O céu e o inferno [Ep66] Suicidas: Um ateu (2ª Parte, Cap V) - podcast episode cover

O céu e o inferno [Ep66] Suicidas: Um ateu (2ª Parte, Cap V)

Jun 23, 202225 minSeason 5Ep. 66
--:--
--:--
Download Metacast podcast app
Listen to this episode in Metacast mobile app
Don't just listen to podcasts. Learn from them with transcripts, summaries, and chapters for every episode. Skim, search, and bookmark insights. Learn more

Episode description

#Céu #Inferno #espiritismo | Assista aos outros episódios deste estudo: https://youtube.com/playlist?list=PLhtIzed427rPHXw0V2JGADxdp7ob8C911 | Seja membro de nosso canal no Youtube e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link: https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join | Produzido por Evandro Oliva. Se você quiser e puder, nos apoie para manter este canal em atividade: https://www.evandrooliva.com/apoio

Transcript

Eu. Meu amigo. Olá, minha amiga, como é que vocês estão bem vindos a mais um episódio onde estudamos a obra fundamental da doutrina espírita capitaneada pelo nosso querido Allan Kardec. Kardec, em um aqui como sempre, está sempre do meu lado, olhando para mim, aí se eu falo besteira e eu falo muita besteira, portanto, ele fica impassível, como se fosse uma estátua. E é. Vamos continuar o estudo aqui do capítulo quinto da segunda parte, que traz o relato de

suicidas. Por que que se mataram o que aconteceu depois do que aconteceu no momento da sua morte? E hoje nós vamos é estudar um que tem por título um ateu. Vamos ver lá no texto, o senhor JBD era um homem instruído, mas em extremo saturado de ideias materialistas, não acreditando em Deus nem na existência da alma. A pedido de um parente, foi evocado 2 anos depois de desencarnado, na sociedade espírita de Paris, ao que ele responde, é na sua evocação, sofreu? Sou um réprobo.

A evocação é, fomos levados a evocava os em nome de parentes que, como tais, desejam conhecer a vossa sorte. Poderia dizer-nos se esta nossa evocação, José penosa ou agradável, penosa, tá dá pra entender, né? Você tem 11. Você se matou, e aí tem alguém querendo perguntar para você as coisas. Ele já está sofrendo pelo suicídio e tem alguém perguntando sobre, é como é que foi isso? Claro que é penoso, né? AA. Vossa morte foi voluntária ao que ele responde, sim,

voluntária. O espírito escreve com Extrema dificuldade. A letra é grossa, irregular, convulsa e quase ininteligível. Ao terminar a escrita, encoleriza se quebra o lápis e rasga o papel e aí os o pessoal que estava fazendo a vocação de estende calma que todos nós pediremos a Deus por voz. Sou forçado a crer nesse Deus, olha que coisa maluca. O cara era ateu e depois de morto. Vem com essa?

Com essa constatação, sou forçado a crer nesse Deus que motivo poderia ter levado ao suicídio tédio de uma vida sem Esperança? Aí que tá a vida materialista, materialista, sem um propósito maior, a não ser ganhar dinheiro. E quantos a gente conhece? Quantos de nós vive a família, essa vida materialista, que o propósito é ganhar dinheiro para que para gastar depois quando fica doente? Trabalhando tanto para ganhar dinheiro e morrer muito antes da hora do que deveria, não é?

É o comentário de Kardec, com o serviço suicídio, quando a vida é sem Esperança. Procura-se então, fugir ali a qualquer preço, com o espiritismo. Ao contrário, a Esperança se fortalece porque o futuro se nos desdobra. O suicídio deixa de ser o objetivo, uma vez reconhecido que apenas se isenta a gente do mal para arrostar com o mal 100 vezes pior. É isso porque o espiritismo tem sequestrado muita gente, é uma

morte voluntária. Grandemente culpados são os que se esforçam por acreditar com sofismas científicos e, a pretexto de uma falsa razão, nessa ideia desesperadora, fonte de tantos crimes e males de que tudo acaba com a vida. Esses serão responsáveis não só pelos próprios erros, como igualmente por todos os males a que os mesmos derem causa. Portanto, a falta de Esperança, um mundo materialista, olha, morreu, não tem mais nada. Obviamente eu não conseguiria suportar. Não acredito.

Eu sou um ateu bíblico, eu não acredito naquele Deus bíblico. É para isso tem um nome, chama-se eu não tenho religião, já que espiritismo não é religião. Eu não tenho religião, eu sou deísta que acredita na inteligência Suprema do universo que acredita que há vida após a vida, mas necessariamente não tenho uma religião, não sou ateu porque sei que existe Deus, não aquele Deus bipolar da bíblia, mas um deu um Deus inteligência Suprema.

Criadora de tudo, não é? E as perguntas continuam, quisestes escapar, as dificuldades da vida, adiantar estes alguma coisa a você agora é mais feliz porque não existe nada. Então, a Esperança de quem é materialista é que especialmente chega num absurdo, não é de não aguentar esse não propósito, esse essa não Esperança de nada é. O assustador é. Se Matar ou Morrer e perceber que a vida continua, esse é o show de horror para um materialista, não é a resposta

que por que não existe nada. Olha só, a revolta é, poxa, eu achei que não existe isso. Nada seria melhor se não existisse nada depois da vida, porque eu estou agora frente a frente com as consequências das minhas escolhas. Tem de bondade de nos descrever do melhor modo possível. A voz atual. Situação só frio pelo constrangimento em que estou de crer em tudo quanto negava. Meu espírito está como num braseiro, o horrivelmente atormentado. Então já não.

Já não basta o tormento Dedé do suicídio que fica. Ecoando no espírito a ação se repetindo que traz 11 sofrimento danado. Ainda por cima, ter que admitir que estava inteiramente errado sobre não existe vida depois da vida, então esse sofrimento moral é até maior do que o sofrimento do suicídio ainda. E a pergunta, onde é que vem essas ideias materialistas que você tinha em anterior?

Encarnação, eu fora mal e por isso condenei mina seguinte aos tormentos da incerteza e assim foi que me suicidei. Olha que interessante ao explicação aqui a todo um colour ário de Ideas. Corolário de Ideas, muitas vezes nos perguntamos, como pode haver materialistas quando, tendo eles, passado pelo mundo espiritual, deveriam ter do mesmo a intuição? Ora, é precisamente essa intuição que é recusada alguns espíritos que, conservando o orgulho, não se arrependeram das suas faltas.

Para esses tais, a prova consiste na aquisição durante a vida corporal e a custa do próprio raciocínio da prova da existência de Deus e da vida futura que tem, por assim dizer, incessantemente sobre os olhos. Muitas vezes, porém, a presunção de nada admitir. A Semed, se os empolga e absorve assim, sofrem. Eles a pena até que domado orgulho se rendem à evidência, entendeu? É a pergunta é bem interessante, mas como é que todo mundo passa pela vida espiritual antes dessa encarnação?

Eu, você, todo mundo passou. Como é que a gente não não traz nenhuma intuição? Pois é, depende de quem fomos e o que fizemos. Se o que fizemos não é muito bonito, a gente vai tentar se convencer que não existe nada depois dessa vida, até mesmo para não ter punição ou consequência. Daquilo que fizemos, entendi como. Como é lógico isso muito mais lógico, não é? E a pergunta continua, quando eu vou usar afogaste? Saae se matou afogado? Que Ideas? Tinha das consequências que

reflexões fiz fez neste momento? Nenhuma, pois tudo era o nada para mim. Depois é que vi que tendo cumprido toda a sentença, teria de sofrer mais ainda. Eita, estás bem convencido agora da existência de Deus, da alma e da vida futura? Há tudo isto, muito me atormenta, é convencido, na verdade ele está em choque, né, absorvendo tudo isso. Cê voltou a ver o seu irmão ou não? E por que não? Para que confundir os nossos desesperos?

Exila? Se a gente na desgraça e na aventura se reúne, eis o que é. É, você se incomodaria da presença do vosso irmão que poderíamos até atrair para junto de voz? Não façais que o não mereço vergonha, né? Porque você se opõem, porque ele também não é feliz. Cuia receais a sua presença. No entanto, ela só poderia ser benéfica para você, não mais tarde, tendes algum recado para os vossos parentes que orem por

mim? Parece que na roda das vossas rell ações a quem partilhe das vossas opiniões. O que é que ele, digamos, algo a respeito ou os desgraçados assim possam eles criarem outra existencia. Eis quanto lhes posso desejar se eles pudessem avaliar a minha triste posição. Muito refletiriam. É, tá vendo? Ele mesmo está dizendo, avise aos meus amigos que também não acreditam em nada depois da morte, que é bom começar a acreditar porque estou sofrendo muito por isso. É bem interessante, né?

Evocação de um irmão do procedente, que professava as mesmas teorias, mas que não se suicidou, posto que também infeliz, este se apresenta mais calmo. A sua escrita é clara e legível, então vamos lá, um irmão deste. Deste? Senhor, que se suicidou este irmão. É, morreu antes e também era ateu, mas não se suicidou. Então, depois da evocação. Ele responde, possa o quadro dos nossos sofrimentos ser útil.

Lição, persuadindo vos da realidade de uma outra existência, na qual se espiam as faltas oriundas da incredulidade que seja, percebe que ele não não tem o desespero e nem a revolta daquele que se suicidou e já está dizendo ó é. Eu quero ajudar, aí eu quero ser útil para é. Acordar às pessoas que acham que não existe nada depois do desencarne não é voice. O vosso irmão que acabamos de evocar é sei se vêem reciprocamente, não, ele me foge, o é, mas como é que funciona isso na vida

espiritual? Olha a explicação do Kardec, poder se ia perguntar, como é que os espíritos se podem evitar no mundo espiritual, uma vez que aí não existem obstáculos, materiais nem refúgios impenetráveis à vista? Tudo é, porém, relativo nesse mundo e conforme a natureza fluídica dos seres que o habitam. Só os espíritos superiores têm percepções em definidas que nos inferiores, são limitadas. Para estes, os obstáculos fluídicos equivalem a obstáculos materiais.

Os espíritos for tão se as vistas dos semelhantes por efeito volitivo, que atua sobre o envoltório perispiritual e fluidos ambientes. A providência, porém, qual mãe por todos os seus filhos, vela e por intermédio dos mesmos, individualmente, lhes concede ou nega essa faculdade, conforme as suas disposições Morais, o que constitui? Conforme as circunstâncias, um castigo ou uma recompensa é uma explicação para dizer que no mundo espiritual a gente pode se

esconder dos nossos iguais. Não dos nossos dos espíritos superiores, não é? É por uma questão de densidade do perispírito, então isso é bem Claro, estás mais calmo do que o vosso irmão. Eles continuam. Você pode nos dar uma descrição mais precisa dos seus sofrimentos? Não sofreis aí na Terra, no vosso orgulho, no vosso amor próprio, quando obrigados a reconhecer os vossos erros. O vosso espírito não se revolta com a ideia de vos humilhar, diz a quem vos demonstra o vosso

erra. Pois bem, julgar e quanto deve sofrer o espírito que durante toda a sua vida se persuadiu de que nada existia além dele e que sobre a de todos, prevalecia sempre a sua razão, encontrando-se de súbito, em face da verdade imponente, esse espírito sente-se aniquilado, humilhado. A isso vem ainda juntar-se o remorso de haver por tanto tempo esquecido a existência de um Deus tão bom, tão indulgente. A situação é insuportável.

Não há calma, nem repouso, não se encontra um pouco de tranquilidade se não no momento em que a graça divina, isto é, o amor de Deus nos toca, pois o orgulho de tal modo se apossa de nós que de todos nos embota a ponto de ser preciso ainda muito tempo para que nos despojemos completamente dessa roupagem fatal. Só a prece dos nossos irmãos e

pode ajudar nos nesses transes. Olha que interessante, então quem tá falando isso é um. Ateu, dizendo que a dor principal sofrimento principal é não, como é que eu não acreditei neste Deus bondoso? Não, é Claro que é um processo. A gente vê que o que se suicidou ainda está na revolta. Na humilhação é, mas vamos treinar a partir de agora. A gente faz escolhas e nessas escolhas a erros. Quando a gente erra, se perdoe, admita que errou e se abra novamente. Vamos treinar pro.

No mundo espiritual a gente não ficar com arrependimento, vai durar 1020 anos, 30 anos, 100 anos. Para que isso, se eu fiz uma escolha errada? Seja onde for, no meu trabalho, no meu relacionamento, é no político que eu voltei, etc e tal. E você percebeu que está errado? Admita e tá tudo certo. A gente erra, batia cabeça, erra e começa tudo outra vez.

Se não a gente ficar com esse thurow, esse orgulho que eu sinto deste espírito, por exemplo, é que ele teve que superar o que ele mais sofreu foi o amor próprio. O próprio orgulho em não admitir que estava errado, não é? Se trata disso, OK? Acreditou que não existia nada, perdeu um precioso tempo, beleza?

Tem vida depois da vida, beleza? Então, bola para frente, vai ficar se lamentando, vai ficar se humilhando, vai ficar se condenando, olha, eu errei, mas a partir de agora eu sei que tem e vou trabalhar para que na próxima encarnação eu possa ser uma pessoa que acredite no algo mais, né? Então é isso, errou bola pra frente, não, não tem problema, não tem culpa nisso, errou tem consequência, depois bola pra frente. É a pergunta é, você quer falar dos irmãos encarnados ou dos espíritos?

Ele responde de uns como dos outros. E quanto nos entretínhamos com o vosso irmão? Uma das pessoas aqui presentes orava por ele, essa prece foi proveitosa. Ela não se perderá se ele agora recusa a graça, outro tanto não fará quando estiver em condições de recorrer a essa divina panaceia, não seja, vai ser uma ajuda para esse irmão dele, né? O suicida. É mais que tudo, tem seu tempo. A prece nunca vai ser inútil e

observação de cada deck. Mais uma vez, aquilo obrigamos um outro gênero de castigo, mas o que não é o mesmo em todos os céticos para este espírito, independente do sofrimento, a necessidade de reconhecer verdades que repudiara quando encarnado as suas Ideas atuais revelam certo grau de adiantamento comparativamente às de outros espíritos persistentes, na negação de Deus. Confessar o próprio erro é já alguma coisa, porque a premissa

de humildade. Na subsequente encarnação é mais do que provável que a incredulidade cedam lugar ao sentimento inato da fé. Então, gente, humildade, humildade, né, gente, vai treinando aqui, não fica esperando. É desencarnar para para treinar, né? Esse sentimento errou beleza, humildade, admite e bola para frente, transmitindo a resultante destas 2 evocações, a pessoa que nos tinha pedido.

Tivemos dela segunda a seguinte resposta, não podeis imaginar, meu caro senhor, o grande benefício advindo da evocação de meu sogro e de meu tio. Reconhecemos perfeitamente a letra do primeiro, sobretudo é de uma analogia notável com aquele tinha em vida. Tanto mais quanto durante os últimos meses que conosco passou essa letra era, sofri Ada e indecifrável. Aí se verificam a mesma forma de pernas da rubrica e de certas letras quanto ao vocabulário e ao estilo. A semelhança é ainda mais

frisante. Para nós, a analogia é completa apenas com o maior conhecimento de Deus, da alma e da eternidade que eles estão formalmente negava. Outrora não nos restam dúvidas, portanto, sobre a sua identidade. Deus será glorificado pela maior firmeza das nossas crenças no espiritismo. E os nossos irmãos, encarnados e desencarnados se tornaram melhores a identidade de seu irmão também não é menos evidente na mudança de aterro em crente.

Reconhecemos lhe o caráter, o estilo, o contorno da frase, uma palavra sobre todas. Nos despertou a atenção para a ceia. Sua frase predileta a todo o instante repetida. Mostrei essas 2 comunicações a várias pessoas que não menos se admiraram da sua veracidade, mas os incrédulos com as mesmas opiniões dos meus parentes. Esses desejariam respostas ainda mais categóricas.

Queriam, por exemplo, que o senhor dê se referisse ao lugar em que foi enterrado, onde se afogou, como foi encontrado et cetera, a fim de os convencer, não seria possível fazer nova evocação, perguntando onde e como se suicidou? Quanto tempo esteve submergido? Em que lugar acharam o cadáver, onde foi inumado? De que modo se, civil ou religiosamente, foi sepultado dignai vos caro senhor insistir pela resposta categórica a essas perguntas. Pois são essenciais para os que ainda duvidam.

Estou convencido de que darão, nesse caso, imensos resultados. Dou-me pressa a fim de estar. Vou ser entregue na sexta-feira de manhã, de modo a poder fazer-se a evocação na sessão da sociedade deste mesmo dia, et cetera. Então se entendeu, né? É mesmo com. Todas essas respostas. Quem acreditava em Deus? Percebeu, não é a similaridade, aliás, essas e milhares de respostas que são muito coerentes, não é para quem nega

o espiritismo. Estão aí as evidências, mas aí tem aqueles que não acreditam e queriam respostas mais. Específicas de certas coisas, como se os espíritos tivessem a obrigação de ficar falando tudo aquilo que a gente quer, do jeito que a gente quer e que não fossem pessoas que fossem máquinas, né? A gente tem que reparar nisso. Eles vão falar. Se eles quiserem, quando

quiserem. São pessoas que não tem diferença nenhuma das pessoas aqui não é porque são espíritos ou um ser obrigados a fazer alguma coisa.

Reproduzimos esta carta pelo fato da confirmação da identidade, e aqui lhe anexamos a nossa resposta para o ensino das pessoas não familiarizadas com as comunicações de além-túmulo, já que a os parentes lá que pediram a carta recebendo essa comunicação, queria que você vou case de novo, perguntando o detalhe para alimentar, para matar a curiosidade daqueles que não acreditavam.

Então eles a sociedade espírita responde assim, às perguntas que nos pediram para novamente endereçar ao espírito de sogro. São incontestavelmente ditadas por intenção louvável. Qual a de convencer, incrédulos, visto como em voz, não mais existe qualquer sentimento de dúvida ou curiosidade.

Contudo, um conhecimento mais aprofundado da ciência espírita vos faria julgar supérfluas essas perguntas em primeiro lugar, solicitando me conseguir resposta categórica, mostrar, ignorar a circunstância de não podermos governar os espíritos a nosso talante, ficar sabendo que eles nos respondem quando e como

querem e também como podem. A Liberdade da sua ação é maior ainda do que quando encarnados, possuindo meios mais eficazes de se furtarem ao constrangimento moral que, por acaso, sobre eles, queiramos exercer as melhores provas de identidade. São as que fornecem espontaneamente por si mesmos, ou então as oriundas das próprias circunstâncias. Estas é quase sempre inútil, provocá-las segundo afirmais, o vosso parente provou a sua identidade de modo em concurso.

Por conseguinte, é mais que provável a sua recusa em responder a perguntas que podem por ele ser com a razão, consideradas supérfluas. Avisando satisfazer a curiosidade de de pessoas que lhe são indiferentes. A resposta, bem, poderia ser a que outros têm dado em casos semelhantes, isto é, para que perguntar coisas que jessia vez, entende? E ainda por cima, que é um. Sofrimento exacerbado No No primeiro, não é?

No caso do suicida. É esse sofrimento impedir até que ele escrevia ao certo as coisas. Como é que ele vai ficar falando aonde é que ele ficou? Ele se afogou aonde ficou, quanto tempo submerso, onde é que foi encontrado? E ele não estava perturbado naquele momento para poder narrar tudo que aconteceu, como se tivesse fosse uma pessoa assistindo um filme. Isso é conto da carochinha, não é gente?

Precisa perceber o que está pedindo, mas AA comunicação continua aqui, lembrando da sociedade espírita de Paris. Para a pessoa que fez a vocação a isto, acrescentarei que a perturbação e sofrimentos que o assoberbam devem agravar-se com as investigações desse gênero, que correspondem perfeitamente a querer constranger um doente. Que mal pode pensar em falar a historiar as minúcias da sua vida faltando, se assim as considerações inspiradas pelo seu próprio estado?

Quanto ao objetivo, por voz alegado, ficar certo de que tudo seria negativo, as provas de identidade fornecidas são bem mais valiosas, por isso que foram espontâneas, e não de antemão, premeditadas. Ora, se estas não puderam contentar os incrédulos, muito menos no fariam interrogativas já pré-estabelecidas, de cuja conivência poderiam suspeitar a pessoas a quem coisa alguma pode convencer.

Esses poderiam ver o vosso parente com os próprios olhos e continuariam a supor se vítimas de uma alucinação, 2 palavras, ainda quanto ao pedido que me fizesses, de promover essa evocação no mesmo dia do recebimento de vossa carta, as evocações não se fazem assim de momento. Os espíritos nem sempre correspondem ao nosso apelo. É preciso que queiram e não só isso, mas que também possam

fazê-lo. É preciso ainda que encontra em um médium que lhes convenha com as aptidões especiais necessárias de que esse médium esteja disponível em dado momento. É preciso, enfim, que o meio lhe seja simpático, et cetera, pela concorrência dessas circunstâncias, nem sempre se pode responder.

Importa muito conhece-las quando se quer praticar com seriedade e segurança, lembrando para você que estuda aqui comigo, espiritismo ou, você sabe que o espiritismo não é uma ciência exata, no sentido de que há eu vou fazer uma experiência com a água em certa temperatura, água vai evaporar? Espiritismo não é assim porque a gente está lidando com pessoas. Qual exatidão que você consegue se nem pesquisa que a gente faz

aqui? Uma pesquisa de intenção de voto para a política, por exemplo, tem um tem uma margem de erro e, dependendo de como é feito essa margem é bem grande. Porque e qual a garantia que essa pessoa vai votar? Mesmo em quem falou que vai votar? Ou seja, nós temos aí inúmeras variáveis, como é que a gente vai querer que um espírito que precisa de um médium específico e que consiga se comunicar esteja num nível?

Que não esteja perturbado, et cetera, está vendo o tanto de variáveis o tanto de problema mão, e quem não se convence com o óbvio, a letra, o jeito de falar, até palavra que falava o espírito para aparecer na cara da pessoa, né? Parece São Tomé, né? É que não acreditava que Jesus estava lá, até Jesus falou assim, ó, bota o dedo aqui na minha ferida ser acreditar, ver para crer, né? Tem gente que nem vendo, acredita, então. OK, tenho direito, não vai acreditar, beleza, mas não vai.

Não tenho direito, de é inutilizar todo esse conhecimento. Maravilha no próximo episódio, nós continuaremos. É. Lendo aqui os relatos dos suicidas no caso de um homem chamado felícia. Te amo, eu te espero como sempre. Obrigado por ter estudado comigo até aqui até o próximo episódio. Tchau.

Transcript source: Provided by creator in RSS feed: download file
For the best experience, listen in Metacast app for iOS or Android