porque isso se trata de
conquistas, né? De de precaução de é. Amor próprio e até mesmo superar. Uma dor que talvez só a morte conseguiria aplacar, e não vai aplacar, porque a vida continua e os problemas só aumentam. Não resolve nada. Então, assim. É, se você está nesse momento com ideias suicidas, busque ajuda. Tá, busque ajuda de um profissional, de um amigo que possa te compreender, se abra com alguém, ligue para o CVV 188 e não deixa a peteca cai. Não estamos tudo junto. A gente passa por isso e vamos
superando dia após dia, tá bom? No próximo episódio nós vamos falar, vamos conhecer mais uma história de Antoine bele. Caixa de uma casa bancária do Canadá que se suicidou aos 28/02/1865. Eu te espero como sempre, muito obrigado pela sua presença e até a próxima tchau.
